EDITORIAL

A parva da Geração Parva

17 | 02 | 2011   21.12H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.

Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.

Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional.

É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego. Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles? A verdade é que a crise afecta-nos a todos e não foi inventada «para os tramar», como egocentricamente podem julgar, por isso deixem lá o papel de vítimas, que não leva a lado nenhum.

Só falta imaginarem que os recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar, e não resultam do caos económico com que as empresas se debatem e de leis de trabalho que se viraram contra os trabalhadores.

Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’. Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela.

© Destak

2100 comentários

  • hi all, what do you think about South Park?
    levitra | 02.12.2011 | 02.58Hver comentário denunciado
  • so pra lhe chamar deprimente mais uma vez...
    Bruno Rodrigues | 03.11.2011 | 19.00Hver comentário denunciado
  • Vai-te foder, Cabra!
    Drunfo | 18.08.2011 | 11.26Hver comentário denunciado
  • http://www.destak.pt/artigo/99780-falta-de-trabalh o-continua-a-aumentar-entre-os-mais-jovens-e-aprox ima-se-dos-30 A flagrante ironia do destino excita-me.
    Miguel Dias | 01.07.2011 | 20.47Hver comentário denunciado
  • É só para te chamar putt.@. De tempos a tempos lembro-me
    ze | 27.05.2011 | 16.02Hver comentário denunciado
  • até consigo adivinhar de que partido é a srª isabel !
    a srª sabe ao quantos navios tem portugal ?
    sabe que os dois submarinos apesar de, fazerem falta, cada um custou 500 milhões.
    Sabe o que foi a l.o.mar em portugal .
    Sabe em que estado tão as contas publicas actualmente?
    Sabe quanto saiu do seu bolso para todas as reformas em portugal? Tudo aconteceu em menos de 20 anos.
    Sabe que nem todas as reformas surtiram os efeitos que se desejaria e muito do investimento foi perdido. Inclusivé fundos europeus muito mas muiiito mal aplicados ! A fundo perdido ! Eu acho que somos o país do fundo perdido
    são cinco milhões de postugueses que emigraram e os numeros vão aumentar...
    Prepare-se para o vem ai que é um governo de esquerda.
    Se o ps e o psd cds continuarem com estas politícas corremos o risco de perder a nossa independência ... já começa-mos aperder e só vai piorar... vai ser lindo então quando vier a crise do petróleo mas a sério e a doer. Se não fizer-mos investimentos agora nas renováveis e no sector enrgético e parar todo o investimento estaremos pior daqui a vinte anos.
    Deviamos ter um programa nuclear a nível energético para nos poder-mos auto- sustentar.
    Acho estas gerações mais antigas muito atrasadas em relação aos investimentos que fazem.
    Eu se tirasse um curso superior iria para um secto seguro e que renda em portugal
    que são muito poucos e isso tem implicações politicas e socias gravissimas .
    Uma das coisas que não me agradam de todo é a nossa terciorização sectorial.
    Devia haver um mecanismo de harmonia com os tres sectores, isso no nosso país é um vislumbre, não há.
    E acho que é por isso que temos um buraco enorme na banca.
    Investimentos em massa sem retorno.
    Se os estudantes usam o dinhiro dos impostos para depois não realizarem nada a situação vai piorar muito mais .
    Acho mesmo que temos a mão de obra mais inflacçionada da europa em relação aquilo que produzem e tendo em conta que uma boa parte está por conta do estádo. São estadistas lol
    A máquina de estádo é a principal entidade que regula estes sectores e tem o dever de harmonizar todos estes sectores devem dar direitos de igualdade aos individuos no acesso ao ensino coisa que não acontece agora todos os anos mudamos de livros mesmo não transitando isto parece-me um autêntico desperdício de recursos ( loobie declaraádooo) a isabel alçada vendia livrinhos pós meninos pelo menos produzia.
    O azar não faz parte das ciencias mas só em portugal... e não percebo porque o licenciado não vai trabalhar em portugal nas obras ou porque não os facilitam mais no acesso ao nocturno sendo trabalhador estudante apesar de ficar caríssimo .
    Porque pago uma coisa quando nem sequer tenho acesso a ela ?
    ernando carlos | 30.04.2011 | 23.40Hver comentário denunciado
  • Hora Domingo, 5 de Junho · 9:00 - 19:00
    Local Nas próximas eleições vamos mostrar o que não queremos mais!
    Criado por Sara Silva
    Mais informação Vamos deixar de passar o país das mãos do PS para o PSD e do PSD para o PS!Vamos dar uma nova política ao país,vamos votar PCP!Vamos mostrar que não nos abstemos de dar uma oportunidade a uma nova política em Portugal!Sem olhar a partidos,mas sim a novas soluções,porque das velhas e gastas soluções estamos fartos,vamos mostrar que ainda os conseguimos surpreender!Façam circular!
    Sara Silva | 04.04.2011 | 00.56Hver comentário denunciado
  • Cara sandra teichman, que discurso mais vazio, primeiro ostraciza quem quer ser doutor depois vem dizer que tem duas licenciaturas !! Fala da questão de abandonar a terrinha ? Já reparou que isso até pode signficar covardia e egoismo ? se fossemos todos para a Alemanha, que ficava aqui a "segurar o barco"? E mais o continente ficava desequilibrado, criava-se o efeito "alavanca" e Portugal, por estar mais leve ficava no ar!! Já reparou nas consequências? Vá lá comer um pretzel e uma salsicha bem grossa que isso passa. Cordialmente, Ricardo Pinto
    Ricardo Pinto | 31.03.2011 | 15.28Hver comentário denunciado
  • e sabem o que é esta conversa toda?? É conversa de quem está tão bem na vida que nem se vai aperceber daquilo que é a crise, afinal de contas"o de cima sobe, o de baixo desce". Pois é, actualmente só vejo pessoas com o rei na barriga a reclamar deste tipo de manifestações. "A crise atinge-nos a todos", quer começar a refrir como atingiu a si?? As suas estatisticas também são maravilhosas, claro que um licenciado pode receber bem, mas para isso primeiro tem de ter emrpego/trabalho, e depois tem de ser na sua área. sim porque graças a deus, os caixas de supermercado não se podem dar ao luxo de se queixarem de falta de formação. É maravilhosa a maneira como podemos tentar que o jogo fique do nosso lado não é verdade? Só gostava que os filhos da p*** como esta senhora, que têm a fama de gordo de economia, pudessem descer a terra e bater com a cara no chão!
    Cristina Goes | 28.03.2011 | 22.25Hver comentário denunciado
  • Sabem o que é parvo? Um país que tem 1 advogado por 300 habitantes; a França tem 1/4000!, a Alemanha 1/6000. Temos que ser todos doutores, não é? Depois queremos um picheleiro, trolha, electricista...e não há!! O 25 de Abril trouxe quase tudo de bom, mas acabou com os cursos técnicos, as escolas comerciais e industriais. Onde é que há lugar para tanto licenciado? Eu tenho duas licenciaturas e estou na Alemanha, mas náo esperei que as coisas me caissem do céu. Conheço muita gente que não está disposta a sair da terrinha onde nasceu para outra ao lado a 60 km! Mas também dizem que estão à rasca...
    Sandra Teichmann | 25.03.2011 | 19.11Hver comentário denunciado
  • http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedd ed&v=Is7k3Vrqz4M
    Para Quê? | 25.03.2011 | 15.51Hver comentário denunciado
  • O problema deste país é ter pessoas em cargos cujas funções exigem competências e habilidades profissionais que a maior parte das pessoas nesses cargos não tem. Este artigo é a prova disso. Como deve saber a tal manif. que tanto crítica foi pacifica em todas as cidades e movimentou 300.000 pessoas. Aquilo que queremos é que as pessoas tenham consciência que nós estamos cá e podemos e queremos ajudar muito o País. Mas dêem-nos condições mínimas!!!! Eu sou jovem mas não sou parvo. Parvoíce é o País estar refém de politicas ultra-conservadoras no que toca à lei do trabalho que se podem comparar a um País comunista que faz com que pessoas como a senhora não possam dar lugar a outros mais competentes (e quem sabe mais jovens) sem que para isso o seu gerente tenha que vender um rim para a enviar para o olho da rua.
    André Garcia | 24.03.2011 | 17.39Hver comentário denunciado
  • Será possivel que tantos "licenciados", não tenham ainda percebido o que a Isabel quiz dizer! É de bradar aos céus tanta ignorancia, tanta cegueira e por fim tanto odio tão mal direcionado. Meus Amigos Leiam o comentario do Franciso Tavares e do Emilzo. Mas leiam, é que a maioria dos jovens nem sequer lê, toca a atacar o que nao entenderam sequer. Façam lá um esforço e leiam com muita atençao o que estes leitores escrevem, pois resumem de forma cabal e muito bem escrita o que acho estar na maioria a acontecer nestes comentários, estão a ser injustos em alguns casos até cruéis. Deixo de novo o texto escrito poe Franciso Tavares que desde já parabenizo por tamanha eloquencia:
    Caramba, vocês parecem que querem dar razão ao refrão dos Deolinda. Não sabem ler? O que a senhora está a dizer é que acha parvo o refrão que diz que é preciso estudar para ser escravo. Muito pior é a canção original que diz que somos uns parvos acomodados a viver em casa dos pais, a andar de carro, a sermos explorados sem pretestar. Ela só rebate isto do estudar para ser escravo, dizendo que não, que quando se aprende nunca se é escravo, porque se tem cabeça para se pensar livremente e porque se é capaz de aproveitar os desafios da vida. E recusa a mensagem, perigosa convenhamos, de que estudar é perigoso, e que é melhor não estudar se queres emprego, porque, caramba, a verdade é que muitos dos nossos colegas se safaram bem e têm, felizmente, bons empregos. A estatística diz até que é a maioria, e um jornalista não pode passar por cima desses dados.
    Ela não diz que está tudo bem, sejamos justos. Diz que tivémos um azar do caraças em chegar agora ao mercado de trabalho, diz que a crise afecta toda a gente, os que têm curso e os que não têm , e que é uma crise filha da mãe que nos veio lixar a todos. Recusa é que a gente se faça de vitimas, como se tudo isto só tivesse por objectivo tramar-nos: e os nossos pais que trabalharam uma vida inteira e estão no desemprego? E diz mal dos recibos verdes, dos conttratos a termo e de todas essas coisas que nos lixam a vida, só que lembra que lixam a vida de toda a gente, e acha que a explicação está nas leis de trabalho e no caos da economia - não desculpa quem nos meteu neste buraco. Só que como diz aqui e bem um dos comentadores, apela à acção, a mexermo-nos para sair da crise. E lembra-nos, e bem acho eu, que a sociedade pagou os nossos cursos com os seus impostos, por isso está interessada em que sejamos capazes de por os nossos conhecimentos a favor de encontrar uma saida para tudo isto, que é, fazer parte da solução. Escrever para aqui um chorrilho de insultos, sempre iguais - que a tipa tem cunhas, tem nome e coisa e tal, como se ninguém tivesse mérito excepto a malta que ainda agora aqui chegou - é abaixo de cão. De facto, a continuar assim, justificam bem que nem sequer aprendemos na faculdade a escrever um comentário com pés e cabeça.
    FRANCISCO TAVARES| 19.02.2011 | 14.19H
    EMILZO | 15.03.2011 | 07.30H
    MUITO BEM! | 21.03.2011 | 11.27H
    MEC | 24.03.2011 | 07.45Hver comentário denunciado
  • A senhora acha parvo o refrão da música e eu acho esta senhora parva. Grande parte dos desempregados são licenciados e muitos dos que trabalham, são trabalhadores precários. Aprender é sempre bom exceptuando quando o ensino é mau. Não se trata de uma geração, trata-se de uma época, trata-se do estado a que as coisas chegaram.
    Luis Miguel | 23.03.2011 | 02.14Hver comentário denunciado
  • Como jovem que sou,considero que este tipo de discussões baseadas em diferenças de geração nada ajudam a uma possível "concertação social" que todos necessitamos. Não vale a pena esgrimir argumentos de ódio, nem vale a pena apontar a geração X,Y ou Z como a responsável da situação actual em que nos encontramos. Mas, penso que é a primeira vez na história, que os filhos olham para a geração de seus pais com alguma "inveja". Por outras palavras estamos a perder qualidade de vida face á geração anterior. Claro que certas pessoas podem afirmar situações extremas como Guerra Colonial, mas penso que é uma comparação abusiva, e intelectualmente desonesta.A não ser que a Senhora Isabel Stilwell considere que nos encontramos num período de guerra, o que não parece real.
    Todo o conceito de Modernidade está assente em vários pressupostos, e um deles é certamente que as gerações futuras vivem mais e melhor que as anteriores. Parvo é pensar que tal poderia ser mudado sem sequer uma voz discordante por parte dos jovens portugueses.
    Parvo é ver que no call-center em que eu trabalho, cerca e 50% dos funcionários são licenciados e necessitam de um segundo emprego.
    Parvo é ter de cumprir horários fixos, pertencer a uma hierarquia na empresa, ter uma chefia directa, descontar perto de 1/3 do ordenado, e não ter quaisquer benefícios sociais que os demais consideram como "normais". Viva os recibos verdes, principalmente os falsos, que são a grande maioria, sendo que os meus preferidos são os que são passados pelo próprio Estado. Considero o artigo escrito pela Directora deste respeitável jornal, como infeliz no mínimo. Estando à frente de um jornal, esperava-se pelo menos de um pouco de mais isenção por um lado, e maior compreensão dos fenómenos sociais que aborda. Talvez tenha sido uma boa oportunidade de ficar "calada", acontece a todos, mas por favor, para a próxima reflicta um pouco melhor antes de escrever. Consulte o site do INE, fale com Sociólogos(estamos muitos no desemprego , temos tempo), vá ao terreno e conheça a realidade.
    Ricardo Costa | 23.03.2011 | 02.06Hver comentário denunciado
  • esta senhora vê se que nasceu num berço de oiro pois as dificuldades que teve que enfrentar ao longo da vida foram sempre NENHUMAS por isso é que ela devia de descer do pedestal e ver realmente o que nos rodeia....
    http://www.facebook.com/home.php | 21.03.2011 | 14.13Hver comentário denunciado
  • Veio o sol e lá vão os parvos todos para a praia. Acabou-se a crise, já não são precários alegria que chegou o bom tempo.
    Abriu a temporada | 21.03.2011 | 11.30Hver comentário denunciado
  • Será possivel que tantos "licenciados", não tenham ainda percebido o que a Isabel quiz dizer! É de bradar aos céus tanta ignorancia, tanta cegueira e por fim tanto odio tão mal direcionado. MEus Amigos Leiam o comentario do Franciso Tavares. Mas leiam, é que a maioria dos jovens nem sequer lê, toca a atacar o que nao entenderam sequer. Façam lá um esforço e leiam com muita atençao o que este leitor escreveu, pois resume de forma cabal e muito bem escrita o que acho estar na maioria a contecer nestes comentários, estão a ser injustos e nlaguns casos até cruéis. Deixo de novo o texto escrito poe Franciso Tavares que desde já parabenizo por tamanha eloquencia:
    aramba, vocês parecem que querem dar razão ao refrão dos Deolinda. Não sabem ler? O que a senhora está a dizer é que acha parvo o refrão que diz que é preciso estudar para ser escravo. Muito pior é a canção original que diz que somos uns parvos acomodados a viver em casa dos pais, a andar de carro, a sermos explorados sem pretestar. Ela só rebate isto do estudar para ser escravo, dizendo que não, que quando se aprende nunca se é escravo, porque se tem cabeça para se pensar livremente e porque se é capaz de aproveitar os desafios da vida. E recusa a mensagem, perigosa convenhamos, de que estudar é perigoso, e que é melhor não estudar se queres emprego, porque, caramba, a verdade é que muitos dos nossos colegas se safaram bem e têm, felizmente, bons empregos. A estatística diz até que é a maioria, e um jornalista não pode passar por cima desses dados.
    Ela não diz que está tudo bem, sejamos justos. Diz que tivémos um azar do caraças em chegar agora ao mercado de trabalho, diz que a crise afecta toda a gente, os que têm curso e os que não têm , e que é uma crise filha da mãe que nos veio lixar a todos. Recusa é que a gente se faça de vitimas, como se tudo isto só tivesse por objectivo tramar-nos: e os nossos pais que trabalharam uma vida inteira e estão no desemprego? E diz mal dos recibos verdes, dos conttratos a termo e de todas essas coisas que nos lixam a vida, só que lembra que lixam a vida de toda a gente, e acha que a explicação está nas leis de trabalho e no caos da economia - não desculpa quem nos meteu neste buraco. Só que como diz aqui e bem um dos comentadores, apela à acção, a mexermo-nos para sair da crise. E lembra-nos, e bem acho eu, que a sociedade pagou os nossos cursos com os seus impostos, por isso está interessada em que sejamos capazes de por os nossos conhecimentos a favor de encontrar uma saida para tudo isto, que é, fazer parte da solução. Escrever para aqui um chorrilho de insultos, sempre iguais - que a tipa tem cunhas, tem nome e coisa e tal, como se ninguém tivesse mérito excepto a malta que ainda agora aqui chegou - é abaixo de cão. De facto, a continuar assim, justificam bem que nem sequer aprendemos na faculdade a escrever um comentário com pés e cabeça.
    francisco tavares | 19.02.2011 | 14.19H
    EMILZO | 15.03.2011 | 07.30Hver comentário denunciado
    MUITO BEM! | 21.03.2011 | 11.27Hver comentário denunciado
  • Srª Isabel Stilwell, para além da grande oportunidade que perdeu de se manter calada, deveria voltar a estudar, se assim o fez lá no tempo em que ninguém era parvo, porque a sua falta de eloquência dá-me náuseas. Mais uma coisa, sabe porque fala? Porque tem uma vida como deve pensar assegurada, mas não se esqueça que, como diz o proverbio, 'quem cospe para cima corre o risco de ficar molhado'.
    Aline | 17.03.2011 | 21.50Hver comentário denunciado
  • Já não se pode censurar? Censurar a censura é a verdadeira censura
    anónimo | 15.03.2011 | 19.59Hver comentário denunciado
  • Estou totalmente de acordo com a autora. Tive a sorte de entrar no mercado de trabalho numa época de crescimento económico, onde um curso superior de engenharia ou economia de uma boa faculdade (oficial ou privada) garantia à partida um emprego estável e remunerado acima da média. Ainda assim, na altura já se falava da falta de mercado para os licenciados numa enorme quantidade de cursos e estava-se no início do trabalho de “call center”, que na altura era um salva vidas para muitos estudantes de licenciatura (e não licenciados).
    Passados mais de 10 anos, assisto a que os cursos com poucas saídas profissionais há uns anos continuam a ter um enorme número de alunos inscritos. Se a responsabilidade de tal decisão não é daqueles que se candidatam e dos pais... e não é por falta de referência ao assunto todos os anos na imprensa onde vez após se referem os problemas do desemprego entre os jovens recém-licenciados. Infelizmente, o hábito de ver diariamente as notícias ou de ler um jornal (generalista) parece ter desaparecido para muitos dos que pertencem às gerações mais jovens. Pior ainda, mais do que nunca muitos dos que terminam um curso superior não são capazes de compreender um texto que seja mais complexo, o que limita a produtividade e diminui a capacidade de competir com outros jovens no mercado de trabalho europeu ou mesmo global, mas já lá vamos.
    O problema de fundo é o facto de continuar a existir um autismo face à realidade laboral em que estamos. Se todos os que estão a pensar em ingressar numa faculdade olhassem para os índices de empregabilidade do curso e para a reputação da universidade a que se querem candidatar, talvez o cenário actual fosse diferente. Talvez se todos aqueles que se manifestam tivessem optado por um curso superior de engenharia informática não estaríamos nesta situação e teriam todo emprego cá... ou na Alemanha. Mas o facilitismo ou o sonho romântico de enveredar pelo curso de que se gosta sem a mínima preocupação com a realidade acaba por levar a melhor, especialmente se existir o devaneio de pensar que a sociedade deve alguma coisa a alguém. Talvez me deva a mim e a todos aqueles que cada mês descontam valores impensáveis para um Estado que pouco dá e para uma reforma que nunca teremos. É preciso assumir definitivamente que se queremos um trabalho bem pago e progressão profissional futura, é necessário: 1) possuir as habilitações e habilidades adequadas para as necessidades do mercado e reciclá-las com regularmente e 2) esquecer a variável geográfica e pensar que o mercado laboral já não é Portugal, mas sim o Mundo. Para evoluir é preciso fazer sacrifícios, apostando numa formação contínua que nos permita desempenhar funções com a flexibilidade que o mercado laboral nos exige, e isso poucos estão disponíveis para fazer, especialmente se não for no bairro onde vive.
    Até pode ser uma geração à rasca, se tirarmos os inúmeros iphones que vi na manifestação, as voltas com os carros dos pais ou as playstations. Mas se calhar à rasca, esteve a geração do meu pai, entre momentos de fome na infância e a Guerra do Ultramar quando eram pouco mais que jovens.
    J. | 15.03.2011 | 17.21Hver comentário denunciado
  • Será possivel que tantos "licenciados", não tenham ainda percebido o que a Isabel quiz dizer! É de bradar aos céus tanta ignorancia, tanta cegueira e por fim tanto odio tão mal direcionado. MEus Amigos Leiam o comentario do Franciso Tavares. Mas leiam, é que a maioria dos jovens nem sequer lê, toca a atacar o que nao entenderam sequer. Façam lá um esforço e leiam com muita atençao o que este leitor escreveu, pois resume de forma cabal e muito bem escrita o que acho estar na maioria a contecer nestes comentários, estão a ser injustos e nlaguns casos até cruéis. Deixo de novo o texto escrito poe Franciso Tavares que desde já parabenizo por tamanha eloquencia:
    aramba, vocês parecem que querem dar razão ao refrão dos Deolinda. Não sabem ler? O que a senhora está a dizer é que acha parvo o refrão que diz que é preciso estudar para ser escravo. Muito pior é a canção original que diz que somos uns parvos acomodados a viver em casa dos pais, a andar de carro, a sermos explorados sem pretestar. Ela só rebate isto do estudar para ser escravo, dizendo que não, que quando se aprende nunca se é escravo, porque se tem cabeça para se pensar livremente e porque se é capaz de aproveitar os desafios da vida. E recusa a mensagem, perigosa convenhamos, de que estudar é perigoso, e que é melhor não estudar se queres emprego, porque, caramba, a verdade é que muitos dos nossos colegas se safaram bem e têm, felizmente, bons empregos. A estatística diz até que é a maioria, e um jornalista não pode passar por cima desses dados.
    Ela não diz que está tudo bem, sejamos justos. Diz que tivémos um azar do caraças em chegar agora ao mercado de trabalho, diz que a crise afecta toda a gente, os que têm curso e os que não têm , e que é uma crise filha da mãe que nos veio lixar a todos. Recusa é que a gente se faça de vitimas, como se tudo isto só tivesse por objectivo tramar-nos: e os nossos pais que trabalharam uma vida inteira e estão no desemprego? E diz mal dos recibos verdes, dos conttratos a termo e de todas essas coisas que nos lixam a vida, só que lembra que lixam a vida de toda a gente, e acha que a explicação está nas leis de trabalho e no caos da economia - não desculpa quem nos meteu neste buraco. Só que como diz aqui e bem um dos comentadores, apela à acção, a mexermo-nos para sair da crise. E lembra-nos, e bem acho eu, que a sociedade pagou os nossos cursos com os seus impostos, por isso está interessada em que sejamos capazes de por os nossos conhecimentos a favor de encontrar uma saida para tudo isto, que é, fazer parte da solução. Escrever para aqui um chorrilho de insultos, sempre iguais - que a tipa tem cunhas, tem nome e coisa e tal, como se ninguém tivesse mérito excepto a malta que ainda agora aqui chegou - é abaixo de cão. De facto, a continuar assim, justificam bem que nem sequer aprendemos na faculdade a escrever um comentário com pés e cabeça.
    francisco tavares | 19.02.2011 | 14.19H
    EMILZO | 15.03.2011 | 07.30Hver comentário denunciado
  • Já todos tem emprego... não passas de um fascista dos tempos democráticos. Um dia ainda cais do poleiro.
    Ze | 14.03.2011 | 23.49Hver comentário denunciado
  • Com muito mérito os Deolinda conseguiram tocar muita gente com estas palavras! De repente todos nós nos assumimos como parvos... e vamos cantarolando esta musica vezes sem conta. Da forma como eu a interpreto,a primeira e segunda frase de cada estrofe é feita uma afirmação na primeira pessoa, mas de facto o que está subentendido é que, são estas as frases que vão sendo repetidas, na comunicação social, até pelas pessoas mais proximas, por vezes... "Sou da geração sem remuneração e não me incomoda esta condição", "Sou da geração ‘casinha dos pais’, se já tenho tudo, pra quê querer mais?","Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’ Há alguém bem pior do que eu na TV."... Tudo isto nos rebaixa, nos diminui... e nos tira a força para agir, mas no fundo estas afirmações são, apenas, fúteis e não devem ser um reforço, nem um rótulo. Porque acham que são tão repetidas?.... Controlo Social! A seguir a estrofe: "que parva que eu sou"... desanimo, descrédito, desesperança, e depois disso; parece vir as nossas reais preocupações, as coisas que interiorizámos "Porque isto está mal e vai continuar, já é uma sorte eu poder estagiar". A conclusão da quadra é "Que parva que eu sou! E fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar."... o que posso dizer sobre isto, só passando por lá para se saber o que se sente! ...trata-se obviamente de uma hipérbole... E se é uma vitimização, como alguém já disse, então ainda bem, porque também é preciso passar por lá para se passar à etapa seguinte... ... No final da musica, a letra diz: E parva não sou! Para mim é como se dissesse BASTA, "BASTA de deixar que me pisem e que me DEITEM ABAIXO"... "Eu acredito em mim! Não posso deixar que isto continuem ASSIM! Vou fazer algo para mudar este mundo parvo porque eu não mereço isto!" Tudo isto para mim resume muito bem o que estamos a passar, o desanimo, a desmotivação, a falta de esperança... Mas também a lucidez! Por isso Ana Bacalhau começa a cantar de braço a pender ao longo do corpo e finaliza colocando o dedo em riste para à frente...o que significa revolta, mas também consciência, responsabilização (não me deites abaixo que eu tenho valor)! Deixa de estar numa postura subjugada para ter voz activa! Para mim é brilhantemente inteligente. Os Deolinda estiveram atentos à actualidade, e viram na temática uma oportunidade de agradar ao povo, não só a nós mas a quem gosta de nós! O que quero dizer com tudo isto é que neste caso houve mérito e houve sensibilidade, senso de oportunidade e não oportunismo. Quem critica esta musica publicamente, só pode estar em busca de protagonismo e/ou possui uma inteligência emocional diminuta. Lamento que tenha havido tanta polémica com o caso, Destak , Editorial Parvo, porque para mim é um claro caso de todos estes pontos maus, oportunismo, fraca inteligência emocional, fraco senso de oportunidade (ou não, oportunismo, outra vez) e logo muito pouco mérito, e outra vez, busca de protagonismo (ou chamemos-lhe directamente lucro!). Saliento ainda que não fica claro se se fala em Licenciados ou não. O Governo criou as Novas oportunidades (de quê ainda não sei), há muita gente a estudar e a estagiar em diferentes níveis de habilitações, com promessas vãs de emprego... A "cenoura" que antes era um aumento, agora é um lugar para trabalhar. Os dois fenómenos (Destak e Deolinda) são diametralmente opostos, mas conseguiram algo em comum... Uniram-nos! Ajudaram-nos a descobrir em nós força e motivação. NÃO SOMOS PARVOS! Somos nós os responsáveis principais pelo futuro imediato e somos nós que decidimos a vida que queremos ter... Ainda que custe chegar lá... Finalmente, estamos juntos! Mais educação deu-nos algo que ninguém nos pode tirar: VISÃO! Podemos fazer algo...não se enganem. Pensem numa nota de 500 € amarrotada, pisada, muito, muito maltratada.... pode ter mudado muito o seu aspecto, mas continua com o mesmo valor, não importa a quantidade de vezes que foi pisada! Se é fácil pensar isto duma nota, porque não pensar o mesmo de uma pessoa (ou geração!)
    Raquel Lopes | 14.03.2011 | 15.01Hver comentário denunciado
  • Sou parva.
    Toda a vida trabalhei, paguei as reformas dos instalados e os estudos inúteis destes totós.
    Mas eu não vou ter reforma.
    Que parva que sou! Só paguei para os outros!
    Parva de 45 anos | 14.03.2011 | 10.44Hver comentário denunciado
  • Já berraram e fizeram a festa.
    Mudou alguma coisa?
    Enquanto não se mexerem e fizerem pela vida,nada vai mudar. Mas claro, para isso e' preciso ter ideias na cabeça e ao menos saber escrever.
    Já todos tem emprego | 14.03.2011 | 10.39Hver comentário denunciado
  • Caro André, o meu nome é Paulo e sou PARVO! admiro a sua história de vida, a sério que sim. os meus pais têm a 4ª classe mas também conseguiram dar um curso superior aos 3 filhos. Acerta numa coisa: sou um recém mestre (o que quer que isso signifique). Pois saiba que já trabalhei em 3 países diferentes (nunca em Portugal). Já participei em projectos em países como a Turquia, Bielorussia ou Finlândia entre muitos, muitos outros. Ora, eu saí à rua para que este país não fique despojado da Juventude. Não me parece que a solução passe por mandar toda uma geração emigrar. É errado pensar que os jovens queiram um lugar para a vida (como tiveram os nossos pais), só não queremos ser escravos. Porque o que se passa hoje não tem outro nome. Em jeito de conclusão: esta srª tem feito um périplo nos media a tentar limpar a sua imagem, mas acho que ainda se prejudicou mais. quem fica a ganhar é esta publicação que nunca teve tanto destak, imagino que capitalizado em conformidade com receitas publicitárias.
    Paulo | 13.03.2011 | 23.52Hver comentário denunciado
  • "Cruz, credo" tanto comentário reprovado!
    Bem , só quero dizer à Srª que escreveu este artigo, que apenas tenho 30 anos de serviço e mais 20 para exercer uma vez que comecei a trabalhar aos 18. "Que parva que eu sou", porque não lutei devidamente pelo futuro da minha prole. A Srª mostra frieza, intolerância e alguma ignorância da realidade. Como podem os jovens fazer alguma coisa pelo país se não lhes dão sequer oportunidade de trabalho?
    Lurdes Brito | 13.03.2011 | 23.01Hver comentário denunciado
  • Amigo Paulo nem tudo o que vê e ouve nas noticias é verdade! Arrisco a dizer que o Paulo é um recém formado que procura trabalho por email nunca dá a cara e resume-se a uma aréa geografica reduzida, acertei? Se não peço desculpa mas a grande maioria queixa-se sem reparar que o mundo mudou e exigem as mesmas coisas que à 10 anos... não pode ser, compreendo todos os lados pois eu sou de uma familia pobre tive de deixar de estudar aos 14 para pagar as contas e a educação dos meus irmãos coisa que muito pouca gente da geração à arrasca fez, quase de certeza. Na sua grande maioria passou os anos de ensino em grande farras, no copianço e sem nunca pensar que se realmente queria um futuro ou um trabalho talvez ir para educação ou enfermagem não fosse o melhor! mas mesmo assim foram! Quando acabam culpam o governo de não haver nada! quanto a crise somos todos os culpados quantos não têm casas, carros até mesmo cursos ainda por pagar? Pois meus amigos esse dinheiro é apenas digital vivemos numa era em que todos devemos e ninguem pode pagar! Culpados Somos todos aqueles que apontam o dedo e não fazem nada, aqueles que fazem e ficam pela metade...o governo devera evoluir como todos evoluiram as mordomias não podem mais ser pagas, criar artimanhas para enganar o povo para não ver o obvio, recepçoes de Chefes de estado, carros caros, forças armadas (submarinos, tanques O QUE É ISSO?)O Povo se realmente quer fazer algo nao pode so ficar pelos gritos da rua, alguma vez resolveu, não! Parar de comprar a credito.
    O desemprego, custa mas é verdade os culpados somos nós, quantos dos desempregados sao de origem fabril que não sabem mais do que aquela função e aquando são despedidos não conseguem mais nada porque aquela funçao não existe, e não possuem outra formação a culpa é de quem? Minha, do Socrates? Quanto Licenciados têm curso que nem sequer sabem explicar o que são quantos têm curso que já estavam péssimos e mesmo assim foram! A culpa é minha?
    Eu desisti de estudar aos 14 anos mas nunca desisti de ser algume por mais que estivesse no país errado, no curso errado, onde fosse! Mas a responsabilidade também é minha.
    Quanto ao Paulo dizer que alguém é parv, quer seja ou não, só o torna num!
    André | 13.03.2011 | 20.20Hver comentário denunciado
  • querida Isabelinha passei por aqui so para lhe dar 300 000 beijinhos.
    paulo | 13.03.2011 | 18.20Hver comentário denunciado
  • amiga ana. ninguem quer um lugar pra vida (cm a sra decerto tem). o que nos levou a rua foi o facto de eu estagiar e receber 0, de haver pessoas de 40 anos sem nunca terem tido um unico contrato de trabalho. acho parvo o editorial, acho parva a editora e acho que a Ana é muito parva. veja as noticias, leia os jornais, olhe a sua volta.
    paulo | 13.03.2011 | 18.18Hver comentário denunciado
  • Eh pá não me lembro de ter assinado nenhum acordo antes de entrar para a Universidade informando-me de que teria entrada directa no mercado de trabalho!...Bem, entretanto licenciei-me,figeui desempragada uns bons meses, altura em que percebi que ninguém ia fazer por mim o que queria eu para a minha vida. Arrumei as malinhas e com dinheiro emprestado lá fui eu procurar emprego noutro país. Se sinto saudades da terra, dos meus pais, da minha gente, da minha gastronomia?! Ui se sinto!....mas penso: antes sentir saudades e estar a garantir o meu futuro e exercer a minha profissão do que ser uma eterna "isto está mal!". Acordem p'á vida, ´nem os nossos pais tiveram quem lhes pusesse a "sopa" na mesa! Se tinham emprego passavam por outras privações...provavelmente passaram privações para criar esta geração de "quero isto agora e já", incluindo-me a mim. A diferença do meu caso e de outros jovens emigrantes para os que lá ficam é que achámos em outro país uma oportunidade de crescer profissional e pessoalmente. Se há muita gente que não quer abdicar do conforto de estar no seu país então parem de se queixar das roupas de nova estação não serem mais baratas, dos restaurantes não fazerem promoções todos os dias ou da gasolina estar demasiado cara ou dos 500euros que ganham! è que já começa a cansar...tipo a crise não está aqui por vocês caso não se tivessem apercebido...a crise é mundial, ah, e o mundo não é cor de rosa como alguém se calhar vos possa ter induzido! Quem 'tá mal que se mude ou então sijeite-se!
    Ana | 13.03.2011 | 17.11Hver comentário denunciado
  • R
    anónimo | 13.03.2011 | 10.39Hver comentário denunciado
  • acho parva a sua existencia!!!
    hugo | 13.03.2011 | 03.43Hver comentário denunciado
  • Denunciam então repito: "Para aqueles que falam mal do nosso ensino: "While it is said that every people has the Government it deserves, the Portuguese people are right. The education system does its job, and very well - Portuguese students compare extremely favourably with their peers in the Erasmus Programme and the Portuguese education system has been ranked among the best in Europe. This is clear to see for those who work in Portuguese Universities." http://english.pravda.ru//opinion/columnists/12-03 -2011/117178-portugal_revolt-0/ Atenciosamente...."
    Para Quê? | 13.03.2011 | 03.39Hver comentário denunciado
  • Parva, não sou. Obrigada! E paguei o meu curso com o meu dinheiro e não com o dos meus pais nem o de nenhum contribuinte, que não o meu. Gostaria que se deixasse de explorar mão-de-obra gratuita no jornalismo para se poder falar imparcialmente deste assunto. Devo acrescentar que nesse jornal não se faz jornalismo respeitável, tantas vezes! Eu sempre tenho algo a fazer, algo a mudar e orgulho-me de não precisar de me vender a jornais duvidosos para trabalhar. Falarei sempre livremente... não estou à rasca, mas não me parece certo diminuir culpas que são de todos. Considerando o estado do sector da Comunicação Social parece-me frívolo este artigo.. Que parva que é, D. Isabel!
    Dora | 13.03.2011 | 03.15Hver comentário denunciado
  • Para aqueles que falam mal do nosso ensino: "While it is said that every people has the Government it deserves, the Portuguese people are right. The education system does its job, and very well - Portuguese students compare extremely favourably with their peers in the Erasmus Programme and the Portuguese education system has been ranked among the best in Europe. This is clear to see for those who work in Portuguese Universities." http://english.pravda.ru//opinion/columnists/12-03 -2011/117178-portugal_revolt-0/ Atenciosamente....
    Para Quê? | 13.03.2011 | 02.24Hver comentário denunciado
  • 300 mil. Chega-lhe? .I.
    drunfo | 12.03.2011 | 23.54Hver comentário denunciado
  • Abra os olhos!
    Alexandre | 12.03.2011 | 23.34Hver comentário denunciado
  • Isabel Stilwell, ponha um aparelho nesses dentes. Ou também não tem € para isso?
    by request | 12.03.2011 | 15.12Hver comentário denunciado
  • É impressionante a leveza e superficialidade da sua opinião. É uma fala-barato que vive no mundo das nuvens. ACORDE! E faça o TPC antes de escrever o artigo. Leu o manifesto oficial do protesto "geração à rasca"? Eu li, e lá diz que queremos ser parte da solução. Queremos aplicar o que aprendemos, se nos deixarem, por favor... Já agora, ainda não sei como é que o Eduardo Sá a atura, já desde há muito que acho que se deveria ouvir mais o psicólogo e menos a jornalista que fala fala e não se cala com as suas coisas não deixando o homem falar e explicar-se, em "Os Dias do Avesso"... Diz que é um programa com Eduardo Sá e Isabel Stilwell, mas na maior parte das vezes é uma sessão de monólogo psicoterapêutico da Isabel enquanto o Eduardo fica calado a ouvir, que remédio.
    Ricardo | 12.03.2011 | 04.19Hver comentário denunciado
  • 'Tás a ver, lê o texto do MEC sobre a 'geração parva' e pára de ser puta.
    drunfo | 12.03.2011 | 04.13Hver comentário denunciado
  • "A geração parva", Miguel Esteves Cardoso, Público, 11-03-2011 "Nos Estados Unidos, as gerações são X, Y ou Z. Aqui, nos últimos 20 ou 30 anos, passaram de geração rasca para geração parva. Não são nomes que se aceitem. Nem a numeração robô do 1,2,3, nem a passagem de rasca para parva. O pior foi a pessoa que teve a ideia de readoptar, com uma piada acrescentada, vintage dos anos 50, a "geração à rasca". As minhas filhas são vítimas desta exploração. A canção dos Deolinda tem razão. A geração parva - não no sentido errado de palerma, mas por ser parva no sentido latino de ser pequena e, sobretudo, insignificante - deveria adoptar a designação e fazer merda por causa disso. Se a geração parva se organizasse, este país deixaria de funcionar. Se cada elemento dessa geração deixasse o vício de pensar individualmente (e ser, por conseguinte, individualmente explorado) e passasse a pensar colectivamente, como o sector etário mais importante, decisivo, valioso e útil de Portugal, seríamos nós (mais velhos ou mais novos) - os que tiramos partido e abusamos da geração parva - que seríamos obrigados a reconhecer e a agradecer a generosidade que nos demonstraram. A ideologia corrupta de "cada um safa-se sozinho e que se lixem os outros" foi o que atrasou e paralisou os sindicatos. As gerações, nos dias de hoje, têm de ser pensadas como profissões. Sem a geração parva, a trabalhar de borla ou por pouco mais, estaríamos tramados. Somos nós, os velhos, que estamos em dívida. É altura de sermos cobrados."
    Para quê? | 12.03.2011 | 04.05Hver comentário denunciado
  • 1º apontamento: Não entendo a indignação de alguns "paizinhos" com esta luta e manifestação. Estão esquecidos de alguma coisa no Passado?
    2º apontamento: estes erros ortográficos grotescos que por aqui se lêem são apenas a ponta do iceberg do que por aí vem, fruto do in(digno) trabalho do Ministério da Educação. A culpa não é destes jovens nem dos seus professores. A culpa é desta entidade abstrata chamada estatística, números para mostrarmos lá fora. Doutora Isabel, se acha que os jovens escrevem mal, seja proactiva, empreendedora, ajude o seu país e dê-lhes umas explicações. Não vale a pena lamentar-se que são parvos, tem de fazer parte da solução, certo? ;)
    anti-ministério da educação | 11.03.2011 | 22.58Hver comentário denunciado
  • afinal de contas a parva é mesmo e só esta senhora pois fala de salários que só ela e sabe-se lá porquê usufrui deles. Há um ditado que diz estavas tão bem ao lume a tirar pregos da cinza e, este sim aplica-se e assentar-lhe-ia como uma luva. jornal rasca, directora rasca, mas como hoje em dia só vinga mesmo a hipocrisia tas de parabens sua besta. Ah e mais fala de recibos verdes loool é mesmo trouxa
    Abelha Maia | 11.03.2011 | 22.44Hver comentário denunciado
  • Bastante infeliz este artigo; deplorável, sendo bastante simpática.
    Carina Silva | 11.03.2011 | 20.20Hver comentário denunciado
  • A culpa desta crise não é dos jovens, de certeza! Quanto muito dos pais e avós dos ditos jovens!
    Evidentemente como em todo o lado existem jovens parvos, mas parece-me descabido incluir a maioria nesse grupo. Até porque, minha querida, a educação vem dos pais dos mesmos jovens. Portanto, s quiser criticar a nova geração começe pelos educadores. Incluindo os professores, claro, que passam mais tempo a queixar-se dos alunos do que preocupados a leccionar boas e interessantes aulas.
    Por fim, sim, há poucas condições no nosso pais, especialmente agora nesta crise, por isso os que realmente estão interessados em ter um futuro melhor saem do pais. Como eu fiz. Estou a tirar um curso, reconhecido, na melhor faculdade do pais, na especialidade. Sempre procurei oportunidades, mas encontro-as mais aliciantes cá fora, com a vantagem que pratico sempre um lingua diferente e com melhores condições de trabalho.
    Assim acho que faz todo o sentido a música dos deolinda.
    Uma Jovem Lá Fora | 11.03.2011 | 18.50Hver comentário denunciado
  • Parvo é este artigo! Como se os escravos escolhessem ser escravos. Será que a senhora sequer pensou no que disse?! As gerações que amanhã se manifestam não são gerações de preguiçosos nem de pessoas que pretendem viver o resto da vida à pala de um rendimento social qualquer! São na maioria pessoas que mantêm vários empregos ao mesmo tempo e mesmo assim têm dificuldades em sobreviver! Já agora, o meu pai "canta" o mesmo que eu, por ser também uma pessoa que trabalha quase 18h por dia e mesmo assim ter dificuldades. A vida não está fácil para (quase) ninguém, mas não é por isso que devemos baixar os braços! Já agora, para o caso de não ter compreendido, é sobre isso que fala a música, sobre a recusa de desistir de lutar por um futuro melhor. E desculpe lá, mas se por acreditar que isso é possível devo ser chamada de parva, então sou parva com muito gosto!!!
    Cláudia | 11.03.2011 | 18.40Hver comentário denunciado
  • Ca para mim o discurso da Sra Dra Isabel Stilwell é encomendado pelo Inginheiro Socras.Nao me admirava nada de a ver com 1 cargo politico no futuro,dava 1 excelente ministra da economia ja que é tao boa a fazer contas"pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário"1+1=22
    David Neto | 11.03.2011 | 17.40Hver comentário denunciado
  • Vergonhoso! Não admira que o Destak seja o que é com pessoas destas a servi-lo.
    Mais uma frustrada que se acha Doutora...coitados dos que são assim..desses também tenho mutia pena.
    João | 11.03.2011 | 15.29Hver comentário denunciado
  • Revoltante. Difícil ter palavras para se descrever este texto não é? A jornalista Isabel Stilwell vive noutro Portugal que não o meu. Um País distante, e mesmo aqui ao lado, de famílias que protegem famílias, de redes de velhos conhecidos que "arranjam" forma de "aproveitar os desafios". A jornalista Isabel Stilwell nunca terá se dirigido a um banco (sem cunhas por trás) pedir informações sobre financiamentos para abertura de novas empresas; nunca terá ido a entrevistas de emprego (sem cunhas) onde as condições oferecidas são absolutamente miseráveis; nunca terá tido o infortúnio de entrar no vicioso circulo de contracto seis meses renova mais seis e rua no fim de ano, para mais um contracto seis meses etc etc etc (e quando damos por nós estamos nos 30); nunca terá feito contas para pagar a renda ao fim do Mês; não saberá por certo o nível salarial dos licenciados, não terá noção da precariedade de muitos e muitos cargos de grande responsabilidade ocupados por tantos e tantos licenciados sem segurança nenhuma; não terá consciência do problema da segurança social nos recibos verdes; não deverá ouvir a parte das conversas em que os "empresários" dizem ah isto arranja-se um licenciado a 500€ que faz isso.....
    Revoltante. O pior tipo de ignorância não é de quem não sabe é de quem não quer saber.
    Rui Sousa | 11.03.2011 | 12.23Hver comentário denunciado
  • Como diria um boneco do Herman: "As opiniões são como as vaginas: toda a gente tem uma e quem quiser dá-la, dá-la!".
    Pena que a Sr.ª Directora, à boleia da sua capacidade argumentativa, não aplique o seu génio (duplo sentido...) à compreensão do fenómeno sociológico que permeia esta situação: estas pessoas estão de facto a procurar a saída e uma solução, porque o mui nobre exercício político (a arte de servir os outros?) não o é capaz.
    Como diz outra letra dos Deolinda (de quem não serei decerto o maior dos fãs...), vão vocês que eu já lá vou ter; assim será esta "inteligentsia", que depois vira o bico ao prego em grandes análises e comentários antropo-sociológicos.
    Para vocês, tal como no Egipto, GAME OVER!
    Jorge Santos | 11.03.2011 | 09.21Hver comentário denunciado
  • Coitada... deve ser falta de piça.
    à rasca | 11.03.2011 | 00.52Hver comentário denunciado
  • Já te fostes foder hoje ?
    by request | 10.03.2011 | 22.44Hver comentário denunciado
  • Como é possivel uma directora de um jornal, mesmo sendo este pasquim que só têm leitores por ser gratuito, pode estar tão desfazada da realidade e escrever tamanha negligência num editorial? Isto não é um artigo de opinião pessoal, isto é um editorial.
    Desejo que tenham o mesmo fim que o "Global"!
    Quanto a si, Sra. Isabel, fiquei esclarecido sobre a sua incompetência, não por não ter direito à sua opinião, mas sim porque nunca terá perfil nem sensibilidade para liderar nenhum jornal, mesmo uma porcaria como o que lidera actualmente.
    Bruno Oliveira | 10.03.2011 | 21.27Hver comentário denunciado
  • Já te fostes foder hoje?
    by request | 10.03.2011 | 20.31Hver comentário denunciado
  • Esta senhora,realmente,devia passar a ser directora sim mas do jornal a dica do lidl,que tambem é de distribuição gratuita, e a muita gente que nem o lê vê só os bonecos,artigo muito mal conseguido é só.
    Paulo Martins | 10.03.2011 | 18.03Hver comentário denunciado
  • 10.03.2011 | 16.15Hcomentário reprovado
  • 10.03.2011 | 15.00Hcomentário reprovado
  • Eis alguem que defende a corrupção e os compadrios implantados no regime politico. A opinião desta senhora deve ser obviamente respeitada, até porque provavelmente ela conseguiu chegar onde chegou à custa de "conhecimentos", com aliás é hábito no nosso país. Logo ela não teve dificuldade em conseguir um bom lugar a ganhar razooavelmente. Dai o porquê de não entender as razões daqueles que vivem numa insegurança diária e precária
    rui camacho | 10.03.2011 | 10.21Hver comentário denunciado
  • 10.03.2011 | 01.17Hcomentário reprovado
  • 10.03.2011 | 00.05Hcomentário reprovado
  • 09.03.2011 | 23.58Hcomentário reprovado
  • A opinião da jornalista Isabel Stilwell está suportada por todos os comentários tristes deixados pelos jovens!!! Que além de só conseguirem juntar duas palavras de cada vez, e não conseguirem ler um texto na sua globalidade, atacam as pessoas com tudo aquilo que são, mal formados e mal educados, e de facto, assim não deveriam ser licenciados... é o país pobre que temos, que além de dinheiro, tambem falta muita educação.... É preciso saber protestar e não concordar!
    APOIADO! | 09.03.2011 | 23.55H
  • Cara Maria Rui, muy ilustre e nobre tachista deste rectângulo à beira-mar plantado, Serve o presente e fofinho comentário para vociferar, de forma inaúdita, a seguinte junção de vocábulos: Suporte tive eu de encontrar para conseguir ler o teu comentário sem regurgitar com tão vis e nefastas ofensas.
    O país pobre que temos está alicerçado apenas e somente no medo que pessoas como tu sentem em que isto dê uma volta de 180º.
    No dia em que este país deixar de ser pobre e a crise de valores cessar por completo, o mérito afastará a neblina densa que cobre este país, e tu e outros que tais, passaram a ser apenas uma pequena lembrança do cócó que eu fiz..... Porque a ditadura dos abastados é o bicho que corrói os alicerces deste muy vil país, ouso assinar, "El Punidor" P.s.- Se dúvidas remanescerem em tua mente muy superior e letrada, pega no último comentário denunciado do Fábio, junta-lhe uma pitada de sal e faz arroz. P.s. 2 - Doce Isabel, Stilwell para os amigos «genealls», a culpa não é tua, a culpa é nossa por te estarmos a dar tamanha atenção. Aí reside a nossa profunda parvoíce....
    «The Punisher» | 09.03.2011 | 22.28H
  • 09.03.2011 | 21.57Hcomentário reprovado
  • parvos sao os pais que tanto trabalharam para pagar licenciaturas aos filhos para os poucos que conseguiram trabalhar pagarem impostos altissimos com os tao famosos recibos verdes para andarem a sustentar quem nada quer fazer e vivem dos famosos rendimentos intitulados de "rendimento minimo" que ainda vao buscar comer ao banco alimentar e dao se ao luxo de dizer que o comer é de má qualidade e deitam no fora... os famosos ministros que tanto falam e nada dizem deviam de ver bem a quem dao tanto dinheiro em vez de explorar os poucos que trabalham... realmente a Geraçao a quem a senhora (que nem de senhora devia ser chamada, pk de certeza que os seus filhos tiraram licenciaturas e bem empregados estarao)chama de GERAÇÃO PARVA eram espertos irem aplicar os conhecimentos que adquiriram em faculdades publicas e privadas para outros paises com ordenados superiores e descontos inferiores, e deixarem esta gente a continuar a ajudar pessoas que dao se ao luxo de roubar, viver de subsidios e ainda serem esquesitos. pk quem precisa nao os tem mas quem deita saude fora dinehiro nao lhes falta
    anónimo | 09.03.2011 | 21.44H
  • 09.03.2011 | 21.26Hcomentário reprovado
  • 09.03.2011 | 20.56Hcomentário reprovado
  • Estou completamente chocada com o que acabei de ler neste artigo.
    É obvio que esta Senhora nao sabe nada daquilo que fala. Achei particularmente engraçado o seguinte excerto "Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida", lamento informa-la que no meu curso não existe nenhum tipo de cadeira que nos ensine a lidar com a precariedade nem com a falta de condições. Lamento também informa-la que na realidade os licenciados não ganham duas vezes mais que outros, com escolaridade inferior. É por estas e por outras que as pessoas abandonam este país! É uma vergonha o que aqui se lê!
    Juliana | 09.03.2011 | 20.35H
  • No CENSOS 2011: falsos (embora reais) recibos verdes vão ser contabilizados como trabalhadores/as por conta de outrem. Querem melhor hipocrisia do que esta?
    Ana P | 09.03.2011 | 18.08H
  • 09.03.2011 | 16.14Hcomentário reprovado
  • Acho que a visão aqui exposta de Isabel Stilwell se torna limitativa, tal como acho limitativa a compreensão da música dos Deolinda como uma queixa, como uma lamúria. Acho que a música tem muito de irónico. Eu estarei na manifestação do dia 12. Eu hoje tenho trabalho, faço o que gosto, hoje. Desenvencilho-me como posso, e sim, tenho como referência o esforço de gerações anteriores e tento compreender o "onde" nos encontramos. Não me considero egocêntrica, não me considero uma pessoa de "massas", considero-me uma pessoa com bom sendo.
    Não acho que "os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego"...acho uma visão limitada, simplista. As condições de trabalho hoje em dia (não só para os jovens), são muito frágeis. São frágeis, porque os vínculos são poucos, e porque os poucos que existem são quebradiços. Isso tem um enorme impacto naquilo que cada um pode contruir ou fazer da sua vida. Os que foram no passado para o Ultramar - como a Isabel S. diz - cantariam o quê? Então não cantaram? Eu ainda os oiço cantar? Porque não podemos cantar nós, sem lamúrias? Porque não podemos nós mostrar o descontentamento sem que isso seja entendido como uma "queixinha"? (Acho esta uma visão muito, mesmo muito limitativa). Eu cá, cantarei. Agradeço o que vou conseguindo construir, ao que retiro de gerações passadas, ao que não retiro - agradeço também - eu cá, apesar de fazer o que gosto a nível de trabalho, acho que tenho razões para cantar. De forma genuína.
    anónimo | 09.03.2011 | 14.56Hver comentário denunciado
  • 09.03.2011 | 14.33Hcomentário reprovado
  • Dos 16% da população com curso superior, o salário médio é de 699 euros para profissionais qualificados e de 1177 euros para pessoal altamente qualificado… os profissionais não qualificados tem como remuneração média os 522 euros. Arredondei às unidades os dados que retirei do site do INE e do pordata. É com fontes fidedignas que se utilizam as estatísticas. Acho que tem noção que a maioria das pessoas com licenciatura são profissionais qualificados...
    ai a minha vida | 09.03.2011 | 13.26H
  • A opinião da jornalista Isabel Stilwell está suportada por todos os comentários tristes deixados pelos jovens!!! Que além de só conseguirem juntar duas palavras de cada vez, e não conseguirem ler um texto na sua globalidade, atacam as pessoas com tudo aquilo que são, mal formados e mal educados, e de facto, assim não deveriam ser licenciados... é o país pobre que temos, que além de dinheiro, tambem falta muita educação.... É preciso saber protestar e não concordar!!!!
    maria rui | 09.03.2011 | 10.18H
  • 08.03.2011 | 14.48Hcomentário reprovado
  • 08.03.2011 | 13.02Hcomentário reprovado
  • Li este artigo no dia 17 e ri-me... Ri-me pelo quão desfasado da realidade se encontra, ri-me pelos argumentos desenquadrados que foram utilizados e ri-me por saber que reacção o público teria. Chego aqui hoje e tenho vergonha... Tenho vergonha desta sociedade, que só pensa no seu bolso e não no bem comum, tenho vergonha de ver aqueles que puseram o NOSSO país de rastos saírem impunes e tenho vergonha de saber que ainda se intitulam Portugueses. Chego aqui hoje e choro... Choro porque olhando para os comentários, só falta mesmo ser um "lápis azul" a marcar os reprovados e/ou denunciados.
    Onde é que foi parar a liberdade de expressão? É só quando vos convém?!? A minha geração é parva, mas os estúpidos e incompetentes não somos nós.
    Luis Raposo | 08.03.2011 | 09.04H
  • 08.03.2011 | 01.32Hcomentário reprovado
  • 07.03.2011 | 22.05Hcomentário reprovado
  • 07.03.2011 | 18.21Hcomentário reprovado
  • 07.03.2011 | 15.45Hcomentário reprovado
  • 07.03.2011 | 15.31Hcomentário reprovado
  • 07.03.2011 | 13.43Hcomentário reprovado
  • 07.03.2011 | 13.28Hcomentário reprovado
  • 06.03.2011 | 23.44Hcomentário reprovado
  • 06.03.2011 | 21.49Hcomentário reprovado
  • Stillwell por mim estás perdoada; Espero que percebas que há muita gente a querer agarrar os seus direitos e liberdades antes que lhes tirem isso. E como sempre a mudança vem das bases, não das elites bem instaladas.
    Perdoar é Luta | 06.03.2011 | 18.23H
  • Enquanto não fizerem nada pelo povo e pensarem em esbanjar biliões em luxos, mordomias e obras faraónicas para enterrar o resto do país entregando o que nos resta de soberania de bandeja à alta finança internacional... estamos em LUTA! Não há Esquerda nem direita nem centro; há justiça, verdade, igualdade e fraternidade! Não somos eternos; todos vamos morrer um dia, por isso temos de procurar construir um paraíso na Terra... para todos! TODOS!
    Sonhador realista | 06.03.2011 | 18.15H
  • Abandona é o tanas! A gente que emigre de bolsos vazios se quiser, que eles estão alapados aos tachos e de bolso cheio.
    Ze | 06.03.2011 | 16.34H
  • siga para o 2011
    Miguel Cristovao | 06.03.2011 | 15.48H
  • 06.03.2011 | 15.34Hcomentário reprovado
  • é só para chegar ao nº 2011, apoiado drunfo
    quiriquiriqui | 06.03.2011 | 15.14H
  • 06.03.2011 | 14.04Hcomentário reprovado
  • Pronto já não comento mais!
    Há espertos que confundem ironia com incongruência, e que pensam que todos os que estão profundamente e irremediávelmente desgostosos e desapontados com toda a velhacaria e desonestidade que pôs está terra de chapéu na mão a pedir, são invejosos.E é por isso que os jovens têm um futuro cinzento escuro aqui ! e é por isso que entendo que áparte cursos da treta que se tirem, há uma geração que foi enganada.
    Todas as gerações têm desafios diferentes que enfrentar, e partir é uma das formas de o fazer! muitos já o fizeram antes, e esta é uma forma de ser Português. Portugal são as nossas gentes ! a nossa terra qualquer dia já não é nossa!! digo isto com um pesar maior do que qualquer um possa supor!
    Não, não sou invejosa, e já agora, não vivo de subsídios, nem nunca vivi, não gastei o dinheiro dos meus pais a tirar um curso da "farinha Amparo" e que não é da treta, e também eu pago os meus impostos, que são vergonhosamente desproporcionais aos beneficios que um estado de direito devia proporcionar há muito, muito tempo!
    Maria | 06.03.2011 | 13.06H
  • Maria O Povo está contigo!!! Olha para eles todos com medo do 25 de Abril!
    Ze Povinho | 06.03.2011 | 11.47H
  • Parvo estou eu com comentários como os da Maria.
    Portugal bateu no fundo, e a geração que se segue não tem capacidade para nada! Não vai ser com esta gentinha que se pode dar a volta a isto.
    Maria, tenha vergonha e deixe-se de amarguras.
    Matias | 06.03.2011 | 11.24H
  • A Maria mostra bem o egoísmo desta geração. Mamaram o dinheiro dos pais, tiveram de tudo, não querem começar por baixo e agora toma lá!
    Se os que lhes deram de tudo chegarem a velhos, não contem com eles a não ser para lhes herdarem as coisas!
    Abutres! | 06.03.2011 | 11.09H
  • 06.03.2011 | 02.49Hcomentário reprovado
  • Maria, tem o chip de tal forma implementado, que escreveu uma incongruencia. Ou pensa que todos os médicos são uns acomodados de direitos adquiridos, ou pensa que as doenças se acabaram todas e podem extermina-los para não terem de pagar reformas.
    Vocês são parvos, egoístas ou apenas invejosos?
    Já agora, devolva o que descontei para lhe pagar o curseco que tirou. Não tinha de me sacrificar com impostos draconianos para quem não sabe nem quer fazer nada,
    Maria, só inveja! | 06.03.2011 | 01.50H
  • Realmente é bom ficar.A herança é nossa por direito! os nossos antepassados morreram por ela....
    A vaca ainda não está morta apesar dos inumeros vampiros que dela se alimentam.
    Ainda bem que há doutores e engenheiros e enfermeiras a cuidar dela; Quando forem velhos, e já não puderem trabalhar ela assegurará para que nada lhes falte.Claro!
    Afinal esta républica está nas mãos de gente séria que cuida dos que trabalham, estudam e não gastam o dinheiro dos pais!!
    Maria | 06.03.2011 | 00.59H
  • Algo está a mudar em Portugal e vai mudar na Europa! A luta é alegria e aproxima-se a festa! Homens da luta voçês são um espectáculo!
    Ze povinho | 06.03.2011 | 00.40H
  • A Luta continua! Da-lhes Falâncio! O que interessa é o POVO pá!
    Ze Povinho | 06.03.2011 | 00.35H
  • 06.03.2011 | 00.05Hcomentário reprovado
  • Olhe Maria, é verdade que os médicos e engenheiros são mais espertos. Não andaram anos a gastar o dinheiro dos pais em coisas que já se sabia que não serviam para nada.
    A culpa é de quem? Alguém lhes apontou uma pistola para os obrigar a tirar certos cursos? E ainda se queixam que os enganaram? Tadinhos, com esses cursos esperavam um alto cargo logo à porta da faculdade? Além de parvos são burros e provam-no em tudo o que dizem.
    Médico com emprego | 05.03.2011 | 23.07H
  • Maria, a sua geração além de comodista, é desertora e chantagista. "Não me dão o emprego que quero, vou-me embora!"
    Vão.
    Portugal não precisa de fracos que não lutam por nada.
    Boa viagem.
    Chantagistas! | 05.03.2011 | 23.02H
  • Sobre os "Doutores analfabetos".......
    Interessante o comentário!Sim senhor!
    Eu cá acho que ainda devia haver mais universidades dessas dos cursos das tretas!!Ainda há muitos amiguinhos (coitadinhos)que não têm os bolsos cheios à conta dos sonhos de quem é jovem !!!
    Claro que a culpa é dos jovens.....nesta república, só cai nas esparrelas quem quer!
    É assim não é?Tá certo.
    Também é verdade que só fica aqui quem quer, não é?escravos? importem-nos!! ....
    o que nos vai valer são os médicos, os engenheiros e as enfermeiras.......afinal, eles é que são os espertos.....
    Maria | 05.03.2011 | 22.56H
  • Como isto cresceu!
    E todos os comentários censurados.
    Estranho, muito estranho.
    O que estará realmente por trás disto?
    Matias | 05.03.2011 | 21.48H
  • Berrem e manifestem-se que logo a seguir, têm todos empregos de administradores. É preciso ser muito ignorante.
    anónimo | 05.03.2011 | 21.47H
  • Quantos desempregados há em licenciados em Medicina, Engenharia, Enfermagem...etc?
    Pois é...
    Licenciados em desemprego | 05.03.2011 | 21.44H
  • O jovem que escreveu "sensura" não deve ser só licenciado, como mestrado e doutorado... É caso para dizer que falta de "nossão"
    Exemplo perfeito da "geração mais qualificada de sempre"...em ignorância!
    sensura e gente sem cura! | 05.03.2011 | 21.42H
  • Tirassem cursos decentes. Mas como eram burros para a universidade no ensino oficial, foram para as que aceitam tudo desde que paguem.
    Agora queixam-se que não há empregos em "Engenharia da psicologia da batata"!
    Cambada de mimados.
    Doutores de cursos de treta | 05.03.2011 | 21.39H
  • Sabem porque isto chegou onde chegou?Porque os "jovens doutores" não tem capacidades nem sentido de dever. Já ouviram falar da geração dos yuppies ? Esses, ao menos, tinham orgulho em ter sucesso antes dos 30. E gostavam de trabalhar e de inovar, ao contrário de vocês que só querem ter tudo sem fazer nada.
    anónimo | 05.03.2011 | 21.37H
  • Ainda bem que vivemos em liberdade e que todos têm o direito a opinar, mesmo que as opiniões sejam absurdas e desfasadas da realidade. Pode não gostar da letra dos Deolinda, mas é inaceitável que alguém que viva da escrita não consiga interpretar a letra de uma canção.
    A Srª Stillwell começa por dizer que não aprendemos "nada". Aprendemos, sim. Aprendemos a aceitar qualquer emprego, a viver com baixas remunerações, a aceitar um código de trabalho que como diz "se virou contra os trabalhadores", a SOBREVIVER. Acha que isso é pouco?! E já agora não foi a sua geração que deixou que as leis laborais chegassem a este ponto?
    Gostei também quando a Srª Stilwell diz que a maioria dos licenciados ganha «duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional». Deve ter feito esta amostragem a partir dos jovens que pertence à chamada classe A, uma minoria...Já agora gostava de saber qual é a média? Eu estou no mercado de trabalho há cerca de dez anos e nunca ganhei mais de 600 euros. Acha que isso é suficiente para pagar casa, transportes, alimentação e ter um projecto de vida que inclua, por exemplo, filhos?
    Também gostei quando diz que "só há uma forma de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução". Sim, queremos ter direito ao trabalho e à sua JUSTA remuneração, o problema é que a oferta é desadequada à procura e vice-versa. Será que à minha geração, a geração à rasca, também é culpada por isso? Ou propõe que nos barriquemos numa empresa qualquer ou organismo público até que nos dêem um emprego à altura?
    E fazer comporações com a Guerra do Ultramar ainda é mais inapropriado. Ou Srª Stilwell combateu em África? O meu pai que esteve na Guerra, é o primeiro a dizer que nunca viu tempos tão difíceis como agora se vivem. Agora as Guerras são outras...
    Srª Stillwell acorde, vivemos num estado social em falência e à beira da anarquia, onde novos e "velhos" estão a ser fortemente prejudicados. Ou será que esta paz podre ainda não atingiu o seu reinado?
    Inês | 05.03.2011 | 18.13H
  • 05.03.2011 | 14.54Hcomentário reprovado
  • ATENÇÃO: Só queremos dignidade, não só para os jovens licenciados, mas para todos os jovens, para todos os que trabalham honestamente e para os nossos idosos, que são o elo mais fraco desta sociedade que nos usa e deita fora. UM POR TODOS E TODOS POR UM; a sociedade ou somos todos ou não somos nenhum. Se a alta finança vive cega pelo lucro, à margem da sociedade e das pessoas, que fique à margem de vez e para sempre e deixe-nos viver em paz e seguir um caminho do altruísmo e da fraternidade. O FUTURO É DAS PESSOAS DE BEM! SIM o bem e o mal existem.
    Revoltado | 05.03.2011 | 12.52H
  • "Eu não dou erros e sou bué instaligente, aliás estou acima de todas as pessoas que dão errÚs, sou o MÁIOR!" NÃO É A ORTOGRAFIA QUE ESTÁ EM CAUSA; É O ESTADO A QUE ESTE PAÍS CHEGOU, E O PROBLEMA NÃO É SÓ DOS JOVENS. Estes senhores transformaram-se naquilo que disseram combater com o 25 de Abril.
    25 de Abril Sempre! Por Portugal! | 05.03.2011 | 12.44H
  • Como é que tornam públicos comentários de pessoas que não tem respeito pelos outros, é fácil falar qunado se está de fora é o grande problema deste pais. Com todo o respeito parvo é quem escreve este tipo de comentários.
    Sofia | 05.03.2011 | 12.24H
  • Rrrrrr
    anónimo | 05.03.2011 | 09.02H
  • Conversa de jovem: " pois, eles não me vão renovar no fim do mês. A minha conta de luz este mês foi de 135€, não posso ligar o aquecimento central na casa de banho, tem de ser só no quarto"
    Há coisas fantásticas, não há?
    anónimo | 05.03.2011 | 09.01H
  • O jovem que escreveu "sensura" não deve ser só licenciado, como mestrado e doutorado... É caso para dizer que falta de "nossão"
    ANÓNIMO | 04.03.2011 | 22.41HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
    A verdade dói. | 05.03.2011 | 08.55H
  • Em vez de cursos parvos, estudem coisas decentes.
    Lá porque queriam ser doutores a todo o custo, as empresas tem de os aturar? De que servem "doutorzecos" que nem escrever sabem?
    Doutores analfabetos | 05.03.2011 | 08.54H
  • Sabem porque isto chegou onde chegou? Porque os "jovens doutores" não tem capacidades nem sentido de dever. Ouviram falar da geração dos yuppies ? Esses, ao menos, tinham orgulho em ter sucesso antes dos 30. E gostavam de trabalhar e de inovar, ao contrário de vocês que só querem ter tudo sem fazer nada.
    anónimo | 05.03.2011 | 08.49H
  • 05.03.2011 | 03.55Hcomentário reprovado
  • Onde é que posso denunciar o Editorial desta senhora?!?!? Se podemos denunciar comentários, também deviamos poder denunciar estas diarreias mentais...
    Sem mais,
    Gonçalo
    Gonçalo | 05.03.2011 | 00.31H
  • Eu não dou erros e sou buéda instaligente nhó nhó nhó! Quem deu erros é tótó!
    Instaligente mór | 05.03.2011 | 00.04H
  • Porque a verdade é bicho que provoca a doença da censura, acho que deviamos todos começar a pensar quem será que está alegremente a denunciar os nossos comentários......
    Eu sei, e vocês também ...
    É por isso que propunha atingirmos vite vite o comentário 2011, para a querida abandonar o Destak. Ainda tem essa força dentro de si, Tia? Como disse uma vez um poeta Norte Americano, cujo nome desta vez não direi para a obrigar a querida a pesquisar, «todo o verdadeiro guerreiro tem sempre ainda dentro de si uma batalha para travar»; E a sua "é a demissão".... Só assim, Tia, aquilo que fizer em vida poderá ecoar ainda pela eternidade, caso contrário será apenas recordada como .... mais uma Tia (...)
    «The Punisher» | 04.03.2011 | 23.32H
  • 04.03.2011 | 23.20Hcomentário reprovado
  • O jovem que escreveu "sensura" não deve ser só licenciado, como mestrado e doutorado... É caso para dizer que falta de "nossão"
    anónimo | 04.03.2011 | 22.41H
  • 04.03.2011 | 20.32Hcomentário reprovado
  • Penso que chamar "parva" a toda uma geração é tão parvo como chamar (a outra) "rasca", e é igualmente insultuoso. Acho notável o número de comentários "denunciados", presumo que por serem "ofensivos para pessoas", mas o artigo ainda aqui está e não foi "denunciado", quando ele é ofensivo para muitas pessoas - eu incluído. E o actual uso dos recibos verdes é mesmo uma forma de aumentar a precariedade e, por essa via, diminuir os salários - pois alguém tem de pagar a corrupção e as mordomias, e a cumplicidade que vários jornalistas e comentadores gostam de ter com quem tem poder e/ou dinheiro. Por estranho que possa parecer a esta senhora, fazer manifestações pode ser uma solução, como o caso do Egipto mostra. Não se trata de derrubar um governo, trata-se de "fazer parte da solução", denunciando um regime para o qual não há saída no quadro actual existente. O problema deste Editorial não é um problema para ser resolvido pela Directora Editorial, mas por quem a emprega...
    Vir Cabral | 04.03.2011 | 20.23H
  • Que critica de mau gosto, esta da sra. Stilwell. Penso que até poderia apontar algumas falhas à juventude de hoje, mas não desta maneira, e invocando as razões que invoca. Penso que talvez estejamos a presenciar, não um exemplo de conflito de gerações, mas um exemplo de conflito social. Há já muita gente que fala numa futura "guerra civil", como necessária para mudar certas coisas. Penso que já temos aqui uma amostra: os cidadãos de estatuto (sim, digo-o com um teor negativo) e a geração parva (sim, digo-o irónicamente).
    Que bem que revejo as ideias dos nossos governantes nestas palavras da sra.Stilwell...
    JS | 04.03.2011 | 20.23H
  • 04.03.2011 | 19.30Hcomentário reprovado
  • A parva da Geração Parva anda é parva com a Geração Corrupta que nos governa."Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.", custa me entender este parágrafo, uma vez que para a geração actual de políticos e de muitos senhores importantes e endinheirados no nosso país, que naturalmente, ou não, também aprenderam a um nível de ensino superior, " estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios" significa antes estar apto a ser corrupto, e "ser capaz de dar a volta à vida", não é nada mais para eles do que a escolha de que novo carro topo de gama se irão dar de presente. Não como "a volta a vida" que muitas famílias portuguesas são obrigadas a fazer todos os meses para pagar as contas. "Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles?", digo que cantariam que foram abandonados e esquecidos pela mesma geração que nos aponta agora o dedo por ousarmos levantar a voz em revolta, mas como não o poderiamos fazer "se aquilo que o mundo nos pede não é aquilo que o mundo nos dá". Dia 12 mostrem que querem "dar a volta a vida", mostrem que querem romper com esta mentalidade egoísta e pouco patriota, esta mentalidade corrupta e hipócrita que corrói o nosso país. Dia 12 revoltem-se.
    Pedro Gonçalves | 04.03.2011 | 19.26H
  • 04.03.2011 | 18.41Hcomentário reprovado
  • Estive em Angola na Guerra Colonial 69/71, sofri com isso e por isso apoio esta manifestação. Espero que estes jovens dêem com esta atitude dêem a volta a este país. Quem não sabe compreender estes sinais dos tempos, reflicta e pense 2 vezes antes de mandar bocas.
    A.Martinho | 04.03.2011 | 18.37H
  • A sra. dr. Isabel Stilwell vive neste mundo?! Todos nós sabemos que as dificulades que sentimos não serão (ou terão sido) sentidas por qualquer um dos seus filhos...é triste falar de uma situação que nunca conheceu e que nenhum dos seus familiares directos ou indirectos conhecerá, porque todos eles terão o rótulo "STILWELL".
    Andreia | 04.03.2011 | 18.21H
  • 04.03.2011 | 17.21Hcomentário reprovado
  • 04.03.2011 | 16.48Hcomentário reprovado
  • Tese de Doutoramento da Isabel Stilwell (doravante coelho)... Era um dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca como notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado.Pouco depois passou por ali a raposa (ou seja um de muitos jovens deste país), e, viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ficou intrigada com a actividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
    - Coelhinho, o que está a fazer aí, tão concentrado?
    - Estou a redigir a minha tese de doutoramento - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
    - Hummmm... e qual é o tema da sua tese?
    - Ah, é uma teoria para provar que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas. A raposa ficou indignada: -Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
    - Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental. O coelho e a raposa entram na toca.Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.
    Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido. Meia hora depois passa um lobo (agora um jovem com ainda melhor curriculum vitae mais ainda assim sem tachos). Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.
    No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho a trabalhar naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata, antes de devorar o coelhinho:
    - Olá, jovem coelhinho! O que o faz trabalhar tão arduamente?
    - Minha tese de doutoramento, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusivé dos lobos.
    O lobo não se conteve e foi uma farfalha de risos com a petulância do coelho.
    - Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isso é um despropósito; nós os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos.
    -Aliás, chega de conversa...
    - Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca?
    O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro.
    Alguns instantes depois ouve-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e ... silêncio.
    Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
    Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão (que aqui personifica os grandes magnatas e tachistas deste país), satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes. MORAL DA HISTÓRIA: 1. Não importa quão absurdo é o tema dos meus comentários;
    2. Não importa que os meus argumentos não tenham o mínimo fundamento científico;
    3. Não importa que as minhas experiências nunca cheguem a provar a minha teoria;
    4. Não importa nem mesmo se as minhas ideias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos.
    5. O que importa é QUEM É O MEU PADRINHO... «Porque, como disse um dia o grande Inácio Dantas, uma verdade enfraquece quando tenta esconder uma única mentira, e uma mentira fica mais poderosa quanto mais verdades tenta esconder.» Despeço-me com amizade e com um singelo: "E assim vai o mundo (o português óbvio)!!!!!"
    «The Punisher» | 04.03.2011 | 16.28H
  • Ora cá está um importantíssimo contributo desta tão digna jornalista, verdadeira combatente da verdade e da justiça! Escreveu esta senhora, no jornal onde "cronica", acerca da tão célebre Geração Parva que "se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada." O comentário não espanta, de fato, vindo de alguém com as suas origens e com o seu matrimónio. Esta senhora é - sem dúvida - uma digna representante da geração pulha: aqueles que nunca deram travão à sua ambição nem pensaram nas consequências que isso traria; aqueles que fizeram todas as negociatas possiveis e reduziram a educação a universidades onde se aprende a escrever sem erros e pouco mais, a um sistema de saúde moribundo e a contaminar os outros setores da sociedade, a um sistema judicial em cacos, corrupto e ineficaz. Foi essa geração de PULHAS que nos meteu na cabeça que a vida é fácil e que o trabalho serve apenas para realização pessoal, que nos deixou em frente à televisão sozinhos enquanto se iam passear para o shopping. Que nos fez crer que o estatuto é tudo. E diz que nos livrou da ditadura! Essa é a maior piada!
    É que se se derem ao trabalho de espreitar os comentários do dito "artigo", percebem que a maioria foi censurada ou denunciada. A minha geração já não pode confiar em ninguém! Os pulhas anteriores julgaram que conseguiriam acabar com o país antes que nós dessemos por falta dele. Confiantes na parvoíce que nos pregaram, continuaram a agir sem pensar. E cá está a MERDA que nos deixaram. Isabel: vá-se esconder!
    Luis | 04.03.2011 | 16.22H
  • 04.03.2011 | 15.52Hcomentário reprovado
  • sensura em portugal no seculo XXI ate nos simples comentarios a uma noticia provocada pela ignorancia de uma senhora que se acha uma "opnion-maker"....
    godpower | 04.03.2011 | 14.34H
  • 04.03.2011 | 14.31Hcomentário reprovado
  • 04.03.2011 | 14.09Hcomentário reprovado
  • 04.03.2011 | 13.26Hcomentário reprovado
  • 04.03.2011 | 11.55Hcomentário reprovado
  • 04.03.2011 | 11.32Hcomentário reprovado
  • Anulem a opção " comentar" já que, na verdade, ninguém o pode fazer sem censura.
    Censor mor | 04.03.2011 | 09.56H
  • O maior problema desta senhora á falta de trabalho a sério!
    A maioria dos jovens licenciados têm um problema que não é o deles, mas sim de que tem dinheiro neste pais e não o investe! Veja-se o caso da fuga de "cérebros" para o estrangeiro, ou acham que os alemães querem vir recrutar a Portugal porquê? Só tem uma resposta, somos bons e temos competências! Resta saber se quem tem dinheiro para investir não para ganhar dinheiro mas para gerar riqueza o faz!
    Ai é que está realmente o grande problema do meu pais!!!
    Eurico | 04.03.2011 | 01.04H
  • eeeh, desculpe o bloco de texto anterior, parece que o box aqui não entende o que significa "enter" XD
    Mariá | 04.03.2011 | 00.44H
  • Ai, gente, que alegria. É muito bom ver tanta gente debatendo coisa séria, reagindo de verdade, brigando por um direito... E é ainda MAIS legal quando a grande maioria dos comentários contrários à opinião do autor está censurados ou denunciados. É maravilhoso. Não, não sou reacionária. Me explico. Sou uma estudante brasileira que chegou aqui, como muitos de vocês, através de links mandados por fãs do "Deolinda". (e por isso, perco perdão aos “erros” de português; muitos “vícios” da linguagem falada, em especial de colocação de pronomes, são de pouca importância no que vocês chamam “brasileiro”) Aqui no Brasil não posso reclamar. A economia está crescendo a ritmo constante, o país está cada dia mais perto do rol dos desenvolvidos, a taxa de desemprego é constante e admissível. Em resumo, estamos bem. A sra Isabel poderia se orgulhar muito dos jovens brasileiros, se nos houvesse concedido a graça de nascer em nossa terra paradisíaca. Nós somos estudiosos e esforçados. Trabalhadores. Aqui as faculdades públicas que são as melhores, de uma forma geral, mas muita gente da classe pobre hoje tem acesso a essas faculdades e às particulares, ou seja, estão saindo da faixa de baixa educação para alçar maiores vôos. Podemos sim encontrar empregos que paguem bem para vivermos, talvez não perfeitamente, mas com alguns anos de trabalho podemos comprar nossa casa, nosso carro, e sair de casa antes dos 28 sem dor nenhuma. Somos sim, um exemplo a vocês, portugueses. EXCETO que somos iguais a vocês. Somos uma geração canguru. Também gostamos de festa, também gostamos de namorar, também cansamos de estudar e também temos medo do mercado de trabalho. Também queremos o conforto da casa dos nossos pais, também queremos um playstation 3. Quer dizer, somos a mesma geração, gostamos das mesmas coisas, fazemos as mesmas coisas. É um sintoma mundial. Não é exclusivo de “bandalhos”, como alguém gentilmente os chamou. D. Isabel não percebe, talvez lhe tenha faltado um pouco de pesquisa ou de sensibilidade, talvez apenas por engano (eu não saberia dizer, porque nunca a vi mais gorda), mas neste mundo globalizado, somos todos mais parecidos. Somos uma geração talvez preguiçosa, mas bastante coesa *risos da platéia, please* Conheço portugueses da minha idade graças ao milagre da internet, e pude comprovar isso. A senhora é que parece não ver. Nós temos nossa parcela de culpa por sermos a geração mais folgada desde a nobreza da monarquia de Luis XV, mas essa crise, sra, atinge a toda Europa. A senhora não percebe que seu continente (nem estou falando do país, mas do continente inteiro!) está estagnado há anos? Porque não tem pra onde crescer? Porque atualmente não produz nada, além de, claro, jovens recém-formados desempregados para exportação? Claro que percebe. Uma mera estudante de Artes (olha só) brasileira (OLHA SÓ) não tem nada que dizer nada. A sra sabe o que acontece no seu país, não é mesmo? Não há emprego pra eles, sra. Não há emprego para eles, nem para os espanhóis, nem para os irlandeses, nem pra um grupo de jovens grande. O que é sinceramente alarmante, porque a Europa ocidental tem um grande número de pessoas acima de 50 anos (estou sendo gentil, ok, eu sei que uma cacetada tem mais de 70) e a taxa de natalidade está despencando. Ter um grande grupo do total de jovens desempregado, significa que a maioria da população que deveria gerar a nova geração não trabalha. A estrutura previdenciária vai entrar em colapso. Genial, não? Amigos portugueses, aceitem minha solidariedade. Não se façam de rogados. Ainda não chegamos ao ponto de desprezar nossos irmãos. Se estiverem desesperados, venham para cá ou para alguma das antigas colônias, onde ainda há emprego. Mas o que eu aconselho é que fiquem e lutem. Lutem de verdade. Porque tudo está desmoronando e as lutas de um século inteiro podem haver sido em vão se deixarem que a crise – um monstro sem rosto – devore sua casa. A revolução começa no facebook, com comentários censurados. É seu argumento que estão tentando calar vocês. É daí pras ruas. E das ruas pro mundo.
    Mariá | 04.03.2011 | 00.42H
  • Não sei se viram nas páginas do destak e no site que quem denuncia os comentários são os leitores. São uns e outros que se denunciam. Mas como gostam de ser vitimas, e têm imensa pena de não serem vítimas da censura, vêm para aqui dizer que é o Destak que tem tempo ou paciência para andar aqui com um lápis axul. Parem com isto, andem para a frente, sejam construtivos e se têm tantas ideias participem é na iniciativa de dar ideias de como a situação pode mudar. Já chega de bater na mesma tecla.
    Catarina Taborda | 04.03.2011 | 00.10H
  • É uma vergonha o chorrilho de comentarios que aqui estão, ato ódio, tanta incapacidae de ler e perceber. E nem sequer passam pea página do site, vêm directamente dos seus facebooks condicionados, porque senão teriam visto que há um dossier dos jovens em destak, a possibilidade de darem ideias, e um artigo da isabel a tornar ainda mais claro o que aqui já era bastante claro. Naõ percebem que estão a transferir a raiva que têm pela situação emque vivem para uma pessoa que se limitou a dar uma opinião? É uma vergonha.
    Filipe Tavares | 04.03.2011 | 00.07H
  • Questionou-se há não muito tempo a idoneidade do homem que ocupa o lugar de primeiro ministro ...que surpresas encontraria quem investigasse o mérito da Dra. Isabel? Com certeza que foi por estudar muito! Quem no ser perfeito juízo se atreve a associar a sua posição de "destak" a laços familiares com grandes accionistas?
    ...quem fala assim não é parvo, uma sugestão á Dr.ª Isabel: Veja o outro lado das estatísticas! Aquelas que mostram que a sua geração, motivada por uma ambição desmedida, esteve na origem de um sistema de ensino, crescentemente privatizado, onde se formam "graduados" numa proporção completamente desajustada às exigências do mercado do trabalho para que pessoas como o seu cônjuge possam ver engordar as suas contas bancárias.
    ....as estatísticas que mostram que a precariedade dos empregos é usada de forma abusiva por grandes magnatas que aproveitando-se das "leis do mercado" fazem dos licenciados mais uma forma de mão de obra barata (ou gratuita como é o caso dos estágios não remunerados) com remunerações muito abaixo das do canalizador, padeiro, empreiteiro da construção civil... (sem desprimor para os últimos).
    É esta a geração de desempregados com canudo, que vai ter que sustentar a segurança social daqueles que lutaram no ultramar e também daqueles que esbanjaram as oportunidades de crescimento que os civicamente literados do norte da Europa, que souberam crescer economicamente no pós guerra lhes proporcionaram. Mas com certeza isto não a preocupa, pois a sua reforma esta assegurada desde o momento do matrimónio.
    Um bem haja pelo contributo para mais uma peça de jornalismo miser... de excelência, quero eu dizer!
    Alex | 04.03.2011 | 00.01H
  • 03.03.2011 | 21.10Hcomentário reprovado
  • E que tal encontrar uma solução para podermos comprar sapatinhos de princesa? Ganha 200€/mês e é licenciada? acho que se tem capacidade para fazer uma licenciatura tem muito mais do que capacidade para arranjar uma solução viável para quadriplicar esses 200€ (no minimo).
    The_Strange | 03.03.2011 | 18.08H
  • esta parva diz o que diz porque não sabe o que custa a vida. Eu trabalho ganho 200€ por mês , que deve o que esta gasta nuns sapatinhos de princesa
    Ana | 03.03.2011 | 17.54H
  • Esta 'Stilwell Little' se estivesse calada era poeta.
    by request | 03.03.2011 | 16.57H
  • O senhor do lápis azul ainda não entrou ao serviço. Deve ser o dia de folga
    HTTP://DORNOJOELHO.BLOGSPOT.COM/ | 03.03.2011 | 16.50H
  • «A parva da Geração Parva» ou «Isabel Stilwell ensina como passar por atrasado mental em 1000 caractéres».
    by request | 03.03.2011 | 16.47H
  • 03.03.2011 | 15.43Hcomentário reprovado
  • Ainda não tiveram tempo de fazer censura hoje?!?! Pelos vistos a PIDE não deixou as lições bem estudadas para os que calharam no Destak!
    Rita | 03.03.2011 | 14.51H
  • Queria só lembrar que quem defende a mériotocracia e reconhece o seu mérito, não tem qualquer problema quanto à forma como o contratam ou lhe pagam a sua remuneração...
    Quem continua a achar que o problema está na "forma", é porque, provavelmente não acredita no seu mérito.
    Luis Oliveira | 03.03.2011 | 13.48H
  • 03.03.2011 | 13.05Hcomentário reprovado
  • 03.03.2011 | 13.00Hcomentário reprovado
  • 03.03.2011 | 12.25Hcomentário reprovado
  • 03.03.2011 | 12.25Hcomentário reprovado
  • Portugal um país dois sistemas: Democracia para ricos, ditadura para os pobres.
    Ze povinho | 03.03.2011 | 12.11H
  • Tu não sabes que eu sei, que tu não fazes a minima ideia do que é ser jovem. Deixa-me com alguma e fraterna humildade elucidar-te: Ser jovem Ser jovem. Quem não gosta de permanecer jovem? Ser jovem é amar a vida, cantar a vida, abraçar a vida, perdoando até as pedradas que a vida nos joga em rosto. Ser jovem é Ter altos e baixos, entusiasmos e desalentos. É vibrar com os momentos bons e passar por cima do que nos machuca, com um sorriso fácil apagando os percalços. Ser jovem é apiedar-se dos mais fracos, não ter vergonha de fazer um sinal da cruz em público, cantarolar uma canção em pleno ônibus. E apreciar uma piada gostosa. Ser jovem é escrever diário, às vezes. Copiar poesias de amor e remetê-las ao namorado, à namorada, com assinatura própria. Ser jovem é compadecer-se de quem sofre, com aquela vontade imensa de fazer o milagre da cura, de restituir a saúde àqueles que a gente estima e ama. Ser jovem é beber um lindo pôr-do-sol, ar livre e noites estreladas. Não se intrometer na vida alheia, fazer silêncios impossíveis, ficar ao lado das crianças, gostar de leitura, Ter ódio de guerra e de ser manipulado. Ser jovem é Ter olhos molhados de esperança e adormecer com problemas, na certeza de que a solução madrugará no dia seguinte. Ser jovem é amar a simplicidade, o vento, o perfume das flores, o canto dos pássaros. Ter alegria ao dramático, ao solene. E duvidar das palavras. Ser jovem é vibrar um gol do time, jogar na loteria esportiva, emocionar-se com filmes de ternura e simpatizar secretamente com alguém que a gente viu só de passagem. Ser jovem é planejar praias no fim do ano, sonhar com um giro pela Europa e uma esticada pela Disneilândia... algum dia. Ser jovem é sentir-se um pouco embaraçado diante de estranhos, não perder o hábito de encabular, tremer diante de um exame e detestar gente gritona e resmunguenta. Ser jovem é continuar gostando de deitar na grama, caminhar na chuva, iniciar cursos de inglês e violão, sem jamais terminá-los. Ser jovem é não dar bola ao que dizem e pensam da gente. Mas irritar-se, quando distorcem nossas melhores intenções. Ser jovem é aquele desejo de fazer parar o relógio, quando o encontro é feliz, quando a companhia é agradável e a ventura toma conta do nosso ser. Ser jovem é caminhar firme no chão, à luz dalguma estrela distante. Ser jovem é avançar de encontro à morte, sem medo da sepultura e do que vem depois. Ser jovem é permanecer descobrindo, amando, servindo, sem nunca fazer distinção de pessoas. Ser jovem é olhar a vida de frente, bem nos olhos, saudando cada novo dia, como presente de Deus. Ser jovem é realimentar o entusiasmo, o sorriso, a esperança, a alegria, a cada amanhecer.. "Ser jovem é acreditar um pouco na imortalidade, em vida. É querer a festa, o jogo, a brincadeira, a lua, o impossível. Ser jovem é ser bêbado de infinitos que terminam logo ali. É só pensar na morte, de vez em quando. É não saber nada e poder tudo. Ser jovem é gostar de dormir e crer na mudança. É meter o dedo no bolo e lamber o glacê. É cantar fora do tom, mastigando depressa, mas engolir devagar a fala do avô. Ser jovem é embrulhar as fossas no celofane do não faz mal. É crer no que não vale a pena, mas ai da vida se não fosse assim. Ser jovem é misturar tudo isso com a idade que se tenha, trinta, quarenta, cinqüenta, sessenta, setenta ou dezenove. É sempre abrir a porta com emoção. É abraçar esquinas, mundos, luzes, flores, livros, discos, cachorros e a menininha, com um profundo, aberto e incomensurável abraço feito de festa, dentes brancos e tímidos, todos prontos para os desencontros da vida. Com uma profunda e permanente vontade de ser" (Artur da Távola). Eu jovem, me confesso: Tenho pena que por dentro estejas a ficar velha!!!!!!!!!
    "The Punisher" | 03.03.2011 | 12.07H
  • The old get older and the young get stronger; may take a week, may take longer.
    Jim Mo(cas)rrinson | 03.03.2011 | 12.04H
  • Olá!!!! Meu Béu Béu... zinho!!!! Porque a censura é o bicharoco peçonhento que devora a maçã mais bela da floresta deixa-me de novo inebriar-te com tanto saber: Porque és a pessoa mais culta deste mundo, quiçá do Sistema Solar e porque de certeza não trabalhas a recibos verdes (que até é uma côr chique que já foi eleita côr do ano), quase nem precisava de te chamar à atenção para pormenores interessantes e que provam que na verdade os problemas sociais são sempre os mesmos e se repetem. Corria o ano de 1968, e o «King Lizard», talvez a maior estrela do Rock de todos os tempos, de seu nome Jim Morrisson deu uma entrevista (apesar de estar bem bebido) em que disse o seguinte: «Hoje para se ser uma superstar, tu tens que ser um assassino ou um político»; O mesmo rapazinho que (e vê como estás a milhas do vocábulo talento) escreveu um dia o seguinte: «People are strange
    when you´re a stranger
    faces look ugly
    when you´re alone.»; E de facto esta pequena estrofe ilustra bem aquilo que a tua geração pensa e a forma como age com a nossa. De facto nós para ti somos estranhos, no geral, somos estranhos porque lá está (...) Somos estranhos porque «votre excellence» é deveras superior a nosotros, pelo que a denominada estranheza, vulgo raça superior (da qual a querida faz parte), não pode nunca deixar de esmagar os vermes deste país (os jovens licenciados sem tacho/cunha ou de boas famílias - esta última categoria é a mista, LOL). É por isso que, e porque um poeta tem sempre que ser um fingidor, não posso deixar de te glorificar, porque te adoro, porque és a minha musa inspiradora, porque te amo, amo-te à luz da Lei da Atracção Universal, amo-te porque sempre que leio as tuas "finas" barbaridades, algo de gravitacional me impele à critica. Não percebes, deixa-me "equar": F= (Gm1 m2)/r2 onde: F = força gravitacional entre dois objectos m1 = massa do primeiro objecto m2 = massa do segundo objecto r = distância entre os centros de massa dos objectos G = constante universal da gravitação Assim, dedico-te este poema, tu mereces, afinal minha querida, a querida é uma pessoa Geneall: Money, get away Get a good job with more pay And your O.K. Money, it's a gas Grab that cash with both hands And make a stash New car, caviar, four star daydream Think I'll buy me a football team Money get back I'm all right Jack Keep your hands off my stack Money, it's a hit Don't give me that Do goody good bullshit I'm in the hi-fidelity First class traveling set And I think I need a Lear jet (Sax and guitar solos) Money, it's a crime Share it fairly But don't take a slice of my pie Money, so they say Is the root of all evil Today But if you ask for a rise It's no surprise that they're Giving none away Away Away Away Away... "Hu Huh! I was in the right!" "Yes, absolutely in the right!" "I certainly was in the right!" "You was definitely in the right. That geezer was cruising for a bruising!" "Yeah!" "Why does anyone do anything?" "I don't know, I was really drunk at the time!" "I was just telling him, he couldn't get into number 2. He was asking Why he wasn't coming up on freely, after I was yelling and Screaming and telling him why he wasn't coming up on freely. It came as a heavy blow, but we sorted the matter out Vês fofinha, o tempo vai passando, e já naquela altura os Pink Floyd conseguiam definir pessoas sequiosas do vil metal, como tu, ou como estes referem no poema em apreço, tudo OK desde que não se coma uma fatia da tua torta... Ciao "Bella"
    «The Punisher» | 03.03.2011 | 10.16H
  • Um dos maiores churrilhos de baboseiras dos últimos tempos. Pior que isto só o sócrates a gabar os brilhantes números do desemprego.
    Atenteo | 03.03.2011 | 09.41H
  • Exma. Sra. D. Isabel, por curiosidade, quanto ganha por mês??? Só para percebermos, se sabe o que é viver com €450,00. Se sabe o que é alimentar um ÚNICO filho, quanto mais 2 ou 3, com 450€... E chegar ao fim de 2 anos e vir para a rua porque acaba o contracto laboral.. ´Vou considerar que só por ignorância escreveu este texto, pois de outro forma teria que o considerar ofensivo.
    anónimo | 03.03.2011 | 09.38H
  • 03.03.2011 | 01.05Hcomentário reprovado
  • 03.03.2011 | 00.29Hcomentário reprovado
  • Acho que a petição não deveria ser para exigir um pedido de desculpas da Dr.ª Isabel Stillwell, que deus a tenha e a conserve por bons e longos anos. Deveria era ser para pedir encarecidamente aos jornalistas do Destak que se abstenham de opinar e que se dediquem somente a reproduzir takes da Lusa, coisa que fazem de forma exímia e que todos apreciamos muito, já que nem todos temos o privilégio de aceder aos mesmos em primeira mão.
    Carlos Brito | 03.03.2011 | 00.11H
  • O Sr. (Dr.?) José Luís Seixas, que não faço a menor ideia quem seja e pouca paciência tenho para procurar no Google para ver se encontro alguma coisa, acabou de se juntar a esta festa. Deduzo que seja para ir repartindo os comentários - não parece bem a um jornal de respeito como o Destak que se concentrem num único sítio.
    Carlos Brito | 03.03.2011 | 00.05H
  • Devia ter vergonha de estar na posiçao em que esta na situação em que nos encontramos a falar desta maneira para aqueles que lhe sem vontade para tal lhe vao futuramente encher os bolsos. de pessoas retrogadas e mal formadas, com cursos comprados e em cargos de poder q o nosso pais esta cheio...incentivem deem força a uma geração nao so de portugueses mas tambem aos jovens de todo o mundo que pretendem iniciar uma vida e nao tem hipoteses para tal. sem dinheiro ao final do mes pra comer, sem um futuro em concreto e o seculo que voces mais velhos ajudaram a construir. e facil esquecer os tempos universitarios, e facil esquecer a dificuldade de encontar um primeiro emprego. tenho 23 anos e sempre trabalhei, vivo sozinho em plena capital lisboeta porque pelo infortunio da vida assim fui obrigado, custa-me todos os meses chegar ao fim do mes e ter o frigorifico vazio mas ainda me custa mais acordar as 6 da manha ir pro trabalho e ler um destak com uma noticia tao vazia como a que escreveu. Acreditem nos jovens, acreditem!!
    Bruno Rodrigues | 03.03.2011 | 00.00H
  • Tenho 54 anos e não pertencendo à "Parva da Geração Parva" (palavras suas) pertencerei à " Estúpida da Geração Estúpida" (palavras minhas), creio, se não estou equivocado, ser uma Geração muito semelhante à sua apenas divergindo em pequenos pormenores.
    A senhora está "instalada" (até ver) sendo 'lacaia do poder tirano', eu estou desempregado, não porque não tenha estudado para ser um bom profissional mas porque sou simplesmente 'estúpido'.
    Como sei que V. Exa. ( um Ser superior) não irá ler este meu comentário como não leu algum aqui publicado, por ser um 'Ser' superior, escrevo a minha opinião neste espaço, apenas para apelar a todos os 'azarados' (palavra sua) que 'estupidamente' (palavra minha) se encontram na mesma situação que eu, que um dia quando tudo isto mudar, porque vai mudar, não se esqueçam das imensas "STILWELL'S" que ainda povoam esta Nação. Esta Senhora foi 'promovida ao seu mais alto nível de incompetência' ( O princípio de Peter) e pouco haverá a fazer. Esta Senhora foi 'promovida' e 'destacada' para o Destak, que é o sítio onde causa menos danos, queiram por favor dar-lhe apenas a importância relativa. Um bem haja a todos.
    Fernando Pereira | 02.03.2011 | 23.44H
  • 02.03.2011 | 23.30Hcomentário reprovado
  • já agora, a todos os comentários que culpam os jovens de andarem ao colo, e de muito reclarem, relembro que a educação não se obtem só nas escolas, ou com uma licenciatura. Espero muito sinceramente que dos milhares de comentários que vi, nenhum desses que profere tais afirnações, tenham também dado esse tipo de educação aos seus filhos. Porque é muito mais facíl dizer que nós é que estamos num pedestal e achamos que todos nos devem, mas como em muitos casos já vi, o problema já vem da educação que a geração não "parva" fez. Oiço muito a história do "trabalhei a vida toda para te dar melhores condições". E a realidade é essa... o meu problema é que a conjuntura economica do país está a dizer-nos a curto e longo prazo que dificilmente eu irei conseguir melhorar ainda mais o que já foi feito até aqui. Pensem nisso. Depositem o vosso espirito nos jovens, e o apoio para que estes defendam o seu futuro e não só, o futuro de todos os que em breve deixaram de trabalhar. Porque o "dizer basta" está na boca de toda a gente que vê a sua vida muito mais díficil... mas nem coragem nem animo tem para se manifestar!
    Bruno Fonseca | 02.03.2011 | 23.09H
  • felizmente, os números indicam que da fasquia dos 10 % (e mais qualquer coisa) de desempregados, metade são licenciados. É pedido neste artigo editorial que apliquemos os nossos conhecimentos para encontrar saída. Pois será que quem nos governa não tem estudos? Será que só agora nós... a nova geração de licenciados é que sabe onde está a saída? Nenhum licenciado hoje em dia ganha 80% ou duas vezes mais como afirma. Eu enquanto licenciado ganho tanto neste momento como qualquer funcionário de uma worten! Eu e muitos milhares de novos licenciados. E bem vendo a verdade não são esses que se vão manifestar (eu não o irei fazer). quem se vai manifestar é a outra parte de licenciados que nem a um ordenado típico de um operador de 2ª de hipermercado tem direito!! Fui "escravo" ano e meio, a estagiar, a 30 km's de casa, com despesas todas por minha conta, nem uma ajuda de custo. Nem direito a horas extra, que me obrigaram a fazer... Só um parvo faz isto. Mas o que os deolinda querem dizer, é que mesmo passando por parvos, nós fazemos e estamos cá para aguentar. Mas um dia destes vamos soltar um basta, e não é nesta manifestação. é quando muitos de nós deixarmos de ter comida na mesa, enquanto outros aproveitam os nossos estágios e trabalho para facturar mais.
    Bruno Fonseca | 02.03.2011 | 22.29H
  • Minha cara Isabel...o seu comentário foi triste... Apenas demonstra que é uma pessoa fútil. Acorde para a vida... e lanço-lhe um desafio: um mês a trabalhar numa caixa de supermercado e a tentar viver com 450 euros... Isto sim é a nossa realidade.. Talvez no final consiga dar valor à geração parva
    Anónimo | 02.03.2011 | 22.00H
  • 02.03.2011 | 21.13Hcomentário reprovado
  • Nem acredito no que acabo de ler.
    É por causa de ignorantes deste tipo que Portugal está a afundar!!
    Ainda bem que nem de borla eu leio o destak.
    Por falar nisso...quantos estagiários trabalham aí??? e que esreve com CP? Não será a recibos verdes??? Esta diarreia de texto nem deveria ter sido publicada..por respeito a esta geração (à) rasca.
    Não é demitir a tiazeca...é mesmo acabar com este jornal (e os outros) que só poluem as cidades todos os dias! E subir o desemprego pra sentirem na pele o que nós sentimos.
    Dia 12 tou lá e já ando a dizer BASTA há muito tempo!
    anónimo | 02.03.2011 | 20.52H
  • 02.03.2011 | 20.19Hcomentário reprovado
  • Mau serviço jornalístico que esta senhora prestou. Lisboa não é Portugal. Precisa de sair do seu mundinho e ver o Pais real. Demita-se por favor. PS: Estou empregado e satisfeito com a minha carreira profissional. Apoio o movimento Dizer Basta.
    Tiago | 02.03.2011 | 19.55H
  • 02.03.2011 | 19.13Hcomentário reprovado
  • Para mim o mais triste é ver que uma jornalista portuguesa não saiba como está a área da comunicação no nosso país. Sabe o que fiz para não passar por aquilo que estão a passar os jovens jornalistas portugueses? Pois, tive de sair do país e tentar a sorte em Espanha, um país com uma taxa de desemprego brutal mas que mesmo assim consegue funcionar menos com cunhas e mais com qualidades. Pergunte aos jovens portugueses quantos estágios fizeram depois da licenciatura e pergunte também se algum desses estágios era remunerado...Vai ficar surpreendida com a resposta. Itália é o país europeu com mais jovens a viver no estrangeiro e tudo se deve à situação política e laboral. Não se surpreenda quando acontecer o mesmo com Portugal.
    Catarina Costa | 02.03.2011 | 19.07H
  • 02.03.2011 | 18.53Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 18.13Hcomentário reprovado
  • Isabel Stilwell, eu tinha um melhor conceito da sua pessoa!! Afinal enganei-me... "que parva que eu sou" ... Onde é que vive? com quem anda? Já diz o velho ditado: - « Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és. »
    Neste país onde há mais QUEM TRABALHE (felizmente) do que os que VIVEM À NOSSA CUSTA ... ... não deveria ter tido a coragem de escrever o que escreveu. Por "acaso" foi no DESTAK ... está tudo dito.
    Francelina Harcher | 02.03.2011 | 18.05H
  • 02.03.2011 | 17.58Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 17.42Hcomentário reprovado
  • O jornalismo, enquanto bem prestado à comunidade, deveria reportar factos e ser isento de opiniões pessoais. Portanto, e visto que a senhora Stilwell deu o seu cunho pessoal ao artigo, agora tem de levar com a livre expressão dos cidadãos que ofendeu. A geração a que a senhora se refere quer trabalhar e muito, talvez se não houvesse tanta protecção a cargos e empregos para a vida como o seu, talvez houvesse mais oportunidades para a "geração parva".
    Sandra, Porto | 02.03.2011 | 17.24H
  • 02.03.2011 | 17.23Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 17.06Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 17.05Hcomentário reprovado
  • INCRIVEL COMO TODOS OS COMENTÁRIOS APARECEM COMO DENUNCIADOS!! (porque será?)
    Filipe Lisboa | 02.03.2011 | 16.49H
  • Cara Isabel, apesar de todos o maus comentários ao seu artigo, acerta numa coisa: os jovens têm responsabilidade. Isso é sabido. Vivemos numa sociedade em que supostamente participamos todos na sua construção. O seu erro foi assumir que nós jovens poderíamos também participar. Infelizmente não é o caso.
    Um dos seus comentadores referiu a sua geração e com toda a razão. Foi a mesma geração que nos tramou, que se aproveitou de fundos e subsídios, de oportunismos e subterfúgios. Eles agora vêm à luzes da ribalta e estampam-se nos media pelas razões erradas: os seus impérios de corrupção estão a cair, arrastando a economia atrás deles.
    Talvez a Isabel se tivesse saído melhor se escrevesse sobre o que impede a participação dos jovens na sociedade política e económica. Sem dúvida temos muito para dar, mas é preciso que nos deixem dar. O sistema não foi criado por nós, apenas herdamo-lo.
    Os jovens são é parvos por acreditar que este país é livre e democrático. O seu artigo apenas veio contribuir para este facto, imputando a responsabilidade APENAS nos jovens. Se não escreveu sobre o lado político da questão, então não devia ter escrito o artigo que escereveu, de todo!
    Sim, somos vítimas. Vítimas de más decisões da sua geração.
    E já que refere números, a proporção de jovens na sociedade é menor do que pensa. Por favor, faça investigação antes de escrever. Compreendo que não o faça para os seus romances para que eles saiam mais originais e sejam uma fuga à (sua) realidade. Pois bem, mas a vida sobre a qual escreveu no seu artigo não é de romance. É bem real e você escolheu o seu papel. Pena que tenha sido de vilã.
    João Caleja | 02.03.2011 | 16.48H
  • Ver comentário denunciado... Qual lápis azul, a fazer uma razia por todos os comentários. Obrigado Destak por existires. Assim as pessoas que adoravam o regime já têm um órgão de comunicação para consultar. Comigo não contam
    HTTP://DORNOJOELHO.BLOGSPOT.COM/ | 02.03.2011 | 16.33H
  • Sra.Dra: pode ser que com este artigo consiga ser uma parva conhecida, pode ser que com ele a revolta se faça mesmo ouvir, pena que, pelo que aqui se lê, também deve ter arranjado o seu emprego com uma grande cunha, pois a cabeça só deve mesmo ter chapéu! vá escrever histórias de encantar e não se esqueça de experimentar tudo o que aqui critica..
    agora mesmo | 02.03.2011 | 16.29H
  • Sra Isabel Stilwell, espero que o seu postto de trabalho se mantenha pelo DESTAK, e que não faça parte da Geração á Rasca! ...
    NELSON | 02.03.2011 | 16.28H
  • 02.03.2011 | 16.22Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 15.50Hcomentário reprovado
  • "Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional." Isto é, Português? E fontes? Média do quê? Este artigo não tem conteúdo porque é um simples regurgitar de palavras que não fazem sentido nenhum.
    Filipe Lisboa | 02.03.2011 | 15.49H
  • 02.03.2011 | 15.32Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 15.10Hcomentário reprovado
  • Excelência, por quem sois? Esta crónica é algo extraordinariamente inócuo, uma vez que, não só tem um único argumento de peso, como está escrito à maneira peixeira de ovar (sem disprimor), cheio de razões comezinhas e frases feitas, não há neste artigo de opinião - lá está, ou nem por isso, uma vez que a senhora é a directora editorial, ou lá o que é, e a opinião dela veicula mais do que devia- uma única frase ditada pelo raciocínio que felizmente caracteriza a espécie humana. Comparar a situação laboral com a guerra das colónias, é baixeza moral e ética, falar em egocentrismos e rebaixar esta questão a um simples não saber aproveitar os desafios e ser capaz de dar volta à vida, é, francamente, mau, e não só a nível intelectual, é pior do que isso. Por fim, chegamos a uma questão que neste caso me parece pertinente, a de pessoas com o suposto calibre profissional da Isabel Stilwell, que deus saberá como terá aqui chegado ( a esta posição e outras)? Uma vez que, o perfil de competências que apresenta, não chega sequer a competir (por clara desqualificação) com muitas das jovens mentes, parvas, que por aí andam. Se não concordarem, leiam os romances históricos, avaliem o critério dos editoriais, o trabalho escrito na imprensa por esta editora de jornal. A responsabilidade pelo futuro é de todos nós cidadã Isabel, pense nisso antes de enxovalhar o que não conhece Sr.ª Stilwell, reflicta antes de escrever Sr.ª Editora. E se outra razão válida para não ter escrito este texto, o suposto caos económico de que fala, não foi criado para nos tramar, mas pelo menos há alguém, que não a senhora evidentemente, que contra ele se levanta, a senhora cidadã Stilwell, pelo contrário, desce, rebaixa. Um bem haja para a sua dourada pílula Sou jovem, tenho 30 anos, 80% de invalidez, duas licenciaturas, dois mestrados, um doutoramento, empresária em nome individual. Não trabalho na minha área profissional, fiz a faculdade a recibos verdes
    Alexandra Campos | 02.03.2011 | 15.04H
  • 02.03.2011 | 14.54Hcomentário reprovado
  • Não abram a caixinha da pandora, pode fazer dói-dói!!! Qual é o meu espanto quando ontem, à noitinha, ou entrando a pés juntos contra a mente brilhante da literatura mundial, vulgo Isabel Stilwell, me deparo, no dealbar do «Locus Horrendus», com a censura brutal feita aos nossos comentários.
    Não se espantem, pois na realidade este é o desporto favorito, e não o golfe, praticado por quem tem os bolsos recheados de creminho verdito do bom (vulgo euros). Reza a lenda, que emana das profundezas da mais longínqua floresta, que estes Tios/as adoram censurar aqueles que têm mais talento que estes, e só suportam ser ultrapassados por alguém mais jovem cumprido que esteja o mais importante dos requisitos: 1- Que pertençam as denominadas famílias de bem;
    2- Ou que não se sabendo de onde descendes, que ao menos o teu nome (algo nunca antes visto num país realmente desenvolvido), apareça por obra e graça do Espírito Santo no portal mitológico do Geneall Plus. A ti, minha musa, minha Dulcinea del Toboso da modernidade, dedico esta pequena parte de um texto que outrora escrevi: If the doors of perception were cleansed everything would appear to man as it is, infinite" (...) ("Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito" )- traduzo porque não deves saber inglês, fofinha!!!!!!!! William Blake Na vida muitas são as vezes em que mal preparados, por falta de atenção, ou até por negligência damos por nós (devido às inúmeras preocupações com que nos assalta o quotidiano), a dar o flanco e com isso vemo-nos a ficar esquecidos e somos repentinamente engolidos pelo denominado fenómeno da mediania dos tempos. De facto, a sociedade em que vivemos, persiste no mesmo erro ou seja: "Levar ao colo determinadas realidades de facto", que sem provas dadas apenas consubstanciam a pequenês da nossa vil e decadente sociedade portuguesa. Todos os dias nos deparamos com o enaltecimento do que é supérfluo, do que é banal e toldados pelo erro que nos é incutido por uma comunicação social cada vez mais parcial, por vezes esquecemos o maior dogma universal: "Não é por querermos fazer dos outros parvos, e por estes se deixarem andar, que significa que não consigamos olhar mais além!!!!!" Percebeu querida, percebeu.... Really?... Não posso!!!!!!!! "A censura é o bicho que corrói os tachos e as cunhas deste país" Por isso continua, muy bela princesa, continua sem cessar, que pode ser que algum "jovem" te roube (se rouba fofinha é por que é com violência - vide diferença entre roubo e furto no código penal) o lugar de Destak que de forma impune desempenhas nesta muy vil e decadente sociedade portuguesa.
    «The Punisher» | 02.03.2011 | 14.53H
  • Lamentável que alguém pense assim. Mas continuamos a viver no passado para se referir o Ultramar??! De certeza que a senhora não vive na precariedade salarial, onde o 'recibo verde' é o prato de cada dia, sem quaisquer direitos e benefícios para quem os passa. Para não falar nos balurdíos que se paga para ter uma licenciatura, ainda compara com alguém que apenas tem o ensino secundário...realmente apenas uma palavra para este texto que escreveu...LAMENTÁVEL
    Béatrice Marivoet | 02.03.2011 | 14.40H
  • Esta senhora deve de estar no poleiro bem bom para estar a falar assim.. Se não tivesse condições monetárias para poder criar os seus filhos, comprar casa e sobreviver já falava de outra maneira!! Sociedade macabra!
    bruno | 02.03.2011 | 12.27H
  • Estes senhores são tão bons que endividaram o país para além do razoável e ainda o tornaram menos competitivo; Eu não votei em nenhum deles, votei nulo por descontentamento; mas somos nós os crucificados, a liberdade de escolha do povo resume-se a uma cruz num papel, como quem escolhe o próximo carrasco.
    É preciso Amor | 02.03.2011 | 11.48H
  • Exma. Senhora,
    Devo desde já dizer que é a primeira vez que deixo/expresso a minha opinião por este meio e apenas o faço porque não posso, de modo algum, deixar de me sentir profundamente chocada com semelhante demonstração de alheamento da realidade portuguesa que é o texto que agora comento e da autoria da Exma. Senhora Isabel Stilwell.
    Não consigo compreender como é que uma pessoa que é directora de um jornal tenha tão pouco conhecimento do que se passa neste país, para mais quando pensamos qual a função que o jornalismo deveria ter: informar a população. Um jornal, salvo melhor opinião, deverá apresentar factos. Usar um jornal para expor opiniões da mesma forma que o faria no café é, no mínimo, uma clara e profunda falta de profissionalismo.
    Quanto o teor do artigo em questão, tenho apenas a dizer o seguinte: a situação que os jovens que estão a tentar entrar no mercado de trabalho neste momento estão a viver não acontece, como quer fazer crer a autora do mesmo, desde que começou a actual crise em que o estado se encontra.
    De facto, e falando da realidade que me é directamente conhecida, a obrigatoriedade de um jovem, depois que termina a sua formação superior, a se submeter a um estágio sem qualquer tipo de regulamentação quanto, por exemplo, à remuneração que lhe deve ser concedida já é muito antiga. Dou o seguinte exemplo: quando eu, depois de ter terminado a licenciatura em direito, comecei a procurar um local para estagiar, a grande maioria dos hipotéticos patronos não queria pagar um cêntimo que fosse pelo meu trabalho. Só a muito custo, encontrei um local em que apenas os três primeiros meses eram não remunerados e depois passava para € 250,00, €400,00 e €850,00, isto a recibos verdes (o que significa que sobre estes valores ainda tinha de pagar imposto). Mais, ainda durante o período em que não recebia nada, para poder me inscrever para o estágio tive de pagar uma inscrição, que se não me falha a memória foi de € 600,00. Conclusão: para poder começar a trabalhar (de graça), tive de pagar…
    Como é evidente, tive conhecimento de alguns (poucos) colegas de faculdade terem encontrado melhores condições, uns (menos ainda) conseguiram por mérito, mas a grande maioria porque o tio era Senhor Fulano X ou o Pai Deputado Y.
    E isto, infelizmente, é assim desde que o mundo é mundo.
    Como é evidente, a situação económico-financeira actual vai agravar as condições (ou falta delas) que são oferecidas aos nossos jovens, mas isso não significa que estes mesmos jovens não tenham razão em reivindicar aquilo que todos nós temos direito: uma vida condigna e o justo pagamento pelo nosso trabalho.
    Quanto ao parágrafo referente aos recibos verdes e aos contratos a termo, sinceramente nem me vou dar ao trabalho de comentar, pois a demonstração de ignorância é tal que me levaria um dia inteiro para tentar explicar convenientemente as implicações do mesmo. O seu a seu dono, e realmente Direito não é a área de conhecimento da Exma. Senhora Isabel. Contudo, se V/Exa. estiver interessada em aprender qualquer coisa de útil, não hesite em contactar-me.
    Por último, e porque já me alonguei em demasia, não percebo o porquê de tantos comentário censurados! Afinal de contas, todos eles são opiniões, tão ou mais validas do que a sua.
    Deste modo, despeço-me permitindo-me ainda uma observação: a próxima vez que quiser comentar/opinar sobre uma realidade que claramente não conhece, saia do seu gabinete e/ou do seu casarão em Sintra e venha observar a realidade. Só uma pessoa inteligente e esclarecida é que opina sobre de forma fundamentada, o que sinceramente e salvo o devido respeito, não me parece ter sido o seu caso.
    Com os melhores cumprimentos, Lídia Cristina Perdigão
    Lídia Cristina Perdigão | 02.03.2011 | 11.43H
  • 02.03.2011 | 10.59Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 10.28Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 10.07Hcomentário reprovado
  • " Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela" - É MUITO FÁCIL EXIGIR DA NOVA GERAÇÃO A SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA O QUAL TEVE ORIGEM NA MENTALIDADE E ATITUDE DOS QUE NOS ANTECEDEM. OS TAIS 80% DA POPULAÇÃO LICENCIADA E EMPREGADA REFERIDOS, JÁ LÁ FORAM....ESSES TENTARAM APROVEITAR O QUE ERA DELES E O QUE NÃO ERA...E AINDA CONTINUAM COM ESSA MENTALIDADE E ESPERAM QUE OS SEUS FILHOS RESOLVAM O PROBLEMA E AINDA LHES PAGEM REFORMAS DE "POLITICO" NO MÍNIMO...ENQUANTO QUE A NÓS O PRESENTE E O FUTURO AVISINHAM-SE NEGROS.
    Dora Marreiros | 02.03.2011 | 09.57H
  • 02.03.2011 | 09.53Hcomentário reprovado
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  • 02.03.2011 | 09.28Hcomentário reprovado
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  • 02.03.2011 | 04.38Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 03.39Hcomentário reprovado
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  • 02.03.2011 | 02.04Hcomentário reprovado
  • Que parvo sou eu que me dei ao trabalho de comentar
    Que parvo sou eu pois nao me deixam estudar.
    Exª Srª Isabel. vá trabalhar a recibos verdes e a receber o ordenado mínimo e mantenha o discurso.
    A saída minha senhora não está em quem se dá ao trabalho de apostar na educação. A saída(pacífica) está no poder instaurado que são os que têm os meios para atingir os fins. Mas as "grandes famílias" não querem saber. Estão quentinhos à lareira a beber um bom vinho,a mamar caviar e rirem-se de nós e de si que nos damos ao trabalho de debater o "egocentrismo da juventude". Até ao dia em que o balão expluda e comecem a chover cocktails molotov. Receio que esse dia chegue
    NAINTERNETNAOHANOMES | 02.03.2011 | 01.59H
  • Exma Sra Isabel Stilwell, Vi o seu artigo de opinião no seguinte link: http://www.destak.pt/opiniao/87876 , e estou espantado de como é possível existir alguém a fazer tais afirmações. " Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada. "
    Estamos num país em que a formação é extremamente importante para que a gerações vindouras possam criar valor neste país. A análise que retiro desta frase do seu artigo é que preferia que o estado não investisse na qualificação dos jovens, e que os pais em vez de pagar os estudos pudessem os seus filhos a trabalhar sabe-se lá em quê e com que formação. Mas recordo-lhe que muitos dos alunos universitários também trabalham para pagar os estudos. Eu estou a terminar uma licenciatura, e para que isso fosse possivél tive que trabalhar. "Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida."
    Além de muitos acharem o contrário somos um geração cívica, e os desafios existentes são muito escassos e os que existem são desafios bastante promissores de estágios em grandes empresas em que espremem os nossos conhecimentos para poderem desenvolver a empresa e no final do estágio muitas das vezes nem obrigado dizem. Se chama a isso um desafio, eu prefiro chamar escravatura. "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela."
    Para podermos aplicar o que aprendemos necessitamos de oportunidades para que isso aconteça. Nenhum jovem pode por em prática os seus conhecimentos se ninguém lhe der oportunidade. Não nos pode pedir para fazer uma omelete sem instrumentos para a cozinhar. Vejo o seu comentário, como os comentários de lideres europeus e americanos ao Egipto. Falam muito, mas não conhecem nem estão por dentro da realidade, não conhecem os verdadeiros motivos das acções. Cara Isabel, só quem é monge é que conhece verdadeiramente a túnica. Eu lanço-lhe o desafio de reunir num auditório ou anfiteatro 100 ou 200 jovens licenciados desempregados e começe a discutir a temática do desemprego, e à medida de vai ouvindo os jovens coloque-se no lugar deles. Garanto-lhe que depois de falar com esses jovens perceberá o que realmente os afecta, só assim terá moral para comentar o desemprego jovem. O que os jovens precisam é de alguém que os apoie e que lhes dê oportunidades de valor e não comentários redutíveis e sem qualquer fundamento.
    Paulo Oliveira | 02.03.2011 | 01.34H
  • 02.03.2011 | 01.12Hcomentário reprovado
  • Posso comentar ou também será denunciado?
    Exacto, nem me darei ao trabalho.
    Fátima Fernandes (eu dou a cara :p) | 02.03.2011 | 00.40H
  • 02.03.2011 | 00.31Hcomentário reprovado
  • Como é estranha a condição humana de poder passar bem com o mal dos outros... que o diga o sr. Kadafi. Ninguém é pobre senão de espírito.
    Portuguez | 02.03.2011 | 00.14H
  • Com esta geração,não havia descobrimentos!??? Pois não foram os pavões que com os seus luxos e usuras que levaram o império à decadência? Não seria Camões um homem desamparado que acabou por morrer na miséria? Não via também ele muitos maus a prosperarem e muitos bons a definharem? Somos todos irmãos, queremos o melhor para Portugal. Não é hora de querelas entre portugueses, é hora de união! Bem hajam amigos!
    Portuguez | 02.03.2011 | 00.08H
  • 02.03.2011 | 00.03Hcomentário reprovado
  • 02.03.2011 | 00.00Hcomentário reprovado
  • Parvos e acomodados. É pena, estudaram tanto e não sabem fazer pela vida?
    Com esta geração,não havia descobrimentos! | 01.03.2011 | 23.55H
  • 01.03.2011 | 23.26Hcomentário reprovado
  • Ajudem-me a informar o Correio da Manhã do que se está a passar aqui. A Censura depressa acabará.
    Hugo | 01.03.2011 | 23.24H
  • há uma clara distinção para esta senhora: nós e vós. nós os que queremos continuar a comer, onde esta senhora se enquadra; vós, os tristes dos jovens , tristes para os "nós". faço agora eu uma distinção ainda mais clara: vamos provar a esta gentalha que os jovens são quem manda e não eles e que trsites são eles
    anónimo | 01.03.2011 | 23.07H
  • 01.03.2011 | 23.06Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 22.16Hcomentário reprovado
  • Exma. Sra Isabel Stilwell. Leio as suas crónicas já algum tempo salvo erro na Noticias Magazine, e apesar de as ler discordo muito desta. Tenho apenas 22 anos, se calhar por isso não levam a minha opinião muito a sério. Aposto que sabe perfeitamente as dificuldades que os jovens de hoje em dia passam por estudar no Ensino Superior. Muitos pensam em desistir porque não têm dinheiro para comer devido à lei de atribuição de bolsas e o mais recente ( novembro se não estou enganado) despacho do ministério com novas regras de atribuição de bolsas. Deve também saber que para um jovem hoje em dia ter um emprego na àrea é preciso ou ter uma grande cunha ou então ser escravo, fazer o que não gostamos como servir cafés aos Srs. Drs e Engºs que em alguns casos sabem menos que nós. Não discordo de que a a crise é para todos, pois de facto é. Ricos e Pobres todos são afectados e que é dificil arranjar trabalho, mas chegar ao absurdo de dizer que temos que fazer parte da solução quando já a somos. Independentemente da cor dos nossos governantes todos dizem que os jovens são o futuro. Temos em Portugal milhares de pessoas com potencial...Porque é que a Alemanha veio buscar licenciados portugueses?? porque somos parvos? talvez!!! Mas parvos por causa do Ensino Português (exemplo da Matemática nos 12º ano). Por fim quero comentar o seu 1º paragrafo...Eu estudo no ensino Superior e vejo os sacrificios que muitos Estudantes fazem para se manter a estudar a 300 ou 400km de distância.
    Obrigado pela Atenção
    Filipe Antunes | 01.03.2011 | 21.46H
  • 1. É óbvio que as coisas seriam tão fáceis como a Sra. diz se a sociedade fosse movida pelo mérito e não pelo amiguismo. 2. Se o estado da nossa sociedade está como está, não se deve aos recem-licenciados, pois estes têm as portas fechadas praticamente em todo o lado para que se viram. 3. É legitimo que cada geração queira, pelo menos, viver com um nível de vida semelhante ao dos seus pais. 4. É obvio que se estão a cavar fossos a vários níveis, desde o gerecional ao socio-económico. 5. Não me queira fazer acreditar que a culpa é só de quem desesperadamente procura sobreviver condignamente. 6. Convido-a a descer do pedestal e viver a dura realidade de alguem que não tem um nome sonante, não militou num partido nem tem amigos influentes. 7. Já reparou como a nosso leque de dirigentes politicos e líderes de opinião não muda há décadas, incluindo a senhora? Não fique de braços cruzados "à espera", faço algo para mudar o estado de coisas.
    Tiago | 01.03.2011 | 21.37H
  • 01.03.2011 | 21.30Hcomentário reprovado
  • Não fale do que não sabe!
    Carolina Oliveira | 01.03.2011 | 21.15H
  • 01.03.2011 | 21.03Hcomentário reprovado
  • Penso q a raiva dos jovens esta a ser mal direcionada, e que esta aqui haver um grande mal entendido.
    O artigo pertende defender a NOSSA geracao, apenas o diz de uma maneira diferente e talvez a q nao e mais facil de compreender.
    Penso q o q se esta a tentar dizer e que nao basta dizer BASTA! e perciso tentar arranjar uma outra solucao, é preciso ser activo neste problema q nos envolve a todos e tentar fazer algo ( e sei q muita gente o faz) q nao seja apenas "dar cabecadas" sempre na mesma parede... temos e de aprender a contorna-la da melhor maneira.
    Obrigado
    Tomás Carvalho | 01.03.2011 | 20.51H
  • Telemóveis mexem com o cérebro - escreveu este artigo - MAS PELOS VISTOS ACONTECEU-LHE
    vera | 01.03.2011 | 20.05H
  • 01.03.2011 | 19.56Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 19.40Hcomentário reprovado
  • É engraçado notar que a grande maioria dos comentários está denunciada , mesmo não tendo nada de ofensivo, tratando-se apenas de críticas a um trabalho realizado por si, críticas que deviam ser tomadas como construtivas em vez de se recorrer à tentativa (falhada) de censura.
    Jovem | 01.03.2011 | 19.29H
  • "Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela." E que tal a senhora fazer também parte da solução em vez de andar a vomitar palavreado sem noção?
    Patchoncas | 01.03.2011 | 19.17H
  • A revolta dos leitores quanto a esta publicação já é noticia. ESPALHEM, mostrem a outras entidades jornalísticas uma pequena revolta que se encontra a decorrer...
    HUGO | 01.03.2011 | 19.06H
  • Bem, esta nao da uma para a caixa...
    Oli | 01.03.2011 | 18.30H
  • 01.03.2011 | 18.21Hcomentário reprovado
  • leia sra doutora, as falsas ajudas do estado http://economia.publico.pt/Noticia/estagiarios-com ecam-hoje-a-descontar_1482719
    cris | 01.03.2011 | 18.06H
  • 01.03.2011 | 16.48Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 16.47Hcomentário reprovado
  • "arecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução." E qual é a soluçao cara Isabel Stilwell? A minha foi sair do país, para conseguir condiçoes de trabalho dignas, contrato fixo, e salário que me desse para viver. Se me arranjar uma melhor que nao seja ganhar 800€ por mês em Portugal, com contrato de 6 meses + 6 meses + indefinido, avise!
    Maria Joao Rosa | 01.03.2011 | 16.13H
  • o que sinto e me parece é que a geraçao dos nosso pais fizeram o 25 abril e criaram as sua opotunidades de um mundo melhor para eles mas esqueceram de deixar alguma coisa para nos comermos , agora que comeram tudo querem fazer parecer que nos somos uns mandrioesm mas esquececem que nos somos os filhos da sociedade que esles criaram, e agora estam com coisas
    bruno nascimento | 01.03.2011 | 16.09H
  • "Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução." Pois bem, depois de ler isto vou passar a agir activamente da seguinte forma: quando me oferecerem o Destak nas ruas digo " Não obrigado, agora ando de metro".
    Zé Gato | 01.03.2011 | 16.02H
  • É a partir da relação que os adolescentes estabelecem com os outros, pais,
    família, escola ou comunidade, explorando os mundos possíveis do trabalho e da
    formação, que vão construindo a sua trajectória vocacional implicando expectativas,
    sonhos e aspirações profissionais. Apesar da proclamada igualdade de oportunidades no
    discurso social explícito, parece importante não ignorar que nem todos os adolescentes e
    jovens têm as mesmas possibilidades de acesso às oportunidades sociais de formação e
    profissão de níveis mais elevados, sendo, em muitos casos, um privilégio que resulta de
    ter nascido num determinado contexto sociocultural, ou de pertencer a uma família com
    uma determinada configuração e estatuto socioeconómico e cultural. Assim, por
    exemplo, adolescentes e jovens provenientes de contextos socioeconómicos e culturais
    menos favorecidos, cujas famílias manifestam necessidades básicas de sobrevivência,
    estão impedidos de alargar o seu tempo de formação para entrarem muito cedo no
    mundo do trabalho (abandonando antecipada ou precocemente o sistema de formação),
    porque, para além dos constrangimentos económicos familiares salientados, as
    expectativas dos níveis de formação e profissão veiculadas na família e na comunidade
    vão no sentido da reprodução e perpetuação dos deficit’s do grupo social de pertença
    (Gonçalves & Coimbra, 2000).
    Várias investigações foram realizadas, a partir dos anos 80, sobre o impacte dos
    pais na construção de aspirações e expectativas profissionais, algumas já referenciadas
    anteriormente na revisão investigação de Schulenberg, Vondraceck e Crouter (1984).
    Wall, Covel e MacIntyre (1999) constataram que o suporte emocional,
    acompanhado pelos meios instrumentais para o efectivarem, garantido pelos pais em
    actividades de formação e de exploração vocacional, tinha uma influência positiva, quer
    nos rapazes quer nas raparigas, na construção de expectativas e aspirações profissionais
    elevadas, mobilizando-os a investirem num percurso de formação mais longo. Contudo,
    encontraram diferenças de género: enquanto que as raparigas, para além da influência
    Revisão da Investigação – 64
    da família, reconheciam como positivas as influências dos pares e dos professores, nos
    rapazes apenas a variável preditiva da construção das suas aspirações e expectativas era
    a influência da família.
    Paa e MacWhirter (2000) concluíram que os adolescentes do Ensino Secundário
    experienciavam uma maior influência nas expectativas profissionais da figura parental
    do mesmo sexo. As raparigas expressavam, de forma mais acentuada do que os rapazes,
    que a figura materna proporcionava um feedback mais consistente do que o pai
    envolvendo-se, com mais frequência, em momentos de apoio e comunicação acerca dos
    projectos vocacionais (O’Brien, 1996; O’Brien et al., 2000; Rainey & Borders, 1997).
    Os rapazes reportavam que a figura do pai era a de maior influência na construção de
    expectativas profissionais seguida da figura materna. Contudo, quer os rapazes quer as
    raparigas reconheciam que os pais são mais importantes do que os pares e os
    professores na construção das expectativas e aspirações profissionais (Galambos &
    Silbereisen, 1987; Paa e MacWhirter, 2000).
    Os resultados de um estudo realizado com uma amostra de adolescentes e jovens
    portugueses (Gonçalves, 1997) revelam um impacte diferenciado na construção de
    expectativas profissionais e de formação em função do nível socio-económico e cultural
    da família de origem. Os adolescentes provenientes de contextos familiares de nível
    socioeconómico e cultural médio manifestam expectativas mais elevadas em relação à
    construção de projectos de formação e de profissão e sentem-se mais apoiados pelos
    seus pais do que os de níveis mais baixos e elevados. Nos níveis elevado e baixo, por
    razões de natureza bem diversa, predomina a convencionalidade/conformidade ligada à
    reprodução do estilo de vida dominante ou à escassez de oportunidades para contrariar o
    determinismo da origem socio-económica.
    O significado destas diferenças pode ser explicado pelo facto de o grupo de nível
    socio-económico médio, na cultura portuguesa, ser o de maior mobilidade social,
    assumindo um papel decisivo nas grandes transformações sociais e políticas. Por isso,
    surge como o grupo mais dinâmico, mais competitivo e com expectativas elevadas
    quanto ao seu protagonismo no mundo da cultura e profissional. Estas mensagens são
    transmitidas implícita ou explicitamente no contexto familiar e coexistem com os
    dispositivos necessários em termos de apoios afectivos e instrumentais para garantirem
    Revisão da Investigação – 65
    projectos de formação e de profissão que possam proporcionar o sucesso pessoal e
    familiar.
    Quanto ao nível socio-económico alto tende a ser, normalmente, um grupo mais
    cristalizado e acomodado onde, em muitos casos, os apoios instrumentais se sobrepõem
    aos emocionais. Estas famílias tendem a ser contextos favoráveis à emergência de
    sujeitos com estatutos de identidade vocacional outorgada, favoráveis ao cumprimento
    do projecto vocacional da família, ou então, sujeitos em difusão.
    Os sujeitos de nível socio-económico baixo têm expectativas reduzidas
    relativamente ao seu projecto de vida (formação, profissão), porque as mensagens
    veiculadas na sua família de origem e nos seus contextos de vida mais próximos vão
    nesse sentido e porque os constrangimentos económicos e sociais os empurram
    inevitavelmente para a primeira oportunidade de trabalho que lhes garante a si e aos
    seus a sobrevivência. Ter ou não ter expectativas elevadas em termos profissionais e de
    formação, em muitas situações, é um privilégio que resulta de pertencer a uma família
    com um determinado nível socio-económico e cultural (Gonçalves, 1997; Hoffman,
    Goldsmith & Hofacker, 1992).
    Concluindo, os resultados das várias investigações sobre a influência da família,
    nomeadamente os pais, na construção de expectativas e aspirações profissionais dos
    adolescentes salientam o impacte de um conjunto de variáveis familiares como o nível
    socioeconómico e cultural dos pais, o género destes, o emprego materno ou salário do
    pai. Contudo, a variável mais salientada na investigação, e que parece ter maior
    impacte, refere-se à qualidade do suporte e apoio que as figuras significativas garantem
    ou não aos seus filhos nos vários momentos do seus desenvolvimento em que são
    confrontados com tomadas de decisão vocacionais (Whiston & Keller, 2004).
    No que concerne à influência da família na construção da identidade vocacional
    dos adolescentes, apresenta-se um estudo, realizado por Sankey e Young (1996), onde
    os autores tentam avaliar a potencial relação entre os estatutos de identidade vocacional
    e as narrativas da influência parental, evocadas pelos jovens, no seu desenvolvimento
    vocacional.
    Sankey e Young (1996), partindo da categorização das narrativas de Gergen e
    Gergen (1986) e da metodologia adoptada no estudo de Young, Friesen e Borycki
    (1994), identificam no seu estudo apenas uma estrutura narrativa progressiva de três
    tipos: com avaliação negativa, com avaliação positiva e avaliação com um momento
    dramático de retorno. A explicação, apresentada pelos autores da investigação, de se
    terem encontrado somente três tipos de narrativas progressivas e de não se registarem
    narrativas regressivas, atribuem-na ao facto de todos os participantes estarem a
    participar num programa de intervenção no momento das entrevistas e, provavelmente,
    estarem envolvidos e sensibilizados para o processo da escolha vocacional; outra
    explicação possível poderá estar relacionada com a dimensão da amostra, que apenas
    era constituída por onze sujeitos. Resumidamente, os resultados encontrados são os
    seguintes:
    Revisão da Investigação – 76
    a)
    b)
    c)
    há uma relação positiva entre a narrativa progressiva com avaliação negativa da
    influência parental com o estatuto de identidade realizada (6 sujeitos) e o estatuto de
    moratória (dois sujeitos);
    há uma relação positiva entre a estrutura narrativa progressiva com um momento
    dramático de retorno e o estatuto de moratória (um sujeito);
    e uma relação positiva entre a narrativa progressiva com avaliação positiva da
    influência parental com o estatuto de identidade de difusão ( dois sujeitos).
    Os resultados da narrativa progressiva, com avaliação negativa e com momento
    dramático de retorno como histórias representativas dos estatutos de identidade
    realizada e de moratória, são coerentes com a teoria psicossocial de Erikson (1968),
    com a sua operacionalização nos estatutos de identidade de Marcia (1966) e com outros
    resultados da investigação. Marcia (1966), por exemplo, sugere que a construção da
    identidade realizada implica um certo questionamento dos valores e dos objectivos
    parentais. No entanto, alguns investigadores sublinham que, para que se construa uma
    identidade realizada, tem que garantir-se um contexto securizante, em que o apoio
    parental deve ser doseado com espaços de autonomia e exploração (Grotevant &
    Cooper, 1986; 1988). É preciso garantir um equilíbrio entre os ganhos em autonomia,
    por parte do adolescente, com uma vinculação segura aos pais (Campbell, Adams &
    Dobson 1984; Soares & Campos, 1988).
    Sublinhe-se, ainda, que existe uma forte relação entre as actividades de
    exploração e os estatutos de identidade realizada e de moratória (Blustein, Devenis &
    Kidney, 1989), sendo, normalmente, estas experiências de exploração, sentidas pelos
    adolescentes como momentos de conflito e de questionamento entre o seu ponto de vista
    no confronto com o das figuras significativas. Quando os jovens estão numa situação de
    escolha de alternativas vocacionais, normalmente questionam os valores e os objectivos
    dos outros significativos, para assumirem e construírem um projecto de que eles
    próprios são os principais protagonistas (Sankey & Young, 1996).
    No entanto, a relação entre a narrativa progressiva com avaliação positiva e o
    estatuto de identidade de difusão não seria um resultado esperado. De acordo com a
    teoria, seria mais consentâneo um estatuto de identidade outorgada (foreclosure), até
    porque estes jovens apresentam uma narrativa com investimentos, ainda que na ausência
    Revisão da Investigação – 77
    de momentos de exploração, assumindo os valores e os projectos dos pais sem
    questionamentos e conflitos. Ora, segundo a teoria de Marcia (1966), confirmada por
    investigações posteriores (Blustein & Philips, 1990; Campbell et al., 1984), o estatuto
    da difusão de identidade caracteriza-se por uma quase ausência de exploração e de
    investimentos vocacionais. Esta discrepância de resultados pode ser explicada pelos
    contributos apresentados por Vondraceck (1992), que afirma que os sujeitos podem não
    estar no mesmo estatuto nas diversas dimensões e áreas de construção da identidade. Ou
    seja, em determinados momentos do desenvolvimento, um indivíduo pode globalmente
    situar-se num estatuto de identidade de difusão e nas dimensões da identidade
    vocacional, situar-se num estatuto de identidade outorgada, como parece acontecer neste
    estudo. Estes resultados ainda podem ser explicados à luz desta constatação “são
    observados poucos tipos puros de estatutos de difusão, numa população de adolescentes
    saudáveis” (Vondraceck, Schulenberg, Skorikov, Gillespie & Wahleim, 1995).
    Concluindo, os resultados desta investigação são inconclusivos, porque a a
    dimensão da amostra é reduzida (onze sujeitos). No entanto, tem a virtualidade de
    apresentar uma nova metodologia de investigação, para estudos futuros sobre a
    percepção da influência parental e sua relação com os estatutos de identidade, através
    das narrativas vocacionais de adolescentes e jovens. A abordagem narrativa proporciona
    alguns contributos para a intervenção, porque, pela exploração das narrativas de vida o
    psicólogo não só promove a compreensão da experiência actual do cliente como
    também cria condições para a sua transformação, pela emergência de narrativas
    alternativas e pela criação de condições, para que o sujeito seja o autor principal da sua
    história. Porque é através das histórias narradas que o adolescente constrói significados
    para a sua experiência e pode identificar os temas dominantes da sua vida no passado e
    no presente, os conflitos, as pessoas que intervêm na sua narrativa (pais, pares e pessoas
    significativas) e o grau de autonomia que tem assumido como protagonista principal
    dessas histórias (Cochran, 1997).
    A teoria da acção, considerada como uma epistemologia alternativa por Richard
    Young e colegas (Young & Valach, 1996; 2000; 2004; Young, Valach & Collin, 1996;
    2002), no domínio da Psicologia Vocacional, deu origem a uma metodologia de
    intervenção e investigação, denominado por “qualitative action-project method”
    (Valach & Young, 2004), para perceber a influência do projecto familiar nos projectos
    vocacionais de adolescentes e jovens (Valach & Young, 2004; Young et al., 2001;
    Young et al., 2003).
    Esta teoria, também denominada por teoria da acção em contexto, teve a sua
    origem na metáfora contextualista de Pepper (1942). Essencialmente, esta abordagem
    postula que a acção humana é intencional e dirigida por objectivos, sendo esta a
    primeira unidade molar de análise que implica sofisticados e complexos caminhos de
    organização das acções através do tempo, em ordem a atingir certos objectivos.
    Dennefor (1999) define a acção humana como subjectivamente significativa e
    intencionalmente dirigida. A acção é a forma a que as pessoas recorrem para organizar e
    conferir significado e sentido às suas próprias vidas.
    A teoria da acção tem sido proposta como radicalmente contextualista, porque
    não é uma mera questão que se circunscreva ao bem-estar do indivíduo nem da
    sociedade, mas surge como fruto de uma inter-relação recíproca e mútua. Pela acção, o
    sujeito e a sociedade desenvolvem-se e realizam-se. Esta realização recíproca é
    essencial para se compreender como o significado, objectivos e intencionalidade da
    acção são construídos socialmente e para perceber como as acções individuais estão
    imbricadas em outras acções extra-pessoais (Young, 2001/02).
    Por isso, a teoria da acção também é vista como uma abordagem social
    construcionista, porque a acção só se torna possível na interacção com os outros; ou
    seja, o significado da acção humana (que implica objectivos e intencionalidade) é
    socialmente construído. Assim, a acção nunca é exclusivamente solipsista (pessoalista)
    mas implica assumir dimensões dos outros mediante a interacção; ou seja, é
    pessoal/social, interpessoal. Shotter (1993) afirma que os sujeitos ao envolverem-se na
    interacção social emerge uma “third thing” que imprime à acção humana uma dimensão
    Revisão da Investigação – 79
    única que não é meramente uma acção individual nem social, mas construída no
    confronto do sujeito com o mundo (Valach & Young, 2004; Young, Valach & Collin,
    1996).
    Nesta abordagem, a acção é a chave de compreensão do funcionamento humano.
    Contudo a acção mais que individual é uma acção social, porque ela é construída
    socialmente e impregnada nas redes sociais de pertença, viabilizando projectos
    possíveis nos limites das oportunidades e constrangimentos da comunidade de pertença
    (Gonçalves & Coimbra, 2000)
    Segundo Young e colegas, existem três dimensões da teoria da acção que são
    imprescindíveis para a conceptualização e construção de uma metodologia de
    investigação a desenvolver com as famílias: os sistemas de acção, os níveis de
    organização da acção e as perspectivas de acção (Valach, Young & Lynam, 2002;
    Young, Valach & Collin, 1996; 2002). Em primeiro lugar, as acções desenvolvidas nas
    famílias são representadas por sistemas de acções, não são acções isoladas, mas são um
    conjunto de acções inter-relacionadas que podem ser organizadas em paralelo, superordenadas
    ou subordinadas em sistemas. Os sistemas de acção familiar organizam-se em
    projectos familiares a médio prazo nos vários domínios do existir: saúde, educação,
    profissão, lazer, que são desenvolvidos em acções individuais e conjuntas, em ordem ao
    desenvolvimento da carreira, que aponta para objectivos familiares a longo prazo.
    Cada um dos quatro sistemas hierárquicos da acção: acção individual, acção
    conjunta, projecto e carreira estão organizados em objectivos, momentos funcionais e
    elementos e cada um destes constructos pode ser observado e analisado a partir da
    perspectiva do comportamento manifesto, processos internos e significado social. A
    diferença entre os constructos: acção, projecto e carreira é a dimensão da
    temporalidade, da complexidade da acção organizada de forma retrospectiva e
    prospectiva (Young, 2001/02). Por exemplo, uma conversa entre pais e filhos sobre a
    escolha vocacional pode ser um acontecimento isolado, reduzindo-se a uma mera acção
    pontual; contudo, passará a constituir-se como um projecto se pais e filhos organizam
    várias acções intencionais, durante um período de tempo suficientemente longo, em
    ordem a transformar-se numa carreira de formação/profissão para os filhos, que por sua
    vez se integra nos variados projectos familiares.
    Revisão da Investigação – 80
    A acção desenvolvida na família proporciona um excelente exemplo da
    impregnação social da acção humana: quando conjuntamente se assumem decisões,
    quando se escolhe entre várias alternativas, quando se planeiam objectivos familiares,
    quando se partilham experiências de sucesso ou insucesso familiar. Estas acções são
    construídas conjuntamente com o contributo de cada elemento da família, mas não é o
    somatório de cada elemento da família isoladamente, mas cada elemento é o “mapa
    mundi” da interacção familiar (Minuchin, 1974), através da “third thing” que emerge na
    interacção (Shotter, 1993).
    O projecto é um constructo que faz parte de uma hierarquia que comporta acção
    individual, acção conjunta, projecto e carreira, representando cada nível uma
    complexidade crescente de objectivos, processos e comportamentos que vão sendo
    realizados ao longo do tempo. Assim, o projecto torna-se possível porque existe um
    conjunto de acções intencionalizadas que são orientadas para um objectivo comum,
    socialmente construído, retrospectiva e prospectivamente. A carreira torna-se possível,
    porque existem projectos (Young, 2001/02).
    Os projectos estão interligados entre si. Os projectos relacionados com a família
    não são projectos construídos no vazio, mas contextualizados nos contornos sócioculturais
    e históricos, permitindo ao adolescente construir estes projectos e não outros.
    Por isso, os projectos familiares nem são exclusivamente individuais (embora, cada
    elemento da família contribua para o projecto da família e nela construa os seus
    projectos pessoais, sem deixarem de ser familiares), nem exclusivamente familiares,
    porque estão impregnados socialmente (Young, Paseluikho & Valach, 1997). A
    dimensão social dos projectos pessoais e familiares é decisiva na perspectiva da teoria
    da acção.
    Assim, o projecto de desenvolvimento vocacional é conceptualizado como algo
    que tem uma base generativa no seio da família, como parte integrante da parentificação
    e dos processos desenvolvimentais que ocorrem na família, na sua abertura ao contexto
    envolvente. Embora o contexto familiar, nomeadamente os pais, tenha uma relevância
    primordial na construção deste projecto, há a inevitável influência dos recursos
    exteriores à família (os contextos partilhados pelos adolescentes e pelos pais). Por
    exemplo, a informação que os filhos transportam para o diálogo com os pais, sobre o
    sistema de formação e a organização do trabalho, pode ser proveniente dos professores,
    Revisão da Investigação – 81
    do director de turma, do psicólogo da escola, da comunicação social e dos pares. Estes
    projectos são construídos e reconstruídos através de acções conjuntas, que ocorrem
    retrospectivamente e prospectivamente, com os pais e os outros, podendo ser
    transformados ou consolidados, em função da exploração das oportunidades disponíveis
    e apetecíveis a que realisticamente se pode aceder.
    Embora exista abundante literatura, mencionada ao longo deste capítulo, que
    sustenta e confirma uma rela
    Drunfo | 01.03.2011 | 15.59H
  • mmmmm axo um comentario proprio de quem nao e desta geraçao.....e percebe muito pouco dela tambem......
    sandra | 01.03.2011 | 15.44H
  • "Estágios levam corte de 20%. Quem ganhava 838 euros passa a receber 581" - e ainda esta senhora acha estranho que queiramos manifestar-nos!
    MP | 01.03.2011 | 15.42H
  • 01.03.2011 | 15.38Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 15.36Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 15.36Hcomentário reprovado
  • Cara Senhora Isabel Stilwell:
    Apesar das vozes que aqui se levantam concordo inteiramente consigo. Eu própria me sinto parva todos os dias.
    Parva porque andei a estudar 4 anos o curso que queria e que felizmente os meus pais conseguiram pagar, porque sejamos sinceros, isto do estudo para todos soa-me assim a uma grande treta...
    Parva porque depois da licenciatura estudei durante mais 2 anos para obter o meu grau de Mestre porque concerteza com mais formação teria mais oportunidades de carreira.
    Parva quando percebi que o mestrado afinal não me leva a lado nenhum e já o tive de retirar do meu cv várias vezes. Parva porque tenho 26 anos, nunca tive um contracto, nem estou perto de o ter. Parva porque apesar de ter conseguido encontrar trabalho, não na minha área claro, (parva que eu sou), trabalho a recibos verdes e se por acaso fico doente, são menos dias que recebo.
    Parva por ter 26 anos e de vez em quando ter de pedir dinheiro aos meus pais, porque não chega no final do mês.
    E parva porque as vezes penso que estou mal quando há pessoas aí desempregadas há mais de 1 ano.
    Que parva que sou senhora Isabel...Espero que não se ofenda com tanta parvoíce!
    Agora com sua licença tenho de ir ver se tenho dinheiro para encher o depósito e deslocar-me ao meu local de trabalho que por acaso é bem longe e não há transportes para esses lados... mas o que é que se podia esperar de uma parva??
    Parvinha de Todo | 01.03.2011 | 15.19H
  • 01.03.2011 | 15.15Hcomentário reprovado
  • É extremamente elegante ver algumas "pessoas" criticarem o modo de escrever de alguns "parvos". Ninguém é mais esperto sabendo escrever. Sempre ouvi dizer que "uma imagem vale mais que 1000 palavras", querendo dizer que o importante é o raciocínio e a sua forma de expressão, sendo ela de qualquer forma (graficamente, por desenho, etc...).
    Os jovens não necessitam de saber escrever (correctamente), pois a maioria das pessoas da idade desta sra o sabem, no entanto levam este País para o caminho que verificamos e deparamos!!!
    PARVOS NÃO SÃO OS QUE VÊEM, MAS SIM OS QUE NÃO QUEREM VER!!!
    Miguel | 01.03.2011 | 15.04H
  • tristeza.... vive em que mundo minha senhora? Em que realidade? Não é a minha com certeza.
    Ana Vanessa Lopes | 01.03.2011 | 14.47H
  • 01.03.2011 | 14.43Hcomentário reprovado
  • Volte lá para os seus romances e ficção que a realidade é para quem é entendido na matéria.
    Posh | 01.03.2011 | 14.06H
  • 01.03.2011 | 13.13Hcomentário reprovado
  • Vão fazer tudo para tirar a força do povo, mas vai ser difícil calar a voz de várias gerações de portugueses desiludidos com este Abril murcho e apagado. 25 de Abril Sempre e para todos não só para alguns privilegiados! Já dizia a canção: "Cravo vermelho ao peito a muitos fica bem, faz sobretudo jeito a certos filhos da mãe". Ah e se estivéssemos em 1976 os políticos fariam o que fazem hoje? O tanas é que faziam. Hoje existe o dilema: Ter ou Ser, eis a questão.
    Portuguez | 01.03.2011 | 11.56H
  • Fábio Oliveira estamos na mesma onda. Um mundo melhor tem de seguir um rumo mais altruísta.
    A verdade é essa; se estivéssemos bem empregados provavelmente esta situação diria-nos muito pouco. É estranha esta condição humana de poder bem com o mal dos outros.
    Manuel Alves | 01.03.2011 | 11.38H
  • 01.03.2011 | 11.29Hcomentário reprovado
  • Quanto à escravidão, recomendo a todos o documentário “De la servitude moderne” http://www.youtube.com/watch?v=mGyDiTUgqrM (também em outros sites e com legendas), que à primeira vista pode-se considerar excessivo, mas se pensarmos bem … Pretendendo ser ironia por parte dos Deolinda ou não, a arte tem destas coisas, várias interpretações. Considero muito redutor dizer-se que hoje não somos escravos apenas pelo facto de recebermos um salário, porque isso me faz pensar: Se os escravos antigos não tinham salário, então também não deviam ter abrigo, comida ou uns trapos para se taparem (esmagadora maioria do actual orçamento familiar). Avançámos um pouquinho, por podermos ao menos escolher, e mesmo aí muito limitados (se não formos ricos claro), o que pretendemos comer, vestir ou onde habitar. Há uma piada que deve fazer reflectir: para ter abrigo, cama, mesa e roupa lavada, e estando desempregado, então sempre posso ir roubar qualquer coisa para ser preso e ter esses DIREITOS todos, aliás, piada muito bem ilustrada por Chaplin no filme “Tempos Modernos”. Estes 2 exemplares da 7ª arte, assim como milhares de outros, como por exemplo o documentário galardoado com o melhor óscar este ano, parecem-me ir todos “desembocar” na razão de existir do movimento ZEITGEIST. Esse movimento parece-me ser um dos melhores desafios que nós jovens podemos travar. Para aqueles que fazem o que gostam ou, simplesmente, gostam do que fazem, os meus sinceros parabéns. Para os outros, como eu, desempregado que estou, UNAM-SE, discutam os problemas e tentem arranjar soluções (O projecto Vénus é um esboço), e não esperem uma grande receptividade das gerações mais velhas, dado, como se refere no ZEITGEIST, os que estão no poder fazem e farão tudo para lá se perpetuarem e manter o sistema inalterado (são exemplos o que está a acontecer na Líbia ou o Sócrates a criar o monstro da instabilidade política), afinal, eles estão só a lutar pela sobrevivência. A sociedade humana ainda está na sua infância, conseguiremos nós levá-la à idade adulta?
    Flávio Oliveira | 01.03.2011 | 11.17H
  • Acho estranho como é que com tantos “Lúmens” de razão, esta senhora, que de certeza progrediu apenas à conta da sua criatividade, esforço e talento, e inclusive trabalhou muito no campo em pequena (pelo sobrenome até deve ser de Trás-os-Montes), não tenha a destreza intelectual para DESMONTAR E PERCEBER A MÚSICA DOS DEOLINDA! IRONIA, Sr.ª, IRONIA, nas suas fontes históricas nunca ouviu falar de GIL VICENTE ? Ontem vi o prós e contras, transpareceu a típica posição de quem está à frente dos desígnios deste país quando enfrenta uma posição antagónica (não deve ser fácil discutir com a tia). Porque é que será que algumas pessoas quando debatem argumentos com os mais novos partem sempre de uma ideia pré-concebida de que os jovens não sabem, porque não passaram por…, porque não se esforçam,… que eu saiba é a partir dos jovens, estudantes ou não, que as coisas acontecem, até quando há uma guerra e é preciso carne para canhão, os jovens servem para dar a cara e não só… Tenho 34 anos e filhos, incuto-lhes constantemente os valores de quem se esforça, trabalha, e acima de tudo faz o que gosta, mas evito lançar-lhe esse ultimato “se queres ser”, “tens de ser”, quando alguém faz isso está imediatamente a apartar os filhos de uma realidade que devia ser equilibrada, afinal nem toda a gente pode estudar! È triste mas as vezes que assisto a cenas de pedagogia paternal aos filhos é quase sempre “tens de ser”, “vê lá se não…”, é um incentivo ao atropelo, ninguém se preocupa com os valores humanos como a solidariedade e a igualdade. Também se falou de flexibilidade e mobilidade, e que tal se a senhora passasse metade do seu tempo a lavar escadas, carregar lenha, plantar batatas, partir pedra, dar cola a sapatos 10 horas por dia, trabalhar numa mina,… esses conceitos aplicam-se exactamente a quê e a quem?? A mim cheiram-me sempre a esturro estes eufemismos.
    Espero que isto passe no lápis azul.
    Ricardo Pinto | 01.03.2011 | 11.04H
  • Ainda bem que alguem que já era bem nascida em 1974 acha que um grupo de pessoas não se devem manifestar livremente!
    Gostava de saber como é que esta Srª, NA PRATICA, está a ser afectada pela crise. Se calhar demora menos 15 minutos a fazer o IC19 já que o fluxo de carros diminui à medida que os preços da gasolina aumentam!
    Com 33 anos, não estou à RASCA, mas entendo que muitos e estejam e sou solidaria com eles, qq que seja a forma legal que usem para se manifestarem.
    JAP | 01.03.2011 | 11.02H
  • Fiquei extremamente desiludido com este editorial. Mostrou uma falta de respeito para com milhares de leitores assíduos do Destak, da geração que a senhora apelida de "Geração Parva".
    Paulo Ribeiro | 01.03.2011 | 09.32H
  • Candidatem-se que a malta dos direitos adquiridos não quer trabalhar.
    Profs. em greve outra vez! | 01.03.2011 | 09.02H
  • Tanta censura!
    anónimo | 01.03.2011 | 08.56H
  • CB, aconselho a que vá ver outra vez os P e C, a isabel stilwell disse foi que esta geração não era escrava,se fosse não tinha direito de se manifestar porque os escravos não se manifestavam (não podiam!), o ainda bem é em relação a poderem manifestar-se. O seu comentário mostra uma ignorancia enorme da sua parte em relação a todo o discurso da isabel stilwell.
    AFT | 01.03.2011 | 08.19H
  • É raro comentar artigos mas não posso deixar de o fazer perante esta aberração. Não entendo como é que se podem escrever esboços deste nível, onde a ignorância sobre o assunto é patente.
    Estou profundamente indingada com este "artigo de opinião" e no dia 12 lá estarei com esta e com a minha geração. De certeza que vamos ser muitos.
    Rosário Ávila de Melo | 01.03.2011 | 07.37H
  • 01.03.2011 | 03.38Hcomentário reprovado
  • Mary, és completamente idiota. só tens o 12º por isso é que tens mais dificuldades. se tivesses estudado não eras escravas. ridicula.........
    Marta Sá | 01.03.2011 | 03.27H
  • 01.03.2011 | 02.49Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 02.40Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 02.27Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 02.17Hcomentário reprovado
  • Eu acho que vou fazer um vídeo para por no youtube, com os grandes momentos televisivos da vossa "jornalista".
    GHJ | 01.03.2011 | 02.16H
  • 1800 Comentários Feitos, Cerca de 1300 CENSURAS EXECUTADAS ATÉ AGORA...
    Hugo | 01.03.2011 | 02.14H
  • "Os escravos nunca se revoltaram, ainda bem..." Isabel Stilweel in P&C Isto vindo de uma escritora de livros históricos, é impagável. Fora que pelo que parece não a Sr. jornalista e directora deste jornal, não reconhece aos escravos a capacidade de se revoltaram... Obrigada, pelo momento mais de que cómico da noite. Eu é que ainda não tinha reparado, mas esta publicação (Destak), deve ter carácter humorístico. Parabéns ao Destak,
    CB | 01.03.2011 | 02.13H
  • CENSURA?????
    Hugo | 01.03.2011 | 02.10H
  • 01.03.2011 | 02.05Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 02.00Hcomentário reprovado
  • Para os mais distraídos, destaco a posição da Srª Isabel Stilwell no jornal - Directora. Já deixa transparecer um pouco do teor do jornal, bem como o tipo de ideias que o mesmo tenta incutir nos leitores…
    Hugo | 01.03.2011 | 01.54H
  • 01.03.2011 | 01.48Hcomentário reprovado
  • Terminei o meu licenciamento, onde está incluído o estágio curricular de 3 meses, depois fiz um estágio de 6 meses (não recebi nem sequer 1 euro) com promessas de contrato logo a seguir que não aconteceu com nenhum dos estagiários, depois fui fazer outro estágio de mais 6 meses e passou-se precisamente o mesmo, porque logo depois de sair entraram outros estagiários também a ganhar 0 euros com a mesma promessa.
    Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
    Entretanto tirei o mestrado.
    No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais. Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo. Que nome podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
    vera | 01.03.2011 | 01.47H
  • 01.03.2011 | 01.42Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 01.40Hcomentário reprovado
  • "Os escravos nunca se revoltaram, ainda bem..." Isabel Stilweel in P&C A sério isto é mesmo um jornal???!
    Joana Freitas | 01.03.2011 | 01.39H
  • 01.03.2011 | 01.39Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 01.35Hcomentário reprovado
  • Vejo que há uma tentativa de limpeza da imagem da Senhora Stillwell. O Prós e Contras foi muito ameno e politicamente corre"c"to. As declarações dos dois estudantes de Coimbra foram as mais notáveis. No final de contas tudo se resume a um: "Faz aos outros como gostavas que te fizessem a ti". Mas enquanto o lucro continuar a ser mais importante do que as pessoas, por mais eleições que se façam, estas serão apenas reflexo das técnicas propaganda de massa patrocinadas por grandes grupos económicos, que no final de contas ganha todas as eleições, financia todos os partidos e serve-se de toda a sociedade em proveito próprio. A minha sensibilidade diz-me que não temos de ser máquinas de fazer dinheiro, nem carne para canhão, temos sim de procurar das as mãos como irmãos, pois há lugar para todos. A solução é a utopia.
    Tenho receio de dizer o meu nome | 01.03.2011 | 01.33H
  • Mas vêm para aqui todos contar a história da sua vida e aproveitam para colocar o currículo?
    Não é aqui que arranjam emprego.
    Tanto curriculo on-line aqui! | 01.03.2011 | 01.24H
  • PARA A ISA:
    És sem dúvida uma das "parvas" da nossa geração que em poucas palavras demonstrou a força de vontade! Força e que consigas arranjar algo melhor :)
    Joana Machado | 01.03.2011 | 00.56H
  • Continuem a denunciar os comentários como a pide fazia com a censura.
    Farto disto tudo | 01.03.2011 | 00.47H
  • 01.03.2011 | 00.45Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 00.37Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 00.36Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 00.35Hcomentário reprovado
  • 01.03.2011 | 00.10Hcomentário reprovado
  • Licenciamentos ou licenciaturas??? lol
    Caracois intensos | 28.02.2011 | 23.49H
  • MAS QUEEMM È QUE PENSAA QUE APRENDER E ESTUDAR NAO È IMPORTANTE??? NAO PERCEBEU NADA DA LETRA DA MUSICA..
    Ana Baptista | 28.02.2011 | 23.43H
  • Deita-te ao rio.
    abaixo o governo | 28.02.2011 | 23.33H
  • Terminei o meu licenciamento, onde está incluído o estágio curricular de 3 meses, depois fiz um estágio de 6 meses (não recebi nem sequer 1 euro) com promessas de contrato logo a seguir que não aconteceu com nenhum dos estagiários, depois fui fazer outro estágio de mais 6 meses e passou-se precisamente o mesmo, porque logo depois de sair entraram outros estagiários também a ganhar 0 euros com a mesma promessa.
    Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
    Entretanto tirei o mestrado.
    No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais.
    Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo. Que nome podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
    vera | 28.02.2011 | 23.28H
  • 28.02.2011 | 23.07Hcomentário reprovado
  • A "deolinda" do 12ºano com média de 17 escreve "furtuna"...
    Aqui está a geração mais qualificada de sempre.
    Deixa-me rir.
    Mary escreve "furtuna" e diz que era a melhor da turma! | 28.02.2011 | 22.28H
  • 28.02.2011 | 22.06Hcomentário reprovado
  • Não conheço esta senhora de todo, mas digo que se deve tratar, deve estar realmente muito doente ou então não é deste planeta. Com 6 anos de idade, fazia eu 3kilometros a pé para a escola, acordava as 5 horas da manhã, para chegar a horas, levava com as melhores chuvadas de inverno, estudava noites inteiras sem parar, para ter a melhor nota da turma e tinha, sempre a tive, durante 12 anos seguidos, o mesmo sufrimento, passava o dia sem comer, pois nem dinhero para a cantina tinha, usava sapatilhas anos seguidos com os dedos dos pés a espreitar, pois não tinha o luxo das meias. Mas não parei, nunca parei, nem um ano perdi, para finalmente chegar ao 12 ano com uma média de 17 valores e por fim, não havia mais por ond continuar. A familia precisava de mim, pois mais uma boca a comer sem mais algum dinheir a entrar era uma parevoice pegada. Sabem o emprego que consegui? Pizzaria por 2,50€ hora, uma furtuna, que teria que dar para mim, para as minhas 3 irmãs menores e para a minha mãe, que foi atropelada numa passadeira em frente a uma escola primaria e que, por mais incrivel que parça, a nada teve direito, pois o autor do crime era da alta sociedade. Mas felizmente, agora não me quixo, o meu ordenado chega para toda a familia e sobra realmente para mim. Não, não foi do euromilhões, foi deste lindo pais a queme desluqui, imaginem so, o ordenado minimo é 1300€!? isto para não falar da La CAF, do tipo amiseravel segurança social em portugal, paga-me 50% da renda da casa e não pago transportes publicos e mesmo se os pagasse, um bilhete de 1,50€ dura uma hora para todos os transportes publicos... e muito mais. Infelizmente, o meu pais não me deu estes luxos... Nunca mais direi, estrangeiros fora do meu pais, pois agora eu é que sou estranha neste pais que é França.
    mary | 28.02.2011 | 21.57H
  • QUEM SÃO OS DEOLINDA???????
    silas | 28.02.2011 | 21.30H
  • Se a responsabilidade , do que se escreve é dos internautas, se não refletem a opinião do jornalDestak, se o meu comentário não viola o bom nome de Isabel Stilwell, (não precisou da minha ajuda para isso!),não fiz comentários ofensivos, apenas pertinentes, nem a pessoas, nem a instituições, nem à própria cronista, não proferi insultos ou obscenidades susceptiveis de ferir a sensibilidade fosse de quem fosse...e tendo em conta que escritores e cronistas escrevem nos jornais e revistas textos com obscenidades mais graves e acusações(ofensivas por vezes), mais graves ainda!! Exigo a reposição imediata da minha opinião: LIvre, Isenta, num Estado de Direito que se quer Democrático e Equalitário, sem Censura! E já a gora um pedido de desculpas só fica é bem! Mas isso deixo ao vosso critério...as boas acções ficam com quem as pratica!
    maria-do-contra | 28.02.2011 | 21.15H
  • 28.02.2011 | 21.10Hcomentário reprovado
  • O problema deste artigo é que se torna ofensivo. Podemos ter opinião e viver em Democracia, mas proferir opiniões destas tendo em conta as situações actuais tão precárias de vida que tantos licenciados enfrentam e se esforçam por combater, é uma opinião no mínimo de gozo, para já não dizer de porca. Há quem passe fome. Uma coisa destas é um insulto.
    Rui Soares | 28.02.2011 | 20.33H
  • Mais uma jóia da Isabelinha....Leiam o artigo, e reparem nas contradições óbvias, realmente quem não nasceu para pensar, dificilmente vai conseguir.... Tinha-lhe ficado melhor ter pedido desculpas e ter-se demitido. Que grande palhaça incompetente. http://www.destak.pt/artigo/88813-discussao-em-red or-de-um-refrao-de-protesto
    VB | 28.02.2011 | 20.21H
  • I am so very important... no one compares to me!
    VIP | 28.02.2011 | 19.58H
  • Acham que no período a seguir ao 25 de Abril estas elites "defecavam" assim de tão alto?
    Zé Povinho TOMEM LÁ! | 28.02.2011 | 19.53H
  • Geração parasita? Então os parasitas estão bem magros... já os pançudos... comem tudo e não deixam nada. Foi contra esta canalha de pançudos que o povo saiu à rua no 25 de Abril! Isto não é um problema de gerações, é um problema entre o povo pobrete e alegrete e as elites pançudas e mal humoradas.
    Pobrete mas alegrete | 28.02.2011 | 19.50H
  • 28.02.2011 | 19.06Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 18.55Hcomentário reprovado
  • "INSOSSO/AA – Um homem foi apanhado desprevenido quando ouvia rádio, não indo a tempo de evitar o programa “Dias do Avesso”. Sofreu, por isso, uma acentuada quebra de tensão e, quando a família o acudiu, só conseguia dizer “dêem-me um shot dos mais fortes, ó faxavore!”.
    A vítima, que estava a acompanhar o rescaldo de um jogo de futebol na Antena 1, dormitou por uns minutos e, quando acordou, deu consigo a ouvir o programa da jornalista Isabel Stilwell e do psicólogo Eduardo Sá. “Parecia que tinha regressado ao jardim-de-infância”, esclareceu mais tarde, “estavam duas crianças a falar com vozinhas muito meigas e a fazer piadas mais básicas do que as d’Os Malucos do Riso”. Mais tarde, já recomposto, o homem passeava pela cidade quando lhe ofereceram um exemplar do “Destak” e, ao folheá-lo, leu sem querer o editorial e caiu redondo no chão." in http://www.oindesmentivel.com/seccoes/portugal-sec coes/programa-de-isabel-stilwell-eduardo-sa-provoc a-queda-de-tensao-arterial-ouvinte-da-antena-1
    Lara Freitas | 28.02.2011 | 18.43H
  • 28.02.2011 | 18.38Hcomentário reprovado
  • Estes parasitas que tiveram tudo, não se propõem a fazer nada! Só falam de heranças.
    Mas porque raio não são capazes de olhar em frente com tanto que dizem que estudaram?
    António | 28.02.2011 | 18.07H
  • "...imaginar a vida confortável que sempre me GARANTIRAM que teria a descer pelo cano de esgoto..." Mais uma a admitir que deixou tudo nas mãos dos outros.
    A seguir deve reclamar da herança que lhe deixaram...
    Que geração tão parasita |
    Que geração tão parasita | | 28.02.2011 | 18.04H
  • Viva ao país das oportunidades. Viva ao QREN. Viva às imensaaaassss oportunidades de sermos empreendedores. viva à geração anterior, sofredora e que tinha no seu vocabulário a palavra "antiguidade". que piada!!! Viva à função pública! Mas principalmente, um viva para todos os jovens que optaram por sair do país e que que são reconhecidos e empreendedores noutro país tão ou mais maravilhoso do que o nosso! ah... e VIVA aos anónimos e todos os que não têm coragem de dar a cara pelo que dizem.
    Ana Gouveia | 28.02.2011 | 18.03H
  • "...imaginar a vida confortável que sempre me GARANTIRAM que teria a descer pelo cano de esgoto..." Mais uma a admitir que deixou tudo nas mãos dos outros.
    A seguir deve reclamar da herança que lhe deixaram...
    Que geração tão parasita | 28.02.2011 | 17.51H
  • 28.02.2011 | 17.51Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 17.51Hcomentário reprovado
  • Quem não está bem muda-se...
    anónimo | 28.02.2011 | 17.47H
  • 28.02.2011 | 17.46Hcomentário reprovado
  • Licenciados a escrever "à muito tempo" nos comentários desta página...
    anónimo | 28.02.2011 | 17.46H
  • A "geração mais qualificada da história de Portugal", segundo um comentário censurado (mais um) que por aqui anda, lançou uma petição. Fui ver: a petição não é válida! Ninguém (altamente qualificado) se lembrou de verificar o que é necessário para que uma petição seja oficial.
    "a geração mais qualificada da história de Portugal" faz coisas destas.
    Matias | 28.02.2011 | 17.44H
  • "Licenciados"
    anónimo | 28.02.2011 | 17.41H
  • Licenciados a escrever "demonstrão" nos comentários desta página...
    anónimo | 28.02.2011 | 17.40H
  • contratos a termo era bom e recibos verdes também para muitos!! o problema é existir muita gente que se encontra á quase 1 ano em estágios não remunerados ou mesmo só a receber ajudas de custo (150 meuros por mes), pessoas estas que se mataram a estudar durante 5 anos da sua vida para ter uma licenciatura...
    mais um parvo | 28.02.2011 | 17.33H
  • A crise não foi inventada par nos tramar. Toda a razão. Na verdade a crise foi inventada pela tua geração e está a ser paga pela dos teus filhos. Quando a crítica é a desfavor não faltam comentários apagados, denunciados e reprovados. Se calhar este é mais um!
    Ni | 28.02.2011 | 17.32H
  • 28.02.2011 | 17.31Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 17.31Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 16.58Hcomentário reprovado
  • cada um coça onde lhe doi e portanto manifesta-se quem quer...se as pessoas de outra geração e com outras habilitações, com condições miseras de trabalho não se manifestam o problema é deles...além disso ganhar acima da média é sinónimo de estar bem na vida e não ser escravo? é realmente bonito vir largar umas larachas de barriga cheia, como se conhecesse a verdade absoluta...não temos direito a fazer o que gostamos? a ter uma vida pessoal além de profissional? faço por cumprir todos os meus deveres de cidadania e portanto exijo direitos! nem tenho espaço para escrever todos os pormenores que se esqueceu de referir...enfim, falar é fácil, costuma dizer-se
    AnaC | 28.02.2011 | 16.25H
  • 28.02.2011 | 16.11Hcomentário reprovado
  • Oh minha senhora diga-me onde estacionou a nave????
    Peter | 28.02.2011 | 15.38H
  • Obrigada Vera. Muito bem!
    Marta | 28.02.2011 | 15.27H
  • NÉLSON BRITO: (não sou de comentar coisas destas mas o seu comentário parou-me a digestão do almoço), FAÇO VOTOS PARA QUE NO DIA EM QUE VÁ BUSCAR A REFORMA À CONTA DOS MÍSEROS SALÁRIOS PAGOS À MINHA GERAÇÃO PARA AS EMPRESAS PODEREM PAGAR A ABSURDA TAXA TSU E DOS IMENSOS IMPOSTOS DE TODA A ESPÉCIE PARA FINANCIAR COM O OE AS PENSÕES - NÃO ES-TE-JA LÁ NA-DA PA-RA TI-RAR !-!-!
    Marta | 28.02.2011 | 15.18H
  • 80% dos licenciados ganham acima da média? A Senhora vive em Portugal?
    Vanessa Santos | 28.02.2011 | 15.12H
  • Boa tarde, Nota-se que vive num mundo só seu e que desconhece a realidade dos nossos recém-licenciados....
    Márcia Batista | 28.02.2011 | 14.53H
  • 28.02.2011 | 14.40Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 14.15Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 14.06Hcomentário reprovado
  • Esta Sra realmente. Pode não concordar com o titulo da música, mas não concordar com o quão difícil, é termos queimado pestanas na universidade e termos de muitas vezes trabalhar de graça para ganharmos nem que seja experiência...
    Quanto aos pais que foram para a guerra do ultramar, dizem que foi uma experiência e tanto. Óbvio que nem sempre foi fácil, pois está claro. Mas nunca lhes faltou comida na mesa. E nos dias de hoje é a vida militar que dá emprego a muitas pessoas da Geração Parva!!!
    Ricardo | 28.02.2011 | 13.39H
  • É claro que dizer a verdade custa e esta Sra mais uma vez paga por isso nos comentários que são feitos. Como não podia deixar de ser partilho completamente da opinião que Isabel Stilwell expõe. E digo mais, se esta geração se sujeita a trabalhar de graça é porque tem consciência do seu valor. Mas o pior é que dão cabo do mercado de trabalho e não percebem que só estão a alimentar um sistema falido. Srs façam valer os V. ordenados e deixem-se de cantorias.
    Nelson Brito | 28.02.2011 | 13.23H
  • 28.02.2011 | 13.05Hcomentário reprovado
  • Esta senhora não sabe o que é a vida! Mas ao invocar a guerra do ultramar, ainda meteu mais a pata na poça. Foi durante a ditadura, minha senhora! Perdi um dos meus irmãos lá! Sabe o que é isso? E agora? estamos em democracia, mas empregos só com grandes cunhas! Arranja uma para um filho licenciado há 3 anos e a ganhar o seu vencimento? Sou mãe de geração à rasca e esta geração como outra gostava de ser independente! viver de mesada aos 30 anos é triste tanto para os filhos como para os pais, e nem todos têm pais a ajudar! Olhe, acho que devia ser já demitida, como se estivesse no tempo da guerra do ultramar, já deixava vaga a um à rasca!
    Mãe de geração à rasca! | 28.02.2011 | 12.59H
  • 28.02.2011 | 12.29Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 12.27Hcomentário reprovado
  • Sim, dona Isabel, tem toda a razão. Somos uma geração parva e preguiçosa. Isto é tudo preguiça, sabe. Os empregos abundam nesta terra. Eu é que sou parva por estar desempregada. Não são as ofertas na minha área (já agora, comunicação social) que pedem 5 anos de experiência (coisa tão fácil a um recém-licenciado!), ou empregam os filhos dos amigos, ou pagam o ordenado mínimo. Não são as lojinhas dos centros comerciais que não me chamam por ser demasiado qualificada (levando-me até a ter de considerar "apagar" simplesmente a licenciatura do currículo, ao fim de anos a pagar propinas). Não. Sou eu que ADORO viver às custas do meu pai, não ter o meu próprio dinheiro, levar os dias na inutilidade e em stress por não ter nada com que me ocupar, e imaginar a vida confortável que sempre me GARANTIRAM que teria a descer pelo cano de esgoto.
    Crise? Corrupção? Nah. Isso não existe. É desculpa dos parvos e preguiçosos como eu para não levantarem os rabos do sofá!
    Maria Costa | 28.02.2011 | 11.56H
  • Desde 2007 a apoiar este mundo parvo.. http://www.comunicamos.org/ofertas-de-emprego/jorn alistas-estagios
    Rui Tavares | 28.02.2011 | 11.49H
  • Esta Senhora também se esquece que somos a geração mais qualificada da história de Portugal. Também se esquece que os nossos pais licenciados tiveram emprego mal saíram da faculdade. Os meus pais quando tinham a minha idade (27) já tinham 3 filhos e estavam a comprar a 2a casa. Eu ainda não consigo sair de casa e estou a concluir a segunda licenciatura enquanto trabalhador estudante.
    Também se esquece que não foi a nossa geração que permitiu os recibos verdes como hoje são. Também foi a vossa geração que hipotecou o nosso futuro quer com má gestão na produção de licenciados (demasiados doutores), quer no endividamento público e privado e ainda, a uma escala global, ao uso irresponsável dos recursos naturais. A vossa geração não pensou no futuro, não pensou na nossa nem na que virá a seguir à nossa. Ainda fala que somos egocêntricos? A vossa geração é a que diz: "Já não vou estar cá para ver". O vosso único interesse é garantir as vossas reformas. Não vos interessa o nosso futuro e o futuro dos nossos filhos. Não lave as suas mãos. Somos sim, a geração parva, à rasca e, pior, traída!
    Temos sim razão e o dever de nos manifestar. Manifestar o desagrado pela situação que estamos a herdar de vocês.
    philipp | 28.02.2011 | 11.22H
  • VCOSTA Obrigado por mais um momento cómico, de facto aprecio o teu sentido de humor! De resto não tenho nada a acrescentar, tens toda e absoluta razão, és o expoente máximo da inteligência humana e não vale a pena estar a discutir mais, o tema aqui é o artigo acima exposto. Opiniões todos temos, e a maior parte das pessoas que leram o artigo sentiram-se ofendidas porque se identificam com essa situação. Eu vejo pessoas que vão tirar cursos em áreas que já estão saturadas e depois perguntam-se porque estão desempregados?? Temos arquitectos à tonelada, engenheiros, professores e o mercado já está saturado de todas essas profissões. As pessoas deviam ter dois dedos de testa quando se queixam que fizeram estágios não remunerados para no final serem despedidos; se eu fosse a entidade patronal faria exactamente o mesmo, tal cm eles fariam se o fossem. E a culpa de se sujeitarem a esse tratamento é deles, porque se rebaixam por qualquer vaga e menosprezam-se a si próprios. Que corra tudo bem e façam-se à vida! Carpe diem mesmo! :D
    LUIS | 28.02.2011 | 11.20H
  • 28.02.2011 | 11.03Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 11.00Hcomentário reprovado
  • Afinal não parvos nenhuns a é uma cambada de pessoas se é assim que se podem chamar, que estão bem e olham para o resto como se ninguem quisese trabalhar e ainda propoe "sejam inovadores abram uma empressa". Cambada de anor...s, 90% da população não tem dinheiro dos pais para isso como Voces e pedir emprestimos é impossivel. Ja agora ganhar o dobro da meia é bom se não fosse em Portugal porque a media é 475 €.. jejeje ou Dona Isabel ate mete piada. Tambem gostava de arranjar um emprego onde me pagassem para escrever como a esta senhora e o resto dos amigos dela. Numa coisa têm razão temos que fazer parte da solução, é mandar abaixo toda esta cambada que esta na politica e amigos.
    daniel | 28.02.2011 | 10.02H
  • Para poder fazer um curso universitário sempre tive de trabalhar. Trabalhava para um senhor que vendia nas feiras e mercados municipais, levantar-me as 5h da manhã quer estivesse a fazer sol ou chuva para ir trabalhar, para quando chegasse ainda ir para as aulas até as 20h. Parva??? É quem fica à espera que as coisas lhe caem do céu. Entre frequentar um estágio profissional, ou estar a recibo verde ou estar em casa....eu prefiro obviamente estar a trabalhar mesmo sendo de uma forma precária. Mas se jornalista em questão não consegue ver para além do obvio....ou seja, as faltas de oportunidades de emprego e o estado actual da economia deve-se a pessoas da sua geração que recebem por mês 4 mil euros, ou que gastam em almoços de "trabalho" 100 mil euros. Engraçado e a minha geração é que é rotulada de parva....
    isa | 28.02.2011 | 09.59H
  • Caro Luís,
    Agradeço desde já pelo seu post hilariante! Já vi que continua inspirado (ou deverei dizer obstipado???) Ui!!! Ainda para mais domina essa língua estrangeira, que certamente lhe abrirá portas em qualquer empresa, designada por verborreia! “estamux nu exam de portuguex” Que poético!!! Mais uma vez PARABÉNS!! Felizmente, só tenho de ler o que escreveu e não ouvir sair da sua boca o lixo que o seu cérebro da era da pedra conseguiu articular. Quanto a levar no focinho! Se estivéssemos frente a frente acredite que não seria no focinho que lhe iria “dar”, mas antes onde o seu cérebro parece estar alojado, i.e., (se não souber o significado, consulte um dicionário!) o seu ANÚS, e não, não se trata do seu aniversário!!!! As suas ofensas caem em saco vazio sabe porquê?? Porque a sua credibilidade é paralela à sua burrice. Já dizia o velho ditado “Burro velho não aprende línguas”, você representa na perfeição essa máxima. Só mesmo uma nano mente é que chegaria à brilhante conclusão que o português bem escrito serve apenas para exames de português!!! LOLOL GROW UP!!! Com recurso a cábulas é provável que com sorte conseguisse uma nota positiva num exame de português, sim!! Dou-lhe essa prova de confiança!! É óbvio que não pertence a esta geração, mas antes à geração jurássica. Spielberg talvez lhe arranjasse um posto de trabalho enquanto detector fecal. Para sua informação, não estou, nem nunca estive na “porcaria”, mas folgo em saber que já saiu dela. Agora já só lhe falta um banhinho! Sim já que o mau cheiro acompanha-o. Mais um tiro ao lado, nunca lambi ´”traseiros”,(rabos, meu caro, têm os que são da sua estirpe). Concordo consigo, o dinheiro é o que realmente interessa. “A política e a prostituição são os únicos empregos que não exigem experiência anterior.” Como não lhe reconheço competência para político (apesar de reunir pelo menos 2 requisitos; ganância e burrice), resta-me a 1ª opção! Agora percebo o porquê da sua fixação por “traseiros, lambidelas e dinheiro”, trata-se de um defeito profissional.
    Ps – Antes intelectual do que analfabeto funcional! Aproveite o RVCC pode ser que assim consiga obter habilitações ao nível do 5.º ano. carpe diem! :) Devido à censura tive de mudar de nome! Assinado:
    VCosta
    Seixas Neves | 28.02.2011 | 08.40H
  • Confesso estar cada vez mais parvo com esta jornalista.
    Infelizmente, esta senhora vive uma realidade e uma vida que são alheios à maioria dos portugueses!
    Ocupa cargos sem ter competência, sempre com a ajuda da família. Isto porque a sua licenciatura não é muito dada a oferta de empregos neste país, já que falamos de Comunicação Social. Já se imaginou na pele de uma pessoa licenciada com a sua licenciatura nos dias de hoje? Já no seu tempo os jornalistas eram todos arranjados através de tachos. Hoje, isso está à vista de todos. Basta olhar para os nomes que surgem das TVS, JORNAIS E RÁDIOS! O seu caso é um exemplo disso mesmo! Penso nisso! E pense nas restantes também!
    Observadora | 28.02.2011 | 02.59H
  • 28.02.2011 | 02.50Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 02.46Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 01.48Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 01.26Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 01.17Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 00.52Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 00.06Hcomentário reprovado
  • 28.02.2011 | 00.04Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 23.37Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 23.29Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 23.04Hcomentário reprovado
  • Caro Luís,
    Agradeço desde já pelo seu post hilariante! Já vi que continua inspirado (ou deverei dizer obstipado???) Ui!!! Ainda para mais domina essa língua estrangeira, que certamente lhe abrirá portas em qualquer empresa, designada por verborreia! “estamux nu exam de portuguex” Que poético!!! Mais uma vez PARABÉNS!! Felizmente, só tenho de ler o que escreveu e não ouvir sair da sua boca o lixo que o seu cérebro da era da pedra conseguiu articular. Quanto a levar no focinho! Se estivéssemos frente a frente acredite que não seria no focinho que lhe iria “dar”, mas antes onde o seu cérebro parece estar alojado, i.e., (se não souber o significado, consulte um dicionário!) o seu ANÚS, e não, não se trata do seu aniversário!!!! As suas ofensas caem em saco vazio sabe porquê?? Porque a sua credibilidade é paralela à sua burrice. Já dizia o velho ditado “Burro velho não aprende línguas”, você representa na perfeição essa máxima. Só mesmo uma nano mente é que chegaria à brilhante conclusão que o português bem escrito serve apenas para exames de português!!! LOLOL GROW UP!!! Com recurso a cábulas é provável que com sorte conseguisse uma nota positiva num exame de português, sim!! Dou-lhe essa prova de confiança!! É óbvio que não pertence a esta geração, mas antes à geração jurássica. Spielberg talvez lhe arranjasse um posto de trabalho enquanto detector fecal. Para sua informação, não estou, nem nunca estive na “porcaria”, mas folgo em saber que já saiu dela. Agora já só lhe falta um banhinho! Sim já que o mau cheiro acompanha-o. Mais um tiro ao lado, nunca lambi ´”traseiros”,(rabos, meu caro, têm os que são da sua estirpe). Concordo consigo, o dinheiro é o que realmente interessa. “A política e a prostituição são os únicos empregos que não exigem experiência anterior.” Como não lhe reconheço competência para político (apesar de reunir pelo menos 2 requisitos; ganância e burrice), resta-me a 1ª opção! Agora percebo o porquê da sua fixação por “traseiros, lambidelas e dinheiro”, trata-se de um defeito profissional.
    Ps – Antes intelectual do que analfabeto funcional! Aproveite o RVCC pode ser que assim consiga obter habilitações ao nível do 5.º ano. carpe diem! :)
    VCosta | 27.02.2011 | 22.35H
  • 27.02.2011 | 22.26Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 22.21Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 21.54Hcomentário reprovado
  • Se nós estudantes enfrentamos estes obstáculos todos para encontrar um emprego na área que nos formamos, é graças a estes 'doutores' que nos desvalorizam, e aproveitam os seus grandes cargos de prestigios para se fazerem ouvir. Enquanto derem voz a pessoas ignorantes, o pais não vai a lado nenhum. Os Deolinda devem ser valorizados porque fizeram com que os jovens saissem de casa e se fizessem ouvir.
    O seu cargo de luxo não lhe deve proporcionar contacto com o 'proletariado'. Mas se resolver, eventualmente, voltar a fazer afirmações deste género, deveria ter contacto com o mundo real, para dar um pouco de credibilidade às suas TRISTES e INFELIZES afirmações.
    Cátia | 27.02.2011 | 21.52H
  • Este artigo nem parece da Isabel Stilwell. Parabéns ao Gonçalo Marques que lhe deu uma boa resposta. Aquilo que eu penso é que o futuro tem de ser melhor para todos e não fazermos comparações normais nos Portugueses retrógrados, tais como ''no tempo do meu pai ou avós''. Já sabemos que o tempo deles foram maus mas o tempo dos meus filhos e netos tem de ser muito melhor e ponto. Unam-se e deixem de ser parvos. xD O que me parece é que a Isabel quis dar nas vistas, pois já poucos falam nela e portanto dar nas vistas só se poderá fazer neste momento por artigos maus como este que têm a audiência que os Deolinda têm. Parabéns DEOLINDA....Parabéns ao GONÇALO....
    Ana Silva | 27.02.2011 | 21.51H
  • 27.02.2011 | 21.39Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 21.26Hcomentário reprovado
  • Caro Luís,
    Agradeço desde já pelo seu post hilariante! Já vi que continua inspirado (ou deverei dizer obstipado???) Ui!!! Ainda para mais domina essa língua estrangeira, que certamente lhe abrirá portas em qualquer empresa, designada por verborreia! “estamux nu exam de portuguex” Que poético!!! Mais uma vez PARABÉNS!! Felizmente, só tenho de ler o que escreveu e não ouvir sair da sua boca o lixo que o seu cérebro da era da pedra conseguiu articular. Quanto a levar no focinho! Se estivéssemos frente a frente acredite que não seria no focinho que lhe iria “dar”, mas antes onde o seu cérebro parece estar alojado, i.e., (se não souber o significado, consulte um dicionário!) o seu ANÚS, e não, não se trata do seu aniversário!!!! As suas ofensas caem em saco vazio sabe porquê?? Porque a sua credibilidade é paralela à sua burrice. Já dizia o velho ditado “Burro velho não aprende línguas”, você representa na perfeição essa máxima. Só mesmo uma nano mente é que chegaria à brilhante conclusão que o português bem escrito serve apenas para exames de português!!! LOLOL GROW UP!!! Com recurso a cábulas é provável que com sorte conseguisse uma nota positiva num exame de português, sim!! Dou-lhe essa prova de confiança!! É óbvio que não pertence a esta geração, mas antes à geração jurássica. Spilberg talvez lhe arranjasse um posto de trabalho enquanto detector fecal. Para sua informação, não estou, nem nunca estive na “porcaria”, mas folgo em saber que já saiu dela. Agora já só lhe falta um banhinho! Sim já que o mau cheiro acompanha-o. Mais um tiro ao lado, nunca lambi ´”traseiros”,(rabos, meu caro, têm os que são da sua estirpe). Concordo consigo, o dinheiro é o que realmente interessa. “A política e a prostituição são os únicos empregos que não exigem experiência anterior.” Como não lhe reconheço competência para político (apesar de reunir pelo menos 2 requisitos; ganância e burrice), resta-me a 1ª opção! Agora percebo o porquê da sua fixação por “traseiros, lambidelas e dinheiro”, trata-se de um defeito profissional.
    Ps – Antes intelectual do que analfabeto funcional! Aproveite o RVCC pode ser que assim consiga obter habilitações ao nível do 5.º ano. carpe diem! :)
    VCosta | 27.02.2011 | 21.19H
  • Eu só sei que quando um português vai lá para fora trabalhar até recebe prémios de bom desempenho. Nós por cá quem trabalha bem e se interessa pelo emprego é olhado com desconfiança ser premiado por bom desempenho é um factor de estimulo para o empregado e para o individuo.
    mig | 27.02.2011 | 21.14H
  • a Isabel tem todo o direito a dar opiniões sem ser insultada, mas se chama parvos...arrisca-se :) e nalgumas coisas terá razão- existem algumas pessoas que se vitimizam em excesso e que são pouco lutadoras
    mas o seu txt é demasiado simplista e "parvo" pq nem percebe a ironia da letra.
    vamos todos fazer melhor e a isabel e sua equipa por fazer melhor jornalismo neste jornal, pq afinal até deve ser licenciada :)
    cumpts a todos
    joão tovar | 27.02.2011 | 21.12H
  • Texto retirado do Facebook Sou parvo(a) Cara Isabel Stilwell
    Permite-me desde já começar a tratar-te por tu. A leviandade e à vontade com que chamas parva a toda uma geração - da qual faço parte - significa du...as coisas: há uma grande confiança entre nós e tu própria, embora a data de nascimento diga o contrário, és uma grande parva.
    Já fui rasca mas agora sou parvo.
    Sou parvo porque a tua geração deu-me aulas desde os 6 anos até ao ensino superior.
    Sou parvo porque a tua geração lidera este país para o abismo.
    Sou parvo porque a tua geração, em tempo de “vacas gordas”, conseguiu usar incorrectamente os fundos e apoios da União Europeia.
    Sou parvo porque não tenho cunhas.
    Sou parvo porque cresci com a tua geração a dizer-me que para ter um bom futuro era preciso ter um curso superior.
    Sou parvo porque o mercado de trabalho está sobrelotado de incompetentes, ultrapassados e desmotivados trabalhadores da tua geração, cuja única preocupação é não perder o emprego.
    Sou parvo porque acreditei na mudança e fui vencido por um país onde a tua geração sente arrepios cada vez que ouve este termo.
    Sou parvo porque acreditei que o mérito era um valor reconhecido.
    Sou parvo porque venho de uma família onde ninguém trabalha numa Fundação ou Instituto Público. Isabel, tenho que reconhecer que tens razão: sou parvo.
    Ainda assim, aqui entre nós, apesar de ser parvo, eu não sou Director Geral de um jornal que vive dos investimentos publicitários, direccionados para um target que eu acabei de chamar parvo. Será que as marcas que escolhem os Destak para fazer campanhas também são parvas?
    Nuno M. S. | 27.02.2011 | 21.08H
  • 27.02.2011 | 21.06Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 20.44Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 20.41Hcomentário reprovado
  • Matias, não seja infantil, começar por baixo na carreira não é sinónimo de trabalhar mais que um servente das obras e ganhar menos. E acredite que eu sei o que isso é porque já o fiz. E o Senhor? Porventura sabe como se fazem calos nas mãos, nem que seja nas férias de verão? Ignorante é aquele que ignora, e se ignora completamente porque quer, para além de ignorante é obtuso. Não é Matias? Deixe-se de merdas, pois é essa mesma a herança que não quero de si... Que grande mania de assumir que todos os jovens entre os 20 e os 30 tiveram a "papinha feita". Secalhar tiveram os meninos da Sra. Stilwell, talvez os seus, mas não eu, nem a Cristina Fernades que conheço pessoalmente. Estimo bem que se junte pelas astes à cronista dos tachos de origem marital, e façam corja a puchar pelo carro da lenha queimada: Esse tema já ardeu meus senhores.
    André Afonso | 27.02.2011 | 20.41H
  • Programa de Isabel Stilwell provoca queda de tensão arterial a ouvinte da Antena 1 -----------------------
    http://www.oindesmentivel.com/seccoes/portugal-sec coes/programa-de-isabel-stilwell-eduardo-sa-provoc a-queda-de-tensao-arterial-ouvinte-da-antena-1
    ----------------------------------------
    http://albanoassuncao.tumblr.com/post/1053977769
    vera | 27.02.2011 | 20.31H
  • 27.02.2011 | 20.27Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 20.22Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 20.19Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 19.23Hcomentário reprovado
  • Proposta: já que os "jovens" só querem trabalhar se ganharem o mesmo que director, contratem antes os desempregados acima dos 40 anos. Há muitos com licenciatura e experiência profissional e que sabem escrever e fazer contas.
    Matias | 27.02.2011 | 19.19H
  • Novidade : "entre os 40 e os 60 anos e ser Geração Liberdade Irresponsável ou também conhecidos por “Os cotas que C(F)oderam tudo e não deixaram nada!”
    Bem me parecia que o problema desta geração eram as heranças. Queriam ser todos filhos de rico para não terem de começar por baixo na carreira.
    Outra geração "Direitos Adquiridos e os outros que se lixem"!
    Matias | 27.02.2011 | 19.16H
  • Disse Berdiaev em "O Significado da Criação", passando a citar: “A genialidade, bem como a santidade, não se herda. “ e é bem verdade.
    Cara autora, se é que se assim se lhe pode chamar, pense que uma visão tão generalista da realidade a abstrai completamente dos casos particulares.
    Com 23 anos de idade, também eu sou escritor, publicado desde os 21, sendo que lhe darei uma opinião nesse âmbito. A sua escrita não é de todo interessante ou sequer relevante aos níveis artístico, cientifico, humorístico, cultural ou até mesmo meramente opinativo. Pode-se dizer até, que é vulgar, simplista, mesmo ainda, pseudo-pensada, até porque nem sequer é uma ideia que se possa considerar inovadora ou original da “autora”. Repare como passei agora a coloca-la entre aspas, assim como coloco em causa a sua capacidade de dactilografia. Não me vou dedicar, muito, à repetição de testemunho livre. Como muitas pessoas que aqui tentaram expressar livre opinião, sendo censuradas, também eu tenho a experiencia de trabalhar em “empregos” a tempo parcial desde os 14 anos, coincidindo com o final do ensino obrigatório, sem idade legal todavia, acontece. Também eu o fiz para desafogar os meus pais de despesas com as minhas actividades recreativas e extra curriculares. Assim, como me incluo no grupo dos licenciados que não tem emprego em Portugal, incluo-me no grupo de jovens que lutam diariamente pela vida.
    Mas não julgue que me queixo, não, de todo. A minha licenciatura em Enfermagem está a dar frutos, sou produtivo, tenho um emprego na área para a qual estudei e acredite que ganho bem mais que “o dobro do salário mínimo”. Ganho na verdade cerca de quatro vezes esse valor. No entanto, para ter tudo o que tenho, tive de abandonar tudo o que tinha.
    Como muitos na minha geração, uso do excelente nível de inglês que adquiri por anos de ensino público de qualidade duvidosa e incontáveis horas a ver filmes de origem estrangeira para ser um profissional registado em dois países: Portugal e Reino Unido. Por vezes penso, que Portugal precisa mesmo de uma geração pró-activa. Não concordando em nenhum ponto com a “autora” digo apenas que diariamente são reconhecidos no estrangeiro os jovens portugueses pelo seu empenho, dedicação, conhecimento cientifico e aptidão no processo de adaptação social a novas culturas. Devemos sair, então.
    Sim, a geração parva é melhor que a geração “Sifão”. Em qualquer aspecto, a comparação é que assusta os “Velhos do Restelo”.
    E leia bem, a parecença sonora com “Cifrão” é implícita e pretendida. Depois de “chuparem” incontáveis milhões de Escudos no tempo do Sr. Prof. Cavaco em todo o tipo de subsídios, apoios, bónus, promoções e progressões de carreira que desafiavam a imaginação, desde o industrial agrícola ao bacharel de professor do primeiro ciclo do ensino obrigatório, toda uma geração se dedicou ao aperfeiçoamento da “Cunha”, agora “sugam” incontáveis milhões de Euros em medidas para conter uma crise que criaram.
    Não admito que corruptos, inúteis, viciados, desfasados, falhados, desocupados, mentecaptos, reduzidos, insensíveis sociais, idiotas em geral e toda uma estirpe de “Isabeis Stilwell” que ainda se agarram com unhas e dentes ao saudosismo de uma geração que só gastou, me venham manda trabalhar para os sustentar… Eu já trabalho e é para mim. Se querem reforma: gastem menos, não me venham pedir mais.
    E quanto aos meus pais, que amo e respeito, irei ajuda-los em tudo o que puder, pois é a eles que devo tudo e não há “geração deles”. Orgulhosamente Geração Parva. Antes isso que ter entre os 40 e os 60 anos e ser Geração Liberdade Irresponsável ou também conhecidos por “Os cotas que C(F)oderam tudo e não deixaram nada!”
    Beijinhos ;)
    André Afonso | 27.02.2011 | 18.55H
  • "Correu por aí a ideia que o novo trabalho do grupo, "Parva Que Sou", transformou-se numa espécie de hino de uma geração, supostamente de grandes qualificações literárias, que não consegue entrar no mercado de trabalho. Não tem perspectivas, a não ser continuar a morar em casa dos pais e ir evoluindo na carreira académica até ao máximo permitido (que pode nunca acabar, havendo dinheiro para as pós-graduações). Para espanto de alguns, passo esta música em frente. Mas volto atrás no tempo para lembrar uma outra que serviu de bandeira do grupo no ano passado, chamado "Movimento Perpétuo Associativo". Estão recordados da letra? Agora sim por mil e uma razões, mas logo de seguida agora não por outra quantidade de argumentos esquizofrénicos.Os Deolinda podem ficar na história, sim, mas não com hinos de gerações. É com mais um retrato caricaturado de uma sociedade que passa a vida a oscilar entre o desmesurado optimismo do agora sim, vamos em frente e ninguém nos vai parar; agora sim, há fé neste querer e o pessimismo descontextualizado do agora não, que me dói a barriga; agora não, dizem que vai chover; agora não, que joga o Benfica e a malta tem mais que fazer! E vai-se andando..." excerto do blog 31 da sarrafada.
    deri | 27.02.2011 | 18.45H
  • Ha alturas em que me apetece lembrar a velha máxima " do que não sei não falo". Parece-me a mim que este era o caso em que não sabendo a Dr.ª Isabel deveria não deveria ter falado.
    Infelizmente os licenciados não ganham mais 80% que os não licenciados
    Ai ai, antes de se publicar qualquer coisa... ainda que no nosso jornal... devemos primeiro verificar e estudar sobre o que publicamos.
    Sonia | 27.02.2011 | 18.45H
  • É uma façanha neste fórum!
    O comentario do Diogo ainda não foi censurado? | 27.02.2011 | 18.37H
  • Denunciem se quiserem, não sabem argumentar.Estes doutores de cursos da treta, primeiro chuparam os estudos, os concertos, o ipods e as playstations aos pais.
    Agora, dizem que se não têm emprego de administrador, a culpa é dos mesmos que lhes deram tudo até agora.
    Esta geração não vai deixar os velhos morrerem sozinhos: vai matá-los para lhes ficar com as coisas!
    Contra a geração parasita | 27.02.2011 | 16.52Hver comentário denunciado
    Contra a geração comodista | 27.02.2011 | 18.36H
  • Vivemos no País em que quando vemos alguém bem sucedido na vida passar por nós num belo carro, imediatamente pensamos que esse alguém ainda vai ter azar na vida e vai voltar a andar num qualquer "Fiat 600" igual ao meu. A nossa terrivel mentalidade não nos permite ver mais longe do que a mesquinhez do pensamento, turvado pelo FADO português. Porque será que em Portugal os nossos indices de produtividade são o que são, e depois quando vamos para o Estrangeiro, somos reconhecidamente bons, eficientes, e altamente produtivos? Provavelmente porque vivemos numa sociedade que premeia a mediocridade e em que as Empresas não têm a capacidade de gerir os seus recursos humanos de acordo com as leis de mercado. Bom bom, é termos o nosso salário garantido no final de cada mês, mesmo que para isso com nada tenhamos contribuido. E que tal assistirmos à nossa Empresa a afundar-se sem nada fazermos, ao invés de a mesma se puder restruturar salvando parte dos postos de trabalho? Já sei sou um reacionário, porque se eu não posso ter Emprego, então porque razão terão os meus colegas... Estudos dizem que o Povo Dinamarquês é o mais feliz do Mundo (e não me peçam os estudos). Mas também é o País da tão propalada flexisegurança, onde todos os anos existe uma rotação de Emprego de cerca de 30%, não me parece que exista aqui uma preocupação com recibos verdes. A mobilidade e a capacidade de as Empresas se ajustarem ao mercado é fundamental, mas eu sou reacionário. Mas além de reacionário sou alguém que fez pela sua própria "Sorte", dando sempre tudo o que tinha para dar, e não sendo licenciado consegui atingir à custa de esforço próprio um patamar na Empresa de que faço parte, privada (que fique bem clara) que muito me orgulho. Não faço parte desta geração, que trabalha de 6 em 6 meses, em busca do Subsidio de desemprego que lhes vai permitir estar de barriga para o ar, à custa do esforço colectivo. Não tenho qualquer base para defender os numeros apresentados pela Isabel, mas sendo apresentados por alguém a quem reconheço enorme valia, não irei sequer aqui tecer comentários aos mesmos. São o que são. A taxa de desemprego em Portugal aumenta de dia para dia, sendo obviamente uma das maiores preocupações com que todos nos devemos debater. Mas será que quando nos preocupamos em escolher um curso superior, o fazemos apenas com critérios de desejos pessoais, muitas vezes servindo apenas para engordar Universidades com licenciados que quando chegam ao mercado de trabalho, é mais do que sabido que nunca existirá procura para as aptidões adquiridas ao longo do curso. Quantas vezes, esses cursos são selecionados apenas porque são mais faceis de obter, tendo no entanto o problema de no futuro não servirem para coisa nenhuma. Como é boa a vida de estudante... A questão está na hora da chegada ao mundo real.
    O mercado de trabalho, alavancado pelo fortissima crise financeira mundial, está como todos sabemos. No entanto, existem profissões que são altamente deficitárias em mão de obra. Hoje em dia existe o conceito de que todos temos que ser licenciados, quanto mais não seja por ascenção social. Só que de facto não temos, e se olharmos para o lado, existem profissões com que os paises mais desenvolvidos se debatem pela falta de mão de obra. Por de alguma forma, todos pensarmos que bom bom, é sermos licenciados por Harvard, ou pelo MIT, mesmo que o resultado final da cadeia seja o desemprego, desemprego esse já ser do conhecimento de todos como a maior probabilidade. E porque não apostar em profissões técnicas. Li há bem pouco tempo, o drama actualmente existente nos EUA pela falta de mão de obra especializada como seja de electricistas, canalizadores, taqueiros, pedreiros, etc. Profissões denominadas de “Downgrade” face a um licenciado, mas para as quais a procura é enorme e que ganham quanto querem. Não sou amigo da Isabel Stillwell, não tenho o prazer de ser seu amigo, nem tenho qualquer discurso encomendado, mas quando vejo as belas peças escritas pelos ditos licenciados, entendemos porque o País está como está, e muito facilmente também entendemos porque estão no Desemprego. Os numeros são o que são, os licenciados apesar das dificuldades, mesmo assim têm mais facilidade em encontrar emprego (agora imaginem o drama de quem não é), e quando em situação de desemprego, têm maior facilidade em retornar ao mercado de trabalho. Vivemos num mundo perfeito? Não longe disso, mas quando tiverem a oportunidade não a desperdicem, e ponham a “andar” quem nos conduziu a esta situação. Referem que a Isabel enquanto Directora tem licenciados a recibos verdes, a quem paga pouco. E quanto ganham os estagiários de Direito? E os de Arquitectura, etc, etc. Não quero com isto dizer que estou de acordo, de todo. Provavelmente a Isabel apenas conseguiu ter verbas para pagar o que pagou, e a alternativa seria não contratar ninguém nem pagar coisa nenhuma. Já se deram conta que vivemos num País que tem 3 jornais desportivos diários, que têm maior tiragem que a Imprensa Generalista (Excluindo os Gratuitos). Não culpem a Isabel por pôr a mão na ferida. Apenas foram relatados factos, simples e crús. Se não estão bem com estes Status, façam alguma coisa por isso, mas apontem baterias ao alvo certo, que não é concerteza a Isabel Stillwell
    Diogo Lencastre | 27.02.2011 | 18.22H
  • Bem, ignorando a maior parte dos comentários, que, decerto, grande parte deles terá um bom valor crítico, apenas acrescento que "parvo", para além do significado que todos identificam, também significa "pequeno". E realmente, se formos por esse prisma, esta geração é mesmo pequena... pequenos salários, pequenos recursos, pequenos resquícios de esperança de se encaminhar e poder progredir na área que escolheu para ser bom. Realmente estamos quase todos a ficar aparvalhados, enquanto que alguns realmente parvalhões, mas espertos e oportunistas, sobem, singram e lá do alto, conseguem gritar a toda a paisagem "Seu monte de parvos!"
    Já por várias situações pensei que andar na faculdade foi tempo perdido. Podemos até vir a ser todos licnciados, mas apenas uma pequena fatia será bem sucedida, por ter amigos ou uma oportunidade de ouro, que aparece com as mesmas proporções que alguém a ganhar o o Euromilhões.
    Não vou criticar (muito) a Sra. Stillwell (bem calma), só que não se deve criticar o mundo que não se conhece. Já os políticos fazem o mesmo joguete com as massas. Tudo junto, e bem espremido, consegue dar sumo para umas gerações de sanguesugas.
    uanto a um comentário mais abaixo, sobre os combustíveis e os carros... Sim, concordo que se devia taxar mais os carros de gama alta. Devia existir uma classe de IVA para o Luxo. Mas as pessoas têm que se deslocar, e lembro-me, em Lisboa, a hora de ponta no metro, que era impossivel viver assim muito tempo, e há aínda muita gente que assim vive (talvez, os que têm a sorte de conseguir morar na cidade). O resto, os que moram fora, só têm mesmo é oportunidade de trabalho nas grandes cidades, pelo que terão que se deslocar até lá. Muitos carros? Sim, carros demais! Mas é a unica possibilidade da maioria, que se sacrifica com 500€, depois de impostos, ainda ter que gastar uns 200 em transporte (combustivel, seguros, manutenções, inspecções, desgaste, portagens, etc). Comparamos estes (maioria) com os que têm grandes carros, grandes vidas, grandes fortunas e salários... Essas elites, podem dar-se ao luxo de não terem que se deslocar... pois o mundo vai até eles. Taxem os automóveis, taxem as gandes fortunas, mas não taxem mais aquilo que é essencial para quem necessita e faz mover o país, produzindo a riqueza deste, e não a riqueza pessoal.
    Rui Nunes | 27.02.2011 | 17.16H
  • Denunciem se quiserem, não sabem argumentar.Estes doutores de cursos da treta, primeiro chuparam os estudos, os concertos, o ipods e as playstations aos pais.
    Agora, dizem que se não têm emprego de administrador, a culpa é dos mesmos que lhes deram tudo até agora.
    Esta geração não vai deixar os velhos morrerem sozinhos: vai matá-los para lhes ficar com as coisas!
    Contra a geração parasita | 27.02.2011 | 16.52H
  • Quantos estagiários não remunerados trabalham no Destak? É que pelo artigo parece que está com medo de perder a mão-de-obra barata.
    Fernando Reis | 27.02.2011 | 16.52H
  • Os comentários nem duram 1 minuto! São censurados de imediato.
    LIBERDADE DE EXPRESSÃO JÁ | 27.02.2011 | 16.49H
  • Estes doutores de cursos da treta, primeiro chuparam os estudos, os concertos, o ipods e as playstations aos pais.
    Agora, dizem que se não têm emprego de administrador, a culpa é dos mesmos que lhes deram tudo até agora.
    Esta geração não vai deixar os velhos morrerem sozinhos: vai matá-los para lhes ficar com as coisas!
    Contra a geração parasita | 27.02.2011 | 16.33H
  • Menos queixas e invejas e mais iniciativas e talvez as coisas melhorassem.
    Geração Mão Estendida | 27.02.2011 | 16.28H
  • Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações? Que medo!
    MATIAS | 26.02.2011 | 15.47HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
    E Re-denunciado!
    Contra a censura e a preguiça | 27.02.2011 | 16.26H
  • 27.02.2011 | 15.59Hcomentário reprovado
  • Eu sou tenho três questões a colocar: - A senhora, sendo licenciada, não ganha 600 euros mensais, pois não?? (é que eu sou licenciada, e é o que ganho).
    - Como é que alguem com tamanha pobreza de mentalidade tem um cargo de elevada importância num jornal?
    - E se desdenha tanto os licenciados e eu acha tão indespensáveis e ""parvos, porque é que se licenciou?? (ou o seu jornalismo não requer licenciatura??). É que sendo licenciada é, então, tão "parva como todos nós"... pelo editorial que escreveu, é notoriamente mais "parva"! Sabe o que lhe digo minha cara? O que precede a pobreza económia de um país é a pobreza mental e amoral de pessoas como a senhora... que tendo algum relativo poder de expressão vai atacar quem não tem culpa de nada! Deviam era acabar com o seu contrato, passarem-na a recibos verdes e darem-lhe 600 euros mensais pelo seu trabalho de jornalista... e depois culparem-na pelo estado do país!
    Silvia Louçã | 27.02.2011 | 15.59H
  • Não creio que a autora seja muito inteligente. O texto e a sua "displicência atrevida" não me transmitem nem uma ideia de civismo nem uma de intelecto elaborado. Qualquer pessoa com dois dedos de testa já tinha tido tempo para reflectir, reconhecer que meteu a pata na poça e que provavelmente se arruinou (e ao pasquim que dirige). Venha ao menos o pedido de desculpas.
    Rafael Costa-Branco | 27.02.2011 | 15.50H
  • Respeito a opinião, mas discordo face ao passado, presente e futuro das gerações jovens---Tenho 59 anos, estive no mov do 25 de Abril e tenho vergonha da actaul classe politica que colocamos para substituir a ditadura. A D.Isabel desconhece a quantidade de canções que se fizeram para criticar o sistema nas decadas de 60 e 70. E agora onde está a intervenção dos cantores? Parabens aos "Deolinda". Deram de facto uma pedrada no charco. Carlos Mcgregor
    carlos Mcgregor | 27.02.2011 | 15.38H
  • Cara Isabel, tem toda a razão!
    Artigo claro, não há como não lhe dar razão!
    ABEL MATOS SANTOS | 26.02.2011 | 14.40H Engraçado os posts estão a ser todos denunciados pela Sra. ou pela sua corja...
    Porque é que este acima, na frente não tem essa possibilidade?
    ESTAMOS A VIVER A CENSURA PÚBLICAMENTE E AOS OLHOS DE TODOS...
    Sandra Teixeira | 27.02.2011 | 15.15H
  • 27.02.2011 | 15.08Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 15.07Hcomentário reprovado
  • Talvez seja melhor ficar em casa a agradecer a liberdadezinha que nos "ofereceram" em troca da precariedade, como diz o douto V.Jorge Silva. Ou será da dra. Isabel ser tão instalada, tão pouco precária....
    Leonel Gonçalves | 27.02.2011 | 15.03H
  • 27.02.2011 | 15.00Hcomentário reprovado
  • Parvo fui eu agora, que perdi tempo a ler esta parvoíce de artigo... enfim!!
    Helder | 27.02.2011 | 14.57H
  • É tão bonito quando se fala do que não se sente na pele!!
    luis | 27.02.2011 | 14.45H
  • Subam o preço do imposto automóvel e da gasolina!! toda a gente se queixa mas a estrada está apinhada de carros!!! Tem que haver menos carros a circular, para que as pessoas que valem possam ir fazer os seus negócios atempadamente! Não como o zé povinho que gosta de passear pra tras e para e frente, para se mostrar! Toda a gente se queixa mas as estradas estao cheias! Onde está a Crise? Na vossa cabeça? Na televisão? Porque na estrada não está decerteza!
    Viva a CRISE! | 27.02.2011 | 14.28H
  • 27.02.2011 | 13.58Hcomentário reprovado
  • PARA O VCosta vê se aprendes a ter respeito oh palhaço, se não estivessemos na internet já estavas a levar no focinho. Se não fosses tao idiota ou Parvo, como a geração em que estas enquadrado, tinhas ficado calado. No tenhu qu eskrevr cm tu kerex, nao estamux nu exam de portuguex!!!! ahahah e se estivesse a fazer um exame de lingua portuguesa tinha melhor nota que tu, em pontuação, gramática e conteúdo. E se não escrevesses uma resposta em que te mostras fraco de espirito, por detras dessa fachada de intelectual não fazias essa figura de nabo. A Isabel Stillwell é que tem razão, e ela nao esta a insultar a geração, esta a descrevê-la e caso fosse eu, usaria uma palavra bem pior, seus queixinhas de merda que querem tudo de mão beijada. Se estás na merda é porque mereces, eu já saí dela, e vou continuar a subir. Nem te preciso de perguntar, porque sei que vais descer, recibos verdes?!? ...não é esse o caminho, só mesmo se quiseres ser mais um escravo da geração parva. E fica a saber que sou bem forte de ESPIRITO e de personalidade, aliás foi isso que me trouxe até onde estou hoje, mais o meu desejo de vencer na vida. Como tu andas por aí a deriva, a lamber rabos á espera que te arranjem qualquer coisita melhor, podes continuar, mas não te faças de intelectual. Eu sei que as vezes posso parecer um pouco bruto ou inculto a falar, mas isso é o que parece, não o que é. E mesmo que seja, sou como sou, e isso não interfere na minha capacidade de fazer dinheiro, que afinal de contas É TUDO o que interessa. Por isso no final de contas, kem é ke tu axax q tem raxao? AHAHAHAH .I.
    Luis | 27.02.2011 | 13.45H
  • Este artigo é uma mina de ouro para o Destak. Quando contactarem as empresas de publicidade (que é de onde o Destak ganha o dinheiro) vão conseguir mostrar que o site tem centenas de visitantes por dia (omitindo a razão). Vão vender espaços de publicidade à farta e até já devem ter aumentado os preços. Acabamos por estar a enriquecer este jornaleco e os amiguinhos Stilwell continuam...well.
    Tipo do marketing | 27.02.2011 | 13.44H
  • Realmente tenho pena que alguém que é jornalista e devia conhecer o termo "liberdade de expressão", venha na sua "liberdade de expressão" censurar um grupo musical por ter escrito um musica que realmente venha retratar um pouco do que se passa para muitos jovens. Se somos parvos em manifestar o nosso desagrado com a vida, que foi o 25 de abril para a senhora?uma idiotice??? é diferente...sim é...é outra escala...mas não deixa de ter sido uma "liberdade de expressão" aliás a verdadeira liberdade aquela que permite hoje podermos cantar e a senhora escrever as parvoices que quer!Como se diz...acorde para a vida do seu castelo cor de rosa que deve ter sido a sua vida e a dos seus!e já agora leia mais e veja o que se passa no mundo real!
    Maria João | 27.02.2011 | 13.37H
  • Então, Sr.ª Isabel Stilwell... Não me diga que tem andado com dificuldades para arranjar licenciados a fazerem estágios curriculares ou a trabalharem a recibos verdes...
    Cristina Gomes | 27.02.2011 | 13.22H
  • Comentários denunciados DESTAK? Acho que talvez nunca mais vá ler um destak na vida, aliás, vou deitá-lo realmente fora :)
    Rach | 27.02.2011 | 13.04H
  • Eu agora gostava de comentar uns pensamentos: -Ninguém do meu círculo de amigos e conhecidos mais próximos está desempregado. -Com ou sem "canudo". -A empresa onde trabalho factura milhares por dia mas eu e a maioria dos meus colegas ganha uma miséria. -Eu oiço falar em crise,mas na estrada só vejo "carrões" e condomínios de luxo espalhados pelos quais pedem valores alucinantes.E é engraçado a rapidez com que se vendem essas casas... :) Acho que a Sra se esquece que tudo o que nós temos hoje foi criado por mentes brilhantes como a sua. :D
    LUZ | 27.02.2011 | 12.59H
  • Devia ter vergonha de enquanto jornalista publicar números completamente falsos. Já agora deveria ter indicado as fontes que utilizou.
    Por fim e não querendo repetir tudo o que já foi comentado, com o qual concordo em grande parte, pergunto-lhe como apelidar a sua geração, a tal que nunca foi "habituada" a pagar os devidos impostos, a fazer os devidos descontos para a segurança social ... Geração "esperta", fica-lhe bem ? A propósito, por ventura as suas filhas não serão "parvas" ao ponto de participar na "parva" da manifestação, serão ? Ou parvas são que, a "esperta" da mãe, lhes atalhou a difícil batalha da estabilidade profissional, com resquícios de esperteza da geração anterior ? Por último, deixe-me que lhe pergunte, quantos pombos matou na guerra do Ultramar ? Quantos dos seus lá ficaram ? Saberá mesmo do que fala ? Advirá sua esperteza da falta de "esperteza" de seus pais, que em bom tempo não lhe aplicaram os açoites e as bofetadas, hoje "parvamente" proibidas , mas outrora perfeitamente aceites e prescritas? Para a próxima semana pense lá melhor ó Isabel. E beba o café com calma, escreva depois. Que as duas coisas ao mesmo tempo, em si, parecem dar mau resultado. Não sejamos então vítimas e voltemos ao trabalho!
    André Macias | 27.02.2011 | 12.59H
  • Para BC e Paulo 1.Paulo, reafirmo que todos temos o direito de reclamar. Eu vou lá estar mas acho que devia haver mais qualquer coisa - acho inconsequente. O nosso tempo podia ser melhor empregue a discutir como lançar negócios próprios, mesmo que com muito pouco dinheiro....
    2. BC, não conheço Isabel Stilwell e não faço intenções de conhecer. Não conhecendo não posso afirmar que seja o problema. Vejo por exemplo que já editou um conjunto de livros. Só esse facto já contribuiu para alimentar alguma parte da economia (papel, impressão, distribuidores, impostos). O facto de não concordar com o editorial não me dá o direito de ser cego. Ou seja já fez muito mais que alguns que aqui escrevem e muito mais que outros meninos bem que nascem em boas familias mas não produzem nada. Em relação aos tachos recordo-me que a Magazine que editava foi durante anos a revista mais lida do país e o destak dos jornais mais lidos. Algum mérito tem que ter. E certamente que nos devia pedir desculpa para tentar salvar a boa imagem que tinha
    Antonio Santos | 27.02.2011 | 12.52H
  • Fico imensamente triste sempre que vejo este tipo de opiniões. Quem as faz ou são pessoas que não sabem do que falam ou não querem saber dos problemas dos outros. Qualquer uma das duas anteriores são lamentáveis.
    Decerto que os licenciados há 20 ou 30 anos não teriam o mínimo problema em conseguir emprego, mas agora um licenciado tem que se sujeitar por vezes a estágios não remunerados (a pessoa que inventou isto deveria ser esfolada viva), para depois só ter uma alínea a mais no currículo que a maioria das vezes de nada serve.
    Já se dão ao luxo de pedir 1 ou 2 anos de experiência na área para se candidatar a um estágio, sim, um estágio.
    O que me revolta é o facto de certas pessoas que fazem parte da geração que contribuiu activamente para o estado em que se encontra agora o país, desconsiderar completamente estes problemas pois na altura deles não tiveram um cheirinho deles sequer.
    É verdade que a maioria deles tiveram que pagar as despesas da sua licenciatura sozinhos, mas também muitos de nós e não corriam o risco de depois não ter trabalho.
    De que nos serve ter pais que paguem os nossos estudos se depois não podemos fazer o mesmo com os nossos filhos?
    Se todos tivessem contribuído com o que lhes devia, o país não estaria assim. Fugir aos impostos, uso excessivo de cunhas para trabalhos que não estavam qualificados, reformas de ouro antecipadas, etc etc
    Se não tivessem apregoado aos céus que só com licenciatura ou mestrado conseguiríamos trabalhos decentes, não teríamos caído na armadilha. Não nos custa trabalhar, custa-nos é ter formação muito melhor que muita gente que já está fixa e nem sequer termos oportunidades de mostrar o que valemos. Custa-nos estar em estágios que trabalhamos mais do dobro que os que já lá estão fixos e nós vamos embora e eles ficam, pois para o meu lugar virá outro estagiário a custo zero fazer o trabalho que os outros todos que lá estavam não fazem.
    Quem fez isto tudo? Quem é que provocou esta precariedade? Quem é que pensou apenas no seu umbigo e não pensou no futuro? A parva da geração à rasca?
    Já ajudavam imenso se não desconsiderassem os nossos problemas, nos deixassem continuar a lutar por aquilo que merecemos e limpar os erros que a geração anterior nos deixou.
    Mais um parvo | 27.02.2011 | 12.18H
  • 27.02.2011 | 11.53Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 11.39Hcomentário reprovado
  • a geração parva?
    não prometam o que não podem...simples quanto isto..
    geração parva? tudo parte da educação...quem nos educou?
    geração parva? a mesma que deve procurar soluções para os erros de uma outra geração? querem o que afinal?
    eu sou parvo...não sou referencia para ninguém ...eu sou parvo...
    o senhor parvo | 27.02.2011 | 11.31H
  • Srs do Destak, certamente existem pessoas mais informadas e com bom senso a precisar de emprego num jornal. Que tal começarem vocês mesmos a ser activamente parte da solução? Ao começar a empregar pessoas mais profissionais, outras terão de se esforçar e ganhar brio ao invés de apresentar trabalho feito em cima do joelho para chamar à atenção.
    Pérola | 27.02.2011 | 11.06H
  • Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.
    Estudam para serem mais capazes, ou mais queixinhas?
    Farto de parvos | 27.02.2011 | 10.23H
  • Sou licenciado em qualquer treta privada porque não tive notas para a publica.
    Fiz também um mestrado e doutoramento, para não perder a pratica. Quando se acabou, descobri que não há empregos no curso que tirei. A culpa e' dos que me pagaram os estudos, dos colegas dos meus pais que tem emprego e ninguém os demite para me dar o lugar! Vou para a neve esquecer isto tudo. Eles tem de me arranjar solução.
    SENTADO A ESPERA | 27.02.2011 | 09.57H
  • A geração parva só quer uma coisa: benesses sem esforço. Censuram a geração anterior porque tem emprego e regalias e esquecem que todos começaram há 20 anos, por estágios. Depois, sobe-se na vida, se se tiver capacidade.
    Estes meninos querem começar por cima.
    HAJA VERGONHA | 27.02.2011 | 09.51H
  • Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações? Que medo!
    MATIAS | 26.02.2011 | 15.47HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
    anónimo | 27.02.2011 | 09.46H
  • A tristeza da opinião generalizada, encabeçada por esta senhora... é revoltante ler artigos destes. É facílimo apontar o dedo e estar sentado numa secretária quando há milhares de jovens que realmente tentam pôr o país a funcionar melhor, lutam pela sua vida e de colegas de profissão e no fim é sempre o mesmo incentivo que recebem: a geração rasca, a geração preguiçosa ou o que mais se diga por aí. Como eu, que fui obrigado a emigrar mal acabei o curso para conseguir ter uma VIDA, existem muitos mais minha senhora. Muitos que teriam todo o gosto em lhe mostrar a crispidez de uma vida jovem nestes dias que correm. Ao contrário de si e de muitos outros "adultos" nós não tivemos a facilidade do seu tempo de seguir e conseguir solidificar uma carreira. É tão fácil falar de papo cheio... chamar-nos de vítimas intencionais é degradante, putamente degradante. Cada vez me convenço mais que a sua geração gosta de culpar os mais jovens por tudo o que de relevante ou irrelevante aconteça. Digo-lhe mais... para escrever essas palavras que só encarnam pura estupidez, arranjar-se-iam 10 vitimas intencionais que o fariam por 1/4 do preço que lhe pagam para o fazer, simplesmente porque querem ter um trabalho, pôr em prática o que realmente se aprende nas universidades, mas que devido a pessoas como a senhora, qual abutre no poleiro, é uma tarefa difícil. Se quer pôr o seu dinheiro a render, escreva construtivamente, não critique a geração que está a surgir e que tratará de pôr o país novamente de pé. E sabe qual será o primeiro passo? Tirar gente que gosta de falar e escrever, criticando o que bem lhe apetece porque lhe cai sempre o dinheiro no bolso, mas que não contribui com ponta de corno para que o país se levante.
    Fernando Carvalho | 27.02.2011 | 09.22H
  • Se estivesse devidamente informada saberia que a geração não é "PARVA", mas sim "À RASCA". Acho ridícula a associação que fazem desta geração e da sua revolta com a música dos Deolinda e a falta de originalidade ao associarem o nome da canção à geração em causa. Os Deolinda é que se inspiraram nessa geração para criarem a sua música, e é óbvio que a Isabel não percebeu o sentido da letra da música nem leu grande coisa antes de falar sobre este assunto. Leu o manifesto do protesto marcado para 12 de Março?.
    A geração "à rasca" somos todos nós, mais velhos e mais novos. Todos queremos fazer parte da solução mas o problema é que não há lugar para tanta gente dar o seu contributo ao país, e grande parte das ofertas de emprego dever-se-iam chamar "ofertas de precariedade". Acha que a revolta deve-se a quê? Porque sim? Claro que é porque queremos trabalhar e queremos construir vidas. Queremos aplicar o que aprendemos. Mas como, se não temos a oportunidade de mostrar o nosso valor? E claro que sabemos o que é que está mal. E vamos fazer o quê? Vamos continuar simplesmente a procurar emprego, ouvir as noticias que vão surgindo e calar, esperar que melhores tempos cheguem, conformarmo-nos com as condições em que trabalhamos e pôr as culpas na "crise"? Chega de conformismos e chega de pessoas que brincam aos políticos e deputados e se esquecem das pessoas que votaram neles. Queremos lutar por Portugal, e não nos estamos a fazer de vítimas. Estamos finalmente a abrir os olhos e a reagir.
    Considero que este artigo que escreveu é uma nódoa no seu currículo, e tenho pena de gente que não vê mais além do seu umbigo.
    Licenciada e Mestrada - FCTUCoimbra | 27.02.2011 | 05.56H
  • Concordo consigo minha Sra. Concordo quando a Sra. diz que para dizer "basta", precisamos de aplicar aquilo que aprendemos... Parece é que se esqueceu que ninguém investe naquilo que aprendemos e, como tal, não temos onde aplicar esse conhecimento. Não sei se sabe da petição que circula, a fim de lhe "sacar" um pedido de desculpa, mas se fosse a si, seria mais inteligente; não pedia desculpa por nos ter chamado parvos, mas sim por nos chamar chulos. PS: Eu só tenho 21 anos e entristece-me ver uma senhora com mais vida do que eu, não se lembrar dos tempos do Ultramar; realmente não se cantavam alguma coisa como forma de protesto (certamente, os que cantaram, foram presos como deve imaginar), mas que saíam deste país a sete pés saíam. Minha Sra, da próxima que for falar de algo que acha que sabe, faça um favor cá à gente, pense duas vezes e fique calada, porque se for a ver bem, mas mesmo muito bem, vai ver que temos razões para manifestar (até porque nem todos conseguimos postos de trabalho através de cunha).
    João Sousa | 27.02.2011 | 04.57H
  • 27.02.2011 | 04.09Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 04.02Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 03.59Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 03.51Hcomentário reprovado
  • Ai ai, que isto vai dar cá uma volta... daquelas!!
    Portugal encostou-se ao '25 de Abril', esqueceu que, em Tempo de CRISE surge sempre uma REVOLUÇÃO no seu Apogeu...
    FORA o Desaforo! FORA a Incompetência!!
    EXIGIMOS RESPEITO!!!!
    Pedro Ferro | 27.02.2011 | 03.09H
  • Alguém leu o artigo da Isabel Stilwell no jornal Destak que tem provocado tanta revolta nas redes sociais? Algumas pessoas já dizem que é um Caso Ensitel v2.0.
    Eu concordo plenamente com o que foi escrito. De facto o refrão da música dos Deolinda é parvo. Aliás, toda a música é uma tentativa de comercialização da vitimização.
    Aquela página e os cerca de 1500 comentários são um retrato fiel daquilo que se passa no nosso país. O que suscitou mais revolta foi o facto de Isabel Stilwell ter afirmado que "80% dos licenciados ganham mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional". Agora reparem nas contradições dos comentários: PARTE 1 - CUNHAS: [quote]A senhora só pode estar a falar dos seus filhos, quando diz que ganham acima da média.... de certeza que a cunha da mãezinha lhes serviu para subir na vida.[/quote] [quote]Lamentável, quem sempre viveu de cunhas, venha desta forma criticar, quem não nasceu com elas. Afinal a Sra. Directora trabalha para o seu primo, antes disso trabalhou para o seu marido no DN, ou seja nunca saiu e foi a procura de trabalho por si própria, esteve sempre encostada a alguém para ter um emprego... De lamentar, é que critique quem não tem onde se encostar ou que nunca se encostou, a Sra. é um dos exemplos do que está mal neste país, as cunhas....[/quote] [quote]Ora bem, talvez essa maioria que fala tenha sido baseada nos licenciados que entram para o Estado e para as Associções e empresas por CUNHAS [/quote] Concordo com tudo, mas... [quote]E gostei de saber que a sua filha teve de ir terminar o curso para Londres (luxúria ou ignorância? faça cuidado Isabel...)[/quote] Então não é óbvio que a filha foi terminar o curso para Londres por luxúria? Se a mãe mete uma cunha para lhe arranjar emprego, porque não exercer a mesma influência para a filha acabar o curso em Portugal, com uma boa média? É tudo uma questão de credibilidade. Como já sabe que em Portugal os familiares de pessoas influentes são sempre suspeitos de favorecimentos, provavelmente a filha de Isabel Stilwell terá tomado esta decisão para se colocar acima de qualquer suspeita. No meu ponto de vista esta é uma atitude bonita e sensata. Outros casos similares:
    O futebolista Falcão do Futebol Clube do Porto é filho do melhor jogador Colombiano de todos os tempos, Radamel García, e têm ambos o mesmo nome. Então porque é que lhe chamámos Falcão? Simplesmente porque ele não se quis "encostar" à fama do pai, e para isso adoptou o nome Falcão em homenagem ao craque Brasileiro, um dos seus ídolos de infância.
    Um exemplo mais distante é o de Nicholas Cage. Este é o seu nome artístico, que escolheu em homenagem ao herói da Marvel Luke Cage. o seu nome de baptismo é Nicholas Kim Coppola. Familiar não é? É verdade, Nicholas Cage é sobrinho do mundialmente reconhecido realizador Francis Ford Coppola, mas construiu a sua carreira sem se "encostar" ao tio. Tanto alarido com o facto de o Primeiro Ministro, José Sócrates, ter tirado o curso por correspondência na Universidade Independente, tendo obtido a classificação de 18 valores à cadeira de Inglês Técnico com um trabalho de uma página, e agora querem transmitir a ideia que o sistema de ensino em Portugal tem credibilidade? Poupem-me...
    Em Portugal até um trolha, com os contactos certos, consegue arranjar forma de o seu filho ser beneficiado. A posição social só interfere em quanto... PARTE 2 - DITADURA [quote]Por causa destas pessoas, parece ter-mos voltado à ditadura, onde só os ricos poderiam tirar cursos! E,
    por isso, porque agora esse leque se abriu, cabe a pessoas fascistas tentarem derrubar quem conseguiu tirar um curso e , ups, não é rico!!! Só falta dizer, Srª Isabel: viva a ditadura!!![/quote] [quote]sou Licenciada em Comunicação Social, pela Escola Superior de jornalismo -uma Universidade privada- sim, se calhar sou parva porque EU e os meus PAIS pagámos para eu poder tirar o curso com que sempre sonhei! Era estudante deslocada, não tinha dinheiro para comprar os livros que necessitava, nem para comer uma refeição decente todos os dias, para as deslocações a casa e ainda tive de arrendar um quarto para poder ter um tecto (uma vez que vivia a mais de 100 quilómetros da faculdade); mesmo assim, foi-me negada bolsa de estudo porque consegui arranjar um part-time![/quote] Alguém consegue vislumbrar o que está mal aqui? A pessoa em questão é Licenciada em Comunicação Social (sinónimo de desemprego, assim como Política Social, outro dos cursos referidos. Curiosamente não vi nenhum Médico ou Engenheiro a comentar o artigo). Quem escolhe tirar um curso de Comunicação Social hoje em dia é, desculpem-me o termo, parvo. A não ser que já tenha um tacho a aquecer à sua espera, o que evidentemente não é o caso. E acho muito bem, assim pelo menos não congestionam o mercado de trabalho...
    Para além disso tirou o curso numa Universidade Privada e diz que talvez tenha sido parva por ter gasto tanto dinheiro em estudos juntamente com os seus pais. Existe o curso de Comunicação Social em Faculdades Públicas... Se andou numa privada e não tirou proveito disso foi por falta de capacidades.
    O coup de grâce é querer uma bolsa de estudos quando ambos os seus pais estão empregados e ainda trabalha em part-time! Eu também não tenho bolsa de estudos, bem pelo contrário.
    O meu pai paga-me os estudos, a minha mãe encontra-se de momento desempregada, tenho que recorrer a três meios de transporte para chegar à Faculdade: carro, camioneta e metro, e não tenho nenhum part-time...
    Um pouco mais de bom senso por favor...
    DEMOCRACIA hoje em dia é andarem uns a pagar para os outros. E muitas vezes são os pobres que pagam aos ricos, têm bolsa de estudos mas conduzem um Lexus desde a sua moradia de 3 andares até à Faculdade... Por falar em bolsas de estudos: [quote]Portanto, eu agora estou a terminar a PORCARIA de um Estágio Profissional no Estado, onde a ARS já deu a informação de que os estagiários NÃO PODERÃO TER AVALIAÇÃO SUPERIOR A 14. E Porque? Porque somente com 14 é que ficamos aptos a concorrer ao Estado num periodo de 2 anos! Assim, ficamos LOGO EXCLUIDOS dos concursos internos (que engraçdo, são praticamente TODOS).[/quote] Este tipo de situações não ocorrem apenas na vida profissional, também ocorrem na vida académica e é uma das coisas que vai mal neste país. Se apenas se apercebeu disso na vida profissional pode-se considerar uma felizarda.
    Neste momento encontro-me com média de curso de 13 valores (o que para o curso e instituição que frequento é óptimo) mas tenho plena consciência que tenho capacidades para mais. Sinto muitas vezes que me baixam deliberadamente as notas, só não sabia porquê. Descobri recentemente que todos os alunos com média de 14 valores são automaticamente candidatos a uma bolsa de mérito equivalente a 5 ordenados mínimos nacionais... ____________________ Outras observações: [quote]desses que por aí andam e não sabem "agarrar as novas oportunidades"[/quote] Pode-se ingressar num Curso Superior com um curso das Novas Oportunidades. Ainda este ano foi notícia um aluno que ingressou numa Faculdade Pública com média de 20 valores através das Novas Oportunidades. É ridículo mas é verdade. ____________________ [quote]Não sei que dados estatísticos tem a Sra. Isabel, o que sei é que, possuindo apenas um curso profissional, criei uma empresa e ganho o triplo do que ganham os meus amigos licenciados.[/quote] Se até uma pessoa com a escolaridade obrigatória ganha mais do que 1500€ por mês, isso só vem dar razão à autora do artigo. ____________________ [quote]como uma colega minha que actualmente é Vereadora duma Camara aí num Concelho de Portugal, e não terá sido pelas suas belas naotas que lá chegou, e muito menos pela sua prestação académica ou profissional (que engraçado, a profissional era ZERO).[/quote] Que colega. Que Câmara? Seja parte da solução, exponha essas situações, por um Portugal mais justo! ____________________ [quote]Mensalmente, quando me apresentam contas para pagar, mostro o meu certificado de habilitações e falo sobre Maquiavel, a Utopia de Thomas Moore e sobre o Leviathan de Thomas Hobbes. Ficam todos boquiabertos com a minha cultura mas sabe o que lhe digo? Isto nem me paga as contas nem tão pouco melhora a minha qualidade de vida...[/quote] Isto só vem demonstrar o estado degradado em que se encontra o nosso sistema de Ensino. É-se uma pessoa culta porque se lê muitos livros. Faz-me lembrar um professor meu que sabia o número PI, com todas as casas decimais, de cabeça. Calcular um integral do princípio ao fim para os alunos ficarem realmente a perceber a matéria? Não tinha tempo! "Conheço pessoas que "lêem" muitíssimo, livro a livro, frase a frase, e ainda assim não as consideraria "letradas". Na verdade, são possuidoras de uma massa de "conhecimentos", mas o seu cérebro é incapaz de a organizar e de a registar cabalmente. Falta-lhes a arte de saber distinguir num livro o que lhes convém do que não tem valor, e de o reter para sempre, se possível sem sequer atender ao resto." Adolf Hitler, Mein Kampf
    anónimo | 27.02.2011 | 03.02H
  • 27.02.2011 | 02.51Hcomentário reprovado
  • @FRANCISCO CABRAL - A questão aqui não é essencialmente os dados referidos, mas sim a forma insensível como foi descrito este problema que nos afecta directamente. Como é óbvio que é com espírito de sacrifício e determinação e trabalho que se constrói algo, e não fazer deste dilema o muro das lamentações. Mas já chega de palhaçada! Lê o meu post, que aparentemente foi denunciado. Ridículo....
    JOTA | 27.02.2011 | 02.42H
  • 27.02.2011 | 02.31Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 02.24Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 02.09Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 01.59Hcomentário reprovado
  • A única coisa parva é um que seja de nós se voltar a dirigir a uma urna...Porque se chegássemos a resultados nas próximas eleições com um numero de votos equivalente ao numero de políticos que temos e com uma abstenção colossal algo mudaria,quanto mais não fosse viveríamos sem qualquer tipo de cumplicidade com a auto destruição do "país à beira mar plantado".Mas sim Dª Isabel os licenciados tem uma remuneração muito superior ao restante,quando conseguem arranjar emprego, quando conseguem arranjar um bom tacho ou até mesmo quando tem a sorte de a empresa para a qual trabalham não abrir falência e terem contas para pagar e terem que se sujeitar a qualquer coisita...Mas esta "guerra" não é só para jovens é para os parvos com 40,50 anos que neste belo país não têm lugar nem mesmo licenciados.Estou efectiva à 6anos numa empresa, não tenho um ordenado nem de perto parecido com o seu,nem com os que a rodeiam,talvez porque não sou licenciada,talvez porque só tenho o 12º ano ,talvez porque tenha contas para pagar;talvez por ter tido uma mãe desempregada por demasiado tempo e não podermos comer livros e viver na universidade!Veja toda a realidade Dª Isabel, veja a verdade, os mais velhos já não têm pelo que lutar,porque 200euros de reforma não lhes alimenta a esperança, nós jovens temos um incentivo,os 100euros dados pelo governo para encorajar a natalidade!!É incrível como sem dinheiro para ter casa, comida, querem que hajam mais parvos a porem crianças neste fabuloso Portugal.E este novo Hino é só um primeiro grito de revolta contra BMW e MERCEDES novos com tanta gente com fome!Fomentam o uso de transportes públicos?Sirvam-se deles!Fomentam a não subida do ordenado mínimo?Vivam com ele um mês sem mais um cêntimo, e depois sim,depois de participarem activamente na vivência desta crise com toda a certeza encontrarão a saída,embora com menos quilos,mais rugas mas com a chamada experiência de manobrar pouco dinheiro para muitas contas.Entretanto Dª Isabel se quiser ser o meu Messias teria muito gosto em me licenciar.Obrigada!
    Sara Silva | 27.02.2011 | 01.59H
  • 27.02.2011 | 01.55Hcomentário reprovado
  • @ Antonio Santos. Se achas que a manif do dia 12 não faz nada fica em casa! até porque a tua oportunidade está ao virar da esquina. fica sentadinho, confortável porque ela há-de chegar... força nisso!
    Paulo | 27.02.2011 | 01.51H
  • vejo que o meu primeiro comentário foi denunciado. considerando que não chamo a autora de parva mais vezes do que ela me chama a mim, venho por este meio inquirir como devo proceder para denunciar este artigo. é uma questão de equidade.
    Joana Manuel | 27.02.2011 | 01.18H
  • Parva é a ignorância desta senhora que faz afirmações sem sentido. Eu, tal como muitos que aí andam desempregados ou com más condições de trabalho trabalhei para estudar, nimguém me sustentou. Tudo para alcançar um futuro melhor. Ganhei alguma coisa com isso? Pelo menos estou a trabalhar, não ganho duas vezes mais do que a média nem conheço ninguém próximo que o faça. Gostava que citasse a fonte para tal afirmação. Penso que essa senhora quando escreveu isso estava a olhar apenas para o seu próprio umbigo, tenho pena que alguém tão ignorante ocupe o cargo que ocupa. Todos os dias vejo gente séria e capaz lutar por uma oportunidade sem sorte. Agora esta senhora compara o desemprego ao Ultramar? Coitada! Que termos!
    Tânia Monteiro | 27.02.2011 | 00.51H
  • Esta senhora não deixe de conviver com o tal do Sócrates não, essa convivência vai dar-lhe cabo do que lhe resta do cérebro.
    Marta Belo | 27.02.2011 | 00.50H
  • então vá trabalhar 8h por dia a receber 250euros e depois sim... escreva sobre isso, pode ser que aprenda alguma coisa. ou então trabalhe 3 meses e fique outros 3 ou 4 sem emprego,para a seguir trabalhar outros 3 e ficar sem dinheiro muito rápido.. até me deixa maldisposta....
    isa | 27.02.2011 | 00.46H
  • 27.02.2011 | 00.38Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 00.37Hcomentário reprovado
  • 27.02.2011 | 00.31Hcomentário reprovado
  • vamos lá reflectir: a) nascemos. ricos ou pobres cá estamos. Não adianta afirmar que ninguém gosta de nós só pelo dinheiro ou ninguém nos dá oportunidade pois não temos um nome sonante. Temos esta vida
    b) numa perspectiva brutalmente simplista: o ser humano sempre coexistiu a trocar bens e serviços. Eu planto alfaces e troco por tomates. e eu faço sapatos e troco por tomates, etc, etc
    c) O PROBLEMA DE PORTUGAL É QUE NÃO PRODUZ SUFICIENTE PARA A QUANTIDADE DE DEPENDENTES DO ESTADO - obviamente que estamos nesta situação
    d) estou-me marimbando para o editorial mas pelo menos acedeu uma chama António Santos gostei do teu comentário
    António Zaragata | 27.02.2011 | 00.25H
  • Lamento a falta de conhecimento atroz que este "editorial" demonstra. A autora devia repensar o que anda a fazer enquanto "jornalista" para fazer as afirmações e comparações que faz. Realmente é melhor não ter emprego, viver em casa dos pais, medingar empregos, ter trabalhos abaixo das qualificações, não ter apoios no desemprego, etc etc do que ir morrer no Ultramar! Tristeza é a única palavra que sinto ao ler as suas linhas. Também não estamos pior do que no tempo em que eramos comidos pelos animais e tinhamos de lutar pela sobrevivência? CVertamente que não. A Sra. deve se ter sentido mal no cimo da sua arrogância sentada em cima do seu tacho, pois esse já é seu só espero que lho tirem pois não demonstra ter capacidade nem ética para o representar.
    Pedro Teixeira | 27.02.2011 | 00.15H
  • hoje me deparei com este magnifico debate de ideias. vamos clarificar, jovens estudantes; tentemos seguir uma organização:
    1. estamos perante um artigo de opiniao
    2. a autora refere: Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
    3. será razoavel assumir que a autora acredita que se alguem estudou e afirma ser escravo é porque é parvo.
    4. concordo. eu estudei, fiz um curso de 5 anos numa das melhores universidades do país, pública, e depois tirei um mba em duas das melhores universidaes do país. hoje estou sem emprego e na luta. Uma luta muito injusta. Mas estudei e sei que a minha oportunidade está ao virar da esquina.
    5. Estudei e recuso-me a ser escravo como afirma a letra dos Deolinda.
    6. em relação a manif do dia 12 não acredito que vá alterar grande coisa, mas temos o direito de nos manifestarmos e mostrar a esta classe de politicos que valem pouco.
    7. no meio de muitos insultos que aqui vejo, prefiro ver o lado positivo desta troca de ideias. A isabel esticou-se na forma do artigo, embora concorde com a essência - tentem, realmente, ser parte da solução. Algumas das pessoas que comentaram sofrem do sintoma: tenha pena de mim. Ninguém tem toda a razão.... mas este debate foi positivo e espero que contribua para soluções construtivas e espirito de mudança.
    Antonio santos | 27.02.2011 | 00.14H
  • "A geração parva teve o que os pais não tiveram e não conseguem fazer nem metade." Srª "chega de parvos" Isabel Stilwell, isto não é uma luta contra os nossos pais, é uma luta inter-geracional por um Portugal mais justo e fraterno. Há que lutar por uma mudança de paradigma da nossa sociedade, um salto civilizacional, onde a riqueza seja o capital humano: espiritual, social e técnico. A riqueza é um estado de espírito, não uma competição materialista. Acho que ainda estamos longe dessa sociedade utópica, mas a meu ver inevitável se quisermos evoluir.
    Amorcrata | 27.02.2011 | 00.11H
  • 27.02.2011 | 00.00Hcomentário reprovado
  • Impressionante como uma pessoa que se encontra no seu posto consegue escrever tal opinião sem fundamento. Impressionante como critica uma geração que é conhecida pela vontade de ir mais além, de ter formação (além da própria formação a nível superior, também formação com workshops, a nível de cursos linguísticos, entre outras), de realizar formações internacionalmente, de se esforçar por estudar sacrificando-se muitas vezes para isso (trabalhar e estudar ao mesmo tempo não é tarefa fácil!). Não consigo perceber como consegue criticar uma geração baseada em factos que pouco ou nada são ilustrativos de tudo o que diz. Eu, estudante licenciada, a caminho de 2ª licenciatura, vi o sonho de seguir a carreira que queria, ir por água abaixo já que simplesmente não há emprego. Já que simplesmente quando se vai a uma entrevista de emprego (se chegamos a ser chamados para tal) o que procuram é pessoas já com experiência. Responda-me, como é que uma pessoa acabada de se licenciar tem experiência na área? Além do mais, uma das coisas que muitas empresas do nosso pais demonstram é que o ser licenciado é uma desvantagem em relação a quem não o é. Para que vão contratar um licenciado se têm que pagar mais, enquanto podem arranjar uma pessoa que, com alguns dias na empresa, aprende o que tem que fazer e podem pagar muito menos (segundo a lógica deles). Acho vergonhoso falar de uma realidade que pelos vistos desconhece, em que o facto de termos formação superior no nosso país, é como ser uma pedra no sapato deste mesmo...Incomodativo sabe? É dificil pensar que para sermos reconhecidos como uma geração lutadora e formada temos que ir para fora do nosso próprio país, pois este, em vez de nos aceitar como uma mais valia encara-nos como uma despesa demasiado alta. Ir para um curso com um sonho, e vermos, ao longo deste, esse sonho virar um pesadelo não é fácil. E ver comentários como o que fez é mais uma prova da falta de valor que nos é dado como estudantes, como geração formada e lutadora que somos. Os problemas de outrora foram difíceis de enfrentar, mas os de actualmente não o deixam de ser...Apenas são diferentes...
    Espero bem que pense no que disse, porque acho que, se não tem noção do que fala, é melhor não falar.
    Cumprimentos.
    FL | 26.02.2011 | 23.56H
  • 26.02.2011 | 23.52Hcomentário reprovado
  • Já agora gostava que esta senhora ajudasse a descobrir uma forma dos jovens participarem na busca da "saida". Eu tal como outros estudantes do ensino superior tento dizer basta. Participo em manifestações crio junto de colegas formas de luta contra problemas concretos dentro da universidade,e mesmo a nivel local, e quantas vezes nos ouviram, quantas vezes a luta resultou, nunca resultou! venha á rua e tome noção da realidade..
    E serei eu um parvo pelo facto dos meus pais me pagarem o curso???
    BTW adoro a censra!!
    el | 26.02.2011 | 23.51H
  • O seu artigo também deveria ser "reprovado" ou "denunciado", pois o título tal como muitos dos comentários que aqui estão a ofendem, também ofendeu bastante todos NÓS jovens que tentamos começar a nossa vida. Ea partir daí creio que não tem o direito de se sentir ofendida, pois não teve cuidado com as suas palavras, nem respeito. Foi extremamente simplista a analisar uma situação que em nada é simples. E pelos vistos não somos assim tão inactivos, a julgar pelo numero de comentarios gerados em tão pouco tempo. Pense naquilo que escreveu, faça uma reflexão e como já alguem aqui escreveu não escreva artigos baseados em estatísticas, escreva um artigo baseado na realidade. Cumprimentos, Mónica.
    Mónica | 26.02.2011 | 23.42H
  • 26.02.2011 | 23.33Hcomentário reprovado
  • Amorcracia já!Despe-te de preconceitos e sonha um mundo novo!A utopia é possível, é de facto o único caminho! Tu contas! E não precisas de saber ler escrever, ser doutor, rico, basta-te amar!
    Amorcrata | 26.02.2011 | 23.30H
  • A geração parva teve o que os pais não tiveram e não conseguem fazer nem metade.
    chega de parvos | 26.02.2011 | 23.23H
  • Geração parva? Tiveram tudo do bom e do melhor, iam de popó para as aulas e ainda havia dinheiro para lhes pagar as pranchas de surf.Viveram à grande à custa da geração que dizem que os tramou. Cambada de aproveitadores, façam-se à vida. Estudaram para quê se não sabem fazer nada sem o dinheiro dos papás???
    matias | 26.02.2011 | 23.21H
  • 26.02.2011 | 23.17Hcomentário reprovado
  • BUUUZZZZZZZZZZZZZZZZ!
    Catarina | 26.02.2011 | 23.15H
  • Gente, não se preocupem, esta senhora hà-de ter netos nestas situação. Pois, a roda dà a volta a todos!
    Catarina | 26.02.2011 | 23.13H
  • Surreal a sua falta de noção da realidade ... E já que se achou no direito de emitir publicamente essa opinião frívola e infundada, insultando e ofendendo toda uma geração, acha ainda que tem também o direito de retirar a esta geração parva o igual direito de refutar o seu comentario, censurando as suas respostas ? ... Lamentável. Espelho do país que temos. Revoltante.
    Completamente Parva | 26.02.2011 | 22.59H
  • Ohhh Isabel onde estavas tu e tua famelga no 25 de Abril de 1974? És uma comodista inculta, com a mania que é esperta e privilegiada... Mas de esperta tens muito pouco, isso está a vista desarmada... Deixa lá teu mundinho cor de rosa as bolinhas azuis, e acorda, mais vale tarde que nunca.
    BN | 26.02.2011 | 22.47H
  • 26.02.2011 | 22.34Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel, Um curso deve fornecer um conjunto de competências e uma outra visão da realidade (neste ponto concordo com o que diz). Contudo, falo por experiência própria estive um ano desempregado a procurar emprego sem cessar.Neste momento já me encontro a trabalhar mas tive que recusar várias ofertas porque o que iria ganhar mal daria para as despesas.Isto para não falar duma multinacional na qual trabalhei cerca de 2 meses que me prometeu este mundo e o outro. Na referida trabalhava 10 horas diárias ou mais para receber 550 euros que mal me davam para as despesas.Despedi-me e agora tive alguma sorte. Devemos falar de uma realidade quando a conhecemos verdadeiramente. Tem direito à sua opinião mas deve primeiro tentar perceber a realidade que a rodeia. Nem todos podem ter cunhas como os seus filhos têm/terão. Enquanto estudante sempre fui extremamente cumpridor e aplicado(o que julgo que me dá alguma autoridade para falar). As empresas internacionais vêem em nós uma vantagem. As empresas nacionais vêem em nós um problema. Os jovens licenciados portugueses lá fora brilham cá não o podem fazer por falta de oportunidades(ainda que muito lutem por isso). A sua geração foi aquela em que tinha um emprego para a vida. O paradigma mudou mas os jovens lutam muito pela sua vida, passar uma imagem de jovens que não fazem nada não é de todo verdade. O problema é que em Portugal não se dá dignidade ao trabalho(componente salarial). Desejo-lhe uma boa noite sobretudo de reflexão já que a observação de um dado fenómeno social deve ser feita com trabalho de campo e não num gabinete com estatísticas do INE ou similares e com um salário de 2000 euros mensais. Grato, João Miranda
    João Miranda | 26.02.2011 | 22.30H
  • Acho que uma jornalista que usa a palavra 'parva' num artigo sobre um teme tão sério não pode ser levada a sério. É uma vergonha para qualquer jornal ter um artigo tão vulgarmente escrito de opiniões que deviam ser discutidas no café e não numa plataforma de notícias e assuntos sérios.Parece-me pouco profissional e hipocrita para uma pessoa que julga que a geração de hoje em dia não se esforça. Concordo com a Sra. Stillwell que se calhar nossa geração poderá melhorar a situação actual mas como podemos fazer isso se ninguem nos contracta e ninguem nos paga?A maioria de nós tem a sorte de ter famílias que nos apoiam mas isto não durará para sempre e um dia seremos velhotes sem reforma porque já se gastou tudo na geração anterior. Ainda seremos a geração á rasca mas com cabelos brancos.
    L. E. | 26.02.2011 | 22.25H
  • Quando é que metem esta 'senhora' no desemprego?! Daqueles de longa duração, até ficar sem vencimento porque não me parece que seja útil à sociedade... até porque pessoas como ela (infelizmente há muitas e a governar o nosso país) deviam ser banidas!
    Andreia | 26.02.2011 | 22.09H
  • 26.02.2011 | 21.19Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 21.12Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 21.04Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 20.57Hcomentário reprovado
  • Para si D. isabel, era como ferramenta de trabalho uma enxada e muito mato para roçar, de preferência desde as 8h às 21h, e depois disso, ai sim conseguiria entender que teria ficado melhor calada. Lamentável a opinião de quem não sabe nada do que é a vida.
    Estou a fazer doutoramento e para pagar as propinas e SOBREVIVER trabalho a recibos verdes, mal vejo a familia (apenas ao domingo e quando é possível, morando na casa ao lado). Adoro aprender e gosto de estar em constante formação, mas não o faço apenas pelo conhecimento, mas também pela suposta melhoria das condições de vida que deveria proporcionar. Por isso não lhe admito as ofensas do seu editorial. A sra. é inconsciente e ridicula, não fale do que não sabe.
    CC | 26.02.2011 | 20.56H
  • a nossa geração é parva segundo a senhora!
    E a sua não foi?
    lembremos uma coisas qual é a geração que provocou a crise existente neste momento em portugal? a sua ou a minha?
    a minha geração é parva por se achar escrava depois de tirar uma licenciatura?
    não somos coitados, coitadinhos nem parvinhos! somos desesperados porque depois de cinco anos a pagar propinas despesas etc a única coisa que conseguimos é um diploma e o direito a um trabalho precario! e se realmente quisermos ser considerados cérebros emigramos levamos a nossa inteligência, os nossos conhecimentos para outros países porque a sua geração reprova o nosso cérebro, considerando que é vossa geração a única que consegue fazer o futuro e Portugal! senhora isabel a ditadura acabou no ano de 1974. e na altura se bem se lembra tambem a sua geração criava musicas que criticavam o estado de portugal! e ninguem disse alguma vez que a sua geração parva! como hão de os jovens participar no futuro se nignuem nos dá os devido valor, se a sua geração continua a achar que somos a geração da playstachion! pondere, pense, investigue e veja que na sua geração deve ter havido tanta gente como as de agora a quem os pais pagaram a fculdade e olhe que há mais licenciados agora, mas que trabalharam e pagaram os estudos! visto que neste país qualquer dia estudar não é para quem quer, mas sim para quem pode porque 900 euros por ano é dose e se juntarmos mais outras despesas é um roubo e se forem dois filhos ao mesmo tempo que apenas tem uma mãe ou um pai ajudar é impossível, a solução é? ou trabalhar e estudar ou ficar com o 12 ano e continuar a ser escravizado sem ter tentado a a primeira solução! mais como é possível que a liberdade de expressão não seja criticada! se quando os jovens comentam textos como estes exista gente que reprova os comentários de pessoas que tambem dão uso a liberdade de expressão! isto é vergonhoso! nem aos jovens dão a liberdade de falar! NESTE MOMENTO SOMOS ESCRAVOS DE UMA SOCIEDADE QUE CONTROLA PORTUGAL E DESPREZA O NOSSO SABER! (podem reprovar o meu comentário que eu venho postá-lo aqui de novo e se for necessário publico em outras paginas da web e ainda menciono o facto de não existir liberdade de expressão)
    Liliana Branco ( a jovem ainda não licenciada preocupada com o futuro da minha geração) | 26.02.2011 | 20.54H
  • É inacreditável e ainda mais humilhante ter que ler um artigo como este, sabendo que estou prestes a concluir o meu SEGUNDO estágio noutra multi-nacional a custo zero, sediada fora de Lisboa, e que me custa cerca de 450 € p/ mês (Deslocações, Alimentação e outras despesas correntes). Agora você pergunta-me inocentemente: -Como é que consegue?! - e eu respondo-lhe!: Suor, esforço, dedicação, vontade de querer vencer na vida. Sim! Fui um privilegiado porque os meus pais apoiaram me financeiramente para a minha formação superior, mas acha que sou insensível ao ponto de nem sequer querer retribuir? ou nem sequer ter planos para as minhas ambições? Caso contrário, que raio de valores teria??? Para além de TRABALHAR, ainda tenho mais outros TRABALHOS para puder sustentar o TRABALHO que de facto me faz vibrar e levantar da cama todos os dias. E digo-lhe, um dos grandes problemas sabe qual é? O facto da maioria das grandes empresas ter uma cultura organizacional retrógrada; um grande número de pessoas da sua idade e superior a ocupar posições para as quais não tem qualquer tipo de formação ou especialização, aproveitando-se e alimentando o seu trabalho diário das ideias inovadoras e pro-activas que muitos de nós temos..essa geração "parva". Sim sou humilde, por isso leia as entre-linhas.
    Acho uma tremenda falta de respeito e consideração este artigo. A verdade é que usufruiu do seu direito de liberdade de expressão, mas quando o fizer outra vez, não censure os outros e de forma grotesca e grosseira.
    jota | 26.02.2011 | 20.46H
  • É incrivel que pessoas como esta venham escrever um artigo de opinião num jornal no qual estão por "tacho" (certamente, pois com uma mentalidade destas não há outra hipótese), e não sejam prontamente despedidas!! Liberdade de expressão é uma coisa, usar um lugar de destaque na comunicação social para insultar uma geração inteira e outra bem diferente!! Se tivesse alguma vergonha na cara apresentava a sua demissão prontamente, de certeza que com a inteligência que tem, propostas de trabalho não lhe vão faltar!! Ou então pode sempre virar-se para a vida dos princepes e princesas que gosta de estudar e continuar assim no seu maravilhoso mundo de fantasia.
    Patrícia Santos | 26.02.2011 | 20.20H
  • com certeza a sra não passa nem 1 bocadinho do que passamos mesmo quando estamos a trabalhar em condições de 15 e 16 horas diárias, nem tempo para a família, para ganhar menos do ordenado mínimo, e quando nos queixamos com a falta de condições obtivemos a seguinte resposta:" Se não queres tenho aqui mais de 20 currículos para o teu lugar que não se importam de o fazer e se calhar por menos ordenado e tu trabalhando a recibos verdes podes ir quando quiseres que não tenho nada a te pagar". É uma óptima resposta para quem estudou e não tem tempo nem para os filhos para receber menos do ordenado mínimo e sem poder falar muito por não ter absolutamente nada que me proteja visto estar a recibos verdes. Isto é só um pequeno exemplo que com certeza a sra não passou por isto e deve estar a falar de barriga bem cheia
    anónimo | 26.02.2011 | 20.09H
  • Que triste, esta senhora não tem qualquer noção da realidade... Este comentário é meu e do meu pai que tem +/- a idade dela. E aliás não conheço ninguém mais velho que não se aperceba da situação em que estamos neste momento apesar de todas as dificuldades que tiveram nos seus inicios de carreira.
    JoséCL | 26.02.2011 | 20.08H
  • Este artigo deixa-me cheio de esperança, pois efectivamente a excelentíssima Isabel deve saber algo que nos escapa a todos e ter enfiada algures na sua manga uma solução milagrosa para os milhares de jovens que saem da universidade para ganhar 600 ou 700 euros... a recibos verdes. E estes são os que têm sorte, pois quase 70.000 outros recém-licenciados nem têm emprego. Aguardo pois, ansiosamente, que a senhora nos explique como é que os jovens podem passar activamente a ser parte da solução... ou a sua ideia é que se calem e se conformem em contribuir para o país como mão-de-obra especializada barata, de modo a aumentarem ainda mais os lucros das nossas empresas?... E sim, retribuo o cumprimento considerando-a, de facto, parva. Parece não ser um exclusivo dos jovens, afinal...
    Gustavo Cruz | 26.02.2011 | 19.50H
  • Aqueles que acham que só nos sentimos ofendidos porque a carapuça nos serve, deviam perceber que este artigo ridicularizou um problema sociais dos mais graves e complexos que existem de momento, pelo menos é a minha opinião, que consigo pensar a longo prazo e ir um pouco além de me queixar com o aumento dos impostos. Apelidar-nos de egocêntricos só pode representar a falta completa de noção que têm deste problema. Pensam que isto só tem impacto no actual? Amigos, estamos a falar do futuro de um país, se o presente não está muito famoso, com a precariedade em que a nossa geração está em inicio de vida e carreira, as coisas apenas se avizinham piores! Não só para nós, mas também para os nossos pais, avós e muito piores ainda para os nossos filhos. Deixam-nos expor as nossas preocupações, deixem-nos lutar pelos nossos direitos e deixem-nos fazer aquilo que achamos estar correcto, não ridicularizem as nossas atitudes, quanto muito ajudem-nos e sugiram melhores formas de o fazer, isto sim seria o ideal. Este artigo peca em muitas coisas, principalmente pela escrita incendiaria, sensacionalista e imparcial, e não é disso que Portugal precisa, já temos gente suficiente a manipular a opinião dos portugueses, não precisamos de mais, obrigada!
    A menina do povo | 26.02.2011 | 19.39H
  • 26.02.2011 | 19.38Hcomentário reprovado
  • Exma. Senhora, Fico estupefacta com o seu artigo e com o facto de o ter generalizado tanto... Com certeza que não tem bem em conta com o que se passa hoje em dia nem provavelmente passou o que estamos a passar! Admito que uma boa parte dos jovens de hoje estejam a viver às custas dos pais e não se dão ao trabalho de procurar novas oportunidades. Mas acredite que a maioria dos jovens que querem trabalhar na sua área de estudos muitas vezes acabam a trabalhar em call-centers ou cafés (e não digo isto como sendo mau, porque trabalho é trabalho! Eu bem sei que tive de trabalhar num para pagar as bem ditas propinas!) mas não estão a trabalhar na área em que se especializaram! Obviamente que na Sua altura era mais fácil arranjar emprego… vocês eram menos! Sejam os pais ou nós a pagar o raio das propinas não há muitas oportunidades! E as que há são trabalhos precários a ganhar 600€ ou com contratos de 3 meses! Já para não falar em estágios não remunerados! Que isso é no mínimo insultuoso para não dizer anticonstitucional! Mas isso era o que se chamava “escravatura” e, caso até saiba melhor que eu, esta terminou em 1869…oficialmente! Quando eu andava na faculdade a maioria dos meus colegas, e eu inclusive, tínhamos de trabalhar e pagar as nossas propinas! O que não me estou a queixar! Sempre tive tempo para tudo, com excepção do pouco tempo que passava com a minha família! Mas andava a aprender! “É importante ter um curso superior!” Sempre ouvi dizer! Por isso desculpe-me se discordo quando diz “ gastaram o dinheiro dos pais” e quando diz que gastamos o seu dinheiro em impostos não deveria falar antes com o primeiro-ministro? Sabia que até no Brasil as faculdades públicas não têm propinas? E minha Senhora não diga por favor que não aprendemos nada que aí desculpe-me mas a ignóbil é você! Eu sempre me esforcei e tive boas notas acabei o curso nos 5 anos que me exigiam! Quando surgiu o processo de Bolonha investi mais uma vez na minha formação e tirei o mestrado para não me passarem à frente… mas para que serviu isto? Para gastar mais dinheiro? Para que serviu isto se não temos garantias nenhumas! Para ter um excelente curriculum a pular de bolsa de investigação em bolsa de investigação! Caso não saiba os bolseiros de investigação não são considerados trabalhadores! No entanto, eu trabalho das 8h às 20h e chego a casa e se for preciso ainda vou trabalhar mais um pouco… Ganho 745€... o que é maravilhoso dados os valores dos ordenados hoje em dia… mas com o meu curriculum devia ganhar 980€ mas porque não há dinheiro tive de assinar um contrato em como não me importava de ganhar um escalão abaixo do meu! Só falta dizerem-me, e desculpe mas é a verdade, “importa-se de baixar também as calças?!” Nos meses em que não tenho bolsa NÃO TENHO DIREITO AO SUBSIDIO DE DESEMPREGO porque sou “estudante”... Caso adoeça NÃO TENHO DIREITO À BAIXA MÉDICA porque sou “estudante”... Felizmente nenhuma das situações aconteceu… e os meses que estou sem trabalho sobrevivo com o dinheiro que juntei nos meses anteriores! Mas agora pergunto-lhe: se eu trabalho pelo menos 12horas por dia e muitas vezes também ao fim-de-semana e se publico artigos científicos reconhecidos internacionalmente e estou a desenvolver metodologias que vão ser úteis para protege-la a si e a muitos portugueses, que serão integrados em PDM’s nacionais e em outros serviços de protecção civil internacionais, porque que é que sou considerada estudante? Não estou a contribuir para o desenvolvimento do país? Não trabalho o suficiente para tal?! Sendo bolseira porque é que não posso ter uma vida estável? Porque é que tenho de andar sempre com medo de ficar sem emprego? E a fazer contas à vida? Porque é que o governo protege mais quem anda a trabalhar 6 meses e mete o fundo de desemprego e fica mais 6 meses sem trabalhar mas a receber do que a mim, que trabalho todos os dias? Não deveria a senhora estar mais indignada com essas pessoas? Eu adoro o meu trabalho e adoro o que estudo! No entanto cometi o terrível erro de decidir fazer investigação em Portugal! E uma vez que vou “aproveitar os desafios e dar volta à vida” vou para o estrangeiro trabalhar e aplicar as metodologias que podiam ser para proteger portugueses, mas irão proteger os cidadãos dum outro país! Lá vou ter as bem ditas regalias que gostava de ter cá e nãos as tenho… não estou a pedir mais dinheiro apenas um contrato de trabalho que me reconheça como trabalhadora que sou e me ofereça estabilidade na vida! Bastava isso para ficar em Portugal! E mesmo que pedisse um pouco mais… não foi para isso que investi a minha formação? Não é justo uma pessoa que tem uma formação superior de 7 anos ganhar mais do que uma pessoa que tenha apenas o secundário? Se o trabalho o justificar penso que será adequado pagar mais a quem tem mais habilitações e o seu trabalho for importante ainda mais!!! E acho muito bem que os jovens se manifestem por uma vida melhor e mais emprego! Eu também vou! Tal como os polícias lutam para ter uma vida... nós “parvos” também o faremos!
    E minha senhora… E acredite quando lhe digo que eu gostava de continuar a trabalhar em Portugal e contribuir para melhorar as condições do país... Mas uma vez que não me oferecem condições para TRABALHAR digo “basta” porque não sou parva e não continuar a viver nestas condições! Cumprimentos, Um cérebro que se vai fugir
    Um cérebro que se vai fugir | 26.02.2011 | 19.35H
  • O artigo está certo numa coisa, somos parvos se achamos que temos uma licenciatura e somos escravos. Não temos de trabalhar de borla, nem temos de trabalhar 55h semanais (como nos exigem), pudemos pôr as trouxas ás costas e abandonar este país que é tão ingrato para nós! A nossa geração apenas exigem, temos de trabalhar mais, temos de inventar trabalho, temos de deixar de ser mimados, temos, temos temos, mas ninguém nos dá nada, ninguém nos abre as portas para começar, se estamos empregados e temos o azar de dar uma opinião contrária ao chefe somos convidados a sair, e tudo é permitido graças aos contratos de trabalho temporário. Ora, devemos mesmo fazer as trouxas, abandonar esta corrupção, cunhas, luvas brancas, aldrabices e bater a outras portas, de empresas que estejam dispostos a receber-nos, a ensinar-nos e a aproveitar o que temos de melhor. Somos a geração rasca à rasca, e neste país nem uma casa conseguimos comprar, porque o banco não empresta, culpa nossa? A culpa é nossa?? Não, é das gerações anteriores que usaram e abusaram do crédito até para comprar carapaus, e nós é que somos os mimados?? Como muitos andam por ai a dizer? Vamos deixá-los no seu mundinho maravilha, e quero ver com que impostos é que depois pagam as reformas destes que hoje nos apontam o dedo, achando que somos obrigados a descobrir a solução para tudo, quando nem condições temos para organizar o nosso próprio pensamento.
    Mais um comentário meu a ser em breve censurado
    A menina do povo | 26.02.2011 | 19.25H
  • 26.02.2011 | 19.18Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 19.05Hcomentário reprovado
  • Voltámos a gente que funciona como a PIDE.
    Se a opinião não agrada..... APAGA-SE?
    Então como planeia a sua vida se não sabe se tem vencimento neste fim do mês?
    E... o seguinte::: Quando?
    Já sei: tem garantidas umas quantas escadas para lavar!
    Um que não é idiota. | 26.02.2011 | 18.42H
  • 26.02.2011 | 18.35Hcomentário reprovado
  • Mimados são aqueles que passam a vida a argumentar que toda a gente e mais alguém são culpados de uma certa situação. Sra. Dra. Stilwell (possivelmente será assim que gosta de ser tratada do alto do seu pedestal, já agora pode tratar-me por Dra também, estudei e trabalhei ao mesmo tempo, paguei o meu curso superior, nunca vivi a conta dos meus pais, porque infelizmente, tambem estes lutaram sempre para viver, por isso acho que também me concedo esse direito.
    Não fui ver os Deolinda com muita pena minha, tenho a certeza que terá sido um bom espectáculo e o preço não excederia um dos seus almoços, (ou quem sabe um dos seus anéis). Tenha vergonha na cara sequer que façamos alguma coisa pela minha geração trabalhe, em vez de usar as palavras como forma de esconder aquilo que não faz. Uma pergunta: Quanto é que ganha? Consegue colocar os seus filhos na escola? Pagar agua, luz e gás? Comer, beber e vestir? e a renda? paga renda? ou tem primos em todo o lado? Também sou licenciada desta geração a que chamam parva (e não estudei 3 anos e sou mestrada). Tenho uma Licenciatura ainda do seu tempo, daquelas em que eramos 90mil para 30mil vagas e que batalhavamos com o nosso estudo, para chegar a algum lado. Ganho pouco mais que o ordenado minimo nacional e trabalho 12horas por dia, não posso dar-me ao luxo de esperar que pessoas como a senhora ou da sua estirpe (tenham elas que idade tiverem) façam alguma coisa por este país. E agora para descer ao seu nível posso dizer-lhe uma frase brilhante, que encaixa bem no seu cabelo oxigenado (que não deve ser barato todas as semanas) quem aponta o dedo tem 3 apontados para si.
    Andreia Pinho | 26.02.2011 | 18.34H
  • Cara Senhora, eu até gostava muito de a ouvir falar e partilhava sempre a sua opinião (aliás tenho saudades das reportagens na NM), mas admitamos que esta não foi de todo uma boa reportagem... e eu nem sequer gosto dos deolinda...
    Elisabete | 26.02.2011 | 18.34H
  • 26.02.2011 | 18.28Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 18.19Hcomentário reprovado
  • hahahahha
    Eu, que não sabia se devia rir ou ter um colapso mental...só posso agora rir! Então a censura continua... ah.... que triste situação.
    Eu...que pensava que a Sra apenas tinha metido uma argolada e estava envergonhada de admitir que desconhecia a real situação dos jovens, sei agora que não sabe, porque não lhe interessa. Não desejo a nenhum dos seus, que passe pelo que passei e pelo que a minha geração passa para arranjar emprego. Trabalho arranja-se bem! então...até estagiei 6 meses de borla deslocada a 200Km de Casa ....Emprego efectivo que dê dignidade ao trabalhador já é um pouco mais complicado,....sim...agora estou a recibos verdes. e sim... já emigrei e já voltei...e não: não me calo.
    INÊS | 26.02.2011 | 18.17H
  • Sra, Stilwell, a AnaMadeira disse (quase) tudo.
    Eu só vou completar se a Ana me permitir.
    Se neste momento me pedissem para cozinhar uma Torta de Amêndoa (ou publicar um artigo para o Destak como a Sra.), eu sem conhecimento de causa (como a publicação da Sra.) concerteza conseguiria fazer uma Torta com mais ou menos bom aspecto (como o texto da Sra.) mas quando o fosse a comer, com todo o respeito, saber-me-ia a m*rda (como o texto da Sra.).
    Isto para explicar culinariamente que não devia falar acerca do que não sabe.
    Quer saber como? Despeça-se, mude de nome e aspecto, limpe o seu currículo e comece do nosso zero.
    Então aí de certeza que mudava de opinião. Não fale das vítimas da sua geração sem se colocar na pele delas.
    Uma boa tarde
    AMSA | 26.02.2011 | 18.13H
  • @Vcosta: Gosto do seu comentário!
    GH | 26.02.2011 | 18.08H
  • Mas será que ninguém percebeu a senhora em questão só quis chamar a atenção? Não se sabe o que está por detrás desta necessidade de atrair a atenção do país. Provavelmente frustração ou algo do género, mas a verdade é que foi perspicaz e usou a faixa de população mais sacrificada e inteligente da sociedade portuguesa como objecto do texto e conseguiu atrair as atenções.
    O que ela não estava à espera era das respostas bem dadas e a de uma quantidade de sapos que a engolir tudo, só lá para 2030, altura em que a juventude de hoje estará a ocupar os cargos que a geração desta deixarão para a reforma e onde temos oportunidade de dar uma lição à malta do reumático que no início do século XXI destruiu este país. Srª Isabel, boa sorte!
    Charles | 26.02.2011 | 18.08H
  • Caro Luís,
    Conseguir reunir 6 motivos para aplaudir o artigo redigido pela Sr.ª Isabel Stilwell é de facto notável. Tão notável quanto a sua capacidade de acentuar correctamente todas as palavras que colocou neste post! Muitos parabéns!!
    Essa deve ter sido uma das vastas competências que conseguiu reunir para ser bem sucedido na sua vida profissional! São pessoas como você que deveriam trabalhar a recebos verdes, auferindo 500€, sem quaisquer direitos e muitos deveres.
    Devia ter vergonha de insinuar que os jovens que lutam diariamente por um emprego, que enviam centenas de CVs e se sujeitam a entrevistas idiotas, quando as vagas estão mais do que preenchidas, por amigos como aqueles que lhe hão de ter arranjado trabalho, são comodistas e que passam os dias agarrados à TV.
    Fraco de ESPÍRITO é o senhor! É tão parvo e burro que nem se deu conta que o protesto é pela INEXISTÊNCIA DE TRABALHO!! Se tivesse aprendido a ler e a interpretar textos na escola talvez tivesse evitado expor-se ao ridículo!!
    VCosta | 26.02.2011 | 18.03H
  • Sr. CENSURA-ME, em primeiro se é para ofender ofenda no género correcto visto eu ser mulher. Não me lembro de ter mencionado que estava numa situação de pobreza, mas sei o quanto tive que batalhar para ter a vida que tenho hoje em dia, recibos verdes, contratos de 6 meses e depois desmprego, etc. Portanto, sinto-me solidária com todos os que estão a passar por isso. Só está contra quem não teve que lutar para ter emprego. Pessoas como o Sr. e Sra. isabel sabem o que é emprego não o que é trabalhar. Se me permite, pelas palavras delicadas que profere, não me parece que tenha um QI elevado como menciona.
    Mn | 26.02.2011 | 18.00H
  • Como se atreve a insultar os portugueses desta maneira, sua "tia de Cascais", vazia e oca. Como se atreve a referir o Ultramar? Esteve lá? Como se atreve a ofender todos os estratos sociais não privilegiados pelas cunhas como o seu? Que género de jornal é este, em que autora vazia e oca, elogia o Salazar por altura do 25 Abril? Que fala noutra cronica dos "islâmicos" como se fossem gado? O seu primo admite tudo???
    Jorge Silva | 26.02.2011 | 17.49H
  • Cara Isabel, posso não concordar com o que diz, mas lutarei até ao limite das minhas forças para que possa dizê-lo...
    José | 26.02.2011 | 17.42H
  • "Sr. CENSURA-ME, és daqueles que porque nasceram num berço de ouro não sabe o que é realmente trabalhar e esforçar-se para algo. Precisas é de uma enxada nas mãos, vai roçar mato para veres o que é duro e não dizeres disparates. Se tivesses numa situação de trabalho precário ou desemprego estavas caladinho ou sentias-te ofendido." -- MN Para a tua informação eu já fui pobre como o c*ralho a viver sozinho com um salario miseravel e quase não tinha dinheiro para viver. Graças a Deus sou inteligente e soube safar-me até poder chegar ao ponto em que tenho uma vida mais confortável hoje em dia. Tenho um automovel 1.8 cilindrada a gasolina e queimo-a bem; sempre que posso vou ao restaurante comer prq já nao gosto de lavar a loiça, visto-me bem e tenho a casa toda artilhada. Por isso devias pensar tu duas vezes e se és retardado só tens mesmo o que mereces. Eu CONQUISTEI tudo o que tenho até hoje e nem sei o que é um berço de ouro, o meu era de madeira... :D
    CENSURA-ME! | 26.02.2011 | 17.39H
  • 26.02.2011 | 17.36Hcomentário reprovado
  • Sr. CENSURA-ME, és daqueles que porque nasceram num berço de ouro não sabe o que é realmente trabalhar e esforçar-se para algo. Precisas é de uma enxada nas mãos, vai roçar mato para veres o que é duro e não dizeres disparates. Se tivesses numa situação de trabalho precário ou desemprego estavas caladinho ou sentias-te ofendido.
    Mn | 26.02.2011 | 17.34H
  • 26.02.2011 | 17.29Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 17.24Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel Stilwell, vou directa ao assunto: o seu artigo é de uma leviandade atroz. Se pretendia "espicaçar", penso que o conseguiu fazer. Porque se incentivar esta nova geração era o objectivo, digo-lhe que mesmo sendo mais nova do que a senhora, consigo perceber que não foi da forma mais assertiva. Não concordo com o seu artigo, de todo, e aqui talvez não fale apenas pela minha geração, mas também pela dos meus pais, pessoas fantásticas que admiro desde sempre. Eu tenho 32 anos; os meus pais, 65 e 66 anos. Os meus pais foram para o Ultramar porque quiseram - o meu pai foi obrigado e a minha mãe foi para lá trabalhar. Permaneceram por lá muitos anos. Foi antes do 25 de Abril de 1974. Os chamados "retornados", que voltaram de lá como tantos portugueses. Isto apenas para contextualizar o que vou dizer a seguir. Os meus pais foram desde sempre o meu maior exemplo. Ensinaram-me a lutar. Ensinaram-me a não me calar quando sei expor os meus pontos de vista. Na minha casa sempre houve música, respeito pelas artes, respeito pela Liberdade de Expressão, a mesma que nos permite estar aqui, em campos opostos no que diz respeito a mandar meia dúzia de verdades em meia dúzia de linhas. A senhora escreve dois parágrafos a falar mal duma música - cada um gosta do que gosta, é certo - que apenas reflecte aquilo que nossa geração sente. É um facto. Escreve um parágrafo dizendo que um licenciado ganha o dobro(?)em relação aos outros. É mentira. A senhora não deve viver no mundo português real. Escreve mais dois parágrafos em que ataca toda uma geração que vive mal, alegando males de vitimização etc etc etc - com as taxas de desemprego a aumentar, mais devo crer que a senhora deva ser amiga do Primeiro-Ministro que também diz que isto está cada vez melhor. Se não sabe o que são recibos verdes, informe-se melhor antes de denunciar a sua própria ignorância de forma tão leviana - praticamente todos os ARTISTAS em Portugal estão a recibos verdes. Isto não denuncia apenas uma Lei do Trabalho medíocre, denuncia todo um país PODRE sem respeito pelas Artes, sem consideração por aquilo que se escreve, que se canta, que se dança, que se actua, que se pinta.... Finalmente, a senhora escreve um último parágrafo ridicularizando a manifestação que se irá realizar em Lisboa. É talvez o parágrafo mais infeliz da sua medíocre contribuição para aquilo que podemos incluir na tal Liberdade de Expressão. Numa Europa civilizada uma escritora de renome não o teria arriscado. O direito à manifestação pública é um direito previsto por um Estado LIVRE. É uma forma de praticar cidadania activa. A aplicar aquilo que aprendi com os meus pais, minha cara Isabel Stilwell, e respondendo à sua retórica final, digo-lhe que a sorte é encontrar-me fora do país e não poder estar em Lisboa dia 12, mas espero viver o suficiente para ver penduradas algumas cabeças nalgumas estacas, porque sinceramente... civilizadamente está provado que não vamos a lado nenhum.
    Ana Madeira | 26.02.2011 | 17.24H
  • 1º - Sra Isabel Stillwell: JAMAIS faça o pedido de desculpas publico que muitos pedem; o seu artigo reflecte perfeitamente as condições sociais em que vivemos. 2º - Cada um é responsavel pelo rumo da sua vida, e se estão na situação em que estão é por culpa da sua inacção (em frente de tv não se arranja trabalho) ou porque se calhar são ainda mais do que PARVOS 3º - não é com uma música de uma banda que tem menos de um ano de vida que vão conseguir mudar alguma coisa, nem muito menos com a manifestação; no entanto os Deolinda agradecem a vossa publicidade gratuita. 4º - A quem protesta o que está escrito no artigo, releiam e encontram lá as respostas para todos os comentários idióticos que escreveram até agora. 5º - Deviam ter vergonha na cara e admitir; e mais, haviam de fazer um pedido de desculpas à Sra Isabel Stillwell por todas as asneiras que disseram ate agora. Por ela ser directa e objectiva ficam chateados, e é sinal que o sapato vos serve. 6º - Se são fracos de espirito e de carteira, deviam estar a trabalhar em vez de perder o vosso tempo com idiotices de todo o tipo. O meu lema: Se não faz dinheiro, não faz sentido!!!
    Luis | 26.02.2011 | 17.22H
  • Foi só a SUA GERACAO que nos tramou....mais nada, revolucionarios da treta....conseguiram espremer bem Portugal deixado-nos a nos uma pais corrupto, onde os politicos (onde Sua excelencia se insere e mexe tao bem) sao piores que a Mafia (ao menos a Mafia sabe gerir) e o jornalismo em Portugal é enfim...patetico será um elegante adjectivo. Por isso, somos sim senhora parte da solucao (que remédio né) mas temos o direito de apontar o dedo a uma gracao que nos TRAMOU!
    Ivo Brandao | 26.02.2011 | 17.20H
  • Que saída infeliz teve esta senhora...
    Hugo Macedo | 26.02.2011 | 17.13H
  • Que artigo ridiculo... Se estivesse na nossa situaçao nao definia certamente o refrão como sendo parvo. Sem cunhas ou pais ricos nao ha ninguem que nos queira dar uma oportunidade! Eu, sou mais uma recem licenciada que tive de emigrar!
    Sofia | 26.02.2011 | 17.08H
  • SE O ARTIGO VOS OFENDE É PORQUE A CARAPUÇA VOS SERVE NA PERFEIÇÃO! E ESTES FRACASSADOS EM VEZ DE ADMITIR, CENSURAM! A VERDADE DÓI, NÃO DÓI? Realmente isto só reflecte a sociedade onde vivemos, onde toda a gente olha para o que o outro tem e quer igual ou melhor, mas não faz nada a respeito e então entra a inveja em acção. Isto faz-me lembrar uma história sobre inveja que reflecte na perfeição o que sempre se passou, passa e passará no nosso país, porque eu quase que posso garantir que a manifestação não vai valer de nada, com sorte ainda apanham umas valentes e merecidas bordoadas da polícia. Então vão dois homens no deserto, de mãos a abanar, famintos e desidratados. Encontram uma lampada mágica, uma deles esfrega e sai o génio, que se dirige ao homem que esfregou a lampada e lhe concede um desejo só com uma condição: o que der a ti, o teu amigo receberá o dobro. SABEM O QUE O HOMEM DESEJOU???? ...Então quero ser cego de um olho... ahah o vosso reflexo perfeito.... :D
    CENSURA-ME! | 26.02.2011 | 17.08H
  • Tenho pena que na sua vida se mantenha numa torre tão alta que já não consiga sequer vislumbrar a realidade. Presumo que, entretanto, lhe tenham colocado nas janelas uma película decorada com paisagens idílicas e contratem ao dia "escravos parvos" para lhe levar o cafézinho... Ao ver a coluna dos comentários, parecia até que tudo estava escrito a lápis azul... para bom entendedor...
    Maria Almeida | 26.02.2011 | 17.08H
  • e vive esta senhora no mundo do faz de conta....
    anónimo | 26.02.2011 | 17.03H
  • As cantigas revolucionárias de abrir também demoraram algum tempo a fazer efeito talvez se passe o mesmo com os Deolinda ;) gostava de pensar que a riqueza está destribuida de uma forma racional e que o mundo que vejo é exactamente aquele que sempre idealizei :) mas a realidade é outra!! é triste perceber que a manifestação de opiniões relevantes ou não verdadeiras ou não conscientes ou não possui um forte impacto aparente porque na realidade não passam de palavras que apenas têm significado aqueles que realmente sabem o que é ter dificuldades, preocupações de bens essenciais como agua,gás,luz...que decerto não é o caso...quanto á solução passa realmente por nós cabe aos que lá estão perceber a solução...
    Francis | 26.02.2011 | 16.52H
  • 26.02.2011 | 16.49Hcomentário reprovado
  • Não é à toa que Portugal está como está... É por pessoas com opiniões como a desta Sra que não sabe o que diz!
    1500 comentários... Se queria tempo de antena conseguiu-o com sucesso, já que no resto não se safa. :)
    George Washington | 26.02.2011 | 16.46H
  • LOLOL esta é definitivamente a melhor comédia de sempre!!! Censurem seus pobretanas, ainda se perguntam porque nao arranjam emprego?!? :D
    CENSURA-ME! | 26.02.2011 | 16.36H
  • Esta senhora não tem noção do que diz...
    O "caos económico com que as empresas se debatem e as leis de trabalho que se viraram contra os trabalhadores" são culpa dos jovens ou da geração mais velha que nos conduziu a este buraco sem fundo? Seremos nós os responsáveis por tal "bagunça", desorganização e corrupção em que este nosso pais se tornou?Todos os dias se vêem noticias novas que reflectem isto.São os jovens ou a geração mais velha que acumula salários, reformas, prémios....?
    Graças à excelente governação destas gerações, os jovens vêem-se obrigados a abandonar o nosso pais. "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída." Não precisam esperar mais.Os jovens Portugueses viram-se obrigados a emigrar para ai poderem demonstrar as suas capacidades.E posso garantir que são muito bem vistas e reconhecidas. Das duas uma...Ou Portugal anda a avaliar mal os seus jovens, ou os restantes países Mundiais avaliam-nos mal... Cada um que tire as suas conclusões. Eu já tirei as minhas...
    Jorge | 26.02.2011 | 16.35H
  • CENSURA-ME! OS FRACASSADOS SÃO QUEM CENSURA! POIS CUSTA A ADMITIR QUE SÃO POBRES PORQUE NÃO FAZEM NENHUM! CENSURA-ME!
    CENSURA-ME! | 26.02.2011 | 16.32H
  • SE O ARTIGO VOS OFENDE É PORQUE A CARAPUÇA VOS SERVE NA PERFEIÇÃO! E ESTES FRACASSADOS EM VEZ DE ADMITIR, CENSURAM! A VERDADE DÓI, NÃO DÓI? Realmente isto só reflecte a sociedade onde vivemos, onde toda a gente olha para o que o outro tem e quer igual ou melhor, mas não faz nada a respeito e então entra a inveja em acção. Isto faz-me lembrar uma história sobre inveja que reflecte na perfeição o que sempre se passou, passa e passará no nosso país, porque eu quase que posso garantir que a manifestação não vai valer de nada, com sorte ainda apanham umas valentes e merecidas bordoadas da polícia. Então vão dois homens no deserto, de mãos a abanar, famintos e desidratados. Encontram uma lampada mágica, uma deles esfrega e sai o génio, que se dirige ao homem que esfregou a lampada e lhe concede um desejo só com uma condição: o que der a ti, o teu amigo receberá o dobro. SABEM O QUE O HOMEM DESEJOU???? ...Então quero ser cego de um olho... XD
    Luis | 26.02.2011 | 16.24H
  • 26.02.2011 | 16.20Hcomentário reprovado
  • A Sra. Isabel Stilwell deveria tirar um pouco do seu tempo para ler o artigo do seguinte link:
    http://ainanas.com/must-see/resposta-isabel-stilwe ll-geracao-parva/#more-10818
    Talvez um dia saia para a rua com olhos de ver e compreenda o que nele é escrito...
    Maria João Nunes | 26.02.2011 | 16.20H
  • Denunciem, geração que não sabe fazer nada!Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações?Que medo!
    matias | 26.02.2011 | 16.19H
  • Denunciem, vá!Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações?Que medo!
    matias | 26.02.2011 | 16.18H
  • Denunciem, parasitas!Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações?Que medo!
    matias | 26.02.2011 | 16.17H
  • Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações?Que medo!!
    matias | 26.02.2011 | 15.56H
  • Denunciado, claro!
    Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações?Que medo!
    matias | 26.02.2011 | 15.55H
  • Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações?Que medo!
    matias | 26.02.2011 | 15.51H
  • 26.02.2011 | 15.51Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 15.49Hcomentário reprovado
  • Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações? Que medo!
    matias | 26.02.2011 | 15.47H
  • Vá, denunciem outra vez! Não gostam que alguém diga as verdades, não é? Vão mas é jogar na playstation (paga pelos papás) e ao próximo concerto de 60 euros o bilhete - também pago pelos tais papás de 50 anos que lhes deixam uma herança má, coitadinhos dos doutores!
    Farto de meninos mimados | 26.02.2011 | 15.45H
  • 26.02.2011 | 15.45Hcomentário reprovado
  • Ola Ruben, posso ou não ser filho de pai rico, essa questão é absolutamente irrelevante. O facto é que não tenho emprego, nos moldes em que quero e não posso esperar mais: quero ganhar experiencia e tenho que pagar contas para alimentar a minha familia (não sou filho de pais rico)
    Antonio Santos | 26.02.2011 | 15.32H
  • 26.02.2011 | 15.28Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 15.25Hcomentário reprovado
  • É completamente incongruente que quem usufrua da liberdade de expressão para escrever um artigo de opinião, decida reprimir quem também tem direito à liberdade de resposta, quer concorde ou discorde com o que foi escrito pela autora. Entre ontem e hoje mais de metade dos comentários foram denunciados ou reprovados, e ainda estou a tentar descobrir quais os critérios para essa acção, pois a sua grande maioria não foi ofensiva, apenas demonstrou posição contraditória. Para quem defende que os jovens de hoje em dia são egocêntricos, não deixa de ser curioso que a autora, tão egocentricamente tome uma posição prepotente e até, poderei dizê-lo, infantil.
    Inês | 26.02.2011 | 15.24H
  • 26.02.2011 | 15.23Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 15.20Hcomentário reprovado
  • Antonio Santos deves ser filho de pápá rico, mas ok, concordo mais ao menos com a tua visão da cena. o que me impressiona é o estado das coisa para que um artigo num simples jornal tenha tanto impacto e chegue a tantas pessoas
    Ruben Osório | 26.02.2011 | 15.16H
  • Realmente isto só reflecte a sociedade onde vivemos, onde toda a gente olha para o que o outro tem e quer igual ou melhor, mas não faz nada a respeito e então entra a inveja em acção. Isto faz-me lembrar uma história sobre inveja que reflecte na perfeição o que sempre se passou, passa e passará no nosso país, porque eu quase que posso garantir que a manifestação não vai valer de nada, com sorte ainda apanham umas valentes e merecidas bordoadas da polícia. Então vão dois homens no deserto, de mãos a abanar, famintos e desidratados. Encontram uma lampada mágica, uma deles esfrega e sai o génio, que se dirige ao homem que esfregou a lampada e lhe concede um desejo só com uma condição: o que der a ti, o teu amigo receberá o dobro. SABEM O QUE O HOMEM DESEJOU???? ...Então quero ser cego de um olho... XD
    Luis | 26.02.2011 | 15.15H
  • @Luis
    caro amigo. fico contente que esteja feliz coma a situação. o problema é que os milhares de jovens com canudo não podem sequer ir trabalhar para um supermercado porque têm qualificações a mais! neste momento o mercado de trabalho não tem colocação para todos e a culpa é do governo! porque não cria essas condições, porque entope o tecido empresarial com impostos e mais impostos (ler-se pequenas e médias empresas), porque permite que jovens andem anos e anos a estudar e a pagar bastante para estudar para no fim serem parvos. mas não somos parvos passivos!
    Paulo | 26.02.2011 | 15.07H
  • So hoje me deparei com este magnifico debate de ideias. vamos clarificar, jovens estudantes; tentemos seguir uma organização:
    1. estamos perante um artigo de opiniao
    2. a autora refere: Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
    3. será razoavel assumir que a autora acredita que se alguem estudou e afirma ser escravo é porque é parvo.
    4. concordo. eu estudei, fiz um curso de 5 anos numa das melhores universidades do país, pública, e depois tirei um mba em duas das melhores universidaes do país. hoje estou sem emprego e na luta. Uma luta muito injusta. Mas estudei e sei que a minha oportunidade está ao virar da esquina.
    5. Estudei e recuso-me a ser escravo como afirma a letra dos Deolinda.
    6. em relação a manif do dia 12 não acredito que vá alterar grande coisa, mas temos o direito de nos manifestarmos e mostrar a esta classe de politicos que valem pouco.
    7. no meio de muitos insultos que aqui vejo, prefiro ver o lado positivo desta troca de ideias. A isabel esticou-se na forma do artigo, embora concorde com a essência - tentem, realmente, ser parte da solução. Algumas das pessoas que comentaram sofrem do sintoma: tenha pena de mim. Ninguém tem toda a razão.... mas este debate foi positivo e espero que contribua para soluções construtivas e espirito de mudança.
    António Santos | 26.02.2011 | 15.06H
  • São os jovens que têm de ser ouvidos, aliás, deveria ser um jovem a ter algum poder neste pequeno país, dar forma aos seus sonhos, passar uma mentalidade fresca nas mentes das carcaças velhas que governam o nosso país e das carcaças velhas que fazem textos de opinião como o seu. Não sei da sua vida privada, mas com esta opinião sei que a senhora não sabe bem a realidade do mundo. E não é a única. Aqui o problema é a arrogância pintada nas suas palavras. E digo-lhe se fosse uma pessoa mais jovem que estivesse no cimo, seja a governar, seja a escrever textos de opinião, seja a fazer o que for, teriamos um mundo bem mais interessante, porque infelizmente, carcaças velhas conservadoras que não sabem sair do passado há muitas. Não estou a discriminar as pessoas mais velhas, tenho todo o respeito pelas antigas gerações. Mas não venha dizer que em parte a culpa é dos jovens. Não diga isso porque só lhe fica mal a si e à sua mente fechada. Solte um pouco a sua mente, olhe à sua volta... esse optimismo todo não tem sentido. Há jovens que tentam de tudo e não conseguem sair do buraco negro. Na teoria, a senhora tem toda a razão, mas não é isso que acontece. Tente viver seis meses só com o ordenado mínimo e depois leia a sua opinião. Cumprimentos
    mago | 26.02.2011 | 15.05H
  • Os meus Parabéns Cara Isabel Stillwell!!! Eu já lia as suas notas de redacção e alguns artigos da Sábado e já via que tinha uma mente mais á frente do que a nossa retardada sociedade. Eu mesmo tive que aprender e mudar pessoalmente para consequentemente poder mudar a minha vida e concordo plenamente com tudo o que diz.
    Infelizmente o povo português pensa que é só tirar um curso superior e depois o dinheiro aparece em quantias absurdas. Eu próprio ganhava uma miséria no meu primeiro emprego e fui mudando várias vezes até ter arranjado um emprego satisfatório, mas isto não fica por aqui! Por isso é simples, quem tem uma mentalidade de sucesso vai longe porque procura a solução, quem não tem, culpa sempre factores externos, governo, seg. social, crise, etc. Hoje posso dizer que em tempo de crise estou melhor na vida do que alguma vez estive e vou continuar a progredir... e nem tenho curso superior! Os meus parabéns e continue com o bom trabalho, porque em mentes fechadas não entra nada, mas quem quer aprender e mudar pode sempre!
    Luís | 26.02.2011 | 15.00H
  • 26.02.2011 | 14.57Hcomentário reprovado
  • Não percebo, até a tinha como uma referência, li os seus livros e como historiadora até achei que efetuou em todos os seus livros uma investigação rigorosa, o que na minha modesta opinião, não a fez aqui... Eu pertenço À geração rasca de 74, sou licenciada, não trabalho na minha área, matei o meu sonho para ter uma vida digna, trabalho desde os 16 anos. Tenho um cargo de chefia numa empresa conceituada, estou na mesma há 11 anos, se lhe disser que em comparação, ganho muito menos hoje, do que ganhava à 7 anos atrás... Os grandes aproveitam-se da crise e esses o que tem a dizer dos mesmos... Por isso, eu vou dizer BASTA... E a Senhora, se quiser PENSE NISTO, se não quiser é só mais uma opinião, que vale o que vale, ficando a pertencer à celebre expressão "mais do mesmo"... Sabe nem todos nascem com apelidos como o seu...
    Lara Soares | 26.02.2011 | 14.56H
  • 26.02.2011 | 14.52Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 14.49Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel Stilwell, mais de 20% dos jovens portugueses até aos 24 anos estão desempregados. Quase 1 em cada 4. Quase 100 000. Pode gostar-se ou não do fenómeno Deolinda e da geração que representa mas não se pode inverter a discussão do fenómeno. O seu grande erro está no diagnóstico. É por pessoas como a senhora, com empregos para a vida, com insustentáveis garantias, protegidos pela ortodoxia dos sindicatos, que nascem as vidas sem emprego de que muito justamente se podem queixar os jovens excluídos do actual sistema. Parva que Sou é um brilhante manifesto liberal. Com tanta gente no desemprego e havendo países onde os salários podem ser quase o dobro dos que se pagam cá, não é de estranhar que tantos jovens saiam do país, REDUZINDO AS ESTATÍSTICAS DO DESEMPREGO. O que resulta também num efeito perverso: o investimento realizado na formação destes jovens acaba por ser capitalizado por países terceiros.
    Mariana Gomes do Couto | 26.02.2011 | 14.48H
  • Cara Isabel, tem toda a razão!
    Artigo claro, não há como não lhe dar razão!
    Abel Matos Santos | 26.02.2011 | 14.40H
  • 26.02.2011 | 14.36Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 14.25Hcomentário reprovado
  • Provavelmente o propósito de "dizer basta" é ver se paramos de andar a alimentar os seus amigos políticos e tantos outros "tachos" (e aposto que deve conhecer muitos) nos seus jantares,viagens e carros de luxo,que nós pagamos em troca de receber ordenados miseráveis;a alimentar esses alarves em vez de usar esse dinheiro para criar melhores condições de vida para a população.
    Luz | 26.02.2011 | 14.24H
  • Encontrei este texto por acaso... E fiquei de boca aberta enquanto o lia. Não posso acreditar que há pessoas que pensam que nós (recém licenciados desempregados ou a fazer uma coisa completamente diferente) estamos nesta situação por preguiça, por falta de vontade de mudar. Eu sempre estudei para "ser alguém", como a minha mãe dizia. E vendo as dificuldades que os meus pais passavam para me permitir formar-me, com um curso superior, sempre dei o melhor de mim, confiante que um dia chegaria a recompensa... Pois o final do curso já chegou há quase dois anos e desde então não consegui emprego na minha área. Então afinal, onde está a recompensa? Para quê tanto tempo a estudar, a gastar o dinheiro dos pais (peço desculpa, não tinha mais nenhum...)? Feitas as contas, se tivesse acabado o secundário e tivesse começado a trabalhar, teria poupado todo este dinheiro e provavelmente já seria bem mais independente... Senhora Isabel... Pese bem as palavras que escreve. Ninguém tem orgulho da situação em que está.
    Só mais uma parva... | 26.02.2011 | 14.22H
  • 26.02.2011 | 14.17Hcomentário reprovado
  • É evidente que a senhora não imagina sequer que os empregos em Portugal são maioritariamente obtidos através dos aparelhos partidários, juventudes partidárias e corredores dos ministérios e das câmaras. Isto é, através da prática de um crime que é a o tráfico de influências. Aqueles a quem estas coisas metem nojo estão à rasca param começarem a trabalhar. Não se atreva sequer a falar daqueles que lutaram nas ex-colónias porque não sabe o que foi isso e, esses, ainda são do tempo em que não havia este drama do primeiro emprego.
    Fernando | 26.02.2011 | 14.16H
  • É...De facto, mesmo que eu não tivesse opiniao sobre isto mais valia apagar o site porque é uma vergonha que ninguém partilhe minimamente da sua opiniao, só pode querer dizer que deve estar profundamente errada. Saiba que estou num país em que quem quer terminar o secundário e trabalhar ao mesmo tempo não pode...Acabaram com o ensino recorrente substituíndo-o pelas novas oportunidades que não dão a possibilidade de se fazer ensino secundario normal em periodos pós laborais/nocturnos a menores de 23 anos! Não podem trabalhar e terminar o secundário ao mesmo tempo. Pode só fazer cursos (criados pela U.E) que dão créditos que equivalem a disciplinas, quantos mais créditos mais probabilidade de acabar as disciplinas que faltam MAS só dão os créditos aos 23! Assim sendo, já fiz vários destes cursos e aos 23 anos (tenho 21) fico com o 12º não é fantástico? E até lá? Espero... Trabalho e continuo a fazer cursos... Lá para o meu curriculum hão-de servir mas a minha vida deveria estar dependente destes créditos?? Explique-me o porque da sua opinião parva sobre a geração que querem que seja parva!
    Luisa C | 26.02.2011 | 14.12H
  • 26.02.2011 | 14.04Hcomentário reprovado
  • A PIDE passou ai pelo destak ou quê? Percebo que muitos comentários aqui tecidos foram insultuosos, esses claramente deviam ser banidos, agora censurar comentários que estão ao mesmo nível do proferido pela escritora não se percebe, deixando apenas os comentários que a defendem e curiosamente não podem ser denunciados. O Destak está a agir novamente de forma vergonhosa, esconder a cabeça na areia não ajuda meus.
    A menina do povo | 26.02.2011 | 14.03H
  • 26.02.2011 | 13.42Hcomentário reprovado
  • Mais grave que quem acha que que esta opinião merecia ser escrita, é quem acha que esta opinião merece ser publicada. Este é o problema da internet: qualquer um com uma opinião, partilha-a! Surge depois a questão de que opiniões são realmente válidas e quem está verdadeiramente habilitado para as proferir. Interrogo-me sobre que palavras e opiniões ouviu a autora deste texto... E de que forma foram recebidos, na altura em que a mesma fez parte da "geração parva" dos seus tempos.
    Realmente... a lata desta gente! A quererem manifestar-se...! A desperdiçarem o dinheiro que os seus pais investiram na sua educação e, no caso de muitos o SEU PRÓPRIO DINHEIRO...! A lata desta Geração Rasca, à Rasca e parva, em esperar emprego para aplicar o que aprendeu, em esperar saúde e condições de prosperar no país que os seus pais, avós ( e por aí fora) construiram...!
    Sou licenciada, mulher e mãe, contribuinte deste os 18 anos e trabalhadora desde os 16 por prazer e não necessidade. Vi amigos e colegas procurar emprego e condições aceitáveis de vida fora do país que os viu nascer e que já não os ama... Dói!
    Sra. Isabel Stllwell, gostaria de saber no que se formou. Gostaria de saber em quem votou. Gostaria de saber em que país vive. Por outro lado... Não quero saber mais nada de si nem de nada em que possa vir a participar no futuro. Os meus parabéns ao Destak pela quantidade de comentários que obteve: espero que o objectivo deste editorial fosse descobrir quantas pessoas frequentam o site e quantas pessoas conseguia ofender. Pelo número de comentários bloqueados é fácil saber que a censura e outros bonitos princípios, estão bem e de saúde.
    Fala do Ultramar... com o distanciamento prosaico de quem nada dele sabe.
    Gostaria de ver aqui publicada, em resposta aos leitores, mais que um pedido de desculpas, a sua carta de demissão. Cumprimentos
    Iris Xisto | 26.02.2011 | 13.41H
  • 26.02.2011 | 13.40Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 13.33Hcomentário reprovado
  • Eu estou pasma com o que li...E mais uma vez reforça a minha opinião sobre o Mundo...É que pessoas que já nasceram em berço de ouro, nunca tiveram que trabalhar para comer (literalmente), nunca deram valor a nada, ao sacrificío de uma geração ou á vontade da mesma lutar por algo melhor! E por isso vejo licenciados e doutorados, em hipermercados, em call centers etc... porque não teem a "cunha" como os meninos de berço teem, de acabar um curso ou não mas terem logo um poiso certo e bons ordenados!
    E mais não digo porque se estamos como estamos é porque nos tornamos submissos, e este povo não foi o povo que me deram a conhecer na escola!
    Diana Silva | 26.02.2011 | 13.30H
  • Se considerarmos que a média do ordenado português é baixíssimo, dar reprimendas a quem se queixa por ganhar o dobro parece-me de alguém que precisa de estar mais em contacto com a realidade.
    Elza | 26.02.2011 | 13.28H
  • 26.02.2011 | 13.26Hcomentário reprovado
  • Todos nós temos direito a uma opinião, mas nenhum de nós tem direito de reduzir e minimizar um grupo de cidadãos apenas pela faixa etária em que se inserem. Deverá considerar a sua falta de informação relativamente à classe em que realmente ocorre esta situação.
    Cristiana Pinto | 26.02.2011 | 13.16H
  • Fala no texto como se tivéssemos gozo em ser "coitadinhos", acha que gostamos de ter 30 anos e depender dos pais? acha que gostamos de ser dependentes, não ter uma vida própria, não ter dinheiro para formar uma família?
    Acho muito sinceramente, senhora isabel, que deve tirar a cabeça do buraco, olhar para fora, ver os as noticias, ler todos os comentários, onde existem pessoas que escrevem e sabem o que se passa nesta nossa sociedade. Depois de reflectir de se informar , porque uma pessoa que pesquisa tanto para escrever os livros que escreve com tanto rigor e informação, também deveria se ter informado sobre o quanto ganham os licenciados..... e não dizer tamanho disparate! E se for realmente a pessoa inteligente que eu pensava que era irá pedir desculpas aos "parvos".
    Vânia Filipe | 26.02.2011 | 13.15H
  • Enviaram-me um mail, mostrando esta barbaridade escrita por uma das minhas escritoras preferidas. Pela qual tinha tanta estima, porque alguém que escreve livros assim, só poderia ser uma pessoa inteligente... como me enganei.
    Foi revoltada e triste que li, o que a senhora isabel "acha" desta geração em que me incluo.
    É verdade que os nossos pais e os nossos avós não tiveram uma vida fácil, e nós fomos habituados em pequenos a imaginar que teríamos um futuro risonho porque eles lutaram por isso.
    Com esforço e só Deus sabe com quanto esforço, fui a primeira da minha família a tirar um curso superior, não um "cursozeco" como diziam ai alguns comentários, mas Arquitectura.
    Frequentei um dos melhores colégios privados (Colégio Vasco da Gama) e tirei um curso na Universidade Lusiada portanto não gastei o seu precioso dinheiro dos impostos. Sabe o que isto me valeu? um quase ordenado mínimo, sujeita a recibos verdes....e tive sorte, porque quantos e quantos colegas meus acabam o curso trabalham 9 meses de escravos para o estágio, sim é daqui que vem a palavra ESCRAVOS, que trabalham sem ganhar nada e sempre a fazer todas as horas que consigam na tentativa de cair nas boas graças do patrão para que talvez este depois dos 9 meses não os mandem embora e lhes ofereça um contrato, em vez de os substituir por novos "escravos" estagiários a custo zero. A construção no nosso país se é que sabe, está parada consequentemente como faremos projectos? como teremos trabalho? lutar sim mas diga-me lutar para onde? Vamos então para o estrangeiro, dar riqueza e desenvolvimento para outros lados é essa a solução?
    Sabe que em média um arquitecto num atelier a recibos verdes ganha menos à hora que as senhoras que limpam a dias? Sem qualquer desmérito o para estas senhoras que trabalham no duro, diga-me então precisava eu de ter gasto o dinheiro dos meus pais, gasto os melhores anos da minha vida sempre trancada em casa a fazer trabalho para conseguir tirar o curso para depois ganhar menos de que alguém que não estudou?
    Não me devo então queixar?
    Vânia Filipe | 26.02.2011 | 13.05H
  • É manifestamente nítido que o Destak não sabe como lidar com esta situação: continuar a ignorar, como se isto não existisse, a ver se passa? Responder? Num editorial? Na caixa de comentários? O que fazer? Tic tac, tic tac, tic tac
    estagiário em gestão de redes sociais | 26.02.2011 | 13.01H
  • 26.02.2011 | 12.54Hcomentário reprovado
  • Comentários denúnciados. Não me supreende. Pessoal isto é mais perigoso do que aparenta! Censura ao mais alto nivel! Até a liberdade de expressão nos sugam! Portugal caminha há muito num único sentido, fundo do poço. É urgente mudar! É urgente propostas VERDADEIRAS sem interesses obscuros por de trás. Este governo tem que cair! Quem manipula deve ser julgado! O dia vai chegar! Quando chegar o momento aceitem a transformação. Por Portugal! Por todos NÓS!
    Telma Alves | 26.02.2011 | 12.53H
  • Eu gostaria era de entender, e ter direito de resposta, porque é que quase todos (excepto um ou dois) comentários nesta página estão denunciados. Falo por mim que comentei, sem insultos ou desrespeito, porque só assim se pode realmente ser ouvido, e tenho o comentário denunciado.
    Catarina, a parva | 26.02.2011 | 12.42H
  • ? Em todos os comentários que aqui deixei, nunca insultei a Sra Stilwell, apenas discordei dela. Curiosamente, não sendo a única, todos os comentários não insultuosos nesse sentido, foram censurados. Não se ria, se tenha um colapso mental... Então alguém que alega ser "formador de opinião" e que acredita, no seu fundo ter razão... censura comentários (ou permite que o façam por si)? Isto não leva o País para a frente de certeza... Minha Senhora...faça parte da solução... em vez de fazer parte do problema. Mas que triste solução. Não...não defendo quem insultou a Sra. mas também não defendo que insulte a minha geração...porque sinceramente bati porta a porta procurando emprego. Distribuí curricula. Inscrevi-me em todos os locais (iefp; agências de emprego temporário) e...estou a trabalhar a recibos verdes, deixando 23% do ordenado só em IRS e Segurança Social....e sabe que mais? Apesar de apreciar a sorte de ter emprego, lamento muito que neste "meu" país, assim, não terei nunca subsidio de desemprego...nem poderei obter um empréstimo...e lamento ainda mais que a Sra. não reconheça o erro que fez ao julgar toda uma geração sem conhecimento real dos factos e sem se tentar colocar nos sapatos de gente, que como eu, tem necessidade intelectual de trabalhar , não ser inútil e não ser mais uma boca a comer em Casa dos pais chulando a sociedade. Se eu quisesse abrir por conta na minha área...nunca teria empréstimo... e sim fui ver. Nem a escapatória do "criem empregos" teria. Lamento muito, mas a sua posição é indefensável.
    INÊS | 26.02.2011 | 12.42H
  • 26.02.2011 | 12.41Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 12.32Hcomentário reprovado
  • é p causa de pessoas como a senhora, que hoje estamos como estamos. a sua geração arruinou o pais e a minha pagou a factura!
    ana | 26.02.2011 | 12.21H
  • 26.02.2011 | 12.14Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 11.50Hcomentário reprovado
  • Estamos num país onde a opinião é livre! Mas ainda apagam comentários.. a verdade custa? Infeliz essa mulher.. muita boa gente estuda e trabalha para pagar os estudos!! Não gastam o dinheiro dos pais e tb pagam impostos! Isabel, que daqui para a frente nenhum Portugues compre os seus livros
    Lutadora | 26.02.2011 | 11.47H
  • Este texto é Inadmissível...
    JOVENS LICENCIADOS PROCURAM EMPREGO - FACEBOOK | 26.02.2011 | 11.47H
  • Eu entrei num curso cuja mínima de entrada foi 17,8 e estive muito tempo no desemprego. E você?
    farto de palhaços | 26.02.2011 | 11.36H
  • Tanto comentário queixinhas e invejoso!
    "somos mais qualificados" mas nem sabem escrever sem erros, "somos licenciados" em cursos de totós porque não tinham medias para entrar em cursos sérios.! Estes comodistas ainda dizem "a herança que no's deixaram". Pelo que sabem fazer na vida (esperar que lhes caia tudo do céu ) a herança que vão deixar vai ser a miséria!
    Farto de queixinhas | 26.02.2011 | 11.35H
  • 26.02.2011 | 11.25Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 11.13Hcomentário reprovado
  • Claramente ganhou muitos admiradores com o seu artigo. Teria sido mais útil aos leitores ter ficado calada
    João | 26.02.2011 | 11.00H
  • Realmente esta senhora, para estar a fazer este tipo de comentários, não deve ter nem uma licenciatura nem sequer estudos. Para fazer este género de reflexão, não sabe mesmo a dificuldade de, hoje em dia, acabar um curso superior (no que se refere aos custos que este abarca) bem como, a dificuldade de arranjar emprego, seja qual for a área. Parvos são aqueles que julgam que nós somos parvos, parvos são aqueles que julgam que gastamos o dinheiro dos pais, parvos são aqueles que não pensam antes de opinar. Parvos são aqueles que contratam parvos para escrever sobre aqueles que são o futuro deles.
    Antes manifestarmo-nos quando achamos correcto que acomodarmo-nos à vida que vocês, pobres coitados governantes, nos dão! Ao menos nós, dizemos com orgulho que levamos 5 anos a tirar um curso, não foi apenas ao Sábado. E você minha querida Isabel, vá estudar para saber o que é correcto.
    anónimo | 26.02.2011 | 10.58H
  • Eu estudei, sou licenciada e se quer que lhe diga já tentei por várias vezes concorrer a cargos em que pedem licenciados, mas até à data nao consegui. Ou seja trabalho basicamente com o secundário. Porque é que investi dinheiro na minha formação? é uma pergunta que faço várias vezes.
    Infelizmente vivemos num país mediocre e em que é por pessoas como a senhora que pensam como a Isabel pensa que o Socrates faz o que quer desta porcaria. A senhora se tiver filhos, com certeza que terá bastante cunhas e usufrui delas para colocar os seus filhos em boas empresas e com um emprego bastante estavel. Quando venho artigos como o seu fico mesmo desiludida por viver num país como este em que ninguem acredita nos jovens nem na sua vontade de trabalhar. Todos para a rua no dia 12 de Março para mostrarmos a esta gente que a Geração não é parva, mas sim que a fazem de parva.
    anónimo | 26.02.2011 | 10.58H
  • Parabéns pelo seu artigo, pela opinião e pela coragem de a escrever. Eu até concordo com estas manifestações na medida que contribuem para o embaraço e desconforto dos incompetentes que nos governam (teoricamente). Mas só para isso. Temos antes que revolucionar a nossa mentalidade e para isso não temos que inventar nada só temos que aprender com aqueles que são melhores que nós (Americanos por exemplo). Por exemplo:
    Não percebo quando se diz "Tenho Doutoramento/Mestrado e não consigo arranjar emprego", penso que uma pessoa com estas habilitações deveria estar mais concentrado em criar empregos.
    E vamos tirar da cabeça que criar uma empresa é só para um grupo restrito de pessoas com capacidades especiais e com muito dinheiro, porque não é e cada vez menos.
    E também não me digam que é arriscado, porque já vimos que o que é mesmo arriscado é ficar dependente de uma empresa que a qualquer momento por qualquer razão nos pode dispensar, ao mesmo tempo que contamos que o estado nos garanta a reforma que possivelmente teremos parte do que esperamos daqui a uns anos. Não digo que não devam procurar um emprego, continua a ser a melhor forma de aprendizagem...mas considerem também que há muitas outras formas de multiplicar o dinheiro.Vamos deixar os subsidios e os benefícios para quem, por questão de idade ou limitação fisica ou psicologicamente realmente não se pode virar.
    Anti comodismo | 26.02.2011 | 10.52H
  • 26.02.2011 | 10.49Hcomentário reprovado
  • na minha opinião este artigo é uma tentativa frustrada de limpar a consciencia, a desigualdade social existe neste país, porque de facto as classes altas, se acham superiores aos demais e como tal esta senhora, que com toda a certeza se deve achar bem sucedida, acha que se os outros não conseguiram iguais feitos aos dela é porque foram parvos...
    _______________________________________
    porque realmente os outros foram parvos em não nascer na mesma familia que ela, nem estarem casados com o mesmo marido que esta senhora tem... pergunto-me como pode esta senhora querer vir defender a desigualdade social, e precariedade, apenas com o argumento de que se os jovens licenciados não conseguem mais e melhor é porque são parvos... COMO?? quando este pais está minado e é um reino de padrinhos e entiados... e se a desigualdade existe é porque tambem convem... não há nada mais agradavel para um rico do que ter a sua volta uma sociedade pobre, pois isso vem-lhes criar ainda mais poderes, e as pessoas falam tanto em dinheiro, boa vida, e igualdade social, mas para as pessoas que já tem boa vida e dinheiro como é o caso das classes altas o poder e controlo torna-se no unico objectivo...
    anonimo | 26.02.2011 | 10.20H
  • Pessoas como esta senhora não têm mesmo noção da realidade. Conseguem bons tachos para os próprios filhos, mas esquecem-se dos outros.
    Aqui há tempos criei uma associação com colegas, para exercermos na nossa área. Houve uma boa resposta ...e grande interesse de imensas instituições públicas e privadas (CPCJ, tribunais, IRS, juntas, etc), todos diziam que era um excelente projecto e que estavam muito interessados. Mas de seguida só nos sabiam dizer que não há dinheiro, só faltava dizerem directamente que nos queriam a trabalhar de borla. Isto quando nós criámos uma tabela de preços própria para IPSS e outras do género, com preços bem reduzidos.
    Fazer-mo-nos à vida fazemos! Batemos a portas, temos boas ideias. Não há é quem queira dar-lhes e pagar-lhes o devido valor.
    Não me importo de receber menos para trabalhar. Não tenho necessidade de um estilo de vida acima da média. Não posso é admitir que me peçam para trabalhar de borla. O trabalho tem sempre de ser remunerado. Voluntariado deveria ser apenas pa...ra quem está ainda a estudar, para quem já trabalha remuneradamente e quer contribuir e para reformados que queiram. Mas quando a Ordem dos Psicólogos quer exigir que para passar a efectivo, o licenciado tenha de lhes pagar por mais um estágio... É mesmo para quem pode e não para quem tem de sobreviver :(
    Estamo-nos a tornar num país de chulos. Os empregadores chulam os trabalhadores, e os que podem chulam o estado.
    Os recibos verdes não me incomodam e até fazem sentido em alguns casos. o que me incomoda é a forma como são usados por muitas empresas, só para diminuírem custos.
    enfim...
    Nome | 26.02.2011 | 10.10H
  • 26.02.2011 | 09.25Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 09.17Hcomentário reprovado
  • Portugal é um País Muito Bom para passar Férias: tem Sol, Praias, Boa Cerveja e muito Adulto Parvo porque quando era Jovem não soube revindicar o que tinham por Direito, e nem se quer tentaram Mudar o que estava Mal, simplesmente porque sempre se contentaram com o que têm.
    pedro santos | 26.02.2011 | 08.35H
  • Com a sua responsabilidade deveria ter mais cuidado naquilo que diz. Não se trata silenciar o seu direito de opinião mas a responsabilidade de quem dirige um grupo. Pode medir agora, com esta crescente manifestação de comentários como está enganada. Tenha um acto nobre, peça desculpa aos seus leitores.
    Da raiva que senti ao ler este texto passei a ter pena de si.
    Jose Maria Moura | 26.02.2011 | 08.14H
  • Cara Isabel Stilwell, não querendo contribuir para alimentar mais polémica em torno do seu redutor e simplista artigo, e muito menos alimentar o seu ego sedento de protagonismo jornalístico, mas como claramente não fez uma correcta abordagem ao problema actual dos licenciados dos pais, pretendo dar-lhe a conhecer uma parva amiga minha, que é bem mais parva que a denominada GERAÇÃO PARVA! Ore imagine só esta possibilidade, que se constitui, segundo a sua superficial opinião num caso, pelos vistos, raríssimo no panorama nacional, contudo peço-lhe que faça um pouco de esforço para conceber tal facto. Ora veja lá, que a parva ao quadrado dessa amiga, digo ao quadrado porque não é só parva de geração como também de condição. Após a conclusão do curso superior e estágio, que parvamente delapidou os parvos dos pais, andou 4 anos à procura de um emprego minimamente estável e na sua área de formação, já que a sua parva moralidade não lhe permitiu aceitar as cunhas do pai, pois bem, essa parva o melhor que conseguiu, foi numa empresa com um cargo de responsabilidade a ganhar uns parvos 600 euros. Contudo esta parvoíce não termina aqui, pois a minha pessoa que sofre de parvoíce semelhante, tem uma amiga que inteligentemente se deixou ficar pelo ensino secundário, pois bem, a dita amiga foi para uma loja de shoping dobrar roupa e ganhar uns inteligentes 750 euros. Ora diga-me lá se isto não é uma parvoíce, de facto somos todos uns parvos por não pegarmos nas tochas e abalarmos para outras bandas, e vocês que cá ficam que se aguentem aos desvarios e descontroles da INTELIGENTISSIMA classe politica e outros tantos tachistas que por aí andam. Não me parece muito inteligente, acusar de PARVOS quem tem a moral, a força e vontade para na mudança encontrar uma solução e despertar os Velhos do Restelo.
    andré | 26.02.2011 | 08.06H
  • 26.02.2011 | 07.42Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 06.56Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 06.49Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 06.15Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 05.48Hcomentário reprovado
  • Denunciar comentários, e REPROVAR COMENTÁRIOS é pratica comum, do jornal Destak. Também gerido por uma directora como esta, o que esperar???
    Vá Sra. Directora, ponha em prática as suas palavras, "passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída". Portugal está a espera, que consiga aos 50 anos, alguma por si...
    estamos a espera | 26.02.2011 | 05.33H
  • Porquê é que o meu comentário foi denunciado?!
    Paulo | 26.02.2011 | 05.20H
  • Ai ai, agora é que fizeste bonita.
    Lol.pwn
    Mirandex | 26.02.2011 | 05.05H
  • 26.02.2011 | 04.59Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 04.51Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 04.45Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 04.33Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 04.11Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 04.05Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 03.56Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 03.55Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 03.53Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 03.26Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel,
    Em primeiro lugar quero felicitá-la pelo artigo e dizer-lhe que realmente me pôs a pensar chegando eu à seguinte conclusão: que parvo que sou!
    Uma licenciatura e um mestrado, ambos com dupla certificação portuguesa e francesa, estudar 5 línguas diferentes, estar a estagiar noutro país… Parvoíce! Só pode! E cumulo dos cúmulos a minha família é toda parva! Porque os meus pais para poderem sustentar a parvoíce dos três filhos (todos com cursos estupidamente superiores) tiveram de emigrar para África. Se soubesse o que sei hoje tinha feito como a maioria dos meus colegas do Secundário e tinha desistido no 9º ano; trabalhava numa fábrica a ganhar 400€/mês e agora estava em casa a cuidar da manada de filhos e a gastar o subsídio de inserção social em cerveja e tabaco. Correndo o risco de passar por arrogante ganhar 80% mais que eles parece-me justo tendo em conta que estudei quase mais 80% que eles!!!
    Além disso, a conjuntura económica não pode ser “pau para toda a obra”! Não se pode justificar que alguém ande dois anos a saltar de estágio em estágio sem receber um tostão! Peço-lhe que faça o seguinte exercício: olhe à volta na redacção do “jornal” onde trabalha e tente perceber como é que os parvos que lá estão a estagiar conseguem viver com a parvoíce que lhes pagam. Se é que lhes pagam! Beijo
    Paulo (parvalhão) Barbosa
    Paulo Barbosa | 26.02.2011 | 03.20H
  • Vou-me dar ao trabalho de comentar ainda que seja pouco provável que este seja lido por quem gostaria(i.e. a autora do artigo)
    Este artigo por um lado não me surpreende nada, apenas vem confirmar a mediocridade do jornal em questão.
    Cara Isabel Stilwell, eu sou uma das parvas, não por ter nascido com parvidade natural, ou por não conseguir obter desempenho de qualidade. Parva por acreditar no nosso estado, que abre oferta de cursos sem procura e fecha a dos que têm. Parva por ter uma licenciatura que fecha mais portas do que abre. Não fale do que pensa, pense no que fala.
    Actualmente as universidades funcionam como estacionamento de desempregados, não como formadores de excelência de profissionais qualificados.
    Uma verdade muito dura, que eu acho mesmo muito PARVA
    Susana Duarte | 26.02.2011 | 03.17H
  • Com os meus cumprimentos,
    1. Não vou tecer quaisquer comentários sobre a “mui” Ilustre Sr.ª escritora porque não a conheço e não pretendo difamar nem injuriar quem quer que seja, nem lhe dar mais protagonismo do que o que efectivamente tem.
    2. Quanto ao artigo "A parva da geração parva" certamente que se esqueceram de redigir algumas linhas no início do mesmo com o seguinte teor: " tudo o que se encontra aqui escrito é pura ficção e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência e especulação".
    3. Só assim se compreenderá que um Jornal publique informação totalmente alheada da realidade.
    4. Acresce que, no meu modesto entendimento, até o Sr. 1.º Ministro, deste nosso cantinho à beira mar plantado, consegue estar mais ciente da realidade (inacreditável!), nomeadamente da gravidade da situação de precariedade em que vivem os jovens licenciados à procura de emprego, do que o Jornal aqui em causa.
    5. Se não vejamos, o Sr. 1.º Ministro referiu no debate parlamentar do dia 25 de Fevereiro do corrente ano que: ”o desemprego, com especial incidência na "inserção de jovens na vida activa", é o que "mais preocupa os portugueses" de entre as questões sociais. Tendo mesmo anunciado 5 medidas (talvez meras utopias, quem sabe?) para minimizar a situação de escravatura dos jovens, como por exemplo a "interdição dos estágios profissionais não remunerados".
    6. Em suma, com supra exposto não pretendi manifestar qualquer apoio ao Governo actualmente em funções, mas, apenas demonstrar que até mesmo a classe política conseguiu vislumbrar um pouco de realidade espelhada na Canção dos Deolinda.
    Não querendo ocupar mais o V. precioso tempo e paciência, termino este não muito breve desabafo. Renovo os meus cumprimentos a todos (Leitores, comentadores, escritores….)
    P.S: Lamento informá-los que não voltarei a ler o Vosso Jornal, apesar de estar ciente do pesar que este facto V. possa causar, a minha consciência não me permitiria faze-lo, no entanto, prometo não me dedicar ao ócio, no dia 12 também vou para a rua gritar, “Que é já tempo d' embalar a trouxa e zarpar, Tiriririri buririririri, Tiriririri…”
    Carla | 26.02.2011 | 03.13H
  • 26.02.2011 | 03.06Hcomentário reprovado
  • @Nuno Damas: Gosto!
    alf | 26.02.2011 | 02.45H
  • 26.02.2011 | 02.36Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 02.24Hcomentário reprovado
  • nuno damas | 26.02.2011 | 02.23H
  • Chega de calma
    Critiquem tudo
    Ou estamos de passagem e quem vier que resolva o mundo? Vamos unir
    As próximas gerações
    Ou ver passar o tempo sem pensar em ter soluções? Nada nos prende mais
    Somos a solução óbvia
    Qualquer dia a coisa tem de mudar
    Segue-se a extinção Começa de novo
    Poupa palavras
    Temos as ideias
    Só nos falta ter a coragem Vamos fazer
    A nossa revolução
    Ou deixar que façam do futuro uma ilusão? Mas já vai a meio do processo
    E este é o momento No fim do mundo
    Que fique um sentimento
    Só não fizemos algo mais
    Porque não tivemos tempo Mas não muda nada
    Mantemos tudo
    Façam mais cimeiras para dar um tiro no escuro Há que manter
    Dinheiro a correr
    E jogos de interesses preservados pelo poder Parem de vez
    Menos porquês
    Estamos a viver na idade da estupidez?
    Vamos fazer a revolução
    E dizer não, dizer não.... No fim do mundo
    Que fique um sentimento
    Só não fizemos algo mais
    Porque não tivemos tempo No fim de tudo
    Vai sobrar silêncio
    Só não fizemos algo mais
    Por sermos mais do mesmo
    nuno damas | 26.02.2011 | 02.21H
  • Tem graça que um artigo de uma pobreza franciscana, tanto em forma como em conteúdo, venha lá do alto do pedestal onde se julga, ditar sentenças sobre a qualidade da educação alheia. A total ignorância patente e a má-vontade são confrangedoras. Não sei se tem estudos superiores, mas se os tem é a prova de que realmente qualquer parvo os pode ter. Comparar a situação actual com a ameaça do Ultramar é semelhante a comparar o Salazar com o Hitler, ou, uma vez que é um raciocínio claramente direccionado para um grupo ("eles", os que se dizem, não parvos, mas escravos), é o mesmo que dizer a um judeu que não deve reclamar das parvoíces do mundo porque ao menos não está num gueto ou num sítio pior ou a um bahiano que se cale porque já não está na sanzala. Ironias da vida. A autora deste artigo é, no fim de contas e simplesmente, um magnífico exemplar dos parvos e das parvas que encontramos em todas as gerações. Incapaz de entender a ironia de uma simples canção popular, sem perceber que a voz deixa de se dizer parva quando afirma que a situação dura há tempo demais, que sobra a parvoíce do mundo. Um mundo rico em conhecimento e tecnologia como nunca foi, que poderia ser justo como nunca foi, tomado de assalto por uns quantos que continuam a tentar tratar-nos como se estivéssemos em guerra com a Espanha e os mouros ao mesmo tempo, razão de não podermos viver sem escravos, servos de vária ordem e carne para canhão para os ultramares da história. Não percebeu, senhora, mas parvos não somos. Percebemos muito bem as suas intenções. Mas temos mais informação do que isso. Muito obrigada.
    Joana Manuel | 26.02.2011 | 02.20H
  • D. Isabel eu sou mãe de um filho com 22 anos ,e com graves problemas em arranjar trabalho... será que não arranja um cantinho para ele ja que ele tambem faz parte da geração "parva"...??e tem mais eu alem de ter 42 anos estou a tentar tirar um curso superior para tentar melhorar a minha vida profissional e a trabalhar a recibos verdes... só eu sei os sacrifícios que faço... não acha que exagerou??devia de ter vergonha...
    Amelia | 26.02.2011 | 01.59H
  • 26.02.2011 | 01.57Hcomentário reprovado
  • Lamento a falta de conhecimento inloco desta senhora, atenção senhora com letra pequena... será que ela tem contrato? No jornal todos têm contrato de trabalho? posso escrever isto ou vão denuciar outra vez???
    nuno damas | 26.02.2011 | 01.51H
  • 26.02.2011 | 01.49Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 01.47Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 01.34Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 01.31Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 01.26Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 01.18Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 01.10Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 01.07Hcomentário reprovado
  • Comentários sobre comentários e ainda vejo mais um ou outro que me parecem descabidos. A maioria das pessoas não insulta a Sra Stilwell mais do que ela insultou as pessoas...além do mais somos- felizmente- tão livres para opinar sobre a opinião da Sra Stilwell como ela é livre para nos chamar parvos...
    INÊS | 26.02.2011 | 01.01H
  • Só escreve estas palavras quem vive num mundo completamente à parte .
    maria água dias | 26.02.2011 | 00.57H
  • 26.02.2011 | 00.49Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.45Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.44Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.41Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.27Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.20Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.18Hcomentário reprovado
  • A generalidade dos colegas enfermeiros (daqueles que trabalham) recebem bem abaixo do que está estipulado. Já há muito tempo... Das vacas gordas... E tende a alastrar para outras profissões se não houver imposição por parte dos seus profissionais... Enfim...
    JT | 26.02.2011 | 00.15H
  • 26.02.2011 | 00.12Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.11Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.10Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.09Hcomentário reprovado
  • comentário reprovado - só pode ser feito pelo jornal - não seria melhor escrever - A censura não deixou passar
    vera | 26.02.2011 | 00.09H
  • belita! O que consideras "AZAR" ?!? Se ter que ir para uma guerra absurda como a que dás como exemplo também era um "azar" compreendo o teu raciocínio. Ou a inexistência dele. Mas o que te vai na cabeça leva-te a concluir que a situação é suficiente má para lhe chamares "azar" mas não achas que as pessoas devam reclamar nem lutar porque, obviamente, os azares são coisas do além e não vão lá com manifestações. Talvez uma mézinha? O que achas?
    albano esteves martins | 26.02.2011 | 00.08H
  • 26.02.2011 | 00.06Hcomentário reprovado
  • 26.02.2011 | 00.04Hcomentário reprovado
  • O problema é que nem todos! Estas mensagem são apenas para quem serve a carapuça! Quem é que lhe disse a si Sr Dr. MN que eu concordo que o que aqui foi escrito? Nem por sobras, há casos e casos! Agora vir aqui descarregar barbaridades porque sim, haja bom senso, não?
    Abaixo a repressão à liberdade de expressão | 26.02.2011 | 00.03H
  • Sr. Abaixo a repressão à liberdade de expressão, não estamos a julgar o que a Sra. Stilwell disse, (no entanto, 1 jornalista dar a sua opinião não é ético), estamos aqui a defender-nos das ofensas dela, a nossa liberdade acaba qd a do outro começa, não estará tb a impor a sua opinião. LIBERDADE DE EXPRESSÃO
    Mn | 26.02.2011 | 00.00H
  • às vezes mais valia ficar calada....
    Elisabeth | 26.02.2011 | 00.00H
  • 25.02.2011 | 23.58Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.57Hcomentário reprovado
  • Enquanto me denunciarem os comentários vou continuar a repeti-los "Nem acredito o que estou a ler aqui. Será que nenhum dos "escritores" que aqui deixaram os seus comentários se apercebem do que estão a fazer! Ameaçar e exigir o despedimento de alguém que apenas deixou a sua OPINIÃO!!! No tempo do Salazar isto não se passava porque as pessoas só escreviam o que lhes era permitido. Mas houve uma revolução para conquistar algo que quase todos os que aqui escrevem dão por garantido - A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!! Se vivessem na Líbia ou no Egipto não passavam por isto, porque lá NÃO É PERMITIDO DAREM A VOSSA OPINIÃO - Tentar "calar" a opinião de uma pessoa LIVRE é um crime contra a LIBERDADE. Não têm emprego? Parece que já escolheram a Vossa linha de trabalho - CONSTRUIR UM NOVO REGIME DITATORIAL E ACABAR COM A LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Up's, se calhar não devia ter dito isto... vou sofrer com certeza represálias por expressar a minha OPINIÃO!!! Boa sorte nas conquistas futuros DITADORES."
    Abaixo a repressão à liberdade de expressão | 25.02.2011 | 23.54H
  • Que tristeza, esta frase: "Deixo a sugestão de mais ninguém voltar a pegar num destes jornais gratuitos" - ou seja - "Eu não tenho emprego e por isso vou causar o despedimento a montes de pessoas que é para eles verem como é!" Sim senhor! Também deves ser do grupo dos ditadores que comentam neste espaço... incrível as barbaridades que se lêem aqui!
    Abaixo a repressão à liberdade de expressão | 25.02.2011 | 23.52H
  • 25.02.2011 | 23.47Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.45Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.39Hcomentário reprovado
  • voces sao todos tao burros que nao percebem que a critica de Isabel Stilwell e feita através do refrao desta musica a jovens que acham que a solucao passa por fazer manifestacoes, nao e por fazermos manifestacoes a dizer basta que os empregos e o dinheiro vao aparecer por isso a escritora tem a razao, nao faz sentido nenhum virem para aqui muito exaltados descrever os vossos complicados casos particulares porque a critica nao e feita a todos os jovens é feita a uma parte, e mais importante é que se tentaram e continuam a tentar arranjar trabalho e solucoes para a vossa vida, apesar de todas as dificuldades que a escritora reconhece existirem, nao é concerteza a voces que este artigo se refere! no fundo isto nao passa da mentalidade rasca portuguesa de querer arranjar culpados e dizer mal dos outros! se querem revolta revoltem-se contra os governantes que roubam mas a anos que tem os vossos votos! cambada de masoquistas
    anónimo | 25.02.2011 | 23.31H
  • NUNCA VI TANTA CENSURA COMO AQUI NESTE JORNAL, NEM NO TEMPO DO FASCISMO ERA ASSIM
    vera | 25.02.2011 | 23.29H
  • De notar, também, que a parva da geração está às 23h de uma sexta-feira a comentar este artigo em vez de ir para os copos, como, talvez, fizessem os parvos da geração anterior. Talvez falte o dinheiro, mas não os motivos :)
    Martim Moniz | 25.02.2011 | 23.26H
  • Terminei o meu licenciamento, onde está incluído o estágio curricular de 3 meses, depois fiz um estágio de 6 meses (não recebi nem sequer 1 euro) com promessas de contrato logo a seguir que não aconteceu com nenhum dos estagiários, depois fui fazer outro estágio de mais 6 meses e passou-se precisamente o mesmo, porque logo depois de sair entraram outros estagiários também a ganhar 0 euros com a mesma promessa.
    Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
    Entretanto tirei o mestrado.
    No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais.
    Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo.
    Que nome podemos dar a esta situação? não será exploração ou escravatura?
    vera | 25.02.2011 | 23.24H
  • 25.02.2011 | 23.23Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.22Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.19Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.18Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.17Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 23.10Hcomentário reprovado
  • Minha amiga:
    A sua geração( e por acaso a minha) é que tem os políticos e empresários que criaram as condições para as "coisas" serem como são e eles terem razão no que dizem. Por isso, eles até podem ser da "geração parva" mas os parvos são outros. E daí talvez não, porque são os "espertos"(como a sra.)que lhes chamam parvos e talvez com razão porque se eles não fossem parvos já teriam tomado alguma atitude mais radical.
    José Gomes | 25.02.2011 | 23.08H
  • Deixo a sugestão de mais ninguém voltar a pegar num destes jornais gratuitos, de forma a não termos que ler notícias deste género, sem qualquer qualidade e facciosas, uma vez que são notícias de opinião, e pelo que se pode ver, uma opinião alheada da realidade existente no nosso país. Desta forma, pode ser que a publicidade deixe de pagar para que sejam escritas notícias que deprimam e desanimem ainda mais a nossa geração, que acima de tudo tem lutado para sobreviver, mesmo que em empregos precários e muitos a recibos verdes. Vamos fazer a diferença!
    Lopes | 25.02.2011 | 23.03H
  • Parabéns pelo seu artigo, pela opinião e pela coragem de a escrever. Eu até concordo com estas manifestações na medida que contribuem para o embaraço e desconforto dos incompetentes que nos governam (teoricamente). Mas só para isso. Temos antes que revolucionar a nossa mentalidade e para isso não temos que inventar nada só temos que aprender com aqueles que são melhores que nós (Americanos por exemplo). Por exemplo:
    Não percebo quando se diz "Tenho Doutoramento/Mestrado e não consigo arranjar emprego", penso que uma pessoa com estas habilitações deveria estar mais concentrado em criar empregos.
    E vamos tirar da cabeça que criar uma empresa é só para um grupo restrito de pessoas com capacidades especiais e com muito dinheiro, porque não é e cada vez menos.
    E também não me digam que é arriscado, porque já vimos que o que é mesmo arriscado é ficar dependente de uma empresa que a qualquer momento por qualquer razão nos pode dispensar, ao mesmo tempo que contamos que o estado nos garanta a reforma que possivelmente teremos parte do que esperamos daqui a uns anos. Não digo que não devam procurar um emprego, continua a ser a melhor forma de aprendizagem...mas considerem também que há muitas outras formas de multiplicar o dinheiro. E Vamos deixar os subsidios e os benefícios para quem, por questão de idade ou limitação fisica ou psicologicamente realmente não se pode virar.
    Ricardo Gomes Rodrigues | 25.02.2011 | 22.56H
  • 25.02.2011 | 22.54Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 22.51Hcomentário reprovado
  • eu estou a 100% de acordo consigo SENHORA STILL..WELL WELL!!!!!
    AGORA DIGA-ME QUAL É o PAIS ONDE MORA??????
    BUY THA UAI ! QUERO SER SEU AMIGO!!!!
    PLASE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    pimguim | 25.02.2011 | 22.49H
  • Não faço parte da gerão "parva" mas sinto-me uma parva por fazer parte da sua gerão e de pessoas que pensa como a senhora.
    Trabalhei 5 anos a recibos verdes paguei os meus impostos e quando me vi desempregda não tive direito a fundo de desemprego como o comum dos mortais afinal qual é a gerão parva a nossa ou a dos meus filhos que qerem lutar por uma vida melhor?
    Alce | 25.02.2011 | 22.47H
  • Vou usar o dinheiro que sobrou da minha parva licenciatura em Psicologia para pôr um anúncio no Destak como Prof. Karamba, Astrólogo e Vidente. Assim, pode ser que a Sr.ª Stillwell mais respectivo empregador consigam angariar uns trocos para pagar aos estagiários que por aí andam, ao mesmo tempo que contribuo activamente, utilizando o que aprendi, para encontrar a saída de que andamos a precisar
    Prof. Karamba, licenciado em Psicologia, Astrologia e Vidência | 25.02.2011 | 22.46H
  • 25.02.2011 | 22.41Hcomentário reprovado
  • Como se as pessoas que estão desempregadas o estivessem por demérito. Como se as pessoas que ocupam cargos até importantes o ocupassem por mérito - como se vê pelo texto acima. Como se para cada geração não existissem problemas preocupantes, independentemente do passado. Sabe, existiram judeus em campos de concentração, perseguições a cristão, veja lá que até há gente nos dias de hoje a passar fome e a sofrer com a guerra. E é por isso que a minha cara Isabel não se lamenta quando se lhe fura um pneu do carro? Pois olhe, eu conto pelos dedos os licenciados em Portugal que ganham o que merecem. Porque sei que lá fora são valorizados a quadriplicar. E não sei se costuma ler os classificados mas verá a vergonha que muitas vezes é quando estamos a falar de mão-de-obra qualificada. Não sei onde foi buscar esses números mas isso deve ser da estatística do seu mundinho que aparece nas revistas cor-de-rosa. Porque no nosso mundo real, esqueça lá isso. Mas já agora, já que é tão excepcional, explique-nos a nós, parvos, como é que com as portas fechadas, sem dinheiro no bolso e os conhecimentos adquiridos tão teoricamente numa universidade conseguiremos nós, sem os da sua geração perceberem que realmente precisamos de oportunidades? A sua geração é que é a dos tachos, das mentiras, do aproveitamento dos erros da legislação que vocês mesmos criaram, do umbiguismo. Diga-nos lá, do cimo da sua sapiência. Caso contrário, e parece-me o mais razoável, resta-nos dizer apenas que sim, como se faz aos tolos. E parvos. Vítimas não somos. Mas nesta hora, parece-me que é de lamentar ainda mais a sua tentativa de acusar e virar cidadãos contra cidadãos. Um todo não se faz apenas pela soma das partes e vocês, da sua geração, deveriam perceber que há um problema em que nos cabe a nós participar, sim, mas a vocês também. Tenha vergonha de escrever estas coisas. É o mínimo que se pode exigir. Já é uma grande ajuda.
    Ana | 25.02.2011 | 22.36H
  • 25.02.2011 | 22.35Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 22.34Hcomentário reprovado
  • Vejamos que a Volkswagen registou, em 2010, um lucro sete vezes maior do que o verificado no ano anterior e espera ainda alcançar maiores ganhos no próximo ano, resultados que foram e deverão ser impulsionados pela procura chinesa. O resultado líquido da fabricante de automóveis subiu de 960 milhões de euros para 6,84 mil milhões de euros, o que representa um aumento de mais de sete vezes. O valor conseguiu até surpreender os analistas, que esperavam apenas ganhos nos 4,96 mil milhões de euros, segundo uma estimativa média da Bloomberg. De acordo com a agência económica, as receitas da empresa que detém a Autoeuropa também progrediram, neste caso 21% para 126,8 mil milhões de euros, com o crescimento que sente em países emergentes como o Brasil, a Rússia, a Índia e a China. As vendas cresceram 37% neste último país, para os 1,92 milhões de carros, num ano em que as entregas totais da companhia atingiram um máximo histórico de 7,2 milhões de exemplares. muitos dos energumenos que aqui escrevem poderiam procurar um emprego fora ou numa qualquer multinacional num país emergente. Mas não. é mto dificil não têm dinheiro para apanhar o comboio para madrid ou vontade para trabalhar um ano na construção para comprar o bilhete de ida (como eu). Então o que fazer? Vamos ficar aqui a votar no CDU ou no visionário bloco, em casa dos pais, a criticar tudo e todos. O mundo não esta para brincadeiras e entendo perfeitamente que gente educada para liderar empresas não empregue alguns dos selvagens que aqui postam.... é a 3.ª feira que denunciam este comentário.porque será? os esquerdotes estão com medo. mais liberdademaotses
    Joaquim Freitas | 25.02.2011 | 22.26H
  • Como os ditadores que comentam neste site denunciaram o meu comentário em dois segundos aqui vai outra vez: "Nem acredito o que estou a ler aqui. Será que nenhum dos "escritores" que aqui deixaram os seus comentários se apercebem do que estão a fazer! Ameaçar e exigir o despedimento de alguém que apenas deixou a sua OPINIÃO!!! No tempo do Salazar isto não se passava porque as pessoas só escreviam o que lhes era permitido. Mas houve uma revolução para conquistar algo que quase todos os que aqui escrevem dão por garantido - A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!! Se vivessem na Líbia ou no Egipto não passavam por isto, porque lá NÃO É PERMITIDO DAREM A VOSSA OPINIÃO - Tentar "calar" a opinião de uma pessoa LIVRE é um crime contra a LIBERDADE. Não têm emprego? Parece que já escolheram a Vossa linha de trabalho - CONSTRUIR UM NOVO REGIME DITATORIAL E ACABAR COM A LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Up's, se calhar não devia ter dito isto... vou sofrer com certeza represálias por expressar a minha OPINIÃO!!! Boa sorte nas conquistas futuros DITADORES."
    Abaixo a repressão à liberdade de expressão | 25.02.2011 | 22.24H
  • Só acho graça, que a senhora comenta a época do ultramar, deve estar esquecida do regime politico que o país enfrentava, as pessoas por muito que pensassem, não poderiam criticar o Regime Salazarista ou Estado Novo de tal forma.. Até porque os direitos à liberdade imperavam sobre qualquer outro problema social ou económico. E sobre isso houve muitas musicas censuradas ou extremamente metafóricas.
    Para uma pessoa tão culta ( ou supostamente ) deveria ter pelo menos atenção a factos históricos...
    Pedro Soares | 25.02.2011 | 22.21H
  • Ahhhhhh, foram dois segundos até denunciarem o meu comentário!!! Tenho razão - DITADOREEEES!!!! Que nojo...
    Abaixo a repressão à liberdade de expressão | 25.02.2011 | 22.20H
  • A Sra. Dra. Isabel Stilwell vai publicar a notícia da manifestação do dia 12/03 no seu jornal? Vai colocar a redação a copiar a notícia da reuters ou vai enviar os seus jornalistas estagiários que ganham 80% acima da média portuguesa? Compareça a Sra. mesma para a cobertura da manifestação que terei todo o gosto em contar-lhe a minha história parva e a da minha família. Quem sabe assim a linha editorial do seu jornal se retrate e peça desculpa a milhares de famílias portuguesas que de parvas não têm nada a não ser o facto de cumprirem a lei, andarem de cara lavada e pagarem os impostos que lhe darão a reforma a si e aos seus. A propósito, certamente a sua filha não é parva e a Sra. que lhe está a pagar os estudos também não. Olhe que o curso dela vai dar-lhe um futuro brilhante, promissor e bem pago em Portugal. Parabéns, a Sra. tem visão!!!!
    Maria | 25.02.2011 | 22.20H
  • Nem acredito o que estou a ler aqui. Será que nenhum dos "escritores" que aqui deixaram os seus comentários se apercebem do que estão a fazer! Ameaçar e exigir o despedimento de alguém que apenas deixou a sua OPINIÃO!!! No tempo do Salazar isto não se passava porque as pessoas só escreviam o que lhes era permitido. Mas houve uma revolução para conquistar algo que quase todos os que aqui escrevem dão por garantido - A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!! Se vivessem na Líbia ou no Egipto não passavam por isto, porque lá NÃO É PERMITIDO DAREM A VOSSA OPINIÃO - Tentar "calar" a opinião de uma pessoa LIVRE é um crime contra a LIBERDADE. Não têm emprego? Parece que já escolheram a Vossa linha de trabalho - CONSTRUIR UM NOVO REGIME DITATORIAL E ACABAR COM A LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Up's, se calhar não devia ter dito isto... vou sofrer com certeza represálias por expressar a minha OPINIÃO!!! Boa sorte nas conquistas futuros DITADORES.
    Abaixo a repressão à liberdade de expressão | 25.02.2011 | 22.15H
  • Fico perplexo com a descrição do seu editorial! Como poderá, uma directora de um jornal opinar sobre uma geração na qual contribui signitivamente para a sua opressão? Considera-se isenta nas noticias que expressam? A grande maioria de jornalistas da sua categoria profissional acabam por fazer parte de chefe de Imprensa de qualquer Autarquia ou de qualquer aparelho do Estado. Hoje em dia, já n existem jornalistas com todo o seu termo gramatical. A imprensa é manipulada pelos grandes lobby financeiros e politicos e consequentemente manipula os leitores de um jornal como o seu. Na verdade, esta geração parva, não aufere o que a senhora menciona e sabe porquê? Porque já não temos espaço no aprelho da "cunha" comforme maiorioritariamente os grandes administradores de qualquer empresa economica cultural ou até da imprensa. Efectivar comparações de um periodo ditatorial com uma democracia demonstra inequivocamente a sua cultura e competencias. Enfim, esperemos que se reforme depressa ou que seja "convidada" para qualquer cargo como chefe de gabinete de imprensa, porque a geração parva necesia de um jornalismo imparcial e democratico..
    artur noronha | 25.02.2011 | 22.12H
  • Já que existem aqui muitas pessoas com tanta informação sobre as empresas portuguesas então deixo uma questão: Quanto lucraram no ano de 2010 o Grupo Sonae e o Grupo Jerónimo Martins? Vendo bem as coisas a crise não é para todos, visto que há empresas em Portugal que ganham milhões todos os anos à custa dos ordenados MISERÁVEIS que pagam aos funcionários. E mais não digo porque para bom entendedor meia palavra basta. Boa noite e um bem haja.
    Carlos Lopes | 25.02.2011 | 22.09H
  • Vejamos que a Volkswagen registou, em 2010, um lucro sete vezes maior do que o verificado no ano anterior e espera ainda alcançar maiores ganhos no próximo ano, resultados que foram e deverão ser impulsionados pela procura chinesa. O resultado líquido da fabricante de automóveis subiu de 960 milhões de euros para 6,84 mil milhões de euros, o que representa um aumento de mais de sete vezes. O valor conseguiu até surpreender os analistas, que esperavam apenas ganhos nos 4,96 mil milhões de euros, segundo uma estimativa média da Bloomberg. De acordo com a agência económica, as receitas da empresa que detém a Autoeuropa também progrediram, neste caso 21% para 126,8 mil milhões de euros, com o crescimento que sente em países emergentes como o Brasil, a Rússia, a Índia e a China. As vendas cresceram 37% neste último país, para os 1,92 milhões de carros, num ano em que as entregas totais da companhia atingiram um máximo histórico de 7,2 milhões de exemplares. muitos dos energumenos que aqui escrevem poderiam procurar um emprego fora ou numa qualquer multinacional num país emergente. Mas não. é mto dificil não têm dinheiro para apanhar o comboio para madrid ou vontade para trabalhar um ano na construção para comprar o bilhete de ida (como eu). Então o que fazer? Vamos ficar aqui a votar no CDU ou no visionário bloco, em casa dos pais, a criticar tudo e todos. O mundo não esta para brincadeiras e entendo perfeitamente que gente educada para liderar empresas não empregue alguns dos selvagens que aqui postam.... concordo interamente contigo
    Joaquim Freitas | 25.02.2011 | 22.08H
  • Havia esta gente rasca que aqui escreve de ter nascido na Libia ou na Coreia do Norte, e ver se tinham estes tiques de meninos mimados...
    Jorge Silva | 25.02.2011 | 22.04H
  • Que desilusão. Isabel, as minhas expectativas sobre si eram mais altas.
    Diogo | 25.02.2011 | 22.04H
  • Este artigo está mesmo mau, escrito por alguém doutorado certamente, em Alheamento da Realidade, um dos piores que já li nos últimos tempos e vejo que para além do mais é ingénua a fazer fé no Sistema de Ensino Superior português..que certamente faz tudo para desenvolver o sentido crítico dos estudantes. Os da sua geração também certamente deram um grande contributo à Nação a porem no Governo o que agora temos que gramar..são produto de qualidade da sua geração..Mas esta senhora ainda vai ter reforma..este artigo prova mesmo que grande parte dos doutorados são parvos de facto..
    Lara | 25.02.2011 | 22.03H
  • Caro Rui Albatroz: sim, porque a emigração de gente qualificada é definitivamente a solução para o nosso país. E depois? Depois ficam os tipos da construção civil a trabalhar para pagar a reforma do Dr. Vítor Constâncio, provavelmente enquanto juntam dinheiro para apanhar o comboio para Madrid, à procura, de certeza, de uma empresa espanhola que não se importe em ter nos quadros alguém que não fale castelhano e basco, ou catalão, ou outro qualquer dos dialectos regionais que são quase obrigatórios em Espanha. Espere lá: na construção civil espanhola provavelmente aceitam-nos, mas prepare-se para a concorrência de quem não tem uma licenciatura e precisa mesmo do dinheiro para comer. De qualquer forma, julgo que será, pelo menos, suficiente para apanhar novo comboio.
    Gonçalo Marques | 25.02.2011 | 22.02H
  • @FRANCISCO L MAYER e pensa que as únicas pessoas que não votam são os licenciados? Ora essa... A geração anterior é que colocou o país neste estado, e agora dizem aos jovens "desenrasquem-se", como se nós é que fossemos os parasitas sociais que têm tudo de mão beijada.
    A menina do povo | 25.02.2011 | 21.59H
  • Lamento que esta senhora, claramente possuidora de uma redoma financeira que a impede de ter o mínimo vislumbre da realidade, tenha a oportunidade de escrever artigos de opinião. E relativamente à geração "parva": esse geração foi educada e encurralada pela dela. Se este artigo fosse uma piada, seria uma de mau gosto.
    Pedro Luzindro | 25.02.2011 | 21.59H
  • Cara futura magnífica Dra, se não é uma democracia é porque as pessoas não querem, basta ver que nas ultimas eleições a abstenção esteve sempre acima dos 40%, contra essas pessoas que não votaram é que se devia revoltar. E não lhe adianta nada estar para aí aos berros a reclamar com os governantes que nada vai resolver, pois estes são o reflexo do povo que os elege.
    Francisco L Mayer | 25.02.2011 | 21.56H
  • 25.02.2011 | 21.48Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 21.48Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 21.47Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 21.46Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 21.42Hcomentário reprovado
  • vejo um movimento concertado das forças de esquerda, na qualidade de donas de casa revoltadas, alguns chicos espertos mas não suficientemente espertos para conseguirem produzir algo e vários vegetais que nem escrever sabem. São sempre os mesmos 50 revoltadinhos. Este editorial não é brilhante e contém algumas falhas, mas é claramente superior, em termos de mensagem aos javardos que aqui escrevem
    Rute Sousa | 25.02.2011 | 21.42H
  • Absolutamente ridiculo. Ler este artigo sabe como ler um artigo do Bill Gates a dizer que a crise não existe. Quando não sabemos do que falamos, estamos calados. A editora do destak tem uma mania constante de dar a sua opinião sobre todos os assuntos de uma forma parcial e não informada, mesmo que seja para dizer as maiores barbaridades. Gostava de ver se a editora tivesse uma licenciatura em ciências se teria a mesma opinião. Se tivesse de estagiar onde nenhum estágio é pago, se tivesse de concorrer para bolsas onde não é reconhecida como trabalhadora, se quisesse trabalhar mas estivesse totalmente dependente de instituições publicas onde muitas vezes a escolha é feita à base de conhecimentos. Se fosse esse o caso certamente não pensaria o mesmo mas enfim, nós é que somos os parvos. Felizmente a minha licenciatura já acabou e como agora estou a estagiar (de graça) já não vou no metro e não recebo o destak. Sendo assim também já não tenho de ler críticas "parvas".
    Bruno | 25.02.2011 | 21.39H
  • É profundamente idiota este - nem sei como chamar-lhe - artigo de opinião (?).
    É lamentável (esqueceu-se que esta geração foi educada pela sua?) que comentários tão disparatados mereçam espaço na imprensa nacional. Reveja também a sua educação - e geração - pf. Cláudia Lucas Chéu - dramaturga e encenadora (33 anos) p.s. A Sra. Dra. deve-nos um pedido público de desculpas.
    Cláudia Lucas Chéu | 25.02.2011 | 21.37H
  • Queria dar os parabéns à Dra. Isabel Stilwell por ter a coragem de escrever o que muitos pensam mas ninguém diz. Esta gente que aqui escreve estes comentários enraivecidos não entende que o simples facto de estar para aqui a manifestar-se contra a situação actual nada vai mudar, antes pelo contrário, os partidos do sistema que tanto criticam vão tentar capitalizar este movimento a favor deles. Vivemos em democracia com um governo, que quer se goste ou não, foi legitimamente eleito pelo povo, e se as pessoas estão descontentes, então que formem movimentos, juntem-se a partidos, promovam colóquios ou conferências, e não fiquem à espera que alguém lá do alto resolva o problema que têm em mãos. Já dizia Kennedy: “…não perguntes o que o teu país pode fazer por ti, mas antes o que podes fazer pelo teu país…”.
    Francisco L Mayer | 25.02.2011 | 21.33H
  • Isabelinha,
    já levo tres canudos: LICENCIATURA, MESTRADO e DOUTORAMENTO...voltei a Portugal com a nostalgia que nos invade durante os anos que fora passamos a estudar (que idiota fui!!), longe da familia e amigos, e dos pasteis de nata da ajuda, do cafe com leite no bar da esquina. Assim que voltei ao nosso querido portugal.... em má hora... olhe, nem imagina.... tive que bater a varias portas das nossas instituições de ciencia e investigação.... e ninguem estava com vontade de me acolher, com contrato já nem falar...mas com uma bolsa pos-doc...olhe fiquei tão tristinha... mas que PARVA! ainda hole pergunto-me das razões pelas quais os Srs. Prof. Doutores e grande investigadores dessas universidade e institutos que por ai andam e que nós todos pagamos (os meus paizinhos também. Eu não porque não faço IRS) não se demosntraram inetressados no potencial que a minha integração poderia trazer às suas instituições... ai... fiquei tão tristinha.. mas lá fui andando... continuo a não entender as suas razões, mas tenho de confessar que vi muita falta de vontade e acima de tudo comodismo e muita, muita preguiça de quem tem o poder de dinamizar este pais (pelo menos nesta área, que não deixa de ser uma área de desenvolvimento e tecnologia, se se quiser que assim seja)... enfim, depois de 2 anos sem emprego, neste país, e com 3 canudos na mão, lá me "empreguei" como pude, quer dizer lá me embolsei de novo, com uma bolsa pós-doc (que sempre paga melhor que das poucas contratações de tecnico superior que me foram oferecidas) mas não é a minha área de trabalho, mas a parva teve de se sujeitar a isso se não queria continuar á deriva. Actualmente com uma bolsa trabalho como qualquer funcionario, fazendo "ciencia" ou servindo de multifuncões que em outras situações e outros paises por ai fora se pagam de forma bem diferente. Pico o ponto, tarefas obrigatorias, desenvolvo um projecto alheio e não pessoal, faço o que me mandam, com ou sem desempenho cientifico, mas faço o trabalho cientifico ou tecnico que me mandam. Daquilo a que se chama produção cientifica, para as quais deveriam ser usadas as bolsas, faço nada, pois isso pouco interessa á instituição.
    Não tenho direito a subsistencia na doença, subsidio de desemprego e ainda por cima devo estar sempre disposta a atender às exigencias do meu orientador de bolsa, ou do patrão, embora a lei não os defina assim. Que queres que te diga, minha querida... Tens TODA a RAZÂO eu devo ser mesmo muito PARVA! e muitos dos meus colegas em situação semelhante também.
    Vejo agora os meus amigitos de escola, medianos a mediocres de capacidade tecnica e intelectual, mas que puderam estudar, pagando a peso de ouro na catolica ou em outras demais privadas deste pais de qualidade duvidosa mas de cara bem lavada, e que agora são cronistas em revistas e jornais e sentem-se no direito a dizer bacoradas insultuosas para quem durante toda uma vida se esforçou, estudou e trabalhou. São esses ESPERTOS que agora são os novos directores, assesores, mandatores, porque são ou ainda são filhos do pai, sobrinhos do tio, primo do primo ou amigos daquele amigo la de casa,... estes espertos que vejo agora passeiam ao fim de semana pela Ericeira, tem uma casa no guincho, guiam um BMW e vão almoçar à praça do Marques... que queres que te diga... somos mesmo muito PARVOS, tens toda a razão! A minha unica esperança é a de retirar-me deste nosso lindo país,,, pois não vejo futuro aqui que me valha!
    Ana Sousa | 25.02.2011 | 21.31H
  • Quantos comentários é que vão continuar a reprovar? Reprovam-nos por dizerem verdades?
    Agora a Dona Srª Drª Isabel já não quer que a geração parva fale?
    Mas o que se passa aqui afinal? Repito então novamente, faça-nas um favor e tire esse jornal da entrada das nossas faculdades, e poupe-nos a idiotice matinal de o ler. Pois aqui os parvos, que às vezes até não são assim tão parvos, percebem de onde vêm os rendimentos de um jornal gratuito, é precisamente das páginas e páginas de publicidade (poluição visual tal como o resto do destak) que se bem me lembro dependem do público. Pois digo-lhe, espero que não hajam mais parvos a ler este jornal parvo.
    Ana | 25.02.2011 | 21.29H
  • Isto é uma vergonha é um Pais gerido por gentalha que só pensa neles. Ainda dizem que conquistaram a liberdade a este país. Isso ainda iremos nós fazer o iram todos saltar do poleiro.. Vejam a liberdade de imprensa onde ela chegou..Comentários anulados, denunciados etc etc.. O o pseudo artigo dessa dita jornalista, ou editora?? dê o seu lugar a quem sabe...
    DR. PARVO | 25.02.2011 | 21.26H
  • 25.02.2011 | 21.16Hcomentário reprovado
  • Eu até tinha a maior consideração por esta senhora....mas quando não se sabe do que estamos a falar, mais vale não escrever, uma vez que com este artigo só prova que está completamente arredada da vida da maior parte da população portuguesa.... "aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida. " é realmente uma frase bonita, sim....ouve-se e lê-se em qualquer lado e realmente fica sempre bem.... mas, como se faz isso?? que soluções é que a senhora apresenta em concreto? essa frase é um lugar comum....e é completamente oca! soluções para endireitar este país, precisam-se! Quanto a esses números que apresenta...não sei onde os foi buscar, mas claramente estão errados...devia procurar outras fontes! sou licenciada e ganho 2 ordenados mínimos...é o ordenado mínimo a média dos vencimentos dos portugueses? Estamos mal, se assim for...."licenciados que ganham 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional"...minha senhora, actualmente a experiência é um factor determinante...enquanto eu passei anos a estudar...entram pessoas com o 9ºano para a empresa onde eu trabalho a ganhar o dobro do que eu...porque ganharam experiência...enquanto eu andei a estudar.... Porque é que a Guerra do Ultramar é para aqui chamada?? non sense.... A crise foi inventada para "nos tramar" ...mas quem diz tal coisa? simplesmente calhou-nos em sorte esta pesada herança que a sua geração deixou para nós....apesar da sua geração e de gerações anteriores também sofrerem e muito com a crise!!! Há muitas mais causas para os recibos verdes e contratos a termo...investigue! aproveitamento do "é a crise....", para explorar recém-licenciados é uma delas! E de que forma é que a senhora faz parte activa da solução? O que é que propõe em concreto com tanta demagogia? falar é fácil, escrever ainda mais! e a forma como termina então é o culminar do disparate..."estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela"...como quem diz...nós criámos a crise (sim, porque não foram os jovens a criar!), vocês agora que sofram as consequências e ainda arranjem forma de sair dela! muito bom...
    Marta Silva | 25.02.2011 | 21.07H
  • 25.02.2011 | 21.06Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 20.58Hcomentário reprovado
  • O meu muito obrigada Sra. D. Isabel Stilwell por me elucidar com as suas tão sábias palavras. A Sra. é de facto uma pessoa muito erudita e conhecedora da razão. Como tal, não tenho qualquer sombra de dúvida de que vai reconhecer a ironia das minhas palavras. Sem querer ofender, diga-nos, os seus filhos estão bem encaminhados? Como vê o futuro deles? Cunhas valem de muito, não é... E agora pergunte-lhes o que eles vêm a acontecer aos amigos e restantes jovens em volta deles. Serão assim tão certas as suas palavras?
    Catarina Fontinha, Uma Licenciada Parva | 25.02.2011 | 20.54H
  • Bom...penso que este artigo é um "destak" em tantos outros. Deve ser um recorde para a Dra Stilwell, levar tanta 'porrada', justamente, através de comentários (e não os li todos)...
    pedro | 25.02.2011 | 20.52H
  • Como leitora habitual das suas crónicas na sua antiga revista "MAGAZINE", fico bastante surpreendida com esta crónica.
    Já li e reli e sinceramente até a entendo, do ponto de vista que acha que realmente os jovens portugueses têm de lutar por aquilo que querem e têm de dizer NÃO quando numa entrevista de emprego nos propõe autenticas barbaridades. E sim, a culpa é NOSSA de quem aceita, pois aceita porque pronto... sabe que se não aceitar haverá uns milhares a seguir a dizer que sim. Entendo o que quer dizer, que somos licenciados e que deveríamos sair da Universidade aptos para dar a volta aos dias de hoje.
    Sim, entendo... Mas eu dou-lhe a perspectiva de alguém que por não aceitar condições que não são dignas de ninguém: - Estar num país diferente, o que tem muitas vantagens, mas fora ilusões, a nossa terra é a nossa terra, e um dia há 5 anos atrás quando decidi ir para a Universidade pensei que, sim, queria ir para fora um dia aprender mais, conhecer mais, mas voltar quando quisesse e continuar a fazer a minha vida junto dos meus e junto daquilo que a mim me pertence... Mas não, estou aqui e não tenho a mínima ideia de quando vou poder voltar. Não tenho a mínima perspectiva de ter emprego na minha área... Não tenho previsão de nada. - Estou a pagar um aluguer de casa, em vez de estar a investir numa casa que realmente poderia ser minha, sabe quantos anos da minha vida se atrasam por isso? - Aprendi a minha profissão em Portugal... Sabe o quanto custa estar a fazer coisas que não estão minimamente de acordo com as guidelines portuguesas, o que na minha profissão é muito importante e pura e simplesmente não ser valorizado, porque quer queiramos quer não o emigrante é sempre emigrante. - Estudei e pensei que ia ter opções, mas só me vejo encostada contra a parede, pois como diz a canção que a Srª referiu na sua presente crónica, não quero com 25 anos depender dos meus pais para viver. Porque já muito fizeram eles... E porque eu pura e simplesmente não sou assim... - Sabe o que é mesmo lutando pelas coisas, indo atrás delas, ter a ideia que não há saída?
    Sim... eu sei... tantos pessimismos... Mas acredite que as coisas são mesmo assim, para quem hoje em dia começa uma vida do zero. Somos vítimas? SOMOS! Pois só agora é que somos crescidos para ser responsabilizados pelo estado em que se encontra Portugal neste momento.
    Somos CAUSADORES? Somos, porque na realidade não adianta um de nós em cada 1000 fazer algo para mudar o que se passa hoje em dia. As pessoas deviam unir-se e lutar para que as coisas mudem.
    E por fim, em relação à música, esta explica exactamente a geração que somos hoje em dia. O facto de gostarmos desta música também explica bem o nosso pensamento e acções de hoje em dia. Mas a música ou o "hino" Srª Isabel Stilwell também, já esteve presente na sua geração, naquela em que o 25 de Abril foi interpretado de maneira errada e fez com que as coisas fossem do 8 para o 80. Talvez se se tivesse respeitado mais o 25 de Abril ao longo de todos estes anos e inclusivamente tivesse sido mais respeitado pelos jovens desse tempo, NÓS não estivessemos agora a sofrer as consequências... Todas as gerações têm problemas para ultrapassar, têm os seus obstáculos, têm os seus hinos!
    E se um hino UNE OS JOVENS DE HOJE, qual é o problema? Não é isso que a SRª no fundo deseja? Não utilize um hino para falar daquilo que a meu ver a Srª não tem muita ideia...
    Não sei se tem filhos ou não... Se tiver e se estes tiverem escolhido, ou ainda virem a escolher profissões que não tenham garantido um sucesso de aceitação no mercado de trabalho de 100% (acho que todos sabemos que actualmente Medicina encarna esta personagem), verá como é a realidade de hoje em dia. Ah e claro! Teremos de excluir também a possibilidade da existência das ditas "Cunhas" porque são também uma garantia de 100% de entrada no mercado de trabalho. E só mais uma coisa, tenho a certeza que a Srª deve ser completamente contra isso, e lá está é uma das razões pelas quais o nosso País está como está, mas se tiver a oportunidade de o fazer vai fazê-lo. Então se nos próximos anos a senhora se vir confrontada com alguma destas situações com os seus filhos, pense naquilo que acabei de escrever. E veja a realidade das coisas.
    Rafaela | 25.02.2011 | 20.44H
  • tenho a certeza absoluta que isto foi apenas e só uma manobra de marketing por parte do Destak para intensificar a divulgação do jornal à juventude, ah desculpem, à geração PARVA! :D
    Pedro Rito | 25.02.2011 | 20.42H
  • Pois é, depois de ler este artigo e muitos dos comentários que aqui foram postados, só tenho a acrescentar que, parvo é aquele licenciado que tenho cá em casa. parvo porque, como muitos que ai andam, estudou para ter a profissão que gostava e agora levou um chuto no rabo porque não há nenhuma empresa que lhe dê uma oportunidade, nem que seja por pouco dinheiro. Este não faz parte dos 80% que ganham duas vezes mais que a média. Esta Sra que deve ter emprego pelas cunhas, não sabe o que diz e nunca na vida deve ter passado por dificuldades. Vá tentar arranjar trabalho como as pessoas normais, sem cunhas e a receber ordenado minimo e depois avise se consegue...
    E quanto a retirar comentários, eles devem dizer muitas verdades....
    anónimo | 25.02.2011 | 20.41H
  • Lembrem-me para não ler mais o Destak...
    Margarida Gomes | 25.02.2011 | 20.37H
  • É graça sa este tipo de gente q o país está como está... Não sei se a Senhora tem filhos ou se pondera ter... Se os tem e se eles não são o reflexo da música dos Deolinda talvez seja porque têm cunhas, mt provavelmente como a Senhora. Posso lhe dizer q sou licenciada, sempre que posso frequento cursos de actualização, th o !st certificate, sei alemão.. No entanto trabalho a recibos verdes e por vezes 14h/dia... Onde temos horas d entrada e nunca de saída, sem uma única remuneração. Acha mesmo q gosto de ficar de braços cruzados???
    Ana | 25.02.2011 | 20.36H
  • 25.02.2011 | 20.36Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 20.35Hcomentário reprovado
  • Independentemente do que escreve a autora deste texto (cujo tom é de uma demagogia só comparável a Marie Antoinette), acho sinceramente que a única forma da Geração Parva deixar mesmo de ser Parva é perceber que os estágios não remunerados têm de acabar. O que significa isto? Significa que as pessoas têm de deixar de aceitar participar neles. O primeiro estágio, o curricular? Tudo bem, é aceitável, mas apenas em empresas que manifestamente não tenham condições de suportar o subsídio de alimentação e transporte, como algumas PMEs; o segundo e o terceiro, na mesma área, na esperança de conseguir um lugar ao sol? Parvoíce. São justamente esses segundos e terceiros e quartos e sextos estágios (!) - quanta experiência é que é preciso ter para merecer um ordenado? A trabalhar também se aprende e o trabalho paga-se, ponto final - que diminuem consideravelmente a oferta de empregos a sério e com contratos e que, depois, até acabam por conduzir a aberrações como este texto (num jornal suportado por meia dúzia de jornalistas pagos e mais uns tantos estagiários justamente naquela situação, como tantos outros, aliás, aos quais lanço, desde já, o repto de não aparecerem na segunda e deixar a Sr.ª Stillwell com o trabalho deles nas mãos) e outras, muitas, como as que se vêem todos os dias no Carga de Trabalhos. Ou seja: a Geração Parva tem, na verdade, a faca e o queijo na mão. Não basta a manifestação: é preciso boicotar, por unanimidade, os estágios não remunerados. É preciso que façam isso para começarem a ver a vossa experiência a ser valorizada. E a de todos nós, também.
    Carlos Brito | 25.02.2011 | 20.35H
  • 25.02.2011 | 20.33Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 20.28Hcomentário reprovado
  • Tenho quase 37 anos, trabalho desde os 14. Tenho duas licenciaturas e estou a terminar um mestrado. Terminei a minha pós-graduação com média de 19 e a licenciatura com média de 18. Nunca tive um contrato de trabalho. Trabalho a recibos verdes e mantenho mais de um trabalho. Muitas vezes tive de trabalhar em Call centers. Vejo-me grega para pagar a Segurança Social e nunca faltei ao pagamento de impostos. A minha mãe ganha a reforma mínima, era ajudante de cozinheira. O meu pai era tipógrafo e devido a um acidente de trabalho, deixou de trabalhar aos 35 anos. Quando faleceu recebia a reforma mínima. A Sra. acha mesmo que eu e a minha família somos parvos? Sabe o que é viver assim mas de cabeça erguida. Tenha paciência e a humildade de lamentar os grandes disparates que escreveu. Vive noutro mundo.
    Anónima | 25.02.2011 | 20.27H
  • eu já fui espermatezoide..... e fui esperto. Percebi logo que estava numa familia que valia a pena, furei e nasci..... tenho pena de muito pobrezinho de espirito que se contorce todo cada vez que olha para o seu BI e acha que o problema reside no seu apelido, no tal berço de ouro... os problemas foram, são e serão muitos. Acho que o editorial falha na forma. A Isabel deve-se ter esquecido que está a falar com um classe que atravessa um momento particularmente desafiante. Mas, em suma: quem estuda e acha que é escravo, é de facto, muito parvo. Mesmo que sem emprego por algum tempo, um curso é valor, para quem estuda, claro.
    João André | 25.02.2011 | 20.25H
  • 25.02.2011 | 20.25Hcomentário reprovado
  • É por esse tipo de pensamentos que Portugal encontra-se nesta crise. Independentemente de estudarem por conta própria ou por conta doutrem não é isso que importa. As pessoas o fazem com o intuito de poderem um dia vir a ser algo que secalhar a Isabel nunca conseguiu chegar. Ou então se chegou, antes de argumentar pense bem nos seus argumentos. Devemos fazer o que queremos, lutar pelo que queremos, dizer o que queremos e sermos o que queremos. Mas o que não devemos fazer, foi o que fiz, ficar sentados tal como eu a ler uma critica sem nexo. Se passou por dificuldades deveria saber o que custa poder pagar os estudos para alcaçarmos os nossos sonhos. Se não passou apenas uma coisa tenho a dizer. Tente passar apenas um dia num outro país perto de pessoas com incapacidades financeiras, veja o quanto custa ver pessoas que pouco têm e o minino que gostavam de ter. Viver numa casa, com uma família e poder ter algo para comer. Ai sim, pessoas que têm motivos para criticar pelo o que nunca tiveram. Pense bem antes de argumentar sobre qualquer tipo de assunto, pois apesar de hoje em dia a idade ser um estatuto, todos os seres humanos têm os seus direitos, tal como a Isabel. Preocupe-se mais consigo, pois nós preocupamos-nos connosco.
    Mónica Chapelas | 25.02.2011 | 20.18H
  • Parva, é quem não tem a noção do real mundo de trabalho e universitário. Não somos nós que nos deram um diploma sem nunca terem frequentado uma universidade, tal como aconteceu no pós 25 Abril, não somos nós que depois de licenciados nos auto intitulamos de DRs. A senhora deveria de saber o que é ser estudante onde tentamos a custo ter disciplinas actuais e de verdadeiro interesse para o real mundo de trabalho. Estamos fartos de ser usados por uma geração que até ao tutano chupou o estado, e fugiu das obrigações que deveriam ter. Nós VAMOS pagar a vossa factura pela vossa incompetência. é altura de reciclar o lixo da sociedade actual!!!
    DRº Parvo | 25.02.2011 | 20.08H
  • 25.02.2011 | 20.07Hcomentário reprovado
  • The old get older and the young get stronger
    A | 25.02.2011 | 20.06H
  • Cara Isabel Stilwell, é muito fácil escrever a metro para ganhar a vida, até o faria. No entanto tenho respeito pela escrita e gosto desta, não me inserindo no grupo dos mercenários das letras, que escrevem sobre tudo e mais alguma coisa, para no final, receberem uns "trocos".
    Peço-lhe, muito sinceramente, para reflectir bem no tema sobre o qual está a escrever, ou então acaba a escrever barbaridades como a que vemos acima e acaba com a sua "carreira".
    Para se redimir, escreva um pouco sobre a geração dos direitos adquiridos, e como esta contribuiu para a "parva da Geração Parva".
    Por aqui me fico. Cordialmente,
    Rui Araújo
    Rui Araújo | 25.02.2011 | 20.03H
  • 25.02.2011 | 20.02Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.55Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.55Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.51Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.42Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.40Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.38Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.38Hcomentário reprovado
  • Minha senhora, lamento muito (por si....) por ter esta opinião tão limitativa do que é a vida, a escola e o mercado de trabalho.... Deixe-me informá-la que não é no desfolhar das revistas cor-de-rosa´(onde as senhoras surgem como relações publicas e os senhores como empresários... todos eles bem sucedidos ...), das quais, com toda a certeza, já terá sido "notícia", que se poderá encontrar a realidade do assalariado, comum mortal, licenciado e quem tem que se sujeitar ao que aparece para não morrer de fome... Não estaríamos concerteza a ler um texto desta natureza, se no seu leque de conhecimentos existissem casos reais e se soubesse realmente do que está a falar...
    Sílvia | 25.02.2011 | 19.36H
  • 25.02.2011 | 19.35Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.34Hcomentário reprovado
  • Aqui a parva licenciada, pós graduada e quase mestre trabalha em dois sítios a tempo inteira para ser "gente" neste país de gentinha! Felizmente na minha formação os artigos de opinião valem o que valem! principalmente com estudos de opinião... adorava conhecer a amostra dos 80% que ganham duas vezes mais... E o meu pai que esteve no Ultramar cantava "Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, que para a minha filha não ser uma vítima eu tenho de lutar"... (não rima mas eu infelizmente não sou Música nem tenho o dom dos Deolinda)! Cara Isabel... que eu seja apenas parva!
    Patrícia Bacelar | 25.02.2011 | 19.32H
  • Esta Senhora devia era trabalhar a recibos verdes e ser despedida para ver o que é bom para a tosse. Anda a falar do cimo da burra...enfim.Não sabe que há mt gente licenciada que mata-se a trabalhar e recebe muito pouco ou nao recebe nada e, se sugere algo para melhorar é ignorado porque é jovem...A geração dela é rasca porque nem de uma revolução fez uso, aliás são os mesmos que falam, falam,falam, e nem sequer votam. Quando formos embora e a segurança social rebentar, esta senhora não terá reforma paga pelos recibos verdes, talvez nessa altura se lembre de nós...
    Rui | 25.02.2011 | 19.31H
  • Uma vez que o meu comentário foi denunciado, vou voltar a colocá-lo, pois não estou a ver onde está a razão para a denúncia. E onde é que a senhora Isabel foi buscar "os números"? São fontes suas?
    Sugerir é fácil. Se acha que devemos (nós, os licenciados) passar a ser parte da solução, sugira alternativas! Não me parece que estejam assim tão ansiosos que ponhamos em prática o que aprendemos. Se acha que a saída é assim tão fácil, proponho ir trabalhar para o jornal do qual vossa excelência é directora. Contratam-me a tempo indeterminado e pagam-me de acordo com os valores reais para licenciados (em ciências da comunicação, no meu caso). E já agora... Nem todos os que são licenciados gastaram o dinheiro dos pais. Muitos trabalharam para pagar a merda das propinas que de ano para ano aumentam! E muitos são obrigados a desistir porque não têm como pagá-las e porque os serviços de acção social das universidades cortam cada vez mais nos subsídios. E, mais uma vez, senhora (pseudo)jornalista, de onde foi tirar a ideia de que os alunos gastaram o dinheiro e não aprenderam nada?
    Por tudo isto e muito mais, cara Isabel, pare para olhar para a bela porcaria que aqui escreveu. E já agora, a guerra do Ultramar custou a muita gente e nestes incluo familiares meus. Mas já passou! Águas passadas não movem moinhos. Qualquer que seja o tema, a guerra vem sempre à conversa! Acorde para a vida! Deixe de estar parada no tempo!
    Daniel | 25.02.2011 | 19.29H
  • Isto é caso para dizer "os bois também falam não dizem é nada de jeito", é vergonhoso este artigo e revoltante, Os ditos "parvos" são precisos para a senhora poder se sentir melhor no cargo que tem e provavelmente no dinheiro que ganha! Mas esta esquece-se que nem todos somos parvos, apenas lhe dá jeito que assim seja!
    Ruben Lopes | 25.02.2011 | 19.29H
  • 25.02.2011 | 19.27Hcomentário reprovado
  • Quem escreveu este artigo com certeza não pertence à geração que foi chamada de rasca nem lida com as consequências de o ser. Ir para a rua realmente parece não resolver, mas se concordamos que é necessário dizer basta!, também não será com a desvalorização da situação em que vivemos que iremos chegar a bom porto. Será a autora PS ou defensora do partido?
    Ana | 25.02.2011 | 19.26H
  • 25.02.2011 | 19.22Hcomentário reprovado
  • ai ai Ganda tiro no pé Sra. Isabel! Sim, concordo que temos mesmo que nos esforçarmos, mexermos, sair da comodidade de se fazer de vitima, coisa que por estes lados fazemos tão bem. Mas há que ter um mínimo de noção da realidade. Não basta criatividade para se reinventar, não basta esforço, força de vontade e mais um milhão de palavras e frases Motivacionais. O esforço só é válido com trabalho, e não com palavras, o movimento é de cima para baixo e não o contrário, não vamos nós, o Povo, tirar Portugal da lama que está desde séculos, desde Salazar, desde os governos desgovernados, e sim, sei MUITO BEM do que falo, sei muito bem perceber a alienação que vivemos.
    Somos sim a Rasca geração a Rasca, somos sim parvos e parvas que se prostituem para ganhar 200€ e ver a vida negra, e isso não só quando somos estagiários, também quando conseguimos um contrato a termo, ou nos prostituímos a passar recibos verdes e a cada dia ficamos mais amarelos de fome e roxos de desespero! A maior parte da "massa" que trabalha, licenciada e em várias vertentes do mercado de trabalho, ganha um salário mínimo, ou até menos. E sempre está na tensão de não ver o seu salário no fim do mês, de não ver o seu emprego no dia a seguir, de não saber como pagar a água/luz/telefone e aluguel. Se a Sra. ver aí mesmo no jornal o qual dirige vai notar isso, vai ver que o salário médio da comunicação é entre 400 e 600 euros, e que vivemos a beira de um ataque de nervos com 30 anos.
    A culpa é nossa?! Não, não é... tentamos dentro de Portugal, tentamos exportar, tentamos vender a alma ao diabo, mas nem ele anda querendo negociar com os tais Desbravadores do Mar. O governo é cego, as oportunidades são surdas e pelos vistos a comunicação social É LOUCA! Que pena ver um Portugal alienado assim, com pessoas alienadas na cabeça da "formação de opinião". Hoje consigo perceber o porque dos países colonizados contarem todos com essa medíocre e defasada forma de pensar, agir e trabalhar. Que pena que é assim que descobrimos Portugal!
    natercia gonçalves | 25.02.2011 | 19.21H
  • Eu acho que a mulherzinha até foi esperta, pôs-nos aqui todos a comentar e assim aproveita a "geração parva", como ela diz, para fazerem publicidade a esta coisa chamada Destak.pt. Não está mal pensado, não senhora, mas provavelmente esqueceu-se das consequências... Dia 12 de Março, todos à rua, e se nada mudar, voltaremos mais vezes e mais fortes... Vão ao Facebook a adiram todos aos protestos da vossa zona, que já são 9 cidades.
    Ricardo Sousa | 25.02.2011 | 19.21H
  • Sim, é por causa dos Stilwell e outros amigalhaços que o pais está como está. O que seria desta Isabel sem o apelido?
    Miguel | 25.02.2011 | 19.17H
  • A questão é que a Isabel Stilweel não sabe do que fala, por estar completamente alheia à realidade de quem tira e paga cursos superiores para trabalhar de graça, o que se passa com muita gente e com os seus estágios obrigatórios e não remunerados. Se isso não é ser escravo, ela que nos ensine a palavra certa.
    Ana Silva | 25.02.2011 | 19.14H
  • 25.02.2011 | 19.12Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.11Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 19.11Hcomentário reprovado
  • sta senhora não só não sabe do que fala, como fala num absolutamente arrogante, o q torna todo o texto num perfeito rolo de papel higienico. mas a verdade é q há muito desemprego pq nós não sabemos escolher os cursos superiores. deixamo-nos levar por uma serie de fantasias do genero "vou seguir a minha vocaçao", "vou trabalhar no meu emprego de sonho", etc, e parecemos querer esquecer q a vida, o mundo, não é um sonho, temos q ser pragmaticos, escolher percursos profissionais com saida. há profissoes q toda a gente esta cansada de saber q estao esgotadissimas e ainda assim ha pessoas q optam por esses cursos. não se venham fingir de admirados por saber q depois não tem emprego. na escolha da carreira devem ser equacionadas varios aspectos pessoais como o gosto e a aptidão, mas se é a profissão q realmente queremos exercer se calharconvem pensar se realmente é possivel/provavel exerce-la. outra verdade é q, de facto, existem muitos jovens conformados, desinteressados, pouco activos e q minimalizam os seus esforços na busca de emprego, mas NÃO SE PODE TOMAR O TODO POR UMA MINORIA. até porque no meu entender, se existe uma minoria q se comporta é porque é gente desiludida, gente a quem foi prometido o mundo se tivessem um canudo na mão e q vê agora, a cada dia, as suas pernas a serem diminuidas antes mesmo de terem começado a andar. o q podemos ir fazendo é treinar, estagiar á espera q realmente um dia a corrida comece.
    anónimo | 25.02.2011 | 19.10H
  • Uma coisa é certa, dada a crise e o desemprego a galopar por aí a cima é necessário fazer alguma coisa!... O problema não é só a camada de licenciados que estão a sofrer com a situação. Porque é mais precária a situação daqueles que não possuem habilitações académicas universitárias. Porque assim que a situação inverter-se, mais facilmente a camada académica irá encontrar lugar na vida activa. É todo um problema que necessita urgentemente encontrar um caminho para uma solução. E o esforço não deve ser só de uma parte mas, sim partilhado e com a ajuda de todos.
    Hernâni Soares | 25.02.2011 | 19.04H
  • E para si, que parece mais espanhola que outra coisa... "Porque no te calas?"
    Nuno Barros | 25.02.2011 | 19.03H
  • Estou com a Leila. O comentário do Rui P. é de facto genial! Acho que combina com a sra.
    L.F. | 25.02.2011 | 19.01H
  • Rui P. que comentário genial. Aprovadíssimo. Pena que já foi denunciado e será reprovado. De qualquer modo, foi genial.
    Leila | 25.02.2011 | 18.57H
  • A fazer editoriais assim, carregados de parcialidade e tacanhice percebe-se o porquê do seu diário ser gratuito. Quanto à comentadora Joana que tem um trauma qualquer com playstations, já era hora de mudar de disco, recolher a mesa e ir espreitar à janela para ver se chove.
    L.F. | 25.02.2011 | 18.53H
  • Obrigado Isabel não sei quê, que nem tem apelido português... Só nos deu mais força... Mesmo muito obrigada...
    Ricardo Sousa | 25.02.2011 | 18.48H
  • 25.02.2011 | 18.47Hcomentário reprovado
  • Dª Ana se é Portuguesa e tem vergonha de Portugal, pense que depois de comentar Portugal é capaz de ter mais vergonha de si.
    Paulo Campos | 25.02.2011 | 18.47H
  • Errata: No meu comentário anterior a chamada de atenção para o facto ("fato" segundo o "brilhante" acordo ortográfico que o nosso maravilhoso governo aprovou) de ressabiados se escrever com dois "s" e não com um "ç" era dirigido à Srª Joana Freitas e não à Srª Ana.
    Carina M. S. | 25.02.2011 | 18.47H
  • Pena que só os comentários podem ser denunciados. Deveria poder se denunciar artigo. Eu denunciaria. Esta senhora a falar parece realmente que andou no ultramar! Deve ter começado cedo a trabalhar para pagar seus próprios estudos! Acho que é necessário ser-se muito pouco inteligente para um meio de comunicação colocar em força tanta gente contra este mesmo.. Ou então foi uma estratégia para que este site fosse bombardeado por visulizações :/. Realmente os "Parvos" somos nós. Fica aqui manifestado o meu desagrado para com o Destak.
    Ana Margarida | 25.02.2011 | 18.46H
  • MUDANÇA deveria ser a palavra de ordem... mas infelizmente não é. A culpa é dos ministros que não mudam e não prescindem de regalias exorbitantes, e que andam completamente desfocados da realidade (Ex. substituir um TGV por Instalações de criação de energias alternativas). A culpa é dos "subsidiodependentes" que se acomodaram a receber em casa quando muitas vezes até conseguiam arranjar trabalho. A culpa é dos recém licenciados que muitas das vezes não aceitam trabalhos que consideram "menores", a licenciatura é o bilhete de entrada, depois a "pessoa" tem que agir e fazer por si.
    Mas não podemos generalizar!! continuamos a ter licenciados que não conseguem arranjar emprego e até temos alguns políticos com boas intenções (?)!
    Portugal tem que evoluir e consciencializar-se no que realmente é importante e no que eventualmente trará algo de bom.
    Quando as coisas correm mal é muito fácil apontar o dedo. Mas no nosso interior o que nós fazemos para mudar? Temos a consciência tranquila?
    Ainda não li nenhum comentário que eu tivesse totalmente contra, acho é que deveríamos remar na mesma direcção. Basicamente todos gritam por mudança, mas a pergunta coloca-se - Já mudaram alguma coisa?
    Daniel | 25.02.2011 | 18.46H
  • Dª Ana se não tem outros argumentos e se vai entrar para a baixaria sem introduzir nada de construtivo dizendo sempre a mesma coisa, faça um favor a você mesma e abstenha-se de comentar mais. Passa uma ideia de que tem uma mente retrograda e que não aceita opiniões, e extremamente repetitiva
    Paulo Campos | 25.02.2011 | 18.45H
  • 25.02.2011 | 18.45Hcomentário reprovado
  • INTERESSANTE ANDAREM A DENUNCIAR COMENTARIOS!
    CAMBADA DE RESSABIADOS!!! Sim, voces que andam a dizer mal desta Senhora e da sua familia sem razao de ser. Nunca vi tanto insulto, tanta ignorancia e tanto erro junto! Insultos pessoais, factos errados e palavroes (sim, e escrevo sem acentos porque nao os tenho no meu teclado estrangeiro). Como ja muitas pessoas disserem: LAMENTAVEL! Ao que o pais chegou. Sou Portuguesa com vergonha neste momento! Nao do que a Senhora Isabel Stilwell escreveu mas sim da ignorancia e ressabiamento de muitos de voces!
    Ana | 25.02.2011 | 18.42H
  • Esta senhora fala de barriga cheia, sei do que estou a falar. Gosto da crítica quando ela é construtiva, não é o caso, por conseguinte não vou dizer mais nada, nem ela o merece!
    Ana Albuquerque | 25.02.2011 | 18.40H
  • Não me querendo alongar porque tenho a certeza que muito do que diria já foi dito por outras pessoas como eu, este artigo é das coisas mais ignorantes e desligadas da realidade que já vi. Demonstra um total desrespeito pelos jovens e futuras gerações que vão ter que aguentar a situação actual. É um artigo digno de alguém que está numa "torre de marfim" no sentido negativo da expressão claro, porque de artista e intelectual a autora desta barbaridade não tem nada, alguem que está completamente desligado da realidade actual e inflelizmente muitos como a senhora também o estão e por isso é que a situação actual está como está.
    Dantas | 25.02.2011 | 18.38H
  • Caros senhores e senhoras que aprovam a ideologia deste texto "magnífico" da Srª Isabel Stilwell, tenham vergonha na cara e respeito por quem se continua a esforçar e a ver os seus esforços irem pelo cano abaixo. Srª Joana Freitas já que parece tão empenhada, dê-nos algumas ideias para sair do desemprego (mas se vai citar ser pró-activo, tentar arranjar negócio, inscrever-se no Centro de Emprego, apostar na formação...We've been there and done that and still nothing!), Drª Ana, "ressabiado" é uma palavra feia e escreve-se com dois "s" e não com "ç", e uma vez que está no estrangeiro não me parece que a nossa situação lhe interesse (se vive fora de Portugal parabéns não tem de se preocupar com ninharias porque a realidade no estrangeiro é diferente da nossa. Se está de férias parabéns, é prova de que tem uma vida desafogada (talvez com um emprego de factor C)), apenas lhe peço o favor de não regressar, não precisamos de mais parasitas. A todos os outros que nos dizem que a nossa geração é parva e que devíamos era arranjar um trabalho: eu teria vergonha se fossem meus pais ou parentes. É por existirem pessoas com mentalidades "imbecilóides" que nada funciona. O espiríto solidário também lhes fica bem e não custa nada (por enquanto). Não generalizem...Mas de facto é tão bom falar quando se faz parte da elite, não é?
    Carina M. S. | 25.02.2011 | 18.33H
  • Estou parva com o que li. Nunca pensei que alguém pensasse ainda desta maneira.
    A D. Isabel devia olhar bem em seu redor e pensar no que disse. Os Deolinda cantam e muito bem aquilo que muitos de nós queriam cantar há muito tempo.
    Ora vejamos....de que geração é a que leva Portugal à "banca rota"assim como o resto da Europa, de que geração é a que nos diz a nós geração rasca e parva, que não há dinheiro na segurança social! De que geração é a que levou bancos à falência, deixando muita gente sem nada...
    Quere-me parecer que a resposta não será GERAÇÃO RASCA, porque será a nossa geração que terá que dar a volta a isto!
    Tenho que lhe dizer, porque talvez ainda não saiba, que há muito bom licenciado a receber 500€....é verdade 500€ D.Isabel, já viu bem!!! Quando há por aí muito bom individuo a trabalhar na função publica e em muitas boas empresas que nem o secundário têm feito e estão com reforma dE de 1000€ COMO É POSSIVEL?E ainda nos dizem a nós GERAÇÃO RASCA que quando chegar a "nossa altura"não haverá dinheiro par areformas!! Claro....Há por aí muita gente a receber pensões sem nunca terem descontado para a segurança social!E se descontaram foi meia duzia de anos! SIM QUE EU SEI! Há por aí muita boa pessoa na casa dos 40 60 anos com pensões de invalidez e que afinal NAO TÊM NENHUM PROBLEMA DE SAUDE TÃO GRAVE QUE AS IMPEÇA DE TRABALHAR, baste vê-los com a pensão garantida para os ver frescos que nem uma alface! Ah pois claro fazemonos à vida! Para França para a Suiça ou para Espanha porque cá não arranjavam sequer um estagio renumerado! Os que por cá ficam ou TÊM SORTE e arranjam um BOM EMPREGO, ou então limitam a ganhar entre os 500 e os 800€...SIM QUE EU SEI!Os meus colegas estão a dar formação, emigraram e os que trabalham recebem entr isso!"OLHE DESCULPE MAS DE QUISER CONTINUAR A TRABALHAR CONNOSCO SO LHE PODEMOS PAGAR 500€"disseram isto a uma amiga minha.
    Conheço pessoas com 30 anos licenciadas a trabalhar há 5 anos a ganhar 800€....
    Conheço licenciados a trabalhar em supermercados, nas limpezas, em lojas....claro pudera é que a geração que nos critica NAO NOS QUER PAGAR!!ACHAM QUE TEMOS QUE TRABLHAR DE GRAÇA!!
    Vejamos que um simples rapaz que tira um curso numa universidade privada"as tres pancadas"como se costuma dizer, acaba o curso e nao arranja trabalho, não é que agora ESTA NO QUADRODE UMA CAMARA MUNICIPAL!!!COMO? Querem ver que foi um senhor da geração que tanto nos critica...
    E quem fez esta MERDA toda que esta a acontecer no nosso país....ora vejam so se nao foi a GERAÇÃO QUE NOS CRITICA....D. Isabel poupe-nos a este tipo de pensamentos que so lhe ficam mal.
    Podemos ser a GERAÇÃO RASCA mas de PARVOS começamos a não ter nada, porque ao menos temos consideração e atitude para dar a volta por cima ao contrário de uma geração de oportunistas e corruptos como a GERAÇÃO QUE NOS CRITICA e que a senhora Dona pensa que são os melhores....
    ~Vá apanhar ar....
    Patricia | 25.02.2011 | 18.29H
  • Meu Deus, já toda a gente escreve rubricas em jornais e revistas, o que faz com que o grau de qualidade jornalística seja cada vez mais baixo. Muito provavelmente se eu voltar a ler algum artigo desta senhora no Jornal Destak fará com que questione a minha continuidade como leitor assíduo da vossa publicação (mesmo sendo entregue gratuitamente).
    António Raposo | 25.02.2011 | 18.28H
  • Só comentários reprovados pelo Destak... Impressionante, além de ser gerido familiarmente como a Líbia de Kadhafi, o Destak não têm o mínimo de problema em continuar a desrespeitar as leitores,reprovando-lhes os comentários, que curiosamente foram causados, pelo desrespeito que a vossa Directora (Isabel Stilwell), teve pela maioria dos portugueses... Pais e filhos, avos, e netos... Esta manifestação vai ser um sucesso, para ver, Sra. directora, hoje fui ao Continente , e não se cansavam de repetir o já quase hino, de Jorge Palma, Ai Portugal, Portugal... Ficamos muito tempo a espera, e a ver pessoas como a Sra. Directora, que mal sabe escrever, quanto muito raciocinar a lambuzarem-se com o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos. Chegou a hora de dizer, Basta!!! Dia 12 de Março, todos à rua, pais, filhos, avós e netos. Para ver se corja sai do poleiro garantido familiarmente tipo Líbia!
    André Aires | 25.02.2011 | 18.27H
  • (...) - disse ela do alto da da sua cátedra.
    Manuela Simarro | 25.02.2011 | 18.24H
  • @JOANA FREITAS
    @Ana
    Diz-me lá com que dinheiro é criaste a tua que eu vou também criar a minha. Onde foste buscar o dinheiro para comprar software, desprezas fixas (pagar o investimento inicial)? Deves ter um pai rico ou recebeste apoios do estado? Para que saibas uma trabalhador a recibos verdes não tem esse tipo de apoios, apesar de descontar mais que um contratado! Só se for roubar e instalar material pirata e meta estagiários de borla. É ESTE O MODELO QUE DEFENDES? CÁ PARA MIM VIVEM NO MESMO MUNDO QUE A AUTORA DO TEXTO!!
    S. Évora | 25.02.2011 | 18.24H
  • Se ficarem revoltados e indignados como eu assinem a petição: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N7196
    Estou_a_RECIBOS_VERDES!!!_e_trabalho_por_conta_de_outrem | 25.02.2011 | 18.24H
  • Hoje de manha postei e depois de ter lido varios comentarios quero lhe dar os parabens " Sra" Isabel Stilwell ... realmente o nome diz tudo ... stil well ... vc continua bem os outros que se lixem. Mas como estava a dizer ... PARABENS =D sabe o que conseguiu fazer com este triste texto?o contrario daquilo que vcs que estao bem na sociedade queriam que é ... Unir o pessoal Todo da geração dita "rasca" e fazer com que tenhamos mais que motivação e coragem para estar mos no dia 12 de Março por uma Causa... Isabel " continua bem " por vezes estar calado demonstra mais sabedoria do que abrir a boca. adeus beijinhos, e espero que esteja la dia 12 com uma folha A4 e com um coração nas mãos ... isto se vc tiver!
    anónimo | 25.02.2011 | 18.24H
  • Cara directora, Quando diz "a maioria dos licenciados (...) ganham mais duas vezes do que a média", tem em conta primeiramente, os licenciados empregados, depois, os empregados como recursos especializados e finalmente, pagos como tal, certo? Podia prosseguir dissecando um a um os argumentos que apresenta para a geração parva comer e calar. Abrir o pio, somente agradecer não ter de ir para o Ultramar. Ou ter sentado o rabo nos bancos da faculdade e, já agora, por ter tido vacinas gratuitas. Mas, estes parvos não estão orgulhosamente sós, e se todos os comentários aqui já expostos não a fizeram reflectir sobre o autismo de que padece (não se preocupe, junte-e ao Primeiro-Ministro: "vai ficar tudo bem") e se nem o facto de trabalhar diariamente na imprensa, onde somos, os parvos, mastigados e cuspidos à velocidade da luz, se nem assim percebe a dimensão do problema...eu é que não sei o que andou a fazer na faculdade! Tem filhos. Que têm amigos, que têm amigos e que têm amigos. E que somos nós, os parvos, os que se querem manifestar para dizer basta. Tenha vergonha, já que o bom senso tirou férias.
    Sílvia Matos | 25.02.2011 | 18.22H
  • Este artigo é um insulto extremista a quem vive com dificuldades... Escrito por alguém que nunca passou fome, de certeza...
    Organização da "Geração à Rasca" de Leiria | 25.02.2011 | 18.20H
  • 25.02.2011 | 18.19Hcomentário reprovado
  • Quando se lê no editorial do destak “… deixem lá o papel de vítimas, que não leva a lado nenhum.” fica difícil não reagir. A crise, desculpa para todos os males, fica muito sozinha quando responsabilizada pela situação precária que vivem os jovens. Os meus pais quando terminaram a sua formação começaram a trabalhar e, por incrível que pareça, eram remunerados. Nem sequer sabiam o que era isso dos estágios não remunerados, dos recibos-verdes ou dos contratos a termo. Velhos tempos… Hoje o custo de vida é outro.
    A Srª Isabel Stilwell pode ter tido a melhor das intenções, isso não pretendo questionar, mas já se devia ter arrependido por esta altura. Servir-se do editorial de um jornal com a visibilidade do destak para tentar minimizar a situação a que a insustentabilidade do nosso modelo económico nos trouxe é inclassificável. Não se diz que os portugueses são demasiados acomodados? Tudo indica que desta vez vai ser diferente.
    André Dias Janicas | 25.02.2011 | 18.12H
  • Acho uma piada a esta teoria que anda por aí do "inventem cenas", "abram empresas", "criem trabalhor para vocês e para os outros". Como é que se faz isso se não se possui dinheiro para sequer viver desafogadamente? Se calhar a solução é ir pedir um empréstimo para toda a vida ao banco para abrir um negócio qualquer e se der para o torto fugir para outro país. Ora aí está uma ideia que seria aprovada por esta senhora de certeza.
    Empresário | 25.02.2011 | 18.10H
  • 25.02.2011 | 18.04Hcomentário reprovado
  • Joana Freitas, aprende a escrever e depois sim, podes sentir-te no direito de censurares alguém.
    ABC | 25.02.2011 | 18.02H
  • Que engraçado. De todos estes o comentário que dá os parabéns do senhor António Saraiva ao Destak é o único que não tem a hipótese de Denunciar. Deve ser alguma coincidência...tipo aquela de um dos principais accionistas da empresa se chamar Stilwell também.
    Still well? | 25.02.2011 | 18.01H
  • ola raçaibiadinhos... deixem-se de manifs e inventem coisas..... coisas que criem empregos para vos e para os outros
    Joana Freitas | 25.02.2011 | 18.00H
  • 25.02.2011 | 17.58Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 17.55Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 17.55Hcomentário reprovado
  • só tenho a dizer isto:
    Exma. Senhora Isabel Stilwell, Escrevo-lhe em resposta ao texto que publicou no jornal Destak, com o título ‘A parva da Geração Parva’. Espero que entenda esta resposta como construtiva e não mais um desses hate mails que de certeza tem recebido e deve levar a sua conta de e-mail ao desespero. O meu estilo prima pela educação. Tenho muitos dos últimos romances que escreveu. Mais do que uma vez, suspirei o quanto gostaria de escrever algo assim como fez a Isabel, mas quando me deram a conhecer texto publicado no Destak, não pude deixar de me desiludir. Vamos a apresentações! Tenho 32 anos, estudei em escolas particulares, fiz a minha licenciatura na universidade que frequentam os filhos das boas famílias. Também tenho apelidos sonantes, na minha família todos são licenciados e gosto de pensar que fui bem educada. Sei que tive muita sorte. Tive um avô médico, outro sentou-se em grandes cadeirões de alguns bancos nacionais. Tive muita sorte. Quando me formei, continuei a ter sorte. Fiz um estágio curricular numa instituição onde gostavam muito de mim, queriam contratar-me, mas não tinham como. Trabalhei dez meses de graça. Depois lá conseguiram. Ganhava muito bem, depois mudei e passei a ganhar muito, muito bem, mas sempre vi os meus amigos a ganhar muito mal. Tive muita sorte. Eles não. No meio de tudo pelo que me sinto grata, imagine, esta é já a terceira vez que me encontro desempregada. Nunca estive tanto tempo desempregada. A minha mãe sempre me ensinou a trabalhar por aquilo que queria. Fez um bom trabalho. Gostava de vir a fazer o mesmo pelos meus filhos, um dia. Com catorze anos comecei a fazer serviços de baby-sitting. Primeiro aos tios, depois aos amigos dos tios e por aí fora. Depois, aos dezasseis, comecei a fazer de hospedeira em alguns congressos, aqueles davam trabalho a menores de idade. Desesperei pelos dezoito anos para trabalhar mais e poder engordar as minhas poupanças, mesmo que em casa não me faltasse nada. Os dezoito chegaram e com eles tantos trabalhos que não consigo enumerar. Trabalhei durante toda a minha licenciatura. Então, o desemprego bateu à porta uma, outra e outra vez. Esta última, muito mais longa do que eu contava. Mas não cruzei os braços. Licenciada, com experiência profissional e tendo já usufruído de salários gordos, aproveito a minha ainda cara de miúda e sou orientadora de sala numa sala de espectáculos da capital, vou fazendo algumas traduções (tenho a sorte de ser bilingue) e ainda peguei numa parte das minhas poupanças para dar inicio a um negócio online. Não fiz nenhuma fortuna, mas não perdi dinheiro. Fico contente por não ter perdido e por dar para atestar o depósito do carro (que eu paguei) algumas vezes. Há pouco tempo, numa festa, encontrei a mãe de uma amiga de longa data que me perguntou se me mantinha na situação de desempregada. Expliquei-lhe o que andava a fazer e devolveu-me um suspiro: ‘o que vale é que está sempre a fazer outras coisas!’. Nem nunca tinha pensado que olhavam assim para mim. Ou seja, continuo a esforçar-me o quanto posso. Mando tantos currículos que já lhes perdi a conta. Nem me chamam para uma entrevista. Já me sugeriram que omitisse partes do meu currículo, o que me recuso a fazer. Ao que isto chegou! Ou seja, desde que me lembro de ser gente, não andei a coçar-me. Sempre trabalhei, estudei, formei-me e tive muita sorte. Mas vi os meus amigos a desesperar de azar, lamentei por eles, vi-os desertar, vi-me longe de muitos amigos distribuídos pelo mundo fora, o que eu também devia ter feito. Tenho pena de não ter tido coragem. Nisto, a geração que já foi rasca, agora é parva, nas suas palavras. Tudo porque os Deolinda decidiram cantar uma música com que tantos se identificam. Uma música, no meio de tantas, deu-lhe a si o direito de chamar as novas gerações de ‘parvas’. Lamenta que tenham gasto dos impostos para os quais contribuiu sem que esta geração tenha aprendido coisa alguma. Nas suas palavras, ‘aprender (…) significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida’. Eu estou apta, reconheço e aproveito os desafios… desde que eles existam! Gostava eu de saber qual a sua base estatística, ver esse documento na minha frente que diz que os ‘licenciados (…) ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional’. A média, vi há dias na SIC, era de 800€ líquidos. Eu não vejo a minha geração a ganhar duas vezes isso. E conheço muita gente. Nenhum jovem diz que a crise foi inventada para o tramar. Isso é insultuoso. Os recibos verdes não existem para escravizar ninguém, existem porque quem os inventou não teve cuidado naquilo que estava a fazer. As entidades patronais, aproveitam. Quem tem recibos verdes, quem tem uma empresa, desconta muito mais do quem tem um contrato. No entanto, não tem direito a subsídio de desemprego ou direito a uma baixa, se doentes. Isto, no mínimo, é dar nome ao conceito de injustiça. Há uma geração inteira que se identificou com uma música, mas não a tornou num hino, ao contrário do que afirma. Quantas músicas foram escritas sobre tantas guerras e lamentos? Há um tango argentino, deve ter cerca de 40 anos, em que um amigo escreve a outro que abandonou Buenos Aires para trabalhar em Itália. Escreve-lhe: ‘não voltes’. Também Eça de Queiroz e Fernando Pessoa lamentaram os tempos modernos da altura, a falta de valores e os malandros dos jovens. Em todas as épocas, alguém a quem a sociedade leu e deu ouvidos, escreveu e lamentou os tristes tempos que se viviam. Só não sei se foram insultados de ‘parvos’. É cíclico, não traz nada de novo. Afirma que temos de ser parte da solução o que, penso, passará por levantar mangas e começar a trabalhar. Mas esqueceu-se de um facto: tendo em conta as hierarquias empresariais, é a sua geração que nos dá/devia dar empregos com salários justos. Saber que existe uma vida pessoal e não obrigar a trabalhar doze horas por dia em troca de coisa nenhuma. É a sua geração que devia considerar e cuidar a dedicação dos colaboradores. Agora, se querem atirar-nos areia para os olhos quando sabemos que atrás de um estagiário a custo zero, vem outro, para não haver lugar a contratações, isso sim, quem acreditar que é mito, é parvo. Nos sites de emprego, vejo anúncios insultuosos. Em alguns, solicitam até a viatura própria para depois nos deixar a arder. A minha mãe, que tem uma empresa que nunca lhe deu o que queria, no fim do ano, se as vendas de Natal corressem bem, dividia parte dos lucros com os funcionários. Sem que tivesse qualquer obrigação. A minha mãe, que tem uma empresa que nunca lhe deu o que queria, sempre pagou cada uma das horas extra feitas por cada funcionário. Isto chama-se de consideração. E com isto aprendi coisas que penso que a si lhe faltaram ao escrever o texto do Destak: humildade, empatia, generosidade. O que me leva a perguntar-lhe, como Directora do jornal Destak: quanto ganham os estagiários? Sabe ou alguma vez soube? Enquanto espera que os jovens deste país ‘apliquem o que aprenderam para encontrar a saída’, eles vão desertando, vão sendo infelizes, vão fazendo promessas aos santinhos e esperar por algo igual à sorte que eu tive. Ainda que desempregada, estou muito grata pelas coisas que consegui. Continuo a arregaçar mangas e a ver navios. A minha família não me deixará morrer à fome, mas assim também não conseguirei ser feliz e muito menos realizada. Mas tive muita sorte. Diz que faz muita falta que os jovens desenvolvam para aplicar aquilo que estudaram. Não espere por isso. Eles estão a desertar. Vão aplicar sim, mas noutros países. Quando aspirar à sua reforma, aquela que consiste num sistema baseado em que os jovens descontam para os mais velhos, esqueça. Eles não vão estar no país. Ou não tiveram filhos, porque os salários não permitiram. E assim se envelhece a população. A minha geração estudou para ter uma vida, já nem digo uma boa vida. Alguns deles encontraram uma triste vida e não conseguem ser totalmente independentes, por muito que arregacem as mangas. Por isso se identificam com a música dos Deolinda. Já eu, uma em tantos, tive muita sorte, ainda que desempregada. Não sei até quando. Mas estou grata pelo que fui conseguindo à custa do meu esforço. Espero ser recompensada em breve.
    diana | 25.02.2011 | 17.53H
  • 25.02.2011 | 17.51Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 17.50Hcomentário reprovado
  • Vejamos... Dentro da critica ou sátira social que os Deolinda fazem, parvos, são os que andaram a estudar. E porque? Bem, a verdade, é que neste momento os licenciados referidos, devem de facto ser aqueles que tiveram um brutal factor C, talvez até como a pessoa que escreveu dito "desabafo".
    Devemos admitir que a musica é um desabafo social bem em voga face aquilo que vivemos actualmente, mas, para além do que devemos cantar ou não empolgados, o facto é que fora aqueles que tem a sua cunha, uma grande parte dos licenciados ou recém licenciados que já possuem emprego ou que estão em situação de emprego, encontram-se de facto nas seguintes situações:
    A: Conseguiram trabalho face a cunhas;
    B: Estão a trabalhar a recibos verdes;
    C: Encontram-se a desempenhar funções em Call Centers ou semelhantes;
    D: Andam a correr desnorteados de norte a sul de entrevista em entrevista.
    No caso A; creio que não será necessário dizer muito, apenas que nem todos tivemos efectivamente a sorte de nascer com o cu virado para a lua.
    Para os da hipótese B; digamos que são de facto pessoas de coragem e trabalham efectivamente como escravos as vezes para fazer aquilo que os norte americanos indicam como: "To make ends meet" chegar ao fim do mês e ter algum.
    Em C; digamos que deve ser o mais usual, não só no caso dos call centers, existirem pessoas sobre qualificadas a desempenharem tarefas mecânicas, em que por vezes para se subir, há que rezar muito. (Não desdenhando quem de facto gosta deste tipo de emprego). Por ultimo, na situação D; de facto, o grande problema é que se nem ganham para se deslocar, lá vão novamente os país financiar as deslocações e até na maior parte das vezes, para o entrevistado ser ultrapassado por não ter experiência suficiente ou por ter demasiados estudos.
    Creio ainda que devo indicar, mais uma vez que os licenciados que ganham duas vezes mais e "80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional.", tem por vezes muito a dever a si mesmo pois são pessoas extremamente competentes e esforçadas ou tem o famoso factor C, se não, vão a porta de um call center e questionem a 30 pessoas o seu nível escolar.
    Por ultimo, devo dizer que eu, neste momento me encontro desempregado e ando numa procura bastante activa de novo emprego, sendo que é um pouco complicado quando vou a entrevistas onde estão para além de mim vinte ou mais pessoas para uma vaga ou quando me propõem sair da minha área de residência e me indicam valores salariais que pouco mais que para casa, electricidade e agua, convenhamos, não tendo dinheiro para combustível e mantimentos... É algo complicado.
    Luis Malato | 25.02.2011 | 17.48H
  • O meu mais sincero pesar a esta senhora... Se quem tem trabalho pode fazer graves constantes, nós licenciados sem oportunidades também nos podemos manifestar!!!
    Gostava de saber as dificuldades que esta senhora sentiu ao entrar no mercado de trabalho... sinceramente gostava... e também gostava de saber qual o valor do seu ordenado... porque é muito lindo falar quando não se sabe do que se fala!!
    Hoje em dia ser licenciado é um pesadelo, porque para uns temos habilitações a mais e para outros a menos... E se somos a "Geração à Rasca" a culpa é das pessoas com a mentalidade desta senhora. Porque se compara a situação de hoje com a do tempo do Ultramar?? O país supostamente evoluiu e já passou por muito desde essa altura... mas agora vai começar a ver os seus filhos a virarem-lhe as costas! E sabem porquê? Pois eu sei o porque da minha desilusão... dos deputados que só tem regalias e mais regalias (motoristas, carros topo de gama, ajudas de custo para tudo e mais alguma coisa...). E este é apenas um exemplo. Os nossos impostos aumentam e as despesas dos ministérios também... Enfim, nem vale a pena continuar... É este o país que temos e por mais revoltados que estejamos nada podemos fazer, porque mentalidades não se mudam de um dia para o outro e esta senhora é um grande exemplo disso... se não estamos a morrer na guerra então não somos uma geração à rasca....
    Isabel Lopes | 25.02.2011 | 17.47H
  • CAMBADA DE RESSABIADOS!!! Sim, voces que andam a dizer mal desta Senhora e da sua familia sem razao de ser. Nunca vi tanto insulto, tanta ignorancia e tanto erro junto! Insultos pessoais, factos errados e palavroes (sim, e escrevo sem acentos porque nao os tenho no meu teclado estrangeiro). Como ja muitas pessoas disserem: LAMENTAVEL! Ao que o pais chegou. Sou Portuguesa com vergonha neste momento! Nao do que a Senhora Isabel Stilwell escreveu mas sim da ignorancia e ressabiamento de muitos de voces!
    Ana | 25.02.2011 | 17.45H
  • 25.02.2011 | 17.45Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 17.40Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 17.40Hcomentário reprovado
  • Boa tarde cara senhora: venho, por este meio, apresentar-lhe uma proposta:
    sou Licenciada em Comunicação Social, pela Escola Superior de jornalismo -uma Universidade privada- sim, se calhar sou parva porque EU e os meus PAIS pagámos para eu poder tirar o curso com que sempre sonhei! Era estudante deslocada, não tinha dinheiro para comprar os livros que necessitava, nem para comer uma refeição decente todos os dias, para as deslocações a casa e ainda tive de arrendar um quarto para poder ter um tecto (uma vez que vivia a mais de 100 quilómetros da faculdade); mesmo assim, foi-me negada bolsa de estudo porque consegui arranjar um part-time! Quanto ao estágio, minha senhora, era em full-time, não remunerado claro, não vão os estagiários pensarem que têm o rei na barriga! Ora, como não me podia dar ao luxo de deixar o meu part-time remunerado, não pude fazer estágio. Posto isto, proponho-lhe o seguinte: contrate-me! Faça-me um contrato sem termo e pague-me segundo a tabela remuneratória que citou no seu artigo! Pode-me contactar pelo e-mail: analopes.jornalista@gmail.com, tenho todo o gosto em lhe enviar o meu CV, onde poderá verificar que só consegui trabalhar na minha área um única vez e estou a travar uma batalha judicial para receber os meus ordenados de 500,00€ (quinhentos euros), SIM minha senhora, leu bem, 500,00€! Mas também pode verificar que sempre trabalhei em áreas distintas, uma vez que não tenho pais ricos, nem amigos que me possam dar a mão, tive de me sujeitar aos trabalhos que me apareciam e nos quais me exigiam a qualidade de um profissional com curso superior por “meia dúzia de Euros”! Por isso, não pode afirmar que não me esforcei para melhorar o meu nível de vida! Sem mais de momento, fico a aguardar uma resposta da sua parte. Atentamente,
    Ana Lopes – Jornalista desempregada
    Ana Lopes | 25.02.2011 | 17.36H
  • 25.02.2011 | 17.35Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 17.34Hcomentário reprovado
  • vem ao site Bazul
    mufas | 25.02.2011 | 17.32H
  • Não sei que dados estatísticos tem a Sra. Isabel, o que sei é que, possuindo apenas um curso profissional, criei uma empresa e ganho o triplo do que ganham os meus amigos licenciados. Para se opinar sobre a realidade, é preciso conhece-la e a Sra. Isabel vive claramente numa redoma onde o País real não chega! enfim....perdoai-lhe senhor...ela não sabe o que diz.
    Patricia Costa | 25.02.2011 | 17.32H
  • 25.02.2011 | 17.31Hcomentário reprovado
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  • 25.02.2011 | 17.29Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 17.25Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel, fiquei parva com esta tua mensagem aos nossos filhos. Mas deixo-te a uma resposta da minha filha, que de parva não tem nada: "Se eu sou parva a doutora é uma avestruz!"
    Luisa Jacobetty | 25.02.2011 | 17.24H
  • 25.02.2011 | 17.24Hcomentário reprovado
  • Tiago, estás mal. MUDA. VERME. vais continuar a ser um zé ninguém a vida toda. Pensa assim: nem tiveste coragem de assinar o teu nome verdadeiro. Pensa agora: o que já criaste na tua passagem por esta vida. ALguma ideia. Já empregaste alguém. Já criaste 1 emprego que seja. FAzes as pessoas que te rodeiam realmente felizes? Pois.... bem me parecia. Essa é a dura realidade. Não passas de um cobardolas escondido atrás de um nome falso. Obviamente que nunca serás feliz. Tens mesmo que mudar e muito
    João Pereira Santos | 25.02.2011 | 17.20H
  • 25.02.2011 | 17.15Hcomentário reprovado
  • Perplexilidade,revolta,aparvalhamento...perante tamanha hipocrisia,narcisismo ressabiado por parte desta Srª ops... Srª não! Porque não merece o minimo respeito da minha parte para ser asssim designada e nem o de ninguem minimamente inteligente,que viva no mundo duro,real e atual e não seja uma mera personagem ultrapassada de um romance historico tão habilmente mal escrito desta personagem Isabel!
    "Tadinhos" dos pais desta figura que têm uma filha tão parva que pensa que pode dizer o que quer e que faz tamanha figura de idiota! Não vou tecer comentários do tão dificil é viver no Portugal dos nossos dias porque nós todos que contribuimos para a "maquina" andar todos os dias bem sabemos as dificuldades reais do que custa sobreviver no dia a dia desta mesma "maquina",mas não podia ficar indiferente a esta enorme estupidez.
    Todos somos livres de expressar a nossa opinião mas não desta maneira como esta personagem o fez,de quem vive completamente aparte do mundo que o rodeia.
    Chega!!!!
    Tiago Santos | 25.02.2011 | 17.07H
  • maioritariamente gente maldosa e pouco instruida. concordo plenamente: se estudaram e acham que são escravos são parvos de facto.
    todos para a manif chorar mais um bocadinho. vai acrescentar muito. a culpa é da isabel, do seu editorial e das pessoas educadas num clima de não inveja. Portugal o país dos invejosos. Não vai passar da cepa torna. A coisa boa é que em terra de cega e invejosos quem tem olho é rei. Vou continuar a encher os bolsos, com o meu trabalho e melhorar as grandes condições de vida que tenho, frequentando as terras maravilhosas de portugal, à grande. ps para os desgraçadinhos vão passar o resto da vida com o discurso dos tachos, dos ricos, da injustiça... no final da vida vão realizar que se em vez de frequentar manifs e blogues como este tentassem realmente criar algo de novo. tudo mudava. A MUDANÇA ESTÁ DENTRO DE NÓS. agradeço ao Destak pelo lançamento do debate mesmo que não concorde em absoluto com o editorial
    António Saraiva | 25.02.2011 | 17.06H
  • Nascer com a colher de ouro na boca não é um previlegio que toda a gente tem. É possivel entender que é difícil de entender para uma mulher como a senhora Isabel Stilwell. Mas é muito difícil entender como pessoas desta generação como a dita senhora podem abrir a boca desta maneira e espalhar opinões parvas sobre uma generação que nesta questão não está em discussão. A generação sobre que está falado só faz uma pequena parte destes 80% que a sua intelligência estava a mencionar. É impossivel de vêr as coisas como realmente são duma ponte da vista que ela tem. Então, a minha opinião é, que era melhor calar-se em vez de cobrar uma situação seria com um cobertor das palavras parvas. Mas, sim senhora, no final vivemos numa democratia, não é? Peço desculpa para os erros que fiz; não só português, além de viver em Portugal durante muito tempo. boa sorte à genaração parva!!! Já saí do vosso país maravilhoso, mas sempre estou ao vosso lado! força!
    Johnny Kizdom | 25.02.2011 | 17.05H
  • A sra. Isabel Stilwell bem podia implementar um sistema de comentários que respeitasse a formatação dos mesmos. Com isto assim, é muito complicado ler qualquer amálgama que tenha mais de 3 ou 4 linhas. Isto, claro, se a ideia de se permitir aqui comentários for a de suscitar um debate de ideias a sério, e não uma questão de moda passageira. Fica a sugestão.
    Luís Almeida | 25.02.2011 | 16.59H
  • 25.02.2011 | 16.57Hcomentário reprovado
  • Para não sou, lhe garanto.
    Deixo-lhe apenas dois exemplos: No meu 1º estágio tinha uma colega licenciada, que trabalhava na empresa há 1 ano e ganhava 500 euros. Apenas 500 euros! Isto há 4 anos, antes da crise vir em força! Um amigo meu, licenciado, com certificações e formações, está a ganhar 750 euros limpos! 750!! E não consegue arranjar emprego noutro lugar. O PSD quer pôr os jovens desempregados (licenciados ou não) a quem termina o subsídio de desemprego a trabalhar precariamente a ganhar o mesmo valor do dito subsídio+10%. E contratos verbais válidos??? E nós é que somos parvos??? Oh senhora, não fale do que não sabe ou do que não entende...
    Só nos podemos encontrar saídas se nos derem oportunidades para tal, ninguém trabalha para aquecer e "um ordenado não é uma esmola"!!!
    Ana Dias | 25.02.2011 | 16.56H
  • Srª Drª Isabel... embora sabendo que ler e comentar o seu artigo, foi uma perda de tempo, quero só deixar uma palavra ao seu artigo, inútil!
    Alexandre F. Rocha | 25.02.2011 | 16.56H
  • 25.02.2011 | 16.56Hcomentário reprovado
  • Tanta parvoíce!! Faço questão de não voltar a ler nada seu D. Isabel. Não vá eu, jovem licenciada, ficar ainda mais parva!
    Élia Alves | 25.02.2011 | 16.54H
  • Gostaria de saber o percurso de vida desta senhora, talvez para que eu deixe de ser parvo e siga o seu exemplo. Tenho a certeza que Isabel Stilwell passou fome e frio, trabalhou para pagar as suas propinas, estudou em escolas publicas, e lutou muito para chegar onde chegou. PARVO fui eu por perder tempo a ler isto.
    Pedro Soares | 25.02.2011 | 16.52H
  • Boa tarde a todos. Espero que o meu comentário seja de facto UM COMENTÁRIO e que não apareça lamentavelmente censurado como muitos dos que já foram publicados nesta página. Se existe liberdade de expressão POR FAVOR vamos fazer jus à democracia que supostamente vivemos (pelo menos em teoria) e dar lugar à mesma. Posto isto, gostaria de deixar o meu contributo e mostrar o meu desagrado face a tudo o que estamos a viver no momento (já nem falo do comentário desta Sra., claramente trata-se de alguém que ainda não sentiu na pele aquilo que NÓS, os jovens da geração À RASCA estamos a sentir). É aterrador a incerteza e insegurança que os jovens licenciados, mestres, doutores deste país são obrigados a vivenciar. Recordo-me de uma velha máxima que o meu pai dizia e que de vez em quando me recorda "quem aos 30 não é, aos 40 não tem, aos 50 não é ninguém". Pois bem, se efectivamente fosse assim até porque era deste modo que as coisas se deviam processar, nos dias de hoje a grande maioria dos jovens deveria ter o seu digno lugar numa qualquer entidade empregadora (atenção, quando refiro lugar falo em TRABALHO porque nós apenas queremos trabalhar e sermos justamente remunerados por tal, não ambicionamos um simples emprego ou "lugar ao sol" que muitos detém na actualidade) e ambicionar perspectivas de carreira. Tal não acontece e volto a frisar é aterrador sabermos que hoje estamos num qualquer estágio profissional depois de termos feito "das tripas coração" para conquistar o tão desejado "canudo" na tão solicitada "faculdade ou universidade prestigiada", isto após termos passado por uma rigorosa fase de selecção e termos vingado face a cerca 100 ou 200 candidatos ao mesmo estágio (atenção, mais uma vez, estamos a falar de um ESTÁGIO, por amor de DEUS!). No final, acabamos por efectivamente conseguir um estágio bastante limitado (12 meses) sem saber se quer o que o futuro nos reserva findo esse periodo. Falando também um pouco da experiência de muitos dos meus colegas de curso, é de facto triste lutar incansavelmente por mais um (adivinhem la?!) ESTÁGIO, demonstrarmos competência e integridade e no dia seguinte meterem-nos no olho da rua só porque sim, porque é muito fácil colocar um anúncio no dia seguinte a solicitar mais um "parvo" ou "escravo" como queiram chamar até porque hoje em dia e cada vez mais são "sete cães a um osso". Despeço-me na expectativa de que havemos de ultrapassar esta fase, como alguém já me disse em entrevista "provavelmente a pior fase para terminar um curso superior", acreditando que o trabalho e a dedicação mais tarde ou mais cedo compensam e de que a união faz a força! Aliás não devemos ser assim uma geração tão parva, caso contrário não teriamos estas iniciativas e formas de luta (através de manifestações, redes sociais, etc.) nem seriamos tão persistentes na defesa dos nossos ideais e daquilo em que acreditamos. Força!
    AV | 25.02.2011 | 16.50H
  • Que parva que sou, que ostilizo os jovens (que por acaso constituem a maioria dos meus leitores), que não têm nada que andar a lamentar-se por coisas tão utópicas como ter estabilidade para constituir família. Se os jovens antes morriam na guerra, os de hoje podem muito bem viver com os pais até aos 40 anos, e ter filhos aos 60. Já não os vão ver graduados, mas também não interessa, porque não aprendem nada nas universidades. Vendo bem, os jovens têm uma vida tão boa hoje em dia (já disse que não morrem na guerra?) que vou deixar a direcção do Destak a quem seja mais competente do que eu e vou voltar para a casa dos meus papás!
    Rodrigo Ramos | 25.02.2011 | 16.45H
  • Não estou de acordo com o rótulo imposto por esta senhora e muito menos com os "Lápis Azuis" que andam a denunciar a Liberdade de Expressão dos outros. Se não gostam, não denunciem, pois todos temos o DIREITO de opinar e expressar! E sim, estou incluída na tal "Geração Parva", não gosto da minha situação, mas não é por isso que têm o direito de me rotular de preguiçosa e de viver à conta dos meus pais... Eu vou lutando com o que tenho: entregando CV's e enviando e-mails a várias entidades....respostas? ZERO!
    O problema não é dos jovens, o problema é de TODA a sociedade... e "artigos" como este só demonstram a ignorância que há por aí. E sinceramente, os recibos verdes nem deviam existir, porque se as pessoas trabalham, merecem ter as ditas regalias que a Constituição da República Portuguesa defende. São essas minúsculas coisas que destroem a "fé" num Estado Democrático. Em teoria é tudo muito bonito, mas em prática é tudo um caos... Já dizia uma prof: "manda quem pode, obedece quem deve!"... Factores C e P é o que é. Acho que em vez de andar a criticar os jovens (com licenciatura ou não), devia investir num discurso para que o próprio Estado não deixe escapulir mais génios que fazem sucesso lá fora, por terem sido vistos como...como é que eu hei-de dizer isto de uma forma suave?...hummm...vistos como inúteis. Por isso, meus senhores e minha senhora, agradeço que não recusem a minha opinião desta vez.
    Joana Machado | 25.02.2011 | 16.42H
  • 25.02.2011 | 16.39Hcomentário reprovado
  • Gostei especialmente deste comentário: "Quem tem tachos é que se safa... Minha cara colega jornalista, sou licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra, tal como 48 colegas meus do meu ano, posso dizer-lhe que nem um terço está a exercer na área. Diga-me só quantos estagiários o Destak tem e quantos jornalistas anda a contratar por ano. Até lhe digo mais, se fossem despedir quem não fosse licenciado em Comunicação Social / Jornalismo no Destak, grande percentagem dos directores desse seu jornal estaria sem emprego!" Não sei se o que acabei de transcrever é verdade ou não, mas também eu gostaria de saber a resposta à pergunta que lhe foi colocada. Face a tantas acusações de inacção no editorial, acho que será justo, no mínimo, saber até que ponto a política de recrutamento do Destak é socialmente responsável e apoiada no mérito de cada um, ou se, por outro lado, padece de certos males tão enraizados por cá. Porque, realmente, é como a sra. Isabel Stilwell escreveu - não basta as pessoas manifestarem-se na rua. É preciso passar a ser activamente parte da solução. Considerando isto, gostaria agora de lhe fazer ainda uma outra pergunta: A sra. Isabel Stilwell, como directora que é de uma entidade empregadora, o que já fez concretamente para ajudar a ser parte da solução? Decerto entende que, com a posição de destaque que tem, o seu contributo, por pequeno que seja, facilmente terá algum impacto. Desconheço se a política de recrutamento no Destak passa por si ou não. Caso não passe, acredito que, como directora que é, ainda assim poderia fazer algo para a influenciar. Quiçá, dar até uma palavrinha ao Sr. António Stilwell Zilhão, fundador e actual membro do conselho de administração do Destak, com o qual, suspeito eu, até terá em comum algum grau de parentesco familiar. Para concluir, devo dizer que eu até nem discordo de tudo o que foi escrito pela Sra. Isabel Stilwell. Como jovem de 26 anos que sou, actualmente a caminho do primeiro emprego, sei bem que muitos de nós são extremamente comodistas, mimados até, com pouca vontade de lutar, e sempre à espera que tudo caia do céu. A questão é que também há muitos que não são assim. Além do mais, dentro deste grupo dos que são determinados e vão à luta, há muitos que, por mais que o façam, não têm sorte. Muitos mesmo! Não por culpa própria, mas por razões alheias a eles. Por tudo isto, acho que é de uma extrema falta de sensibilidade escrever coisas como: "Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada." E fico-me por aqui, garantindo no entanto que ficarei atento a eventuais respostas às questões que lhe foram colocadas.
    Luís Almeida | 25.02.2011 | 16.36H
  • Oh sôtora acabou de se enterrar. Pode saber muito de jornalismo académico mas de vida sabe pouco e tinha função de saber. Dizem q a experiência advém da idade não é? Acabou de refutar essa teoria. Ignorante, pedante e tudo o que acaba em Ante incluindo insignificante pela pequenez e ligeireza com que trata este assunto. Mais do q indignada, tenho pena q seja uma mãe a falar assim da provavel geração a qual pertencem os seus filhos/netos, o q seja. Teve tudo de mão beijada? Teve sorte? Bom para si, teve sorte. Nem todos somos cabeças coradas... E olhe que nem acho muita piada à música dos Deolinda (nada contra atenção...)
    J.Q. | 25.02.2011 | 16.36H
  • 25.02.2011 | 16.35Hcomentário reprovado
  • "@todos os que estao revoltados. A Sra. Stilwell tem razão numa coisa. Basta de palavras, basta de DIZER "basta". Vamos tomar acções, vamos fazer parte da solução para PELO MENOS ESTA revolta. Boicotar todas as publicações do grupo Cofina Media (5 jornais e 11 revistas) e sempre que possivel, fazer com que se saiba PORQUÊ. Vamos fazer parte da solução para ESTE problema."
    Zé Belo | 25.02.2011 | 16.34H
  • A senhora deveria ter um pouco de vergonha e meter a mão na consciência quando escreve para dizer tais coisas. Não me vou prolongar, porque já muita disse e com razão o que há a ser dito, mas basta olhar para a taxa de desemprego e verificar que afecta tanto a licenciados como a não licenciados. Infelizmente nos dias que correm, muito provavelmente contrata-se sem licenciatura, porque assim paga-se menos e obriga-se a fazer o dobro. Claramente a senhora não tem noção daquilo que fala, talvez se sentisse as injustiças do mercado de trabalho na pele o discurso seria outro.
    Paulo Campos | 25.02.2011 | 16.33H
  • @Filipe A forma como a descreve faz dela uma coitadinha que vingou depois de tantas adversiaddes... É o que estamos todos a tentar fazer mas sem qualquer tipo apoio ou resposta positiva. Ninguém censura quem consegue vingar, antes pelo contrário... Achamos é deploráveis os comentários de quem vingou e se esqueceu de onde veio.
    A.C | 25.02.2011 | 16.32H
  • Infelizmente eu sou uma das pessoas que já licenciou há 4 anos, fiz um estágio profissional, na esperança de ficar na entidade, coisa que não aconteceu!!! Depois estive mais de 1 ano sem trabalhar (não por culpa minha, pois quase todos os dias mandei curriculos para privados e para os concursos publicos que iam surgindo na minha area de formação), no entantro nada consegui. Valeu-me o IEFP e uma empresa de formação no ano seguinte!! depois de ter dado formação, voltei a estudar (mestrado) pois antevi (até a area da formação já está mal) mais um ano parada(como de facto foi) e o dinheiro que tinha ganho foi todo para as propinas (tive a sorte de ter uns pais generosos que me pagavam o resto das despesas). No ano da dissertação- que ainda corre- tive de recorrer aos meus pais para me pagarem as propinas.
    Eu já tentei até concorrer para trabalhos fora da minha area... Desculpas que me deram: falta de experiencia, não sou a pessoa mais indicada, etc... Só que sabe,, Sr.ª Isabel, para além de ser licenciada- futura mestre- nunca desisti de tentar trabalhar. Só não consigo porque muitos dos concursos publicos já estão destinados para resolver situações de precariedade (o que acho muito bem) ou algum conhecido e os privados nem sequer me contactam segunda vez... É que além de ser licenciada com pouca experiencia - mas muito trabalhadora (elogios dos meus orientadores)- tenho uma deficiência motora e auditiva e quando vou a entrevistas de empresas privadas, sinto logo um "pé atrás" dos entrevistadores... Para bom entendedor meia palavra basta. Gosto de trabalhar e quero trabalhar... para poder dar o meu contributo á sociedade. Portanto quando a sr.ª comparar a geração anterior (a da guerra do ulturamar os meus pais são dessa geração e estão a 100% do meu lado... Aliás se não fossem eles, como eu sobrevivia, se nem direito ao subsidio de desemprego tenho???) com a nossa geração, pense duas vezes, pois não são situações comparaveis!!! Exactamente por queremos ser parte da solução é que nos manifestamos, tal como muitos da sua geração protestaram com a guerra e contra o regime!! Experimente viver com pouco dinheiro, experimente estar na minha situação, que nem fora da minha area arranjo trabalho (eu não peço emprego - como muitos da sua geração, inclusivé a sr.ª, que estão a uma secretária sem fazer pouco ou nada, só para receber o ordenado no fim do mês, sem mexerem uma palha), depois sim pode opinar contra ou a favor a minha geração!! Até lá, é melhor não dizer nada!! Com os melhores cumprimentos
    Sandra Camelo | 25.02.2011 | 16.32H
  • Filipe, obrigado por vitimizar a Isabel... coitadinha. Se quiser falar das suas guerras está à vontade, chamar o Ultramar ao barulho é apenas meter objectivamente o dedo na ferida. A continuar a pensar assim Filipe, nem irá receber mais do que recebe, e já atingiu a quota total de filhos financeiramente viáveis. Continue sem opções e continue a agradecer ao grupo de idiotas do qual faz parte.
    José Parvo | 25.02.2011 | 16.25H
  • Caro Filipe esteja mas é calado, essas alusoes a guerras sao uma parvoice pegada e parem de atirar isso á nossa geração, outros tempos outras guerras meu amigo.
    E realmente para referirem assim tao facilmente Ultramares e 2as gdes guerras entao nao lhes tem o devido respeito sinceramente..
    Parem de dizer que temos tudo de mau beijada e que só sabemos refilar.
    Ignorantes
    Manuel | 25.02.2011 | 16.23H
  • 25.02.2011 | 16.21Hcomentário reprovado
  • Ó sra Isabel ao principio até estava meio irritado, mas pela quantidade e tipo de comentários que aqui o seu textozinho maravilhoso levou, acho que já pode meter na cabeça que está errada e não tem a real noção da situação que está a falar.
    So nao sabe quem nao passa por ela realmente... tenha dó E desde quando é que um "jornalista" chama parvos a uma geração inteira?.. temos mais uma Moura Guedes aqui?
    apague mas é este editorial só lhe ficava bem
    Manuel Parvo | 25.02.2011 | 16.17H
  • 25.02.2011 | 16.12Hcomentário reprovado
  • Pois é amigo! Mas pelo menos, ganha menos de 1000 euros! enquanto outros, na mesma idade não ganham nenhum!!!
    Gui | 25.02.2011 | 16.11H
  • A Isabel nunca acabou o seu curso. Fez-se à vida e quem duvida do seu mérito, parvo é. A Isabel cresceu numa família marcada pela Segunda Guerra Mundial, que bem sabia o que era passar privações. Quem a acusa de menina mimada é parvo e ignorante. A Isabel nunca conheceu alguns dos seus tios que morreram a combater os Nazis. Quem brinca com as alusões que ela faz às guerras não sabe do que fala. Eu tenho 30 anos. Sou casado e tenho 3 filhos. Ganho menos de mil euros por mês e não sou aumentado há seis anos. Haverá muitos por aí que têm mais razões do que eu para se queixarem desta crise? Obrigado Isabel por chamar as coisas pelo nome.
    Filipe | 25.02.2011 | 16.10H
  • No meu país quase não passava de estagiário. No país onde estou agora, tenho um posto que me permite influenciar a política de um continente. Quem estava errado? Eu ou o meu país? Isabelinha, Isabelinha ... Sabe alguma coisa sobre a realidade que descreve? Pois, nem vale a pena perguntar, pois não?! tsk tsk tsk
    Jorge Blake | 25.02.2011 | 16.08H
  • Jornal Dei1trak - Dá Deus nozes a quem não tem dentes.
    Mais uma facada para a credibilidade e ética dos jornalistas.
    A credibilidade já não era muita para o vosso jornal gratuíto. Uma opinião vale o que vale, mas esta permite-me chamar parva à senhora que nos enfia papeis no carro. É parva, e é feia e é mais esperta que todos (uma portuguesice habitual que não a distingue em nada). O que esta senhora merece é o desemprego com a idade dela para ver se voltava a falar nos mesmos propósitos. Entretanto já soube que houve comentários aqui que foram 'moderados'/retirados como deve ser o futuro do meu. Acho que estamos de acordo que a livre expressão tem destas coisas, mas ofender sem querer ser ofendido dá uma nova relevância para quem fala de egocentrismo. Em suma, vá-se catar, emigre e tire o sorriso idiota da cara porque já tem quase 1200 comentários. Só prova que a sua parvoíce confirmou-se de uma só vez. Já agora os seus pais estiveram no Ultramar? Se não sabe indicar soluções que sejam apenas 'temos que apontar para a solução': guarde as suas opiniões para si. Já basta a classe politica para falar demais e não dizer nada. Espero que o vosso jornal cesse de existir, ou então arranjem alguém que saiba da lida com competências para o cargo de director. Especialmente que saiba não ofender os seus leitores / clientes. Suponho que haja mais gente ai na equipa do Dei1trak que tem de contar até 10.000 para aturar a prepotência, até porque certamente têm mais competências aqui que a sra. dondoca.
    Roger Oliveira | 25.02.2011 | 16.03H
  • 25.02.2011 | 16.01Hcomentário reprovado
  • Sra. Still Well. Penso que mais velho que a senhora(pelo menos pareço). Tenho filhos que são licenciados (ambos com mais de 32 anos) e que felizmente estão bem empregados. Tenho netos em bons colégios. Tenho um óptimo emprego, vivo bem (nestes últimos tempos um pouco pior). Estudei mais de trinta anos, fiz dois cursos superiores (à minha custa e a trabalhar muito)Frequento bons restaurantes, viajo muito e penso que já tenha visto, ouvido e lido muita coisa. mas confesso que nunca li uma opinião tão desconhecedora da realidade como a que acabei de ler. Onde é que a sra. trabalha? Com quem se relaciona? Onde vive? Quem são os amigos dos seus filhos e os filhos dos seus amigos? Abra os olhos; vá para a rua ver o que se passa; pergunte aos jovens como vivem; pergunte aos pais, até que idade é que sustentam os filhos; veja as idades com que os jovens se casam e t~em filhos, etc. Comigo trabalham muitos jovens que estiveram anos em call centers, agora estão há 3 anos com contratos a prazo, depois iniciam os recibos verdes. Alguns já têm mais de 30 anos. Olhe para a redacção desse "jornal" onde escreve e para as redacções do grupo a que pertence essa "folha" e pergunte aos estagiários que lá estão o que fazem, quantas horas trabalham, e aunto ganham. pergunte aos directores dos jornais do seu grupo o que pagam aos estagiários. Pergunte, veja, olhe, tire a cabeça debaixo da areia, e faça um aretrospectiva da sua vida e veja quantas CUNHAS já pediu e quanta já conseguiu. Por isso tem essa brilhante opinião. E não estou a afirmar porque desconheço o que se passa. Conheço bem a sociedade onde se movimenta, os amigos que tem, e como se relaciona. Nesse seu muno (como no meu) realmente não há desempregados licenciados a ganhar pouco. Mas, e os outros que não andam por estes meios nem têm amigos e famílias, como a sua (e já agota posso incluir a minha)? Realmente são parvos. Mas são porque não se unem e começam a boicotar "os que têm opiniões verdadeiramente parvas" como a sua. Porque não deixam de comprar jornais a grupos que têm pessoas a escrever tão fora da realidade que nem se apecebam do que se passa à sua volta?
    Luis Rodrigues | 25.02.2011 | 16.00H
  • 25.02.2011 | 15.57Hcomentário reprovado
  • Parvos somos também os pais desta geração, porque temos que ficar a sustentar os filhos até à idade da reforma que agora nem sabemos se teremos! Pagámos a sua formação para seguirem a sua vida nas melhores condições e nada! Somos parvos sim, a senhora não se sente parva?! Sim, a sua e minha geração já viveu dias bem melhores. Licenciei-me, arranjei logo emprego, casei, tive filhos e a minha mãezinha pôde ficar sossegada. Agora não temos esse direito pois os jovens não podem constituir família. Ah, e depois queixam-se que o país está envelhecido, pois, claro...Que solução iluminada apresenta a senhora??
    L | 25.02.2011 | 15.54H
  • Se nós não sabemos o mínimo porque raio é que devemos receber o salário mínimo nacional?!?! Se nós temos um horário a cumprir então porque raio é que trabalhamos com recibos verdes (trabalhador independente)?!?! Toca a fazer barulho, está na altura de nos revoltarmos contra a escravatura dos tempos modernos! Se todos nós decidirmos sair do país, Portugal acaba! Se não não tivermos condições para formar família e ter filhos Portugal acaba!!! Gostava de ver um país cujos únicos habitantes fossem ministros, presidentes e a comunicação social!
    A todos os licenciados | 25.02.2011 | 15.53H
  • 25.02.2011 | 15.53Hcomentário reprovado
  • Não é mais do que uma fazedora de opiniões que utiliza o lápis azul deixado de herança por algum antepassado!
    Luismi | 25.02.2011 | 15.51H
  • Ela anda a pagar impostos para nada, e nós andamos a pagar para ela e afins apareceram nas revistas com a familia, etc... bem, será isto assertividade?
    gt | 25.02.2011 | 15.51H
  • Confesso que quando oiço essa musica, me dá alguma revolta no estomago. Não por concordar com ela, mas mais até por achar que é uma manobra de marketing que mais não tem do que uma receita bem conjunturada de apelo a uma vitimização de algumas pessoas que à partida não a merecem. Convêm dizer que não pretendo generalizar, mas não compreendo como a nossa geração se pode dar ao luxo de se identificar com esta musica. Escravos? Por favor. Quando era miudo, nunca me faltou nada nem à minha irmã, mas posso dizer que para isso ter acontecido, os meus pais passaram fome, literalmente, e na infância deles, foi ainda pior. Por isso, as palavras deveriam ser melhor medidas quando se fala em escravatura. Trabalho desde os 8 anos, altura em que nas férias da escola ia ajudar o meu pai, em cima dos telhados. Tenho 33, por isso não foi assim há muito tempo. Não tinha curso superior e o meu trabalho não era remunerado, com a desculpa de ser aprendiz (porque estagiárioera para os iluminados que saiam das faculdades). Não fui para a faculdade, porque entendi que os meus pais não tinham possibilidades para ter dois filhos numa Universidade e preferi dar essa oportunidade à minha irmã. Mas procurei, e nunca deixei de me sujeitar ao trabalho que me quisessem dar. Trabalho após trabalho, e com algum esforço, posso então dizer que hoje não sou licenciado, e ganho bem mais do que alguns que o são. Mas se esperam que as coisas lhes caiam no colo, enganam-se. Hoje em dia, sim, estou a estudar, e aquilo que assisto no ensino superior é uma verdadeira vergonha. As pessoas estudam em áreas para as quais não têm qualquer vocação, e o talento de algumas é colocada mesmo em causa. Isto porque o nivel de vida possibilita que toda a gente possa frequentar o ensino superior (o que por um lado é bom) mas com as falências mentais que trazem do secundário, onde nunca sequer se preocuparam em ver o que querem do futuro. Resultado, temos maus licenciados (não generalizando, mais uma vez), mal vocacionados, mal orientados, que se apanham de canudo de baixo do braço com a perspectiva de serem doutores e engenheiros que já tudo sabem mal saiem da faculdade e que é só chegar cá fora e vingar.... Desengane-se quem pensa assim. É preciso sujar as mãos, verter suor, usar a cabeça, aprendermos e tornarmo-nos bons naquilo que fazemos. Actualmente ando na faculdade não com a perspectiva directa de ter um trabalho melhor, mas sim na perspectiva de aprender mais. Se isso um dia me trouxer melhorias profissionais, tanto melhor, mas encaro isso como uma possivel consequência, e não uma obrigação.
    FR | 25.02.2011 | 15.48H
  • 25.02.2011 | 15.47Hcomentário reprovado
  • Exma. senhora Isabel Stilwell Não tornando o meu texto maçador irei reduzi-lo.
    Estou neste momento numa faculdade privada a tirar um curso, estudei num colégio de bom nome, tudo porque os meus pais tiveram oportunidades e trabalharam para o conseguir. A situação actual de jovens que estão a sair com licenciaturas de diversos cursos é assustador, eu própria estou com medo de quando sair da faculdade. O que vai ser de mim? Onde vou arranjar um emprego com bom salário? Já que andei a estudar durante este tempo todo e andei em sítios onde a formação é da melhor, porque raio terei que ir ganhar 400 euros? Porque raio vejo gente como eu ou que andou em escolas públicas e faculdades públicas e vejo-os a ganharem salários ridículos de 400 a 700 euros. Muito sinceramente, acha que as pessoas têm vontade de estudar quando sabem que vão ganhar o mesmo que uma pessoa que trabalha num call center? (que tem o 9º ou 12º ano) Com o devido respeito pela senhora, e como artista musical que sou, penso que a senhora passou ao lado do real significado da música ou interpretou-o à sua maneira (o caso mais comum). "Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar" O mundo é parvo porque eu fiz o 12º ano, tirei a minha licenciatura, vou fazer o meu mestrado, e no final vou ficar a ganhar o mesmo que pessoas que não têm nem metade da formação, ou então não me irão dar emprego porque "tenho demasiadas qualificações" (que exigem obviamente um ordenado de maior importância). Por isso para ser um "escravo" acho que ninguém está para se dar ao trabalho de estudar. Onde fico revoltada quando me dirijo a uma entrevista de trabalho de part-time escolhem pessoas que têm menos formação do que eu porque têm mais experiência profissional (porque desde o 9º ano que estão a trabalhar). Pode-se queixar em relação ao dinheiro dos impostos, em relação ao dinheiro dos pais isso é uma relação onde a senhora não pode opinar, dado que existem dezenas de relações diferentes entre pais e filhos. Haverão os que andam para aí a desperdiçar dinheiro na universidade e não vão a aulas e só andam em festas, haverá sempre isso passa por controlo. Minha senhora ao dizer "deixem lá o papel de vítimas", desceu bastante. Vai-me dizer que isto está exactamente como na sua altura? Os meus pais não andaram 1 ano nem meses desempregrados, os empregos eram assegurados com contratos a longo prazo, nada destas invenções que se criaram. Não há aqui vítimas e digo-lhe que a sua geração foi bem priveligiada, ganham bem e a maioria tem emprego assegurado até ao fim da sua vida. Pense senhora Isabel Stilwell, acha que alguém hoje em dia tem um emprego assegurado? Se quer mostrar uma moeda, não mostre só uma face, mostre as duas. A sorte não acontece a todos. Por isso sim, isto é um mundo parvo, onde eu não estou para estudar e passar horas a fio metida numa biblioteca a estudar e a fazer trabalhos para depois ganhar 600 euros. Quando justamente os meus pais gastaram milhares e milhares de euros para eu receber bem melhor. Com esta música ninguém está a dizer para os jovens não estudarem, pelo contrário, esta música diz para os jovens estudarem e lutarem justamente pelo prémio desse trabalho. Um bom emprego com um bom salário.
    JM | 25.02.2011 | 15.45H
  • Veja a resposta que uma parva, perdão, jovem desempregada escreveu e pode ser que veja um pouco para além da sua embaciada redoma http://amacadeeva.blogspot.com/2011/02/enquanto-na o-me-tirarem-o-pio-nao-me_25.html
    Jorge Rocha | 25.02.2011 | 15.44H
  • @NAO LICENCIADO (INFERIOR) POR ISSO TRABALHO... As pessoas podem estar em hora de almoço não??? Eu trabalho 14 horas por dia para sustentar um "estágio" mas calculo que posso ter uns minutinhos para almoçar e ver o email...não? Ou ser escrava implica também não comer??
    Parva | 25.02.2011 | 15.43H
  • Realmente só alguém que teve uma vida priveligiada (bom para si) é que escreve tamanha estuopidez como este editorial. não sei em que condominio fechado vive ou vivenda de 300 andares, mas com certeza que anda fechada ao mundo. Faz-me pena que pessoas com o seu pseudo-conhecimento e gabarito se ponham a debitar palavras destas. Pena porque a minha mãe de 64 anos vê perfeitamente a situação em que vivo e preocupa-se por ver que os esforços que ela fez não estão a ser compensados. e cansada está ela de ver uma das filhas em situação precária desde que terminou o curso e que ela nada pode fazer. Odendeu-me a mim, à minha mãe e à minha geração. Porque a meu ver este artigo é também uma grande ofensa aos pais dos muitos licenciados desempregados ou precários neste país, que vêem o sonho dos filhos irem pelo cano abaixo.
    Maria Sousa | 25.02.2011 | 15.41H
  • 25.02.2011 | 15.41Hcomentário reprovado
  • Mais trabalho e produtividade , é disso que o pais precisa. se tivessem que estar a trabalhar em vez de estar á procura do emprego ideal enquanto o papa paga as despesas não tinham tempo para vir para aqui reclamar!!! Querem um pais melhor?Produzam mais ,pois somos dos piores trabalhadores da Europa!!!
    Nao licenciado (inferior) por isso trabalho | 25.02.2011 | 15.37H
  • Se eu ganhasse dinheiro para escrever algumas opiniões, estaria certa de referir as mesmas palavras que a senhora. Mas como os meus pais gastaram dinheiro para me dar estudos e aprender que a vida é muito mais que falar, mas sim aplicar! Quando estiver na mesma situação que todos os jovens licenciados e à procura de emprego, e perceber que os que ganham mais que a média são poucos, e que MUITOS QUE ESTUDOS NÃO TÊM, NEM PARVOS PARA OS PAGAR ocupam muitas vezes os lugares destes e sentem-se previliagiados em falar do que não sabem... Quando souber de um emprego igual ao seu, p.f. avise-me, ok? Agradecida...!!!!
    Luísa | 25.02.2011 | 15.35H
  • Penso que devemos agarrar cada oportunidade para manifestarmos o nosso desagrado pelo mal estar doentio e cronico em que este nosso Portugal mergulhou...Sugiro tambem esta forma de protesto que me foi sugerida Eu adiro ao Pano Preto Protesto
    Geração 3 Pês: Propósito PPP
    geracao3pes.blogspot.com http://www.facebook.com/pages/Gera%C3%A7%C3%A3o-3- P%C3%AAs/105233809555625?sk=wall
    anónimo | 25.02.2011 | 15.32H
  • Minha senhora é pelas condições com contratos "da treta" que nos oferecem em Portugal que muitos jovens vão para o estrangeiro, assim como eu o vou fazer! Vê-se perfeitamente que não sabe o que nós "parvos" estamos a passar... como deve ninguém quer ter 3 trabalhos e receber apenas de 2 para sustentar um 3º (estágio)!!! Certamente que na sua altura teve possibilidade de ficar em casa dos seus pais e nunca passou fome nem nunca se viu doente sem poder ir ao médico para conseguir pagar propinas e terminar uma formação superior... O problema é que uns quase 1200 comentários a um artigo dum jornal não faz qualquer diferença... a situação não vai mudar e eu vou para o estrangeiro onde me pagam bem tenho um contrato de trabalho e uma vida estável!!! Aposto que nunca teve tantos comentários num artigo seu... se calhar é de pensar!! com todo o devido respeito ponha-se na nossa situação de "parvos" e da próxima vez pense antes de escrever!!! Com os melhores cumprimentos, Uma "parva" cá neste nosso Portugal!
    Parva | 25.02.2011 | 15.32H
  • NÃO NOS CALAM, FASCISTAS!!!!
    @todos os que estao revoltados. A Sra. Stilwell tem razão numa coisa. Basta de palavras, basta de DIZER "basta". Vamos tomar acções, vamos fazer parte da solução para PELO MENOS ESTA revolta. Boicotar todas as publicações do grupo Cofina Media (5 jornais e 11 revistas) e sempre que possivel, fazer com que se saiba PORQUÊ. Vamos fazer parte da solução para ESTE problema.
    IC | 25.02.2011 | 15.28H
  • Cara Isabel,
    Gostei tanto da sua reflexão neste editorial que decidi procurar outros que me delitassem de igual ou superior maneira.
    Gostei muito deste: http://www.destak.pt/opiniao/61175
    .
    Constato, com agrado, a sua paixão pelo Ultramar, pela repressão do pensamento humano, pelos ideias fascistas e por tudo aquilo que a mim, pessoalmente, me comove muito. E gostei de saber que a sua filha teve de ir terminar o curso para Londres (luxúria ou ignorância? faça cuidado Isabel...) e que foi avó. As fotos na Lux estavam muito bonitas. Pode partilhar connosco quanto recebeu pela sessão? Certamente mais do que o salário de mais de, pelo menos, 80% das 1200 pessoas que comentaram este seu discurso iluminado. Acredito que não tenha de ter feito muito para a conseguir....
    o que me deixa muito feliz por si.
    IC | 25.02.2011 | 15.26H
  • Já que eu não posso ganhar dinheiro a escrever para jornais, não me resta outra alternativa se não ser escravizada. Terminei a minha licenciatura em Política Social com média de 16 e uma pós-graduação em Criminologia com média de 17. Já enviei CVs e contactei TODAS as Associações possiveis e inexistentes de Lisboa e Vale do Tejo. Trabalhei como ESCRAVA numa associação de RENOME nacional, tão defendida nos média, e tão apaludida, mas que comete crimes graves ao nivel dos contratos de trabalho, horarios e remuneração. Recebia uma miséria que nem a propina da pos-graduação me dava para pagar. E sim, trabalhava a recibos verdes. Fora isso, já gastei rios de dinhieiro em formações, conferencias, projectos, workshops, tudo para ter mais fonrmação e um melhor CV. Se houver alguém com média e CV tão bom como o meu, eu aplaudo. Mas as minhas colegas, os meus amigos, todos estavam e estão nas mesmas condições, portanto não sei onde raio foi buscar a ideia de que a maioria dos licenciados recebem 2 x mais do que a média. Ora bem, talvez essa maioria que fala tenha sido baseada nos licenciados que entram para o Estado e para as Associções e empresas por CUNHAS., como uma colega minha que actualmente é Vereadora duma Camara aí num Concelho de Portugal, e não terá sido pelas suas belas naotas que lá chegou, e muito menos pela sua prestação académica ou profissional (que engraçado, a profissional era ZERO).
    Portanto, eu agora estou a terminar a PORCARIA de um Estágio Profissional no Estado, onde a ARS já deu a informação de que os estagiários NÃO PODERÃO TER AVALIAÇÃO SUPERIOR A 14. E Porque? Porque somente com 14 é que ficamos aptos a concorrer ao Estado num periodo de 2 anos! Assim, ficamos LOGO EXCLUIDOS dos concursos internos (que engraçdo, são praticamente TODOS).
    Por isso, dê graças aos anjinhos de manter o seu emprego e de ter jornalecos para onde escrever e receber um dinheirinho para pagar as suas continhas ao final do mês.
    Talvez eu vá aplicar o que eu aprendi para encontrar a solução para ete problema deste nosso Portugalinho. Ah não dá, os manda chuvas deste País NÃO SOMOS NÓS!
    Helena Magalhães | 25.02.2011 | 15.25H
  • ". Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela. " exacto melhor pedir ajuda a quem está a chamar de parvo, pois os intelectuais como você não consegue encontrar a saída....Que moral
    mjveira | 25.02.2011 | 15.23H
  • Sou licenciada e estou empregada. Felizmente não recebo o ordenado minimo e dá para pagar as contas ao fim do mês e de vez em quando fazer uma ou outra extravagância. Contudo, o meu marido, também licenciado, com alguns anos de trabalho na sua área profissional está há mais de um ano insistentemente à procura de emprego. Apesar dos milhares de anuncios a que se candidatou, das candidaturas espontaneas, das dezenas de entrevistas, continua em casa. É por ele e por tantos outros que conheço nesta situação e outras idênticas que não posso estar mais em desacordo consigo. Só os que olham para este país confortavelmente instalados na sua torre de marfim é que podem arrogantemente escrever tal parvoíce.
    LF | 25.02.2011 | 15.20H
  • 25.02.2011 | 15.20Hcomentário reprovado
  • isto de quando se nasce com paizinhos ricos, é muito facil de falar e de dizer barbaridades.
    A senhora só pode estar a falar dos seus filhos, quando diz que ganham acima da média.... de certeza que a cunha da mãezinha lhes serviu para subir na vida.
    e parva é a senhora que não tem moral nenhum para escrever um editorial destes.
    vá lá com o seu marido que usa chinos acima do tornozelo, calça sapatinho vela azul de sola branca e conduz um X6 e vá comer os seus sconnes ao Garret no Estoril.. enquanto nós licenciados vamos para os nossos trabalhos no Call Center do Bes enganar reformados com os produtos que não valem um chavo e receber todos felizes os nossos 500€ mensais a recibos verdes.
    Tenha juizo minha senhora.
    Diogo Viçoso | 25.02.2011 | 15.20H
  • A Sra. Stilwell tem razão numa coisa. Basta de palavras, basta de DIZER "basta". Vamos tomar acções, vamos fazer parte da solução para PELO MENOS ESTA revolta. Boicotar todas as publicações do grupo Cofina Media (5 jornais e 11 revistas) e sempre que possivel, fazer com que se saiba PORQUÊ. Vamos fazer parte da solução para ESTE problema.
    SF | 25.02.2011 | 15.19H
  • Eu tenho um curso superior e o meu pai foi combatente no Ultramar. Dois pontos que se enquadram na sua pobre análise. Digo-lhe até que os meus pais se mataram a trabalhar para que eu pudesse ter mais oportunidades face às que eles tiveram. Posso também informar que trabalhei durante cinco anos como jornalista, alguns dos quais no Grupo Cofina, não sei se reconhece o nome... Antes de escrever tais barbaridades, recomendo vivamente que investigue um pouco. Não tem de ir muito longe.... basta apurar as condições que o “seu” grupo oferece a quem faz estágio por aí e, se possível, quanto paga a um licenciado... garanto-lhe que pouco ultrapassa o ordenado mínimo nacional. As suas contas não sei mas, penso eu, basta consultaro departamento de recursos humanos da sua empresa para lhe dizer que pelo menos os que a rodeia estão longe de ganhar duas vezes mais do que a média e 80% mais do que os que têm o ensino secundário ou um curso profissional. Estudar abre portas, é verdade. Torna-nos aptos a enfrentar a vida com outro saber. Sinto-me capaz de enfrentar todas as dificuldades económicas com que me deparo unica e exclusivamente porque tenho um curso superior. Mensalmente, quando me apresentam contas para pagar, mostro o meu certificado de habilitações e falo sobre Maquiavel, a Utopia de Thomas Moore e sobre o Leviathan de Thomas Hobbes. Ficam todos boquiabertos com a minha cultura mas sabe o que lhe digo? Isto nem me paga as contas nem tão pouco melhora a minha qualidade de vida... Remato apenas dizendo que a “Parva da Geração Parva”, como tão mal nos apelida, é na realidade uma geração a ter em muito boa conta porque, apesar das adversidades, continuamos a lutar por um futuro melhor e não baixamos os braços. Daí querermos que nos ouçam e nos valorizem, quanto mais não seja por respeito ao esforço de quem estudou e de quem nos proporcionou tal oportunidade. Se quer um conselho, envergonhe-se pois, de hoje para amanhã, poderá dar consigo junto daqueles que hoje censura por se queixarem das condições que a sua geração nos deixou.
    A.C. | 25.02.2011 | 15.19H
  • Eu concordo com Isabel Stilwell.
    Acho que nos devemos remeter ao silêncio e impávida serenidade. Afinal de contas vivemos tempos tão prósperos e justos, que não se percebe tão infundada revolta. Aposto que Isabel dorme descansadamente, todas as noites, sobre um colchão de pregos.
    Gonçalo Gomes | 25.02.2011 | 15.17H
  • Geração parva não são so os que estudam são todos, todos que dizem que a escravatura acabou como pode ter acabado se somos dependes te de um patrão se ainda agora começou
    Luís | 25.02.2011 | 15.14H
  • 25.02.2011 | 15.12Hcomentário reprovado
  • Concordo, não contudo mas com a mensagem! Não gosto quando nos fazemos de vítimas. A realidade todos a conhecemos. Agora há que procurar soluções! Força, pois havemos de conseguir!
    Isabel Ribeiro | 25.02.2011 | 15.06H
  • 25.02.2011 | 15.03Hcomentário reprovado
  • @todos os que estao revoltados. A Sra. Stilwell tem razão numa coisa. Basta de palavras, basta de DIZER "basta". Vamos tomar acções, vamos fazer parte da solução para PELO MENOS ESTA revolta. Boicotar todas as publicações do grupo Cofina Media (5 jornais e 11 revistas) e sempre que possivel, fazer com que se saiba PORQUÊ. Vamos fazer parte da solução para ESTE problema.
    SN | 25.02.2011 | 15.02H
  • 25.02.2011 | 15.01Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.58Hcomentário reprovado
  • Já está mais que visto onde esta situação vai dar...este conflito desta geração dos 40-50 anos não aguenta, para além de ver pessoas mais qualificadas que eles, ajudá-los e por isso colocam, porque teem uma vida confortavel e uma moral do tamanho do mundo, estes artigos que para alem de serem nojentos e ofensivos, nao trazem nada de construtivo á situação pela qual Portugal e neste caso os jovens passam. Sabe lá esta isabel o que foi a guerra ou o que é a situação social agora, ela como tantos outros mora no seu "flat" e tem o seu bmw... Deixa-me que te diga isabel, eu ja fui militar nas forças especiais e neste momento sou mestrado em economia, e tudo isto em 26 anos...Por isso conta-me la onde foste buscar essa moral para falar assim! Este é o estgma Português desta geração que se ve intimidada por ter jovens demasiado qualificados para o seu gosto e por esse mesmo motivo reage desta maneira igonorante...é triste...
    Alexandre | 25.02.2011 | 14.53H
  • 25.02.2011 | 14.53Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.53Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.43Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.43Hcomentário reprovado
  • Este artigo é fruto de uma brincadeira parva, não é? Olhe Ilustre Sra. Stilwell, se algum dia se vir a braços com um estágio OBRIGATÓRIO DE 3 ANOS NÃO REMUNERADO, onde nem sequer entram na equação ajudas de custo ou subsídios, avise-me, sim?
    E para aqueles que neste momento, tal como a Sra., estão a pensar que esse esforço dará frutos, proponho que façam um exercício mental:
    Se um empregador pode ter de graça quem lhe faça o trabalho (os estagiários) ... porque irá ele pagar para obter os mesmos resultados?
    Custa assim tanto perceber a nossa indignação?
    Marina | 25.02.2011 | 14.43H
  • 25.02.2011 | 14.38Hcomentário reprovado
  • Minha senhora, tentando ser o mais sucinto possível, a senhora também não está a fazer a sua parte do trabalho. Em vez de tentar rebaixar ainda mais a moral de cada jovem que se esforça para poder ter um nivel de vida desejável, o que devia fazer era incentivar os jovens a canalizar os seus esforços para concretizarem os seus objectivos de vida. Obviamente que a crise afecta todos, mas ponha-se na pele de muitos jovens, que têm capacidade para serem grandes cientistas, engenheiros, médicos, etc., e que não têm condições financeiras para sustentar as despesas e as ajudas públicas também não são suficientes... penso que você teria o mesmo sentimento de revolta e, apesar de revoltados, não parámos de nos esforçar para ultrapassar as dificuldades. Não menosprezando quem verdadeiramente lutou por causas nacionais e que sofreram na pele, mas devia ser reflectido a forma como grande parte da classe estudantil tem que sofrer para ultrapassar étapas difíceis (e não me refiro a facilitarem a exigência de um curso superior). Os erros já foram cometidos, deve-se aprender com eles em vez de voltar a repeti-los. Quanto a reconhecer e aproveitar desafios, os jovens têm essa capacidade, senão a maioria dos melhores das mais variadas áreas não iriam para o estrangeiro, porque o país não tem estruturas suficientes que consigam manter muitos dos profissionais que são formados todos os anos. A não ser que esse profissional vá trabalhar para um supermercado, neste caso já existem estruturas suficientes.
    Marcos Cândido | 25.02.2011 | 14.36H
  • Cara Isabel:
    Tenho 33 anos, sou licenciada em psicologia, com média de 16 valores no ISPA, trabalho desde os 18 anos (e ganhava na altura 550€ em trabalho temporário), já fiz mta coisa, já exerci, já tive uma empresa que o estado se encarregou de fechar graças a cunhas e subornos e lobbys e agora tenho um emprego onde ganho 700€ para poder pagar a casa e todas as coisas dela inerentes e que não tem nada a ver com os 5 anos do meu curso! Vejo amigos ainda em pior situação que eu e vejo amigos a procurar uma vida melhor no estrangeiro. De rascas passamos a parvos, mas mais parvos são as pessoas da sua geração que não sabem humildemente aprender e valorizar as novas gerações. Eu trabalhei com crianças durante 5 anos e todos os dias aprendia com elas. É por mentalidades como a sua que este país está como está.
    Sofia | 25.02.2011 | 14.35H
  • Ora aparece de braços cruzados ou de cotovelo em cima da mesa e a mão a segurar o queixo... Deselegante sempre. E agora denuncie este comentário também.
    Manuel Maria | 25.02.2011 | 14.34H
  • Digníssima Senhora, tem, no próximo dia 12 de Março, uma belíssima oportunidade de "Brincar ao carnaval"... se pretender sair à rua.
    Parece-me que nesse dia, se não usar disfarce, algum "parvo" ou alguma "parva", desses que por aí andam e não sabem "agarrar as novas oportunidades", poderão querer explicar-lhe com pormenor "com quantos paus se fazem as canoas" que usam para navegar neste País...
    Rui Reis | 25.02.2011 | 14.33H
  • Quanto mais vezes leio este artigo, mais digo para mim mesmo: "Ui, que tiro no pé..."
    MF | 25.02.2011 | 14.31H
  • Acho este editorial totalmente descabido e descolado da realidade. Claro que a solução tem de passar por ela mesma, isso é por demais evidente, mas toda a gente que se encontra numa situação precária e difícil tem o direito a indignar-se, a protestar e a dizer basta. Esta geração que sai da universidade vai viver pior que a anterior. Falar dos que lutaram do ultramar como os pais desta geração é saltar uns 15 anos para a frente.
    Eu tenho 32 anos e a situação profissional bem resolvida. Vivo à minha custa e não dependo de ninguém. Mas olho para quem tem 22 ou 23 anos, saídos do ensino superior e vejo que as oportunidades de um emprego com dignidade são nulas. É de miúdos que estamos a falar, pensará a senhora, mas estamos a falar de quem há uns 20 anos atrás tinha emprego seguro, se casava, comprava casa e tinha filhos. Esses sim, são filhos dos que lutaram no ultramar ou sofreram com a ditadura.
    Como diz o seu nome, numa tradução livre, (Stilwell = ) ainda bem que nem os seus filhos nem ninguém à sua volta se possa considerar "à rasca".
    Mário Ferreira | 25.02.2011 | 14.29H
  • @LUIS G: Ao apelidar de ignorantes pessoas que estão apenas a discordar de uma opinião, acaba por estar a apelidfar-se a si mesmo de ignorante, já que também não concorda com os comentários (opiniões, portanto) dos outros. Não sei se reparou nessa ironia. Em todo o caso, insultuoso é o TÍTULO do artigo da sra. Stilwell. O resto do artigo é só um precipitar de dados erróneos e falta de objectividade. Mas o título, esse, é ofensivo. E é mais que sabido que ódio gera ódio. Quem tem maiores responsabilidades (como a sra. Stilwell) DEVERIA ter maior preocupação.
    SN | 25.02.2011 | 14.28H
  • 25.02.2011 | 14.23Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.18Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.17Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.14Hcomentário reprovado
  • Isabel, continue sempre a expressar a sua opinião. Não se deixe condicionar pelas pressões que a possibilidade destes comentários online pode trazer. Acho que tem toda a razão no que escreve (grande parte dos comentários que aqui pude ler só atestam este meu sentimento). Não saber aceitar opiniões diversas da nossa é desde logo um sinal de ignorância. O insulto fácil terá ainda outro adjectivo!
    Luis G | 25.02.2011 | 14.08H
  • 25.02.2011 | 14.05Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 14.05Hcomentário reprovado
  • Estamos num país livre e como tal tem a sua opinião, no entanto, discordo completamente. Quando afirma que os jovens são "Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada. Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida." Ora quando não são propostos desafios como boa estudante, tenho de dar a volta à vida. Também refere que "só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução." Ora se não tenho ofertas de emprego na área em que me licenciei, então vou alargar os meus horizontes e procurar emprego fora da minha área de formação. Surpresa...a quase totalidade de oferta é Call Center, administrativas a ganhar o ordenado mínimo e horários incompatíveis com uma vida familiar e social. Como não posso viver sem um ordenado pois não tenho quem me pague a casa e demais despesas, aceito um trabalho com ordenado de €500 com contratos renovados mensalmente. No fim remata com " Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela." Onde estão esses empregadores ansiosos por empregar licenciados pois eu e muitos licenciados não os encontramos! Antes de dizer as barbaridades que diz vá-se informar como está o mercado de trabalho pois nunca houve uma geração com tantos estudos e tão mal aproveitada. Não defendo que a crise existe para nos tramar mas à muita gente a aproveitar a crise para tramar os outros!
    Sónia Faria | 25.02.2011 | 14.04H
  • Realmente esta senhora deve viver noutro mundo qualquer ou provavelmente pertencerá à ala dos previligiados. Será que com a idade que tem ainda não aprendeu que através da música, se faz passar a mensagem do desagrado e do descontentamento? Ou será que pensa que as pessoas não têm direito á indignação!!! Esta senhora perdeu uma boa oportunidade de (não digo estar calada, porque tem também o direito de dizer as parvoíces que lhe passam pela cabeça) mas de ser mais contida no que escreve. Muito trite este artigo.
    P. Azevedo | 25.02.2011 | 13.59H
  • @PT: Obrigado pela recordação, mas é exactamente isso que também estas pessoas estão a fazer, pelo que não se compreende o objectivo do seu comentário. Ou só a "pseudo-escritora" e os que concordam com ela é que estão protegidos por esse direito à liberdade?
    SN | 25.02.2011 | 13.57H
  • Não se esqueça de usar menos o telemóvel. Esta á causar danos irreversíveis, Isabel.
    Luís Ferraz | 25.02.2011 | 13.56H
  • 25.02.2011 | 13.56Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.55Hcomentário reprovado
  • Obrigado Sra.Isabel Stilwell pela sua opinião, a meu ver correcta e que faz tanta gente ficar picada. Mais precisa-se, e já agora devo lembrar à maioria das pessoas que aqui escreveu ou tentou, que vivemos num país livre no qual as pessoas podem exprimir a sua opinião. Parabéns
    PT | 25.02.2011 | 13.53H
  • @Ana Caetano. Ana, parabéns para ti, e espero que tenhas conseguido tudo o que os teus pais conseguiram com a tua idade. Na mimha idade, os meus pais já tinham dois filhos, e apesar de não terem um orçamento espectacular (tinham obviamente que abdicar de certas mordomias que nós temos hoje em dia como certas), viviam razoavelmente bem com esses mesmos dois filhos. Nenhum deles tinha nenhum emprego em quadors altos, os salários de cada um eram "normais". E viviam rtazoavelmente bem com isso, insisto. Eu tenho 32 anos, tenho o que considero um bom trabalho (paga melhor do que muitos outros que conheço), e não tenho condições para ter 2 filhos. Estou agora A EQUACIONAR ter o primeiro, quanto mais dois. E sim, é verdade que como muitos dizem aí quue os nossos pais não tnham o "conforto" que nós temos hoje em dia. É normal. Também não tinham o RITMO DE VIDA que nós temos hoje em dia. PAra terem uma ideia, no meu ramo, as comunicações no tempo do meu pai eram feitas por telefone, cartas e telex. Um documento oficial levava uma semana a ir de um sitio para o outro. As pessoas trabalhavam, mas o ritmo era mais lento. Hoje em dia, as comunicações são de outro género, TUDO é imediato, e o que tens que fazer é PARA ONTEM! Não é qualquer um que tem capacidade para trazer dinheiro para o orçamento familiar, e ainda ter tempo de passar roupa, limpar, fazer jantar, etc. Eu diria mesmo que é virtualmente impossível. Por isso, a quem quer comparar gerações, que use o cérebro, e que coloque todas as variáveis nessa equação, e não apenas as que dão jeito. Infelizmente conheço muitos "PARVOS". Também conheço alguns que não são "parvos" ou que não são "rascas". Mas acho que não é por eu não fazer parte de um problema que o devo ignorar. Resumidamente: Ana, também não passas fome (espero eu) mas no entanto não acredito que defendesses um artigo em que alguém dissesse que quemtem fome é parvo, porque devia levantar o cu do chão e ir comer (por hiperbólica que seja esta noção...).
    SN | 25.02.2011 | 13.34H
  • concordo em absoluto com Isabel Stilwell! A cada geração é pedido um determinado esforço e o ponto de partida é, na maioria das vezes, melhor do que o da geração anterior. Eu faço parte da "geração rasca" e provei em conjunto com muitos companheira/os de geração que não somos "rascas". Provem que não sao "parvos"
    Ana Caetano | 25.02.2011 | 13.24H
  • 25.02.2011 | 13.22Hcomentário reprovado
  • Cara. Isabel Stilwell. Apesar de conseguir descortinar, em parte, aquilo que poderá estar na origem da sua ilustre opinião, deixe-me que lhe diga uma coisa: gostaria de conhecer a sua opinião amanhã se hoje ao final da tarde lhe dissessem que o seu 7º ou 8º estágio profissional ("remunerado" apenas com subsídios de alimentação ou com o chorudo salário mínimo nacional) expirava dali a 30dias e que não havia hipótese de o renovarem, uma vez e que não dispunham de vagas - tinham sim a porta de novo aberta ao escravo que o seguiria. Os meus pais, cantaram LIBERDADE! Os meus sei que o fizeram e que, de tanto ou tão bem cantar, a conquistaram. Já os pais da burguesia portuguesa não sei. Mas pelo esquema terceiro mundista em que a nossa sociedade continua a viver, repleto de esquemas, tachos, cunhas, amizades - afinal é apenas networking, correcto Isabel? - parece que a esses lhes foi servida a liberdade sem a pedirem e a oportunidade de a saborear sem as preocupações comuns que atormentam os "parvos" a quem a senhora implicitamente apelidou de preguiçosos/incompetentes. Trate bem do futuro dos seus filhos e mantenha os olhos bem abertos, porque a vida dá muitas voltas e se hoje nos refastelamos, falando à boca cheia e cuspindo no prato do "parvo" do lado, amanhã talvez tenhamos de nos contentar em comer do prato onde cuspimos...e ai nada mais nos restará senão cantar. E lembre-se: na altura de cantar, não é o apelido que o faz por nós. É a nossa voz. As maiores felicidades para si e para o seu jornal. Ivan Coelho
    Ivan Coelho | 25.02.2011 | 13.22H
  • 25.02.2011 | 13.17Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.16Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.16Hcomentário reprovado
  • Este artigo é somente mais uma opinião, como tantas outras que circulam na Web. O que é preocupante é que este parece ser o ponto de vista de grande parte de indivíduos com altos cargos e com algum poder. Sou licenciada e desempregada, saí da faculdade trabalhei como recepcionista, a ganhar o ordenado mínimo, e neste momento nem consigo trabalho na minha área de formação, nem em qualquer outra. Em situação de desespero semelhante encontram-se 95% dos meus amigos, ora desempregados, ora empregados em call-centers, ora em lojas de roupa, e muitos deles tiveram de omitir as suas habilitações para conseguirem um ordenado de 500€. Comparativamente, todos e digo TODOS os meus amigos que não prosseguiram estudos superiores estão empregados, com ordenados bem jeitosos (bem superiores ao que eu recebia), efectivos e já conseguiram formar família (coisa que eu nem me atrevo a pensar). Penso que o artigo generaliza toda uma geração, de sujeitos que apenas querem uma oportunidade, que ambicionam entrar no mercado de trabalho e construir uma carreira! Somos parvos por isto? Acho que não, somos parvos porque nos calamos, e aceitamos (como já tantas pessoas referenciaram) estágios não remunerados de 6 meses, com horário full-time, muitas vezes a ter de usar o nosso carro para o desempenho da função, sem perspectivas de continuidade nas empresas, porque somos descartáveis, e a seguir há um “parvo” qualquer que se sujeita precisamente às mesmas condições. Isto é pior do que a escravatura, já que quase temos de pagar para trabalhar! Somos parvos porque admitimos de forma pacífica que a nossa querida pátria continue corrupta, onde apenas os grandes vivem, deixando para nós apenas as migalhas que já não cabem nos seus buchos cheios. Somos parvos porque não conseguimos reunir forças que nos levem a dizer “chega!”, somos parvos porque não tentamos assumir o nosso país, e expulsar carinhosamente o cancro que se instalou e prolifera por aí! As nossas empresas são desumanas, capitalistas e dignas do “Tio Patinhas”, são geridas de uma forma com a qual eu não consigo concordar.
    E digo mais, a culpa desta mentalidade é da geração anterior, que se efectivaram nos locais de trabalho e acharam que isso era sinónimo de ter oportunidade de se esforçar menos, de trabalhar menos, e depois já efectivos dificilmente conseguem ser corridos. Como isso foi assim um dia, actualmente ninguém quer efectivar ninguém.
    Um outro exemplo da decadência social: no nosso país não se contratam indivíduos com mais de 45 anos! Quando não é até aos 35 anos! Isto é preconceito que devia ser punido por lei! Somos peritos a mostrar as obrigações e os deveres, mas muitos fracos quando chega a hora de mostrar os direitos.
    A menina do povo | 25.02.2011 | 13.15H
  • 25.02.2011 | 13.13Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.13Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.11Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.11Hcomentário reprovado
  • É impressionante a facilidade com q as pessoas desatam a insultar outras só pq discordam das duas opiniões. O grosso dos comentários aqui expostos não passam de insultos gratuitos. Destoam a Sara Mourão e o Pedro Monteiro que conseguiram explanar os seus argumentos com muito mais eloquência do que todos os outros. Percebo ambos os lados. Há muitos jovens q se sentem defraudados mas a verdade é q é fácil atirar as culpas para o "sistema". Manifs não vão levar a lado nenhum. Cada jovem vai ter q encontrar o seu caminho...nem que seja noutra profissão ou noutro país...
    FC | 25.02.2011 | 13.11H
  • Faço a proposta: venha viver um mês como os parvos, para saber a verdadeira realidade que afecta o nosso país.
    Ines | 25.02.2011 | 13.11H
  • Se a nossa geração foi denominada de "rasca" e afinal o que está é "à rasca", com a fotografia de braços cruzados e o seu sobrenome acabei de perceber qual a denominação para a vossa... GERAÇÃO "STILL WELL”! Se ainda lhe juntarmos o texto magnífico, só uma coisa me ocorre, job for the girls. P.S. Não denunciem tantos comentários válidos - PARTE II
    JM | 25.02.2011 | 13.05H
  • 25.02.2011 | 13.04Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.04Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 13.03Hcomentário reprovado
  • Jay_P - Não me digas que este foi o nome que os teus pais te deram...
    Razão | 25.02.2011 | 13.02H
  • 25.02.2011 | 13.01Hcomentário reprovado
  • ZMD | 25.02.2011 | 09.56H E este tipo de comentários que fazem o pais andar ao revés. Pena que este(a) covarde não insira a sua real identidade para podermos trazer esta pseudo pessoa de volta a realidade.
    Jay_P | 25.02.2011 | 12.58H
  • 25.02.2011 | 12.58Hcomentário reprovado
  • Caros, O titulo é estupido mas é à imagem da pessoa pretenciosa que já percebemos que a senhora é! É que nem todos têm a vida facilitada... de qualquer forma em alguns pontos a senhora tem alguma razão... são poucos mas estão lá!
    Razão | 25.02.2011 | 12.57H
  • 25.02.2011 | 12.54Hcomentário reprovado
  • Oh minha senhora Isabel.
    Activamente ser parte da solução? Vá dizer isso ao meu patrão, a ver o que ele lhe responde.
    anónimo | 25.02.2011 | 12.54H
  • JÁ SE PERCEBEU QUE HÁ AQUI UNS QUANTOS "AGENTES DA PIDE" A DENUNCIAR, NUM ACTO DE CENSURA, COMENTÁRIO DE QUEM APENAS MANIFESTA OPINIÃO, INDIGNADOS COM A IGNORÂNCIA DA IGNORANTE ISABEL STILWELL... ATÉ TENHO ARREPIOS QUANDO ESCREVO O NOME DA senhora!
    NÃO SE PREOCUPEM PORQUE, SEMPRE QUE TAL VOLTAR A ACONTECE VOLTO A RECOLOCAR O MEU COMENTÁRIO. SUGIRO QUE TODOS FAÇAM O MESMO.
    S. Évora | 25.02.2011 | 12.50H
  • não consigo concordar com a opinião da D. Isabel Stlwell, mas tambem não a consigo recriminar.
    Porque é realmente triste andar anos a estudar e a despender dinheiro, para tirar um curso (tal como eu fiz), para depois passarmos para o mercado de trabalho e todas as portas se fecharem.
    Mas como diria a minha avó, fecham-se portas abrem-se janelas, e não arranjando eu trabalho na area em que me licenciei, não tenho que ter problemas em arranjar outro qualquer tipo de trabalho para fazer.Porque mais lamentavel é o facto de sendo eu mãe solteira, e não ganhar mais de 600€, terem cortado o abono ao meu filho, e ver todos dias filas interminaveis no centro de emprego, de jovens que recebem o subsidio de desemprego, e que simplesmente recusam ou se mostram desinteressado pelas propostas que lhes apresentam, apenas porque não pagam tanto, ou ate porque são "demasiado bons" ou "demasiado instruidos" para poderem trabalhar num supermercado, por exemplo.
    Eu realmente tambem o sou, mas se não fizer pela minha vida ninguem o faz por mim, e se todos tivessemos um pouco mais de humildade e força de vontade, e se não fossemos um pais tão comudista, não duvido que estivessemos em melhor situação
    Ana da Conceição | 25.02.2011 | 12.47H
  • 25.02.2011 | 12.43Hcomentário reprovado
  • ‎"Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional." Mas em relação a isto era melhor começar a informar-se melhor, ou citar as suas fontes do Instituto Nacional de Estatística... "Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida." A formação a nível superior em Portugal ensina muito a nível do curso em si, mas não ensina nada a nível de empreendedorismo que é algo que falta ao país sim, mas ninguém no seu perfeito juízo, simplesmente porque aprendeu umas coisas na faculdade se vai lançar de cabeça sem experiência para liderar um negócio... "É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego. Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles?" É melhor aprender matemática ou um bocadinho de história. A maior parte dos pais dos jovens que protestam agora deverá ter entre 45 e 55 anos, no máximo 60. É ínfima a parte dos pais destes jovens que estiveram na guerra do ultramar.
    Bernardino Lima | 25.02.2011 | 12.39H
  • 25.02.2011 | 12.36Hcomentário reprovado
  • Porque censuram comentários como o que vou repostar de seguida?
    Isto vindo da directora de um jornal que contrata jovens licenciados a recibos verdes, pagando-lhes 250€ nos primeiros três meses de trabalho (SIM, MUITO INFERIOR AO ORDENADO MÍNIMO), para depois os aumentar para uns excelentes 400 e poucos euros... Falamos, repito, de licenciados! Foi só para ser do contra, mas saiu-lhe o tiro pela culatra. Os jovens licenciados passam mal por culpa de empresas como aquela para a qual trabalha que só pensa em lucro e proveitos próprios. Não pensam no país, não pensam em quem contratam, só pensam no bolso. Felizmente recusei-me a trabalhar para si e para essa empresa. Devíamos recusar todos trabalho nestas condições para ver se não havia, forçosamente, uma subida de ordenado! Tendo você a trabalhar para si pessoas em condições mais do que precárias, não devia ter ficado no seu cantinho no que respeita a este tema? Lá porque nos outros jornais comentam o tema, não é obrigatório fazê-lo aqui.
    José Amado | 25.02.2011 | 00.21H
    João Soares | 25.02.2011 | 12.34H
  • "Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional." Pois... As médias são uma coisa engraçada, não é? Devem andar metade dos licenciados a ganhar 500€ e a outra metade a ganhar 2000€...
    Cristina Gomes | 25.02.2011 | 12.30H
  • A ver com atenção o comentário de ZMD | 25.02.2011 | 09.56H.
    E volto a repetir, para aqueles que bombardeiam os comentários: é melhor não generalizar.
    anonimo do 7º comentário | 25.02.2011 | 12.29H
  • 25.02.2011 | 12.29Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 12.29Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 12.27Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 12.11Hcomentário reprovado
  • Triste vida a sua Joaquim, sente-se a frustração com que fala acredite, de si só se pode sentir pena.
    André | 25.02.2011 | 12.10H
  • É tão fácil falar de barriga cheia... É tão fácil falar quando não se tem que olhar para as contas e pensar como é que vou fazer isto, quando se tem que olhar para uma filha de quatro meses e pensar na injustiça cometida seis meses antes quando me mandaram embora grávida da Maternidade Dr. Alfredo da Costa onde trabalhava à quatro anos com contratos a termo certo... (sim, grávida, sim da Maternidade!!!!) é fácil falar quando não se tem qualquer credibilidade perante os bancos e portanto mesmo que se seja altamente criativo e qualificado, ou bem que temos casa para viver ou bem que pedimos dinheiro para iniciar um negócio... Negócio esse que nas condições de mercado hoje em dia é mais provável de falhar do que vingar, deixando-nos apenas com dividas para pagar...
    É fácil falar quando as únicas ofertas de emprego são estes fantásticos estágios com a remuneração que nós sabemos... Que claramente não faz parte da sua realidade, mas mesmo assim digo-lhe é exactamente para recebermos o dobro da média que estudamos, porque nós também estudamos o dobro da média portuguesa, começamos a contribuir mais tarde, portanto se não contribuirmos com mais então certamente não vamos mesmo poder reclamar uma reforma... Quando manifestamos e dizemos basta, é exactamente para fazermos parte da solução activa, ou então continuaremos a ser escravos.... Escravos daqueles que estão a desperdiçar a nossa educação, a nossa criatividade, mantendo-nos a todos na mediocridade.
    Ah, e só para terminar, o que cantavam aqueles que com a nossa idade tiveram que ir para o Ultramar, cantavam exactamente músicas de intervenção, e o que é que fizeram? Fizeram uma revolução... E ainda não existia no 25 de Abril e sei disto... imagine-se lá....
    É fácil falar.... mas às vezes também se perdem boas oportunidade de ficar caladinha....
    Patrícia Barros | 25.02.2011 | 12.09H
  • Acho melhor a Isabelinha começar a ver o Zeitgeist e abrir os olhos. A sua visão há muito que está ultrapassada. Espero que reflita sobre o que disse. A parvoíce está na evolução desenfreada do sistema de consumo e financeiro.
    Gonçalo Assunção | 25.02.2011 | 12.09H
  • Cara Isabel,
    Costumo gostar bastante dos seus artigos.
    Mas hoje não queria acreditar, quando li este (através de um link no Facebook), reli-o vezes sem conta... Fico realmente desapontada por este seu texto revelar que está tão distanciada da dura realidade, que nada tem a ver com a crise "oficial": já vem de trás, há muitos anos. Veja as estatísticas, compare dados, confira gráficos.
    O egoísmo resultou num país falido, de mãos atadas, agoniado consigo mesmo.
    Somos sim um geração parva porque acreditámos nos conselhos ingénuos dos nossos pais e professores, que encontraram empregos certos após os seus legítimos sacrifícios de juventude. Que bastaria sermos honestos e trabalhadores empenhados para alcançar o sucesso...
    A realidade é outra: agora nenhuma qualificação nos dá garantia de nada; todos os dias aceitamos o desafio da incerteza e da precariedade e procuramos dar a volta à vida; apesar dos desânimos e da corrupção desavergonhada, voltamos a erguer-nos e reinventamo-nos; tentamos não vacilar perante as injustiças gritantes no acesso aos empregos disponíveis. O problema não são (só) as dificuldades, é a noção clara e transparente que os anos passam e o futuro está a ficar hipotecado. Não é a idade do primeiro emprego, são as idades dos múltiplos empregos, vasta experiência e sonhos adiados. Consecutivamente.
    Todos os dias fazemos por aplicar conhecimentos, mas precisamos que pessoas como a Isabel ataquem as reais causas do problema, que se envolvam também, porque nós, os jovens e os cada vez menos jovens, já por cá andamos a sobreviver activamente há anos. Saia da plateia aquecida e junte-se a nós, não procure apenas nos comentários parvos a razão da sua discórdia. Todos temos, por vezes, momentos parvos. Leia atentamente os comentários de quem aqui deixa testemunhos reais e sérios.
    É crucial mostrar que não somos conformistas nem resignados (ao contrário do que tantos conselhos parvos vamos ouvindo desde pequenos)!
    Passar a ser parte da solução é também sair do conforto do teclado, do desespero amordaçado e dos desabafos nas conversas de café.
    Parvos fomos por não nos termos juntado todos mais cedo, sacudindo o egoísmo que nos tenta enredar tal como aprisionou tantas mentes livres (?) antes!!
    Estamos todos a tempo de mudar. Para melhor. Conto consigo, Isabel.
    Sara Morão | 25.02.2011 | 12.08H
  • Cara Isabel, Compreendo o seu ponto de vista. Julgo que foi infeliz na sua apreciação não por maldade mas por manifesta falta de conhecimento das dificuldades que a geração de jovens (até aos 30 anos por ex.) passa. De forma a tentar ilustrar-lhe o quão difícil é ter um bom emprego (ter oportunidade de trabalhar naquilo que estudámos, ser remunerado por isso de forma justa e ser reconhecido pelo trabalho), sugiro que siga a minha demonstração, estou certo que perceberá o porquê de tanta contestação, pois bem: Imagine-se com 23 anos acaba de sair da faculdade e quer arranjar um emprego, começa por enviar CV’s e nada, vai a umas entrevistas e nada, fala com amigos e vê que o trabalho que têm foi o pai, tio que lhes arranjou porque têm um amigo, etc. Começa a pensar “não tarda também começo a tentar arranjar cunhas”, mas continua a enviar cv´s à espera que o chamem porque quer mesmo é trabalhar.
    Até que desesperada de ninguém o contratar, acha que se calhar é melhor aceitar oferta de estágio sem com subsidio de alimentação ou sem, até porque os seus pais dizem “deixa lá Isabel, nós ajudamos-te com uma mesada, a vida é mesmo assim”, e convencida lá vai a Isabel trabalhar para uma empresa fazer o que gosta, aprender e a pôr em prática aquilo que aprendeu na faculdade, tudo bem até que os dias vão passando. Chega ao fim o estágio e dizem-lhe que pode ficar mas fica a recibos verdes ou a contratos de 3/6 meses, e a Isabel como não quer continuar dependente dos pais aceita. Continua tudo igual excepto o facto de agora ainda receber algum dinheiro pelo seu trabalho, recebe 600€ consegue ajudar o seus pais com algumas despesas em casa porque se sente na obrigação e assim continua algum tempo. Passam-se 3, 6 meses, e a coisa continua, a Isabel cansada de trabalhar 10 horas por dia decide ir falar com a chefia e dizer que precisa de ser aumentada porque merece etc e tal, e lá consegue um aumento para 750€ mas não fica efectiva, contrato a termo de mais 6/9 meses.
    Entretanto o seu namorado (que trabalha também nos mesmos modes, com o mesmo ordenado) pede-a em casamento (ou não necessariamente) e decidem ir viver juntos, fazem contas e percebem que os dois juntos ganham cerca de 1500€. Procuram casa e lá encontram uma casa para arrendar que custa 600€. Agora imagine que dos 1500€ , 200€ dos almoços no trabalho, 200€ gasolina, 600€ renda, sobra-lhe 500€ para pagar contas de casa, supermercado e lazer. E você pensa bem com este horário miserável não tenho tempo para ter lazer por isso pode ser que consigamos poupar algum dinheiro, no entanto depois surge um problema com o carro, um médico, etc e lá se vai a poupança daquele mês. E rapidamente percebe que se quer viver fora de casa dos pais não pode ganhar 750€/mês e isto se tiver namorado, porque se não tiver como conseguir arrendar uma casa pagar as contas e etc?! ESQUEÇA. Se queria tirar um mestrado ou pós-graduação, esqueça porque apenas o banco lhe empresta e se não quer ficar endividada mais vale ficar como está.
    Pedro Monteiro | 25.02.2011 | 12.02H
  • Por mais verdade que esteja aqui escrita, isso de todos estarmos a tentar sobreviver à crise, é uma bela mentira... sim, a maioria faz-se de vítima, mas por vezes têm razão para isso... são tantas as empresas que desistem de dar prémios ou aumentos ou mesmo manter o número de trabalhores, só para não diminuir o lucro que têm (este sendo enorme em muitos casos...). Por vezes têm de ser essas empresas a sacrificar o lucro, entrando em modo de menor lucro, para não sacrificar as várias pessoas que delas dependem.
    Sim, os jovens deviam fazer-se à vida em vez de refilar, e sim, as empresas deviam pensar melhor na consequência para os seus empregados, de manter o peso do dinheiro nos bolsos dos directores e sócios.
    Concordo também que só é escravo quem não se desenrasca, embora em algumas áreas isso seja uma verdadeira arte.
    Nuno Pimenta | 25.02.2011 | 12.01H
  • A Sra. vive neste país? A sra. atreve-se a reprovar comentários dos seus leitores? A sra. licenciou-se com o dinheiro dos seus país? Ou teve que ser caixa dum supermercado ou mesmo ir trabalhar para as obras para se sustentar a si e aos seus estudos? Ou simplesmente nasceu em berço de ouro e só estudou porque a obrigaram?(isso se é que estudou). A sra. alguma vez trabalhou a recibos verdes em que 40 e tal por cento do que ganha nem lhe sente o cheiro? Sabe que há licenciados a trabalhar com horários fixos, posto fixo por inúmeros anos a recibo verde?("supostamente" é ilegal...). Tenha dó e piedade deste seu não mais leitor e permita que este comentário seja publicado.
    Nuno Roque | 25.02.2011 | 12.00H
  • Não conheçio a música nem tão pouco faço questão de ir ouvi-la, mas sinceramente, gostava de ver a senhora trabalhar com 400 euros a recibos verdes durante 3 meses e, a partir do 4º deixar de ter "salário" e passar a depender de comissões que só recebe caso os outros produzam! Depois venha ca falar de parvos e escravos!
    Maria | 25.02.2011 | 11.54H
  • 25.02.2011 | 11.53Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 11.52Hcomentário reprovado
  • De parva a geração a que se refere não tem nada! Poderia estar para aqui a dissertar sobre a parvidade da sua cronica, mas com já tive oportunidade de verificar, houve muitos, que já o fizeram! Como tal, vou limitar-me a a chamar-lhe pequena! Pequena a mente, que não tem abertura! Perdida a mente que não sabe onde se encontra! Pequena a mente que não se integra! Pequena a mente que se julga superior! Pequena a mente que não respeita as diferenças de opinião! Aconselharia a autora do texto a verificar no dicionário o significado da palavra "parvo". Vai ficar surpreendida ao perceber (se é que consegue) onde para tanta parvoíce!
    Joaquim Duarte | 25.02.2011 | 11.51H
  • É fácil, estando bem instalado na manjedoura, mandar vir num estilo chão e desinteressante com a "parva da geração parva". Eu estava nesse concerto dos Deolinda, e a primeira coisa que pensei quando ouvi a letra era que a verdadeira tristeza não está nos estágios sem remuneração: é que a geração dos nossos pais nos tenham convencido que estudar cumpre um objectivo claro - ganhar dinheiro. Foram eles que puseram a nossa geração a estudar por interesse e não por gosto. E agora, nem as pessoas tiraram cursos que lhes interessavam, nem estudaram ("studium" em latim quer dizer "gosto, zelo, aplicação"), nem sequer têm empregos. E ainda por cima, ainda têm de ler desaforos e atoardas vindas das pessoas que teriam a responsabilidade de ensinar melhor. Haja paciência. Não somos vítimas nem carrascos, o exercício de apontar o dedo é tão inútil quanto a sua escrita.
    Anónimo | 25.02.2011 | 11.50H
  • Cara Stilwell (já agora digo-lhe que o seu nome dá erro no corrector ortográfico, mas deve ser uma gralha), gosto de a ouvir no programa de rádio, embora saiba que como uma "menina de bem", pouco sabe de alguns dos assuntos sobre os quais opina. Este é um deles.
    Tenho 37 anos, engenheiro e apenas nestes 2 últimos anos consegui ter um ordenado de 1300 Euros, realmente acima da média. Antes disso ganhava 700 Euros brutos por mês. Vivia sozinho com uma renda para pagar de 300 Euros mensais. Como nunca trabalhei à porta de casa, gastava aproximadamente 200 Euros em gasolina. Dos 700 Euros, depois dos descontos e subsídio de alimentação ficavam 630. Tinha que viver (luz, água e alimentação) com 130 Euros mensais…
    Apostava na minha profissão, porque sei que se não exercer ninguém me contrata e só conseguiria manter-me com empregos deprimentes, não pelo valor oferecido mas porque sinceramente, não queimei as pestanas que queimei, para viver a vida toda a bater à porta das pessoas a tentar vender serviços. Trabalhava uma média de 10 horas por dia (sem horas extras) e com uma responsabilidade incompatível com o ordenado... Não sobrava espaço para ter outro emprego. Claro que os papás tinham que ajudar, claro que não podia pensar em assentar vida e ter filhos... é a chamada geração adiada.
    E a cultura? O espaço para desenvolvimento pessoal? Tudo isso custa tempo e dinheiro e 130 por mês durante anos a fio faz mossa em qualquer um.
    Mas eu ainda tive sorte, porque fui tendo esses empregos, tinha um curso "nobre", tirado na melhor universidade do país e que me permitiram agora ganhar mais, mas muitos há que não conseguem. A estatística é uma coisa muito engraçada, cara Stilwell, porque o dobro de nada, é nada, e o dobro de coisa pouca, quase nada também é. Acho sempre piada quando os "berços de ouro" vêm falar da forma como devemos sobrevir às dificuldades, como se soubessem como o fazer, como se o tivessem feito, como se os seus filhos alguma vez tivessem tido a necessidade de o fazer.
    Deveria, isso sim, aproveitar a dica de um dos que aqui comentaram, e perguntar-se sobre a honestidade dos nossos políticos e a forma como, por exemplo, o filho do ex-presidente da república assim que sai do curso, recebe um emprego que eu, nem aos 60 anos conseguirei. Mas compreendo, eu é que sou parvo, a escola deve tê-lo preparado bem melhor do que a mim. A culpa só pode ser minha, que não aproveitei para aprender como viver e passei a vida em festas, bebedeiras, e a sacar dos meus pais todo o dinheiro que eles nunca tiveram.
    Tenha juízo cara Stilwell.
    Paulo | 25.02.2011 | 11.48H
  • “O essencial é invisível aos olhos”
    Antoine de Saint-Exupéry
    Depois de ler uma grande quantidade dos comentários aqui apresentados, parece-me estranho que a maioria dos que parece concordar com a jornalista atacando a letra da canção dos Deolinda falha redondamente em perceber esta última. Diria que o essencial é invisível aos olhos, sobretudo os distraídos e desatentos. Os Deolinda nunca dizem que é parvo estudar, o enfoque não está no estudo ou na invalidez do mesmo, está numa sociedade que, infelizmente, não tem sido capaz de respeitar aqueles que hoje estudam e se esforçam acabando por perceber que o seu empenho não é recompensado. Afirmar que a música diz que mais vale não estudar é falhar o alvo, é, de certa forma não usar as competências para ver além da casca. A música é claramente mais profunda que a maioria das análise que dela fazem. Abram os olhos!
    Roberto Silva | 25.02.2011 | 11.47H
  • 25.02.2011 | 11.47Hcomentário reprovado
  • Minha cara senhora, acbei a minha licenciatura em 2002 e se conseguir fazer correctamente as contas apercebe-se que há 9 anos que a teminei. Nunca consegui arranjar emprego na minha área de formação, mas acredito que não foi por falta de lutar e "de dar a volta a vida" que não o consegui. De todos os empregos que arranjei auferia exactamente ou menos rendimento que um indivíduo com o 9.º ano de escolaridade. Nunca me queixei, porque acredito que o ser humano tem de começar por baixo nem que seja para conservar a humildade. Percebo pelo seu artigo que a crise não a deve afectar, porque certamente tudo o que quer tem garantido. A única coisa que gostasse que entendesse é que os recém licenciados e indivíduos portadores de cursos superiores como eu não são meros espectadores da crise e se reclamam e fazem "papéis de vítima" é porque directamente a crise os afecta. Acho que ainda vivemos numa democracia e num país com liberdade de expressão para podermos (ainda) expressar as nossas opiniões. O pior do seu artigo é fazer um género de comparação com a anterior geração com a guerra do Ultramar. Tal como nós Geração actual não inventámos a crise, a geração anterior também não inventou a guerra colonial. Acho que esses "direitos de autor" continuam a pertencer ao próprio Estado que não dignifica o dinheiro dos impostos que recebe...
    Por isso pense, mas pense bem antes de escrever um artigo em qualquer jornal, porque certamente não presta um bom serviço jornalístico. Já agora eu tirei o curso de Comunicação Social, quando poderei enviar o meu Currículo para a Destak? Deste modo comprovaria ou não se eu licenciada há dez anos poderei ou não a estar a ser escravizada...
    Tânia Caldeira | 25.02.2011 | 11.44H
  • 25.02.2011 | 11.42Hcomentário reprovado
  • Não sei em que realidade é que vive, mas o licenciado ganha em média mais do que quem?
    Só se for você e outros mais que tenham cargos de cunhas.
    Eu cá sou licenciado e ganho tanto e em alguns casos menos que alguns que nem têm o 12ºAno.
    Felizmente o meu estágio profissional foi remunerado mas na maior parte dos casos que eu conheço, sim porque sei do falo e não do que me contam, trabalham de borla e após estágio até se sujeitam a ordenados mínimos.
    Passar bem, ou não
    Bruno Ribeiro | 25.02.2011 | 11.40H
  • Muito bem Srª Isabel Stilwell!!!!
    Mostra muito bem que não tem qualquer noção dos problemas que afectam o nosso país, o facto de cada vez haver mais licenciados, douturados e afins no desemprego, isto diz-lhe alguma coisa? Ou é apenas ilusão minha?
    Efectivamente uma pessoa com dito "canudo" tem outra saída no mercado trabalho, o problema é que o mercado de trabalho está saturado para estas colocações.
    Pense bem antes de ter este tipo de comentários...
    Nuno Antunes | 25.02.2011 | 11.30H
  • http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior. aspx?content_id=1792924&page=1 Um artigo que mostra uma realidade bem distinta da referida no seu "editorial". Não existem 50 mil licenciados desempregados por serem parvos. O seu texto é um verdadeiro insulto a quem procura insistentemente emprego na sua área de formação, ou até noutras quaisquer, e meses a fio vê os seus sonhos desmoronarem. Considero que depois de ofender desta forma grande parte dos seus leitores, que lêem os seus jornais nos transportes públicos a caminho do trabalho precário, do curso onde "por serem parvos andam a gastar o dinheiro aos pais" ou de uma qualquer entrevista de emprego, Isabel Stilwell já não reúne condições para manter o cargo de directora do jornal Destak. Acredito que este texto desinformado resultará na desacreditação total desta publicação.
    anónimo | 25.02.2011 | 11.24H
  • Ó Sra. D. Isabel:
    Se bem entendo, no seu conceito, eu e muitos dos outros licenciados deste país não somos bem sucedidos porque somos incompetentes! É isso mesmo ou realmente eu andei a perder tempo e dinheiro (o MEU tempo e o MEU dinheiro, pois não me lembro de você ter contribuído de forma alguma para a minha formação) a fazer um curso superior e nem um pobre texto como o seu consigo interpretar? Não me parece. Outra questão que gostava de ver esclarecida é: de que forma a crise a afecta? A mim afecta-me da seguinte maneira: estou a realizar estágio profissional através do IEFP e aufiro o valor de duas vezes o IAS. Faço 40 km por dia entre a minha (leia-se do banco pois ainda não está paga) habitação e o meu local de trabalho (leia-se tronco) para cumprir as 8 horas de trabalho (quando não são 13 horas (o estágio profissional não prevê o pagamento de horas extra). E aceitei fazer este estágio porquê? Porque nada mais lógico do que fazer um estágio profissional no final da licenciatura e porque achei “estar apta a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida” (como a Senhora tão bem diz). Ora, não sei se é do seu conhecimento a inconstitucionalidade dos contratos de Estágio Profissional anteriores a 2011, mas muito resumidamente eu elucido: são 12 meses de trabalho continuo, sem direito a férias, sem direito a baixa médica e, espante-se (ou não), sem direito a subsídio de desemprego quando o contrato de estágio terminar e a empresa optar por me dispensar para dar lugar ao próximo escravo, pois de acordo com a lei, as empresas são obrigadas a contratar apenas um terço dos estagiários que recebem! Não tenho por hábito ler os seus textos porque há tempos li um dos seus artigos e não encontrei o mínimo interesse, pelo contrário, considerei uma escrita bastante pobre e banal. Entretanto li o 2º artigo para ter a certeza que o “defeito” era mesmo do autor (não fosse o autor estar a ter um dia mau aquando da escrita do primeiro artigo que li e eu não gosto de ser injusta). Ora, este é o 3º e último artigo seu que leio porque realmente desta vez aprendi a lição!
    Joana Frias da Costa | 25.02.2011 | 11.23H
  • Essa "senhora" só pode andar a base de antidepressivos!!!! OS LICENCIADOS GANHAM 2 VEZES MAIS QUE A MÉDIA?? ºO senhora, não anda a procura de emprego, certo? Não tem visto a vergonha dos estágios não remunerados? Não deve ser de cá....
    E agora a geração parva tem que ENCONTRAR A SAÍDA para o que os PARVOS estragaram!!
    Já agora, já ouviu falar na moda dos 500 euros para licenciados?? hummm...Não me parece o dobro da média....
    Miguel Rodrigues, tou ctg. Já agora deixo aqui a solução " um enorme navio e meter todas a pessoas como esta jornalista, leva-los para alto mar...e afunda-los"
    anónimo | 25.02.2011 | 11.21H
  • A ideia que dá é que a nossa "CARA" Isabel não tem ideia do que é estudar durante 4 anos e fazer estágios não remunerados de 8h/dia.... Não deve saber com toda a certeza o que é ter contas para pagar e não se poder dar ao luxo de recusar 500€ que não é duas vezes mais do que o ordenado médio português…
    Minha “CARA” Isabel Stilwell seja modesta e aprenda a ver os problemas reais duma geração que ainda lhe vai safar o “couro” no futuro, ou também tem daquelas aplicações em Bancos particulares, mas que é só para alguns?
    Juliana Vilarinho | 25.02.2011 | 11.17H
  • Respeito o seu ponto de vista mas discordo integralmente! É certo que esta é porventura a geação mais bem qulificada de sempre! Mas ao contrario do que refere a maioria dos licenciados não ganha o dobro ou triplo da média! Uma percentagem mais elevada do que o recomendável está no desemprego ou na precariedade. isso deve-se por um lado ao desequilibrio da oferta universitária face às reais necessidades do país, por um lado, e à falta de visão dos alunos do secundário na ordem de escolher o seu percurso académico. Como diz e bem, cabe a esta geração, com as ferramentas que lhe foram dadas, dar a volta por cima. Todavia, aí surge um novo problema à qual os jovens são alheios: a carga fiscal insustentavel imposta pelo Estado para quem não tem legitimamente dinheiro (estão em início de carreira) e quer avançar com projectos próprios. Mas há forma de dar a volta. Ir para o estrangeiro e passar a produzir lá, como muitos já vão fazendo quando saem das universidades. Mas isso não é solução para este país...
    filipe dias | 25.02.2011 | 11.16H
  • @ Miguel Rodrigues. O que citaste não corrobora o que está escrito nesta crónica nem contraria o facto de haver milhares de licenciados e mestres e engenheiros e arquitectos no desemprego e que a taxa de desemprego entre pessoas com formação superior tenha visto uma subida segundo os últimos dados divulgados.
    Esta crónica tem algumas notas que até deviam ser motivacionais e idealistas mas que simplesmente não podem ser postas em prática na estrutura nacional. O que irrita tanta gente é o tom de desdém, quem o aplica e... enfim, isto não passa de um desafabozeco infundando de quem não sabe do que está a falar. Quando eu quero dizer tretas destas uso o meu blog, não um meio de comunicação social. Era o que ela devia ter feito.
    Joana | 25.02.2011 | 11.14H
  • Escreve Maria Emília Brederode, do Conselho Nacional de Educação, "Lamento, obviamente, a situação dos jovens que trabalham sem remuneração, como lamento a situação de todas as pessoas que assim se encontrem. A canção dos Deolinda diz-nos que é preciso ser parvo para estudar (...) Ora eu acredito que, estudando, os jovens serão com certeza muito menos escravos do que não estudando. De facto, quandto mais aprendemos menos escravos sertemos. Mesmo que os jovens, apesar de estudarem, não conseguirem um trabalho bem remunerado, estudando o seu espírito será com certeza pelo menos muito mais livres." É exactamento isto o que diz o artigo acima, e ao ser incapaz de ler e perceber, recorrendo antes ao insulto baixo, só se fica a perceber que o que aqui está em jogo já não é um debate de ideias mas um muro de insultos pessoais. Lamentável.
    Catarina Fonseca | 25.02.2011 | 11.12H
  • Diz Manuel Vilalaverde Cabral, sociologo, historiador, investigador do ICS da Universidade de Lisboa, no Jornal de Letras de dia 23: "A verdade é que hoje, o nível de desemprego é tanto menor quanto maior for a qualificação. Por isso me "irrita" um pouco quando os Deolinda dizem "estudar tanto para ser escravo". Não! É preciso estudar mais!". Em que é que isto é diferente do que diz a Isabel? Também lhe vão arranjar parentescos e cunhas e tachos, para justificar o que pensa?
    Miguel Rodrigues | 25.02.2011 | 11.04H
  • 25.02.2011 | 11.04Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 11.01Hcomentário reprovado
  • Sou optimista por natureza e já me rendi muitas vezes à escravidão e fui parva para não ficar parada, mas um artigo desta natureza surge do ânimo leve de quem nunca passou por precariedade, ou se passou deve, certamente, ter-se esquecido da angústia que é ser essa a única solução. Não nos damos ao luxo de recusar trabalhos porque eles surgem um de cada vez e com intervalos consideráveis e não surgem oportunidades nem alternativas ao virar de cada esquina. Mas gostava de referir, sucintamente, que a comunicação social perde-se em debates com o mote da música dos Deolinda, mas nas respetivas redações de jornais, revistas, televisões “mora” a precariedade de estagiários “curriculares”, recibos verdes e assalariados que NÃO “ganham duas vezes mais do que a média” e quer me parecer que a redação do Destak não deve ser exceção. Talvez a Sr. Editorial não precisa de sair à rua, basta dar uma volta pelas secretárias dos subordinados, se os tem, para ver a imensidão de fotografias em lugares paradisíacos e hotéis de cinco estrelas que os jornalistas devem colecionar. Se viajam, com muita sorte é a trabalho e a maioria, tal como eu, não estudou para fazer fortuna porque não se consegue tal proeza como jornalista. Estudou para denunciar situações como esta e não para as avaliar com as “palas” de quem não vê a realidade sob os seus diversos pontos de vista. Há de tudo em todas as gerações e a nossa não é composta só de licenciados e nem só de trabalhadores. Muitos vão aproveitar esta música para justificar o comodismo e a inércia mas outros tantos precisam dela como uma espécie de consolo, não de vítimas mas de competentes sem oportunidade “de dar a volta à vida”. E o “basta” normalmente, Sr. Editorial, não vem de quem está desempregado, mas de quem trabalha ativamente e não encontra solução ao trabalhar como toda a gente. O “basta” vem de quem não se pode dar ao luxo de grandes planos mensais, quanto mais, poupanças e objetivos a médio prazo. Era capaz de apostar que o maior exemplo deste parvoíce da nossa geração está dentro dos média e ainda estou à espera que alguém deixe de ser hipócrita e surja com a denúncia destes subempregos. Paro por aqui, mas olhe que sou muito optimista.
    Sofia Pires | 25.02.2011 | 10.59Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • O destak dá mesmo que falar!!!! Já podem dispensar o "gajo" do marketing... Respeitem tb "a lei portuguesa, no direito ao bom nome" ou só a Srº Directora é que tem esse direito... Por quem é!!!!?
    Raquel | 25.02.2011 | 10.58H
  • Cara Isabel Stilwell
    Ha anos acompanho os seus textos com apreciacao. Talvez por isso, tenha ficado um pouco decepcionada com o tom (ou chamemos conclusao) deste texto. Uma musica, e uma manifestacao nao devem ser analisadas de forma tao simplista. Cada geracao faz as suas regras e usa as formas que julga ao seu alcance para se manifestar. Estou a viver fora de Ptg, por opcao, e custa-me muito saber de amigos com quem cresci que se sentem frustrados, sem horizontes, como uma amiga que estudou Comunicacao Social e, depois de tudo tentar, anda a limpar salas de aula... A crise afecta a todos, mas aceitemos que os jovens expressem o que lhe vai na alma.
    Isso de reclamar nao 'e so caracteristica dos jovens, 'e de toda uma cultura/sociedade, como bem comprova o seu texto. Mas enfim. Opnioes, sao opinioes. Jovem, mulher, 32 anos, felizmente empregada, mas a prazo.
    AEC | 25.02.2011 | 10.48H
  • 25.02.2011 | 10.45Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.44Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.42Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.41Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.41Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.28Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.22Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.15Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.14Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.07Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 10.04Hcomentário reprovado
  • Grande artigo! O problema é que as toda a gente tira um licenciatura (em qualquer coisita) e depois querem trabalhos nessa area e bem pagos. A vida está dura para todos (a geração qie tem 50 anos está pior do que os que tem 25) e não apenas para os jovens licenciados em cenografia ou cinema.
    ZMD | 25.02.2011 | 09.56H
  • 25.02.2011 | 09.49Hcomentário reprovado
  • A Sra há de me dizer em que mundo é que mora, assim mudo-me já para lá! Os licenciados ganham duas vezes mais do que a média?? Ponto nº1: Qual média?
    Ponto nº 2: Se souber se estão a recrutar pessoas, escreva por aqui, que a nós bem nos dava jeito! Melhores cumprimentos, Bárbara Roseira
    Bárbara Roseira | 25.02.2011 | 09.47H
  • 25.02.2011 | 09.46Hcomentário reprovado
  • O objectivo desta senhora foi conseguido, criar trafego para o seu site! o problema é que foi à custa de um triste artigo! Esta senhora como muitos ricos da sua idade não se importam com o futuro dos mais novos pois já têm a sua vida feita...! como ela tb não se importa os ministros que ganham os seus brutos ordenados e vão para casa dormir descançados!
    tiago pedro | 25.02.2011 | 09.43H
  • A Senhora deve estar a usar muito o telemovel... e se ganha-se o ordenado minimo por escrever este tipo de comentarios em vez dos possiveis "1000 euros" que deve ganhar ... acredito que estaria do outro lado da barricada ...
    cristina aria lopes | 25.02.2011 | 09.21H
  • Ninguém percebeu a dica genial que a autora desta coluna nos deu, juventude!! ...": passando activamente a ser parte da solução..." quer dizer: se há tanto inútil neste país que percebeu que não haveria de ser nada da vida e por isso meteu-se na política, metam-se também na política! É necessário começar a preparar a renovação de stock de políticos de profissão que mantém o nível basal de ingerência telenoveslística deste país. Sempre se ganha mais a coçar o esquerdo na assembleia da república do que na caixa do supermercado (nos supermercados que ainda empregam licenciados, que não são muitos)! E ainda se ganham os almocinhos, potenciais tachos e muitos amigos convenientes. Pronto, lá fica adiada a solução para o país, mas a solução pessoal está garantida. Pessoas da laia de quem escreveu isto, compreendem muito bem o conceito. Obrigado por partilhar a sua sabedoria honesta com os jovens, Dr. Isabel!
    Joana | 25.02.2011 | 09.18H
  • Efectivamente só quem é parvo de verdade escreveria um artigo desta natureza. Talvez devesse fazer uma pesquisa mais aprofundada sobre o número de recém-licenciados desempregados e a exploração a que são sujeitos quando finalmente são contratados. Para logo depois levarem um chuto naquele sítio, não porque o trabalho não satisfaz, mas porque fica muito mais barato às empresas contratar um novo recém-licenciado, sem considerar o investimento feito por ele e pela própria empresa. Já para não falar nos PhD que após 4 anos de árduo trabalho muitas vezes não encontram espaço nas empresas. Isto só para enumerar algumas das questão que tão levianamente relativiza...
    anónimo | 25.02.2011 | 09.16H
  • IS à Caras: "Outra coisa que queria conquistar, mas para isso ainda preciso de ganhar mais alguma maturidade, é a capacidade de ser mais assertiva". Assim sendo, concordamos e perdoamos o seu artigo.
    ANDRE | 25.02.2011 | 09.00H
  • Pffff lolool Isabel... you are StillHigh xD
    dj | 25.02.2011 | 08.11H
  • 25.02.2011 | 07.51Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 07.15Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 07.09Hcomentário reprovado
  • Muito antes da crise mundial já havia a nacional e a devemos aos jovens parvos com a sua idade, esses sim viveram a época das vacas-gordas e nunca pensaram no futuro dos jovens de hoje!
    E mais não digo...
    É o vazio este Post!
    R3FL3X | 25.02.2011 | 04.57H
  • 25.02.2011 | 04.57Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 04.55Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 04.22Hcomentário reprovado
  • Venho por este meio, candidatar-me a um emprego junto de v.exa.!
    Sou licenciado, não tenho medo de trabalhar, aliás estou em funções neste momento, não...não ganho duas vezes mais que o ordenado mínimo e para ganhar pouco mais que o mesmo trabalho de noite, feriados e por aí fora.
    Sou profissional, pontual, empenhado e de aprendizagem fácil.
    Se for possível agradecia ganhar o tão referido dobro que a maioria recebee trabalhar tanto quanto v.exa.!
    Fico a aguardar resposta de forma atenta!
    Humildemente ao seu serviço, Orgulhosamente "Parvo"
    Orgulhosamente "Parvo" | 25.02.2011 | 04.15H
  • Apoiado J. Guerreiro. Também tenho um cá em casa na mesma situação. Só lhes oferecem estágios. Só tangas Esta gaja não sabe a realidade de facto. Se existisse uma ordem dos Jornalistas nada disto existia. Eles merecem respeito. Se olharmos para os nomes de alguns jornalistas verificamos que houve cunha de caras. Porque razão os jornalistas têm que ter todos nomes com dois LL, dois TT, Canto e Rosa, Sousa Tavares, Jardim, Melo (alguns exemplos)? Não consigo entender uma coisas destas? Mas existe um lobby mt grande por parte desta gente! Depois, também não consigo conceber que a RTP pague mais a jornalistas que têm apenas uma licenciatura, do que um Doutorado recebe leccionar numa Faculdade do Estado (5000€). Vergonhoso.
    Graça | 25.02.2011 | 03.58H
  • Se a nossa geração foi denominada de "rasca" e afinal o que está é "à rasca", com a fotografia de braços cruzados e o seu sobrenome acabei de perceber qual a denominação para a vossa... GERAÇÃO "STILL WELL”! Se ainda lhe juntarmos o texto magnífico, só uma coisa me ocorre, job for the girls. P.S. Não denunciem tantos comentários válidos...
    JM - De novo!!! | 25.02.2011 | 03.55H
  • 25.02.2011 | 03.35Hcomentário reprovado
  • Encontrar a saída. Começo pelo fim. Vinte e oito anos depois de ter começado por baixo como servente oficinal continuo no fim, a ser a base da pirâmide. Optei por estudar 16 anos. Optei por trabalhar para poder estudar porque os meus pais mal conseguiam pagar a renda de casa. Optei por escolher um curso de futuro, porque ouvia este país a pedir inovação, que tanto necessita. Optei pelo design Industrial. Optei (sem sucesso) entrar num curso superior público. Optei (seis anos de tentativas depois) por uma faculdade privada, de renome. Optei passar por muitas dificuldades e sujeitar-me ao trabalho mal remunerado e ter que interromper os estudos porque não conseguia pagar a mensalidade. Mas optei por não desistir do meu sonho de ter sucesso, de ser brilhante, e continuar a estudar. Optei por acabar o que me tinha custado tanto a começar. Optei por tudo isto e descobri que este país não quer nada com sucesso. Este país quer empregados que não tenham direito a remuneração. Este país quer falir e ficar a dever mas guardar os lucros para começar de novo, e falir, mas guardar os lucros. Descobri isto quando não encontrei nada mais que “ofertas” de estágios. Procuram-se recém-licenciados, sem despesas fixas, dispostos a darem o litro por uma empresa de renome que nada mais lhes trará senão a certeza de um pontapé no traseiro quando perguntarem pelo prémio devido. Trabalha-se para ganhar experiência. Trabalha-se para aprender. Como é que tal é possível se somos o único designer no local? Estou a aprender ou a ensinar-vos? Estou a gerar a vossa riqueza, e não sou pago? Então sou escravo! Mas tenho que dar graças aos céus e agradecer a oportunidade que me estão a oferecer. Vejo empresas líderes de mercado, com fileiras cheias de carne para canhão sobre-qualificada a trabalhar na pena perpétua que é o outsourcing, que criam mercados de ideias que de nada servem para além de serem uma forma de apropriação a custo zero de conceitos vencedores. Para, como sempre, serem aproveitados pelos gestores incompetentes que herdaram o posto e que não têm capacidade de conceber nada além de mais incompetência. Empresas que nos chamam de “mãozinhas” quando temos mais cérebro que todos os gestores juntos. A ganância e a desonestidade são as ferramentas para o sucesso. Os ideais e utopias só servem para alimentar os sonhos dos crédulos. Hoje com 35 anos, com um extenso curriculum de trabalhos temporários em call centers, e duas quase depressões à custa disso, à beira da idade limite dos anúncios de emprego, penso: “valeram a pena os sacrifícios?”, “cheguei onde queria?”. Infelizmente, não. Fico, ainda hoje, a pensar quando leio coisas como este artigo. Será que apenas fiz as escolhas erradas? Será que se eu tivesse frequentado apenas colégios privados e, com isso, comprado a minha média final eu teria entrado no ensino superior público à primeira? Será que se o meu paizinho, possuidor de um apelido sonante, tivesse “favores a cobrar” eu teria um emprego (não digo trabalho) garantido? Ou será que eu devia ter escolhido o curso do filho do Jorge Sampaio e assim que saísse da Universidade teria um gabinete à minha espera na sede da PT? Um gabinete só para mim… Será?
    Mário F. | 25.02.2011 | 03.22H
  • 25.02.2011 | 03.02Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 02.58Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 02.55Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 02.53Hcomentário reprovado
  • O grande problema da crise.. nao vem apenas da ma gerenciado nosso pais... existe muita coisa que as pessoas ainda nao perceberam... mas na verdade eu nao tenho canudo pra vos explicar... mas passo a citar... www.thezeitgeistmovement.com é grande é mas é uma informaçao muito grande... pras besteiras que transmitem os midea e os nossos governos mundiais.. como por exemplo.. simples .. o ataque as torre gemeas mais conhecido por 9/11. terrorismo 100% americano, nada de osamas bin laden, nem alkaedas.. grandes toneladas de explosifos postos nas torres... e mais nao digo.... vejam pelos vossos olhos...
    Afonso | 25.02.2011 | 02.40H
  • 25.02.2011 | 02.39Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 02.37Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 02.20Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 02.10Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 02.09Hcomentário reprovado
  • MPV: e a que se deve tamanha critica? por ventura ataquei-o?
    e quem lhe garante que não sou empregada de limpeza?
    Zélia | 25.02.2011 | 02.08H
  • pois é Rui, caladinhos é que eles estão bem.. que raio de coisa ter que vir a liberdade e esta gente querer ir pa rua dizer que tá mal. ò rui eu tou bem pior e não me queixo.. Não é que no outro dia pedi à sô dona cabeleireira que me pintasse o cabelo com o loiro 27 da lorial e ela pôs me o 28? e andam para aqui estes preguiçosos a dizer que não têm emprego! Sabem que mais? tive que ficar mais uma hora no cabeleireiro.. claro está que foi menos uma hora de shopping.. mas vá ainda consegui falar com o Eduardo na antena 1 e até correu bem.. quem diria! depois de um dia tão cansativo...! tem toda a razão, Rui, e vou ter que citá-lo, de facto estes jovens, "infelizmente não sabem porque passaram os jovens de "ontem", e que conseguiram dar a volta sem lamentos"!
    Patrícia | 25.02.2011 | 02.05H
  • @Zélia, se nem ler sabe arranje um emprego nas limpezas. Não tenha problemas que as ucranianas n se preocupam com a concorrência até porque devem achar que a Zélia n está à altura delas.
    MPV | 25.02.2011 | 02.02H
  • 25.02.2011 | 01.55Hcomentário reprovado
  • Mas ainda ninguém percebeu que quem denuncia os comentários não são os jornalistas, mas sim os próprios LEITORES? Todos nós que comentamos, ou simplesmente abrimos a página, podemos denunciar qualquer comentário!
    Maria | 25.02.2011 | 01.53H
  • 25.02.2011 | 01.52Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 01.47Hcomentário reprovado
  • Ora ora, agora o Destak censura os comentários!!!Viva à liberdade de expressão!!!Até o meu humilde comentário foi censurado, e eu simplesmente me perguntava o que tem a Sra a mais que eu para merecer um contrato de trabalho, ja que somos ambas licenciadas...parece que ofendi muita gente....a senhora e que devia ser censurada com os insultos que fez no texto, não os comentadores que apenas respondem aos insultos proferidos...enfim a vergonha da imprensa portuguesa....e censurem à vontade, não vão calar-me a mim e às outras 1000 pessoas que já comentaram
    Sónia Moreira | 25.02.2011 | 01.43H
  • Oh noes! O meu comentário anterior foi "denunciado"... a verdade dói, de facto. Cunha a cunha, lá vais fazendo a tua pseudo-carreira, enquanto exploras os teus subordinados sem perdão... e achas que fazes parte da solução e não do problema?? Não te trates, que não é preciso... Mata-te, não farás falta a ninguém.
    Roberto Pires | 25.02.2011 | 01.37H
  • 25.02.2011 | 01.34Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 01.33Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 01.32Hcomentário reprovado
  • Nunca li tanta estupidez junta em 5 minutos. Caso não saiba existem muitos jovens a abrir empresas para tentar ultrapassar a crise e por arrasto criar emprego mas este governo só cria atritos constantes e são poucos que aguentam que felizmente é o meu caso.
    Leia, investigue e esteja atenta ao que está a sua volta e pense em escrever uma nova "crítica". Porque "críticas" dessas já nos basta do "senhor" José Sócrates.
    Diogo | 25.02.2011 | 01.30H
  • Sou da opinião que este editorial ou foi uma manobra de marketing para cativar e criar polémica ao jornal; ou foi um enorme erro de interpretação da situação do país! De qualquer forma acho que irá sair caro ao vosso "jornal"! Mas também, o que se pode esperar de uma publicação publicitária que por acaso pode conter, ou não, alguma notícia! Tenho dito.
    Tiago | 25.02.2011 | 01.29H
  • 25.02.2011 | 01.28Hcomentário reprovado
  • O artigo dessa senhora será um dos primeiros salvos contra aquilo que aqui se está a desenvolver. Vejam como ela imediatamente tenta culpar em todos vocês que não conseguiram ainda emprego (deve haver alguns cinco licenciados para cada vaga) e de seguida tenta virar aqueles que não foram para a universidade (como eu) contra os "doutores"...Saiu-lhe o tiro pela culatra, o problema dela é o de estar consciente que a revolta alastra-se já pelas varias gerações e estratos sociais - com excepção dos super ricos, está claro...
    Dez Troy-Carter | 25.02.2011 | 01.24H
  • @angelo: eu trabalho, n preciso de nada grátis, só do ar que respiro e do carinho dos meus.
    Só dizer que houve um imbecil que pôs como resposta que a empresa era a "Destak" e que assinou com o meu nome.
    Só estou a clarificar não fosse alguém acreditar e para aproveitar para dar o seu a seu dono.
    Acho engraçado é as pessoas quando não argumentos passarem logo para as acusações e para os insultos.
    E já agora, a tal Stillwell nasceu em berço de ouro mas agora querem acreditar que TODA a gente que está bem na vida teve o mesmo privilégio? Cada um acredita no que quer. Eu sei que tirando a minha inteligência e bom aspecto lol, e o ter uma família funcional nunca tive mais nenhum privilégio.
    Ps. A opinião sobre o bom aspecto é relativa mas se eu n gostar de mim quem gostará? lol
    MPV | 25.02.2011 | 01.23H
  • 25.02.2011 | 01.22Hcomentário reprovado
  • Destak atenção à censura...esses tempos já la vão, depois ficam sem a publicidade da qual vivem!
    SLopes | 25.02.2011 | 01.22H
  • Cara Senhora Isabel Stilwell,
    Claramente não foi capaz de ouvir a música dos Deolinda do principio ao fim e compreende-la. Os recibos verdes não foram feitos para nos escravizar. A nós, da geração parva. Escravizam-nos, a todos. Mas a verdade é que a maior parte dos jovens de hoje em dia, especialmente os com estudos, só arranja trabalho a recibos verdes. E muitos passam anos nesses moldes. E é porque querem trabalhar. Fazer algo da sua vida. E sujeitam-se. E os estágios não remunerados? Igual. Sabia que somos dos pouquissimos países (porque não quero dizer único) em que os estagiários não são remunerados? E que seja do meu conhecimento, a crise de que fala não afecta só Portugal. Mas nós, os parvos, saltamos de recibos verdes para estágios não remunerados, só para não estarmos em casa no sofá. Porque entendemos que se queremos fazer algo da nossa vida, temos de trabalhar. E os trabalhos que nos são oferecidos são os recibos verdes e os estágios, na sua grande maioria. Presumo, e penso que correctamente, que você e as pessoas da sua geração iniciaram a sua vida activa profissionalmente com mais condições do que aquela que nós, os parvos, agora temos. Antes dos recibos verdes e dos estágios não remunerados. E antes da crise financeira de que fala. Porque é mais fácil ter estagiários a trabalhar a quem não se paga, do que pessoas contratadas a quem efectivamente terá de pagar os tais 80% acima da média de que fala. Até lá, nós os parvos, temos de (porque somos obrigados) a trabalhar nas condições precárias que nos são oferecidas porque não queremos ficar em casa dos pais até aos 30. Porque já bastou o dinheiro que eles gastaram nos nossos estudos. E nós, parvos, agora procuramos desenrascar-nos, porque estamos todos mesmo á rasca. Ou quer você dizer-nos que com 500€ por mês pode facilmente iniciar a sua vida de forma independente e sem ser em casa dos seus pais ou com a ajuda deles? Por isso basta! E a solução é dizê-lo. Cantá-lo. Gritá-lo. Com orgulho. Porque estamos cansados de ser rebaixados, usados. Quer que sejamos o futuro, se não nos dão possibilidade de o criar? Ou mais justamente, são, mas á "rasquinha"? Poupe-me Senhora Stilwell. E vá conhecer a realidade dos jovens do seu país.
    Catarina, a parva | 25.02.2011 | 01.21H
  • 25.02.2011 | 01.19Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 01.17Hcomentário reprovado
  • Tudo certo... Mas então se querem soluções deixem-nos trabalhar!
    Debora | 25.02.2011 | 01.14H
  • 25.02.2011 | 01.09Hcomentário reprovado
  • Isto vai mesmo pelo caminho da Ensitel, nunca este site deve ter tido tantos visitantes. Que alegria para os tipos do marketing. De qualquer forma STILWELL fica como um apelido a recordar.
    Are you still well Isabel? | 25.02.2011 | 01.08H
  • Realmente somos todos uns parvos. Com excepção, claramente, da Sra. Ou será que o mais parvo de todos é aquele que não vê? Ou que só vê o que lhe convém. Sou uma defensora da liberdade de expressão, mas também defendo que para falar do que não se sabe mais vale o silêncio. Sobretudo quando somos pagos para o fazer.
    Rita | 25.02.2011 | 01.05H
  • 25.02.2011 | 01.00Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 01.00Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.58Hcomentário reprovado
  • Isto vindo da directora de um jornal que contrata jovens licenciados a recibos verdes, pagando-lhes 250€ nos primeiros três meses de trabalho (SIM, MUITO INFERIOR AO ORDENADO MÍNIMO), para depois os aumentar para uns excelentes 400 e poucos euros... Falamos, repito, de licenciados! Foi só para ser do contra, mas saiu-lhe o tiro pela culatra. Os jovens licenciados passam mal por culpa de empresas como aquela para a qual trabalha que só pensa em lucro e proveitos próprios. Não pensam no país, não pensam em quem contratam, só pensam no bolso. Felizmente recusei-me a trabalhar para si e para essa empresa. Devíamos recusar todos trabalho nestas condições para ver se não havia, forçosamente, uma subida de ordenado! Tendo você a trabalhar para si pessoas em condições mais do que precárias, não devia ter ficado no seu cantinho no que respeita a este tema? Lá porque nos outros jornais comentam o tema, não é obrigatório fazê-lo aqui. Repito o comentário porque não viola as regras, conforme a denúncia feita.
    JA | 25.02.2011 | 00.55H
  • 25.02.2011 | 00.53Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.53Hcomentário reprovado
  • De todos, destacar o sr. Ingricultor. Muito úteis os conselhos. Gostei especialmente do das ervilhas, esse não vem no borda de água. Obrigada.
    Mónica | 25.02.2011 | 00.52Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • 25.02.2011 | 00.52Hcomentário reprovado
  • Sim concordo de facto é uma boa crítica aos nossos tempos. De facto a guerra do ultramar já lá vai e os tempos já foram mais difíceis .
    A verdade é que os tempos díficeis são cíclicos e, em toda a história foi assim.
    É a condição humana mas o que me parece absolutamente ´ridiculo é como é possivel que num páis que se estoura centenas de milhões de euros em reformas nós, portugueses, continua-mos na cauda da europa . Só quando Portugal esteve em ditadura tivemos balança positiva .
    Realmente, se parar-mos um pouco para pensar, acaba-mos por concluir que somos de facto parvinhos atrás de um sonho real de paz e democracia. O ps psd e cds bem como todos os comunas e lobistas são equiparados a meros colunistas de ulltima categoria num país não de» parvos» mas sim de falhádos atrás de falhádos contactos sociais para com um povo que se esforça todos os dias para manter um grupos de artistas no »poleiro«( a prole governante incompetente )
    O refrão de deolinda não diz nada concreto mas as pessoas de facto só vêm de facto aquilo que querem , quando querem ,como querem vêr e o que lhes de facto interessa.
    O modelo social mais tarde ou mais cedo vai falir como tudo o resto na vida.
    MUDAN_SE OS TEMPOS MUDAN_SE AS VONTADES TALVEZ não haja mais dinheiro dos meus impostos para licenciados .
    1º marinheiro ernando carlos cardoso | 25.02.2011 | 00.51H
  • 25.02.2011 | 00.51Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.49Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.48Hcomentário reprovado
  • Costuma dizer-se : " Pensa duas vezes antes de falares .". Neste caso , a senhora em questão deveria ter pensado 3 ou 4 vezes antes de escrever esta crónica. Primeiro, ter noções (nem que sejam básicas) da realidade , segundo , aprender que licenciados não é um termo que se esgota "aos seus sobrinhos" que vivem em cascais e cujos pais são administradores de uma empresa qualquer. Uma coisa é certa, a falta de consciência com que escreveu , é reveladora de uma coisa : Você não precisou de licenciatura para arranjar este "biscate" , caso contrário estaria aí remetida num canto qualquer a um blogue privado visionado apenas por 2 ou 3 amigas solidárias.
    Tiago Robalo | 25.02.2011 | 00.46H
  • Minha querida Srª, Depois de todos estes comentários, acredito que pouco vou acrescentar. De qualquer modo, não posso deixar de apontar que este seu texto indica claramente que nunca teve de passar por nenhuma das dificuldades inerentes à condição daquele que faz parte da "Geração Parva" . É óbvio que sempre teve um contrato de trabalho que lhe garantisse todas as regalias que deveriam ser básicas para qualquer cidadão de um país dito desenvolvido. E desde já lhe digo que está a ser bastante contraditória. É que este tipo de comentários não dá nenhum exemplo de como nos devemos comportar, nós os da "Geração Parva", para resolver a situação em que nos encontramos. Este texto é só mais um exemplo da ignorância que assolou o nosso país, nas últimas décadas, e que, em grande parte, explica o fosso económico e social em que caímos. E depois, explique-me lá a comparação completamente absurda (e própria de quem não sabe mais o que pode dizer para argumentar o seu ponto de vista) com os nossos pais e avós, que lutaram no Ultramar. Ou sou muito Parva, tal como afirma, ou esta comparação não tem nenhum sentido. Será alguma figura de estilo, para embelezar este texto tão infeliz?
    Não sei se se deu conta,mas insultou milhares de jovens portugueses. A minha humilde educação diz-me que isso está mal e que revela que a Srª não tem qualquer conduta de valores que seja um exemplo a ser seguido. Portanto, peço-lhe encarecidamente: abstenha-se deste tipo de comentários. Para além de revelarem que é extremamente mal formada, põem a nu o seu desconhecimento da situação actual, características que não abonam a favor de quem trabalha num jornal.
    E já agora, mesmo sabendo que é pedir muito, seria interessante que respondesse, pelo menos, a alguns destes comentários, e assim demonstrar que afinal não é mais um caso de estupidez a fundo perdido.
    Rita Torres | 25.02.2011 | 00.45H
  • 25.02.2011 | 00.45Hcomentário reprovado
  • @MPV tenha lá a coragem de divulgar a sua grande empresa.. Aproveite a publicidade...
    ANGELO | 25.02.2011 | 00.44H
  • Acusam-nos de nos fazermos de vítimas... alguém me ajuda? (lá estou eu a pedir ajuda!!!!!) mas o que esteve o/a MPV a fazer ao descrever a sua infância? "ai que dificil que era, ai ai ai ai.." mas esperem que eu sou um/a vencedor/a. eu agora tenho o luxo do tempo porque antes passei muito mal na minha vida... coitadinho/a de mim... por falar em coitadinha.. não há assim uma música.. deve aplicar-se à senhora dona isabel.. pois de facto só podem ser efeitos secundários de uma substancia ilícita
    Zélia | 25.02.2011 | 00.43H
  • 25.02.2011 | 00.43Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.43Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.43Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.42Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.40Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.39Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.38Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.37Hcomentário reprovado
  • @headshot: lol diz o povo que quem n se sente não é filho de boa gente e esse indivíduo a quem eu respondi já mostrou claramente que nunca fez um cu na vida (pardon my french).
    Em relação ao troll e à net não andei a trabalhar 18 horas por dia durante 15 anos para continuar a ser escravo do trabalho e servo do tempo. Há uma altura na vida em que temos que desfrutar do que temos se não morremos sem ter aproveitado nada daquilo que nos esforçámos por ter. O tempo é um dos luxos que eu agora posso dar-me ao luxo lol de ter.
    Cuidado com os headshots. Estou a ver que isso é muito CS xD.
    MPV | 25.02.2011 | 00.33H
  • Concordo plenamente com a Cristina Gomes. Não só a madame não apresenta soluções, fontes para os números que debita como ainda por cima é parte do problema pois tem uma redacção cheia de estagiários. Uns anos atrás ninguém ouvia falar em estágios não remunerados porque ninguém os aceitava...actualmente é que se tornou costume e há sempre algum desesperado que aceita o lugar.
    HEADSHOT | 25.02.2011 | 00.33H
  • Se tirámos cursos somos parvos porque neste país não é preciso uma licenciatura nem um mestrado tão pouco para arranjar um emprego. Não, um emprego arranja-se com o factor C. O apelido sempre contou, porque haveria de se alterar agora? Alguns de nós têm a sorte de encontrar um trabalho fora da sua área de estudo (e aqui tenho de mencionar alguns comentários algo idiotas que surgiram...na opinião de muita gente os culpados de termos trabalhos e não empregos ou de estarmos desempregados é nossa porque não soubemos escolher o curso, mas em minha opinião este país está como está pela razão inversa. Ou seja, é por pessoas que não têm vocação estarem a exercer cargos dos quais nada entendem que as coisas estão mal. Não escolhemos mal os cursos, escolhemos mal os governantes mas isso é outra história.) enquanto que os do factor C conseguem os empregos. Se não tirámos cursos somos ignorantes e culpam-nos por estarmos aquém do nível dos estudantes dos outros membros da UE. O que é deveras vergonhoso é o facto de se escreverem opiniões desta maneira. Podia criticar a geração "parva" com a qual me identifico, sem usar tais palavras. Podia dar a sua opinião demonstrando outro tipo de atitude, mas preferiu demonstrar aquilo que realmente é a sua geração. Nós podemos ser parvos mas pelo menos temos coragem para cantar um hino ao mesmo tempo que aceitamos estágios não remurados porque preferimos trabalhar a estar em casa sem fazer nada como a sua geração que não necessitou de trabalhar porque os pais, os tios, os avós lhes arranjaram bons empregos, os quais hoje em dia são exercidos por 3 ou 4 parvos como nós liderados por alguém que está sempre em almoços ou em parte incerta porque trabalhar é para quem precisa não para quem tem nome. Sim, estudamos com a ajuda financeira dos pais mas não é como diz. O facto de termos gasto esse dinheiro não quer dizer que não aprendemos nada, pelo contrário. Aprendemos muito mas não nos deixam aplicar o que aprendemos. É triste ver que acredita nas estatísticas. Esses dados são de onde? Qual foi o universo utilizado? Provavelmente os filhos licenciados da elite portuguesa, não? É que me custa a crer que a maioria dos nossos licenciados esteja empregado e ainda mais a receber 80% mais do que quem tem apenas o ensino secundário ou um curso profissional. Para terminar gostaria de dizer que não somos vítimas, somos realistas. Se fossêmos vitímas estariamos a viver "debaixo da ponte". E mais, a crise não nos afecta a todos. A crise é só para alguns. Não acredito que a sua geração, a elite do país, saiba o que é viver em crise. Bem que nos tentam iludir com discursos mas continuam a ter uma vida desafogada enquanto nós apertamos o cinto. Já agora, e já que parece tão entendedora no assunto, bem que poderia dar algumas ideias para sairmos deste marasmo, afinal de contas também é licenciada e também deveria aplicar aquilo que aprendeu...ou só sabe escrever artigos de opinião como este? Pois é...mais uma vez é como refere o ditado: "tudo se diz e nada se faz!" Fantástica geração a sua...eu prefiro ser parva.
    Kari Santos | 25.02.2011 | 00.31H
  • Eu concordo com o texto - o que não quer dizer que não hajam mais problemas. O que é certo, é que muitos de vós bem podem tirar duas ou três licenciaturas, porque, a escrever dessa maneira, nunca vão conseguir um trabalho!
    Gustavo | 25.02.2011 | 00.30H
  • A solução passa precisamente pelos jovens (aliás, não só os jovens, mas todos os trabalhadores) não aceitarem situações de precariedade laboral. Refiro-me a estágios não remunerados (escravatura moderna), falsos recibos verdes e afins. Isso é que é ser parte activa da solução. Esta é a minha opinião. Já agora, gostaria de saber qual é a sua. Exige soluções aos jovens, mas curiosamente não sugere nenhuma...
    Cristina Gomes | 25.02.2011 | 00.29H
  • Ó diacho que tenho de entrar no jogo! @MPV: O senhor já disse nuns 4 ou 5 comentários que não vai responder mas volta sempre à carga. Vá lá dormir senão amanhã não produz nada no seu emprego...aaahh é patrão já me esquecia.
    Ou isso ou é mesmo só um troll da net...(se não sabe o que é isso pesquise)
    HEADSHOT | 25.02.2011 | 00.24H
  • 25.02.2011 | 00.21Hcomentário reprovado
  • @Sebastião: os insultos começaram (e acabaram) em si. Volto a repetir: não tente armar-se em culto, só se espalha ao comprido. É preferível desapontar-nos com o seu silêncio do que com a sua (sofrível) escrita....
    Pode continuar os insultos gratuitos que não vou responder.
    mpv | 25.02.2011 | 00.20H
  • 25.02.2011 | 00.19Hcomentário reprovado
  • Esta Senhora esta a ocupar um lugar que nao lhe pertence!!! Va para o cabeleireiro que é para isso que tem a cabeça!! para pintar o cabelo... para pensar não é de certeza!!! Sou Jornalista desempregada e já servi esta Prepotente nas mesas do restaurante onde trabalho. UMA PREPOTENTE que vive do ultimo nome e do casamento que a empregou. Finalmente veio ao de cima a merda que tem la detro
    Uma DAS PARVAS | 25.02.2011 | 00.18H
  • @Gonçalo: Na minha empresa todas as pessoas estão efectivas, com todas as regalias a que têm direito e quando entram, já não querem sair. Ao contrário do que muita gente quer fazer crer as boas empresas valorizam tanto os seus trabalhadores como os seus trabalhadores valorizam essas empresas. Na minha empresa o capital humano é fundamental, é escolhido a dedo, precisa de um longo período de formação por isso é absurdo estar a mudar de funcionários a não ser que tenha havido um claro erro na sua contratação.
    Agora entenda é que as empresas não são organizações de caridade. Existem para dar dinheiro a quem as criou e se dentro do respeito pela lei, usam e abusam de certas práticas estão no seu direito. Há inúmeros trabalhadores que fazem o mesmo. Trabalham x tempo, vão para o desemprego outro x, voltam a trabalhar e andam nisto anos. Cabe a cada um individualmente, dentro do que sabe ser a realidade, pensar como pode melhorar a sua situação e formar-se em áreas que façam efectivamente falta e em que a precariedade não seja tão frequente. Agora não pense é que vai sair deste ciclo logo à primeira e sem esforço.
    E para todos aqueles que acham que as empresas e os empresários é que são os papões, lanço-lhes um desafio: abram as vossas próprias empresas e depois falem. Para os patrões isto tb não é um mar de rosas e a prova é que 85% das empresas que são abertas todos os anos no nosso país fecham passado menos de um ano de actividade....
    MPV | 25.02.2011 | 00.15H
  • Nao há comentario é mais parvo e ridiculo que o seu sinceramente! É mau as pessoas revoltarem-se e mostrarem a sua opniao, lutarem pelos seus interesses?! e um acto de coragem e força isso sim! não e dizerem que somos uns chorinhas, tudo bem que no tempo dos nossos pais nao era facil tambem, mas ouços bem dizer que o pais era muito mais rico naquela altura do que agora, o pais agora nao e bem gerido e é isso que tem de mudar! acho que cada um tem o nivel que deseja ter na vida, e tirar um curso e uma das lutas que cada um opta ter, eu optei e paguei e lutei para o ter, por isso acho digno para todos terem e merecerem o seu pago digno, nao digo fortunas mas digno! por exemplo eu como designer, ja exprimentou ter essa profissao, vai ver como não é facil, um trabalho nao ser reconhecido como isso, uma pessoa pensar que nao tem um preço, um artista vive da sorte, daquilo que lhe dao e que prometem, vivem de recibos verdes, e muitos nem descontam na vida, vivem de muitos trabalhos 20 euros e as vezes so tem um por mes e de longe a longe se forem freelancer, voce nao deve imaginar o que muitos lutam e desanimam no dia a dia e tem de se desenrancas com outras coisas, e sim a geraçao do desenrasca! Digo-lhe hoje em dia a muitas coisas diferentes e que atinguem niveis de loucuras e extravagancias, mas nao e por isso que nao ha objectivos! nao e por isso que as pessoas nao queres ser rascos! pense e conheça varias pessoas antes de falar da boca para fora. Pois so esta a ver o seu tempo! Pois hoje em dia se nao fossem os pais a ajudar morriamos todos a fome de fosse preciso
    Francisca Santos | 25.02.2011 | 00.13H
  • MPV: se gosta tanto de gramática e ortografia, não se esqueça das vírgulas. Agradeço os elogio deainda nos chamar jovens! Com o avanço da idade e das responsabilidades até me tinha esquecido disso!
    CC | 25.02.2011 | 00.13H
  • Realmente a Isabel tem razão ....
    .... há alturas em que me apercebo (eu, que sou parvo) que era melhor não ter aprendido a ler. Poupava dinheiro aos meus pais e tinha evitado deparar-me com este amontoado de futilidades, em forma de texto. Haja paciência, para tanta falta de imaginação e hipocrisia bacoca.
    RUI | 25.02.2011 | 00.13H
  • @MPV: Parte sempre de generalizações, absurdas... Em primeiro lugar, desconhece em absolutamente se trabalho muito ou pouco, mas mesmo assim "atira" (pensa) "a matar"... Volte para o seu "lugarejo", se preferir para sua Vila, é de lamentar que com duas supostas licenciaturas, não saiba sequer ler correctamente e interpretar os textos que lhe são dirigidos e principalmente argumentar civilizadamente... Deixe-se de verborreias, e vá trabalhar... Ou não tem mais nada o que fazer, senão vir para aqui escrever coisas idiotas, como a Isabelinha?
    Sebastião | 25.02.2011 | 00.10H
  • Mas quem denunciou o meu comentário? E a quem? Porque não nos responde em vez de pôr um dos seus tantos estagiários a fazer triagem das opiniões portuguesas? Acorde senhora.
    Rita Lopes | 25.02.2011 | 00.09H
  • 25.02.2011 | 00.08Hcomentário reprovado
  • MPV: trabalhar nas obras ou varrer ruas é o futuro dos nossos licenciados...e para isso não é preciso ser doutor. A minha geração está a ser educada pela geração que não precisou se quer de ter uma licenciatura para ser doutor..e agora nós pagamos por isso. O país do facilitismo..que dificulta a vida a quem mais precisa.
    Tânia Duarte | 25.02.2011 | 00.07H
  • Não poderia deixar de comentar isto , porque este "tesourinho deprimente" como dizem bem e sabiamente os gato fedorento apareceu me a 5 min e fiquei de boca aberta do inicio até ao fim com o risco de me entrar uma mosca.
    Por onde hei de começar com tamanha estupidez junta . Vou falar por partes porque isto merece uma resposta detalhada e analisada . 1º" " aproveitar desafios e ser capaz de dar a volta a vida" ? mas o que andamos todos a fazer , a pregar aos peixes como a sra ? voce so pode estar a gozar ! Eu sou licenciada em design , fui das melhores da minha faculdade ,participei em concursos , tirei cursos a parte por minha vontade de aprender mais e aprefeiçoar e lutei por um emprego decente pelas minhas capacidades que sei que as tenho e muitas mais do voce que so fala fala e n diz nada, e ate agora nao tenho um emprego decente. "a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional." ??? você é de onde mesmo? marte ? jupiter? la ganha se bem , os licenciados ganham mesmo isso? epah diga me onde deixou a sua nave pk eu quero ir consigo ! eu diria mesmo que ganhamos menos , muiiito menos dos que tiram cursosinhos profissionais e que sao caloes e deixaram de estudar. mas quem sou eu para afirmar isto ao lado de uam senhora como voce tao conseituada para escrever uma cronica ou um romance diria eu na destak , este bom jornal diario! De que sabe voce do ultramar? ja agora que o mencionou? onde estava voce? a coser meinhas? Mas a parte mais hilariante é voce falar dos recibos verdes. voce sabe por acaso o que sao recibos verdes? secalhar nunca viu um na vida de certeza . Sabe o que lhe digo , e em nome de toda gente que comentou nesta bela cronica muito instrutiva , é que é por pessoas como voce em cargos que teem e que ganham o que ganham que nao sobra nada para pessoas realmente trabalhadoras que lutam todos os dias para terem algum para casa que nem é delas . Pessoas com muitos mais valores morais , eticos e defenitivamente maiores cpaacidades a todos os niveis do que voce.
    Em vez de mandar postas de pescada aleatoriamente , pense duas vezes no que diz e so fala quando sabe do que fala . porque quem nao sabe , cala se e bem caladinha. è triste como a destak deixou passar tal discurso sem pés nem cabeça nem tronco e menbros. Mas por um lado é bom ,para acreditarem que é pessoas como estas que fazem o nosso tao "bom " Portugal
    anónimo | 25.02.2011 | 00.06H
  • 25.02.2011 | 00.03Hcomentário reprovado
  • 25.02.2011 | 00.01Hcomentário reprovado
  • @Sebastião: "lugarejo" é sinónimo de vila. Se quer usar um diminutivo de "lugar" use "lugarzito".
    Não tente armar-se em culto, só se espalha ao comprido;)
    E não, não é que tenha nada a ver com isso mas ninguém me deu nenhum "lugarzito". Comecei a trabalhar aos 16 anos, tirei 2 licenciaturas enquanto trabalhava para me sustentar e pagar os estudos e aos 21 anos já tinha juntado dinheiro, a custo de muito sacrifício, para iniciar uma actividade por conta própria (e que n tem nada a ver com o Estado). Trabalhei mais de 18 horas por dia para chegar onde cheguei e revolto-me com o discurso de gente que pensa que é só querer e o Estado (que somos todos nós que pagamos impostos) tem que resolver todos os vossos problemas. A mim ninguém me resolveu os meus a não ser eu. Levante-se e vá mas é trabalhar porque nunca deve ter trabalhado um único dia na vida. É dos que prefere não trabalhar a trabalhar ganhando pouco. Isso sim é uma praga que no meu tempo não havia. Agora são os próprios pais que dizem aos filhos que por esses valores não vale a pena trabalhar e continuam a sustentá-los porque querem que os filhos tenham uma vida melhor que a que eles tiveram. Ao fazer isso só estão a perpetuar a vergonha nacional que é gente a preferir receber subsídios do que a trabalhar para justificar o que ganha.
    MPV | 24.02.2011 | 23.59H
  • 24.02.2011 | 23.52Hcomentário reprovado
  • censurem-me os tomates!
    FG | 24.02.2011 | 23.50H
  • 24.02.2011 | 23.49Hcomentário reprovado
  • @Tânia Duarte: é óbvio que tem que se pensar na forma como se escreve. Se eu me estivesse a dirigir a alguém que n estudou, que n teve oportunidade de o fazer não pensaria sequer em falar desse assunto. Agora pessoas licenciadas, com mestrados (li há pouco uma que diz que tirou um licenciamento????) e não fizeram o BÁSICO (desculpe as letras grandes) que se espera delas que é aprender a ler e a escrever correctamente??? Anda-se 15 ou 17 anos a estudar e nem se domina a própria língua? Vão mas é trabalhar nas obras ou a varrer ruas. E querem ganhar quanto?? Se em 17 anos de escola não aprenderam uma coisa simples acham que vos vão pagar para aprender coisas complexas, coisas de responsabilidade numa empresa e aplicá -las? Por amor de Deus.
    MPV | 24.02.2011 | 23.47H
  • Absolutamente ridículo...
    Rita | 24.02.2011 | 23.45H
  • @Sebastião, perceba que é necessário um mínimo de inteligência para perceber que não conhecer como funciona um site que se visita pela primeira vez não tem nada a ver com inteligência (ou a manifesta falta dela)
    O facto de eu corrigir-me no meu próprio comentário devia-lhe ter dado uma pista. Mais, tenho a minha razão, porque basta uma denúncia e o comentário deixa de ficar imediatamente visível e tem que se clicar em cima do comentário denunciado para poder ver o seu conteúdo, o que acaba por configurar uma censura. Mas pronto, não mace as duas célulazinhas cinzentas a pensar em tudo isto. Admito que ser-lhe-á muito complicado ter um raciocínio tão abstracto;)
    E não lhe respondo a mais nada pq quem parte tão rapidamente para o insulto é porque não tem nada de interessante para partilhar. Presumo que se vivesse no tempo das cavernas e alguém discordasse de si a primeira coisa que faria era dar-lhe com uma ossada na cabeça.... Havia, e continua a haver um nome para isso;)
    MPV | 24.02.2011 | 23.41H
  • Isabel Stilwell, penso que padece do mesmo mal que assola a nossa classe política: esquizofrenia social!
    Esse seu desfasamento da realidade é assustador!
    Com tanta gente boa e com capacidades, dê o seu cargo a quem mais precisa - há muita gente que quer trabalhar em vez de passar o tempo a escrever baboseiras patéticas só para se afirmar!! prive-nos das suas ideias, por favor!
    Não precisamos de mais pessoas como a senhora em cargos que "até" podem fazer alguma diferença!
    Ana Alegria | 24.02.2011 | 23.41H
  • @MPV: Eu não sei é como é que alguém te deu emprego a ti... Ou padeces do mesmo mal da nossa "dondoca de serviço"? Deixa ver, pediste ao tio um lugarejo? Tens o ex. marido/mulher envolvido num processo de desvio de dinheiro, como a Oca? Ele é cada um... Já agora tens alguma formação? É que a escrita não é o teu forte, também não é o forte da Isabelinha, a pseudo jornalista que escreve sobre assuntos, que apesar de estarem todos os dias a sua vista, ela não consegue ver... Viva a estupidez a "la carte" portuguesa....
    Sebastiao | 24.02.2011 | 23.38H
  • 24.02.2011 | 23.38Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 23.37Hcomentário reprovado
  • MPV: Também me parece que nunca seria de meu interesse trabalhar para si.
    cc | 24.02.2011 | 23.34H
  • @Zélia: os putos são todos. Miúdos da Amadora, de Massamá ou da Lapa é igual (os da Lapa é que se calhar têm telemóveis mais baratos porque com o ar betinho é um convite a serem roubados). Anda tudo com telemóveis que custam uma parte significativa do salário mínimo. Não são uma necessidade como nunca foram. E não, não dou emprego a burros, tenham ou n cunhas.
    MPV | 24.02.2011 | 23.30H
  • Eu também não leio textos em publicações, mesmo sendo elas on-line, que se encontram com abreviaturas. Já agora não ofenda os diléxicos.
    cc | 24.02.2011 | 23.30H
  • 24.02.2011 | 23.30Hcomentário reprovado
  • MPV...porque se importa tanto com disléxicos e erros de ortografia, quando esta caixa onde estou a escrever neste momento não reconhece a palavra "disléxico"? O importante aqui não é a forma de escrever..é o conteúdo! Isto é um fato (segundo o novo acordo ortográfico: "facto").
    Tânia Duarte | 24.02.2011 | 23.30H
  • Nem sou de desejar mal,mas has de passar mal na vida....resume te a tua insignificancia,pode ser k o proximo chazinho tenha mais vitaminas
    boneco | 24.02.2011 | 23.29H
  • @MPV: Realmente a sua inteligência é nula, e está a par da autora deste pseudo artigo de opinião, impressionante. Repare que se está a falar dos COMENTÁRIOS REPROVADOS, e não dos comentários denunciados, denunciar um comentário obviamente qualquer um pode fazer... Reprovar, só mesmo o Destak. Entendeu ou quer um desenho?
    Sebastião | 24.02.2011 | 23.28H
  • Ai que já me "denunciaram" ao bom estilo da PIDE...do tempo desta senhora se calhar. Só perguntei em que secção estava estacionada esta senhora durante o Ultramar e quantos estagiários não remunerados terá o Destak. Devem ser perguntas dificeis...
    HEADSHOT | 24.02.2011 | 23.24H
  • @CC: você era um dos que eu n contratava "se encontram com abreviaturas".... N lhe parece que falta aqui qualquer coisa? Ou será um dos tais disléxicos (que eu em nenhum momento ofendi)? É que não se identifica como tal, como tal só posso presumir que caia na 1.ª categoria que assinalei.
    Já agora, e apesar de apoiar o que a editora escreveu apagaram-me o texto por isso deixem-se de teorias da conspiração.
    Ah, ok. Pelo que estou a perceber basta alguém denunciar o comentário e ele deixa logo de ficar visível.... Que comédia.
    MPV | 24.02.2011 | 23.23H
  • Coitada da "senhora" - um exemplo de como um curso, se calhar comprado, está tão mal empregue...
    Pelo nome nem portuguesa é...deve ter subido na tal posição...coitada...vai envelhecer como nós...os "parvos"...!!!
    josé cardoso | 24.02.2011 | 23.19H
  • A madame está cada vez mais famosa!
    um mero plebeu | 24.02.2011 | 23.18H
  • 24.02.2011 | 23.15Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 23.13Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 23.13Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 23.13Hcomentário reprovado
  • Eu, como tantos outros, estudei anos a fio, fui das melhores alunas em todos os anos e ainda melhor na faculdade. Acabei com orgulho. Procurei até ao desespero por um estágio profissional e depois de 8 meses encontrei. Após o estágio mandaram-me embora... Emprego? Ainda nada. A verdade é que tenho estudos a mais e preferem empregar pessoas que não quiseram estudar no tempo devido e tiraram um cursinho das novas oportunidades a ganhar dinheiro...não é uma piada??? Os Deolinta sabem bem...que parva que sou!!
    Vânia Trindade | 24.02.2011 | 23.12H
  • MPV Diga-me, de quem é a culpa dos "putos" com telemóveis de última geração? Não será dos pais deles que provavelmente têm a sua idade? Deixe-me só acrescentar de que esses mesmos "putos" são na sua maioria os que arranjam facilmente um emprego com a sua bela cunha.
    Zélia | 24.02.2011 | 23.12H
  • 24.02.2011 | 23.12Hcomentário reprovado
  • Pois minha cara senhora, realmente não lhe ficam nada bem esses ares de sabedoria, pois para quem não é assim tão jovem, e que também é licenciado, não à conta dos pais, mas de trabalho ardúo e noites na faculdade, também cantarólo o tal refrão, ah e não ganho acima da média, sabe porquê? Porque ainda não tenho idade para ser reformado, mas sou velho demais para empresas como a que a senhora tem, é que para si e outros como a senhora, preferem os tais licenciados novinhos, para lhe pagarem uma miséria, e os deixarem a pensar que realmente são importantes, até os mandarem antes de passarem ao quadro da empresa, ou para ficarem nos tais recibos (que de verde nada têm, nem ecológicos são) garantindo uma total pressão sem lhes deixarem margem para reividicarem os direitos a que têm direito (ah e nem tão pouco sou de ideologia política de esquerda).
    Minha querida senhora, parece quase um tal senhor de nome filosófico que certo dia acertou uma vez na realidade quando disse que "...para criar um Portugal mais pobre...", faça um favor a todos, não transcreva os seus sonhos, nem tudo o que sonhamos é a realidade.
    Paulo | 24.02.2011 | 23.12H
  • A senhora que escreveu este comentário deve estar sempre ao telemovel, e sem auricular!!! É incrivel que haja que receba ordenados para escrever estes e outros "coisas" (não sei se lhes chame artigos), que contriuem imenso para a productividade do país. Abra os olhos! de certeza que não mora em Portugal, porque não conhece a realidade dos Jovens deste país. Escreva sobre aquilo que sabe.
    Rasca até mais não | 24.02.2011 | 23.12H
  • 24.02.2011 | 23.11Hcomentário reprovado
  • O recente fenómeno de emigração dos nossos recém licenciados não deve querer dizer nada para esta senhora. O Estado português investe dinheiro na formação destes jovens para depois outros países usufruírem...É triste. Este artigo é vergonhoso....
    anónimo | 24.02.2011 | 23.09H
  • ??????? "Toca a abrir esses crâneos e estudar para medicina"
    opá tu tens aptidão pa engenheiro.. mas vai pa medicina... anda vai!!! vai mas é ver se forjas umas receitas e tal que tu até tens fobia a sangue...
    Dona Maria, viu alguém criticar as empregadas de limpeza? eu vi somente comentarem um dado vindo da imaginação fertil de alguém, e passo a citar: os números indicam que a maioria dos licenciados (...) ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional." !!! 80% mais.. alguém me pode fazer a contas para saber quanto dá 80% mais de 7 € à hora? é que eu não aprendi nada na faculdade...
    Patrícia | 24.02.2011 | 23.07H
  • Mas o que é que isto tem a ver com a música? Pois, parece-me que a música fala de alhos e a editora fala de bogalhos, não me recordo de ouvir a letra "os recibos verdes foram inventados para me entalar", mas tudo bem! O facto é que conheço pessoas de várias áreas, desde Direito, a Engenharia Informática, passando pela Terapia da Fala, e são poucos (ou nenhuns) que têm emprego na área, ou que realmente não estejam a recibos verdes! Trabalham na distribuição de peixe, numa editora, na worten, na area (loja)... Não andei no Ultramar, mas precisamente por saber as dificuldades que os meus pais tiveram na minha idade, mais me custa ter tirado um curso e não ter emprego para fazer jus ao sacrifício que fizeram para que eu pudesse estudar e ter perspectivas de um futuro positivo! Parva é você por ter escrito este artigo!
    Dora Marques | 24.02.2011 | 23.06H
  • Afinal está tudo explicado! O último editorial desta pobre senhora é sobre os telemóveis "mexerem" com o cérebro! Ela usa é muito o telemóvel coitadinha!
    HEADSHOT | 24.02.2011 | 23.05H
  • 24.02.2011 | 23.04Hcomentário reprovado
  • @MPV: Eu já li coisas pouco inteligentes hoje, começando pelo texto, da "afilhada" do dono do Destak, mas o seu comentário bate no fundo da estupidez.
    A sua avó possivelmente vivia com 50 cêntimos por mês, e no séc. XVII, ninguém tinha microondas. (não sei se compreende, a minha ironia...)
    Quem trabalha, deve e têm que ser remunerado condignamente pelo seu trabalho, nem que gaste o dinheiro que ganhou honestamente a comprar caramelos em Espanha (eu também não sei, como gasta o dinheiro que ganha, e sinceramente pouco me interessa, mas posso começar a especular e dizer que a sua geração o gasta em bordeis e em cremes para as rugas e em lipoaspirações),é por causa de disléxicos mentais, como esta Sra. e comentadores como MPV, que o país está como está....
    Alfredo Lemos | 24.02.2011 | 23.04H
  • 24.02.2011 | 23.02Hcomentário reprovado
  • Parva sou eu que perdi o meu precioso tempo a ler parvoíces como esta!
    Tatiana Silva | 24.02.2011 | 23.02H
  • Terminei o meu licenciamento, onde está incluído o estágio curricular de 3 meses, depois fiz um estágio de 6 meses (não recebi nem sequer 1 euro) com promessas de contrato logo a seguir que não aconteceu com nenhum dos estagiários, depois fui fazer outro estágio de mais 6 meses e passou-se precisamente o mesmo, porque logo depois de sair entraram outros estagiários também a ganhar 0 euros com a mesma promessa.
    Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
    Entretanto tirei o mestrado.
    No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais.
    Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo.
    Que nome podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
    vera | 24.02.2011 | 23.01H
  • 24.02.2011 | 23.01Hcomentário reprovado
  • "trabalhei 1 ano e meio a borla (...)" Fique a dona deste comentário sabendo que na minha área até à borla já é precisso cunha! e fique sabendo que só trabalha à borla quem pode pois trabalhar 9 ou 10h e conciliar com um part time seja de call center seja de Zara, sou-lhe sincera... ou a pessoa colapsa, ou faz mal o seu trabalho... ou ambos... Qual foi o seu caso?
    Patrícia | 24.02.2011 | 23.00H
  • 24.02.2011 | 22.59Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.56Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.56Hcomentário reprovado
  • Já agora, bem podia publicar o ordenado dos recem licenciados que tem a trabalhar para sí, visto que esses são especiais de corrida, por receberem 50% (quando não 80%) mais do que "a média".
    Daniel Cruz | 24.02.2011 | 22.55H
  • Acho tão giro que alguns comentários (como o meu), que não dizem nada de mal, sejam reprovados. Vamos ver se este passa: Sra. Isabel, acho-a fantástica. Com o seu fabuloso artigo (atenção ao responsável pelas reprovações, estou a elogiar), já conseguiu fazer com que muitos daqueles que considera parvos estejam neste blog a demonstrar que afinal, aprenderam muita coisa na faculdade, só tiveram azar de nascer sem terem de ir ao Ultramar. Obrigada pela ajuda e pelo incentivo em que, com os nossos conhecimentos, consigamos nós descobrir a solução milagrosa para a crise. Eu até lhe diria algumas ideias que tenho, mas aí sim, o comentário seria reprovado na certa...
    Cátia Martins | 24.02.2011 | 22.51H
  • 24.02.2011 | 22.51Hcomentário reprovado
  • Uma palavra... PATÉTICO!!
    D | 24.02.2011 | 22.46H
  • 24.02.2011 | 22.45Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.45Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.42Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.41Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.41Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.38Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.38Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.33Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.31Hcomentário reprovado
  • Exma Sra. Eu sou uma jovem de 24 anos que "estupidamente" investiu nos estudos não só em Portugal como no estrangeiro. Quando cheguei ao mercado português graças ao meu investimento tive acesso às melhores agências de publicidade, área onde me formei, de Portugal, uma delas conciderada também uma das melhores do mundo. Trabalhei nessas agências a troco de nada, onde tal como muitos outros jovens ainda pagava para trabalhar pois tinha que comer durante o dia e deslocar-me para o trabalho. Para por fim a esta situação fui obrigada a mudar de área para conseguir ganhar um salário de 350€. Hoje tenho a "sorte" de ganhar um bocadinho mais que o salário minimo, trabalho cerca de 10hrs por dia, estou a recibos verdes e não tenho qualquer percspectiva de conseguir alcançar a minha independência. O meu caso não é especial, a minha situação é igual à de muitos outros jovens licenciados. Orgulho-me da minha geração, porque há muitos jovens por aí absolutamente incriveis, nós somos sem dúvida uma geração com esnica, competentes e muito bem formados. Somos vitimas de um sistema "comandado" por pessoas, igonarantes e incompetentes como a Sra que me pergunto como chegou a esse cargo?
    Provavelmente, algum tacho e sinta-se com sorte porque se tivesse a nossa idade nem com tachos ía longe. Quanto ao seu artigo só tenho uma palavra, lamentável.
    maria | 24.02.2011 | 22.24H
  • 24.02.2011 | 22.23Hcomentário reprovado
  • Só comentários apagados, pelo Destak, já não basta a vergonha de ter "artigos de opinião", rascas como este. Ainda é a favor da censura, é juntarmos e fazermos uma manifestação a porta do Destak. Afinal fomos todos insultados por esta pseudo dondoca, com a conivência do jornal, e mais ainda ainda não vimos vontade da direcção do "Jornal Destak" em pedir desculpas a quem ofendeu vilmente, pela a escrita rasca, da tal Isabel Stilwell.
    Pedro Rui | 24.02.2011 | 22.21H
  • É curioso como alguns comentários favoráveis à opinião da stilwell são impedidos de serem "denunciados" (censurados), porque essa opção desaparece, e os outros desfavoráveis não. Não será isto um verdadeiro exercicio de censura? É uma vergonha digo-vos eu.
    el | 24.02.2011 | 22.20H
  • Minha querida Sra. Eu sim pertenço à geração rasca. Tenho 36 anos e há anos que digo que não sou rasca, mas sim ando à rasca. Não me posso queixar... Vivo bem, tenho o trabalho para o qual sempre trabalhei, 3 filhos de sonho, etc, etc. Agora porquê essa sua agressividade com uma nova geração que realmente vive aflita? Sabe que há licenciados que pagam para trabalhar? Se calhar eles estão tão pessimistas porque a universidade lhes ensinou e lhes abriu os olhos para terem a capacidade de tirarem a conclusão lógica... que desta forma o país não tem futuro!!! Qualquer um vê. A geração do poder actual é uma nódoa...entre corruptos, ladrões, pedófilos, etc temos de tudo. Cá eu orgulho-me da minha geração! Trabalhamos muito, 12 a 14 horas dia, para pagar a crise...pagamos tudo a dobrar a saúde? Temos seguros de saúde! A educação? Pagamos colégios pois as escolas não dão a resposta...tudo a dobrar e agora porquê? O pior de tudo é que é para pagar as reformas daqueles que fizeram a crise...e quando chegar a nossa vez? Sim nessa altura o sistema já colapsou e não vai haver reforma para ninguém!!! Custa levantar todos os dias às 7h da manhã e saber que é para pagar reformas a pessoas que estragaram o nosso pais e que a cada nova geração ora apelidam de rasca, ora de parva, etc. Ponham a mão na consciência e sabe que mais foram vocês que de tão incompetentes que são que nem sequer souberam educar!
    Ana Pires | 24.02.2011 | 22.18H
  • 24.02.2011 | 22.10Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 22.06Hcomentário reprovado
  • LAMENTÁVEL
    Cada um trava as suas batalhas, a nossa é lutar para que os nossos sonhos se concretizem e garantir que o esforço que empregamos durante anos seja recompensado.
    Qualquer jovem licenciado quer aplicar o que aprendeu, mas diga a Isabel onde é que estão as oportunidades para o concretizar e não mencione tampouco o voluntariado pois isso não garante emprego a ninguém.
    V | 24.02.2011 | 22.05H
  • Minha Sra, parvos somos nós, os que herdámos a má gestão feita pela sua geração e que pessoas como a sra elegeram?
    Sem mais,
    Gonçalo
    Gonçalo | 24.02.2011 | 22.04H
  • sra dra isabel stillwell, e com muita tristeza que leio o seu artigo, infelizmente não compreende a nossa frustraçao enquanto jovens a procura de emprego. Não tem noção do que e ir a entrevistas e ficar na expectativa para nada acontecer. Num pais onde o primeiro ministro se forma a um domingo ja acho tudo possivel. Dia 12 vou la estar, porque somos uma geração á rasca e farta de esperar por um trabalho... P.s. uma empregada domestica cobra 7 euros a hora em media...
    Maria Joao | 24.02.2011 | 22.04H
  • Não se esqueçam que esta senhora faz parte da geração que fez o curso superior à custa de passagens administrativas. Foi esta geração que acabou os cursos e alapou-se directamente na Assembleia da República. Só agora, com 50 anos é que começam a trabalhar... como administradores das Golps, Motas Engiles, et...
    anónimo | 24.02.2011 | 22.03H
  • Minha Sra, parvos somos nós, os que herda-mos a má gestão feita pela sua geração e que pessoas como a sra elegeram?
    Sem mais,
    Gonçalo
    Gonçalo | 24.02.2011 | 22.00H
  • Ainda bem que num Jornal que até é gratis e de distribuição livre só entram as opiniões de alguns, porque muitas são reprovadas. Aqui está a prova disto, a censura em pleno século XXI. A geração desta senhora, que se gaba aos 4 vestos de ter feito o 25 de Abril traz a censura de volta. Muito bem, que coisa bonita.
    Os meus parabéns, pior era realmente dificil.
    Deve realmente ser uma pessoa integra e séria.
    Isabel Passos | 24.02.2011 | 21.59H
  • Será que estão mesmo a ler os cerca de 900 comentários ou estão a aplicar o lápis azul naquela... tipo à toa...?
    Lápis azul | 24.02.2011 | 21.53H
  • 24.02.2011 | 21.51Hcomentário reprovado
  • A Censura anda por ai.... Conforme diz na sua frase "passando activamente a ser parte da solução", tenho uma sugestão para a sua actividade ser produtiva, que tal deixar de escrever e de ofender a geração do qual pertenço e me ORGULHO?!
    Sem mais,
    Gonçalo
    Gonçalo | 24.02.2011 | 21.50H
  • Minha cara senhora Numa fabrica textil (como muitas que já encerraram portas no nosso país) todos são parte da solução para uma empresa com receitas e vida longa. Desde o corpo administrativo ao mais simples dos operários. No entanto, se os "patrones" dessa mesma empresa decidirem lucrar mais, retirando aquilo que deveria ser aumentado ao trabalhadores, então os operários bem podem matar-se a tentar "activamente ser parte da solução" que não vão conseguir. Percebeu onde eu quero chegar? Para uma escritora de romances históricos a senhora parece não ter aprendido grande coisa com a pesquisa, que pelo menos deveria ter feito, para os mesmos.
    Daniel Cruz | 24.02.2011 | 21.47H
  • Parece que temos outra vez censura!
    O meu comentário foi reprovado!
    Será por ter ofendido a "senhora"? Mas se foi não vejo o porquê! Foi ela que começou primeiro com os insultos!
    Joana Carvalho | 24.02.2011 | 21.46H
  • A todos vós que acham que Portugal não presta, deixo um conselho: emigrem! para verem o que é bom!
    anónimo | 24.02.2011 | 21.46H
  • Há anos que oiço o queixume "que isto está muito mal e alguém tem que fazer algo" e a verdade é que ninguém faz. Ficamos acomodados com o resmungar à mesa de café à espera de melhor e do D.Sebastião que há-de voltar em noite de nevoeiro. Como resposta a isso, habituei-me a ouvir algo parecido com o seu discurso do "vocês falam falam, mas não fazem nada." Contudo, chegamos a altura de perguntar: fazer o que? A sua geração fez questão de fechar a governação do país num feudo de interesse partidário em que gastaram os que os vossos pais vos deixaram, o que vocês não produziram e o que a minha geração ainda há-de produzir ... Fala-nos da educação que tivemos e do dinheiro dos contribuintes que foi gasto ... quem foi que desenhou este sistema de ensino senão a SUA geração? Quem é que levou o sistema de segurança social à falência senão a SUA geração. Ou acha que é motivador para um jovem, no inicio de carreira, a ganhar 600€ fazer pagamentos obrigatorios para a segurança social, para sustentar as vossas reformas, quando sabe que ele não terá segurança nenhuma na velhice? Os contribuintes que pagam o Ensino? ... pergunto, quanto é que pagou mesmo pelo seu curso superior? 1200 escudos/ ano? Compare isso com 1000€ ano e fale sobre o dinheiro dos contribuintes que foi gasto na nossa educação, num sistema de ensino incapaz desenhado por vós... É triste que tenha que ser eu a recordar que a Guerra Colonial acabou porque os jovens da altura fartaram-se da prepotência do Regime e da falta de perspectivas futuras. ...curioso, em muito semelhante com o que se passa agora... ...saia lá do seu trono e perceba uma coisa... não há maus filhos, apenas maus pais. ...e depois deste texto temos é saudades dos nossos avós.
    João Diniz Almeida | 24.02.2011 | 21.45H
  • 24.02.2011 | 21.44Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 21.43Hcomentário reprovado
  • Lamento a falta de conhecimento inloco desta senhora, atenção senhora com letra pequena... será que ela tem contrato? No jornal todos têm contrato de trabalho?
    nuno damas | 24.02.2011 | 21.43H
  • esta gente é so malucos. a serio. na maioria dos paises da europa sai-se de casa dos pais aos 18 anos; nos saimos aos 30 e dizemos que é porque aqui é tudo pior, nao é perguiça, naoooo. eu, licenciada, trabalhei 1 ano e meio a borla para construir carreira na area, mas antes disso e pelo meio fiz call centers, distribui publicidade, vendi time sharing, tudo e tudo e la consegui, os miudos agora querem ao primeiro emprego ter tudo ate de salarios de mil euros se queixam que eu ja ouvi, ate salarios de 500 recusam e depois sao escravos coitadinhos. entao pk ha sp emprego na zara e em restaurantes e bares é so ir a procura, mas isso nao serve pois nao? enquanto houver casa dos pais nao é preciso. sinceramente, esta geraçao esta mesmo a toa e a musica que os faz sentir todos contentinhos por serem desgracadinhos, é mesmo ...parva
    maria | 24.02.2011 | 21.42H
  • minha senhora,
    dê-me um contacto para onde enviar-lhe o meu CV, porque estou a precisar de emprego .
    mas não vale recusar por excesso de habilitações...sim que apesar de ter menos 10anos que a senhora, tenho mais anos de trabalho do que vossa excelência.
    fico a aguardar ...
    AP | 24.02.2011 | 21.40H
  • 24.02.2011 | 21.39Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 21.37Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 21.36Hcomentário reprovado
  • O problema é que 99,9% dos comentários horrorosos são feitos por pessoas de "canudo".. Todos muito cultos a compararem-se com empregadas de limpeza?? Que mal tem ser empregada de limpeza? E julgam que ganhar tanto como uma é mau? Experimentem ganhar 2€ e pouco à hora em vez dos 8/9€ que essas senhoras chegam a ganhar que depois viam a verdadeira podridão.. Parem mas é de se queixar e lutem por um trabalho, porque se ficarem sentados em frente ao computador à espera que ele caia do céu, continuarão aqui só a criticar as opiniões das pessoas... Isto não é só dizer dêem-nos oportunidades.. Nós é que temos de as criar.. A maioria dos miúdos enfiam-se em cursos universitários fartos e cheios de saber que os levam ao desemprego.. Toca a abrir esses crâneos e estudar para medicina e áreas afins que não faltam vagas de emprego... Pois é.. para isso é preciso ESTUDAR!!! E mais não digo. Para bom entendedor maia palavra basta..
    Maria | 24.02.2011 | 21.35H
  • Porque é que pensei que meio dia seria suficiente para a Sra.Isabel Stilwell responder?...defendendo a sua posição ou retractando-a ou quiçá simplesmente admitindo que as coisas não eram como ela pensava... O mal não é errar...é falhar na aprendizagem do erro.
    INÊS | 24.02.2011 | 21.34H
  • 24.02.2011 | 21.33Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 21.28Hcomentário reprovado
  • Cara Sra. Stilwell, espero que por esta altura já tenha percebido quão vergonhosa e desrespeitadora das dificuldades de "nós os parvos" foi a sua crónica e a sua opinião! Cara Sra., sabe, o problema não está em nós, está na sua geração que não soube salvaguardar os interesses e futuro dos vossos filhos "os parvos"... e ainda tem a displicência de dizer que temos de resolver o problema! Pois com certeza, mas a Sra. e os da sua geração têm um compromisso ainda maior, de maneira que antes de se pronunciar de forma tão pouco ponderada pense na suas responsabilidades para com "os parvos".
    Maria | 24.02.2011 | 21.27H
  • Primeiro, deixe-me que lhe diga que para "estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida" nao é preciso "aprender a um nivel de ensino superior". Isto nao tem nada a ver com o que se estuda,mas sim com a maneira de ser de cada um.. Voce riducularizou aqui toda uma geracao "parva" ao dizer " so falta imaginarem que os recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os ecravizar" (???????) Ninguem se vitimiza,mas é um facto que nao abona a favor da nossa geraçao! Acha esta situacao justa ou normal? Nós nao achamos, e entao? Por nao o acharmos somos uns coitadinhos? Ou agora tambem nao podemos opinar? Voce certamente diz o que diz porque nao vive o day by day da nossa geraçao.. Nao sabe o que é ir tirar um curso ja com a (quase) garantia de que nao vai haver trabalho na area.. Mas,mesmo assim, TIRAMOS o curso.. Isto é de uma geraçao "PARVA"??? Ou é de uma geraçao que, mesmo sabendo dos obstaculos que terá em frente, LUTA? É normal que lutemos contra o contrairio, é normal que demostremos o nosso descontentamento perante esta situacao.. Agora nao volte a dizer o que escreveu aqui.. Poque afinal, quem é a geraçao que se esta a "encostar a sombra da bananeira"? Nós, que nos vamos manifestar com base no que temos vivido day by day ), ou a vossa geraçao que " Acreditem que estamos a espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saida. bem precisamos dela" ?
    Pois é.... Bem me parecia...
    TB | 24.02.2011 | 21.22H
  • Este seu artigo está para o Portugal actual como a famosa "boutade" de Maria Antonieta "Mas se não têm pão, comam brioches!" está para a Revolução Francesa, completamente desfazada da realidade! Muitos sabem o que aconteceu a tão célebre figura... há alturas em que antes de abrir a boca convém conhecer melhor o Mundo e não apenas o "nosso quintal".
    José Bruto da Costa | 24.02.2011 | 21.22H
  • Realmente que parvos que todos fomos ao investir numa formação e tentar evoluir enquanto sociedade... Aliás nem imagino porque quisemos aprender a ler e a escrever e fazer contas.... Até porque assim não conseguiriamos ler esta fabulosa opinião. Claro que se calhar a redatora deste fabuloso editorial depois não teria trabalho neste jornal ou em qualquer outro. Até porque depois para quê haver tantos jornais se não existiam leitores!?!
    M Santos | 24.02.2011 | 21.21H
  • Ah então somos parvos por tentar que as guerras diminuam e somos menos parvos por andar ai a matar pessoas a torto e a direito, lá por não ir a guerra se calhar mais inteligencia que a senhora tem muitos desses parvos que andam por ai. Ter pessoas a lhe fazerem o trabalha a escraviza-los sem lhes pagar... Tenha vergonha na cara e demita-se de uma vez, se calhar o seu teclado está com problemas mas não tantos como a senhora... Tenhá lá um pouco de consciencia e que tal um pedido de desculpa publico, mas com a coragem de esta cronica estupida ser escrita duvido que tenha humildade disso... Acho que se calhar foi um jogo de marketing pela sua parte e foi bem sucedida a curto prazo, veja lá a quantidade de comentarios que recebeu...mas metade destes irão deixar de ler o seu diariozeco porque vindo de uma pessoa como a senhora só pode ser uma coisa com esse nome...
    Ignácio Vieira | 24.02.2011 | 21.15H
  • Realmente , eu até gostava das suas crónicas , mas desiludiu-me complamente Sra. Drª .Isabel , eu não gastei o dinheiro dos meus pais para estudar , porque sempre fui trabalhadora estudante , trabalhei sempre para pagar a minha licenciatura e para pagar a minha pós- graduação , mas sabe Sra. Dra .Isabel os meus pais eram pobres e sem estudos , e como tal nunca tive um sobrenome ponposo , e muitos conhecimentos que me garantisem um futuro melhor , ou seja nunca tive o que a SRA Dra Isabel , os seus filhos e muitas pessoas que concordam com os seus comentários têm , ou seja uma cunha , e como tal , quando terminei a minha licenciatura continuei a trabalhar na mesma loja de roupa , e depois num call center , e depois fiz um estágio não remunerado , e agora sou recepcionista . E sabe o que mais me custa ? é que parva nunca fui , força para lutar sempre tive , muita , este país é que é uma vergonha , e é governado por pessoas que como a Sra , sempre tiveram tudo de mão beijadas , e não sabem o que são sacreficios , o que é lutar , o que é estudar para aprender e para se ter uma vida melhor ,e a seguir ganhar 500€ enão saber como pagar as contas no final do mês e isto tudo com o canudo na mão .
    Maria | 24.02.2011 | 21.08H
  • 24.02.2011 | 21.06Hcomentário reprovado
  • Sr. Francisco Cabral de-me o seu email para lhe enviar o meu cv porque eu preciso de trabalhar
    vera | 24.02.2011 | 21.00H
  • Não sei em que números esta senhora "muito sábia" por sinal se baseou....sou licenciada e mestranda e graças aos maravilhosos recibos verdes consigo ganhar tanto como uma empregada de limpeza que se for preciso nem o 9 ano tem...e tenho sorte de ter emprego. aposto que o seu ordenado umas boas centenas mensais e provavelmente tem um contrato efectivo...é muito fácil vir para a impreensa falar como se fosse a dona da razão, queria ver se fosse ela a deixar metade do ordenado miserável para o estado e não poder sequer ir ao médico por não ter o direito de pedir horas ou dias......texto arrogante e vergonhoso do ano provavelmente....É que gostaria de saber o que a senhora provavelmente jornalista tem de mais direito do que eu e centenas de jovens no meu lugar para se dar ao luxo de prejudicar a sua empresa com um contrato ou pelo menos com um bom ordenado e nós não, já que somos todos licenciados e todos gastanhos dinheiro para viver....
    Sónia Moreira | 24.02.2011 | 20.59H
  • Cara Sra. Stillwell,
    Aguardo com impaciência que me indique, digamos, duas ou três coisas que eu e os restantes imbecis da minha geração possamos fazer já amanhã para "fazer parte da solução".
    Marlene Guimarães | 24.02.2011 | 20.58H
  • Com todo o respeito, você definitivamente não tem noção do país em que vivemos. "simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média" - Talvez isto fosse verdade se a maioria dos recém-licenciados não ficasse os seguintes anos à procura dum emprego que não seja uma hamburgueria, obviamente não está a contar o ordenado de 0€ de todos os que nem encontram emprego relacionado com o seu curso.
    "recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar" - Total ausência de férias, sair do emprego não são férias; na sua maioria são mal pagos; 0 benefícios.
    "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída" - Nós estamos à espera que os que têm o poder que cumpram o que dizem. Aparentemente temos mais noção de como está o mundo profissional do que você, o que é triste visto que está na posição que está. Ao seu comentário à guerra do ultramar o que pai, que esteve lá, comentou com um riso "Ao menos tinhamos trabalho". Jorge Martins
    Estudante Universitário
    Jorge Martins | 24.02.2011 | 20.52H
  • Inacreditável escrever isto... Fiquei sem palavras
    Um Parvo | 24.02.2011 | 20.47H
  • 24.02.2011 | 20.45Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 20.40Hcomentário reprovado
  • Se há coisas tristes são pessoas que pessoas que falam assim!! Eu quero dizer a pessoas como esta mulher de que o que os Deolinda fazem são apenas espelhar o sentimento de que o jovem tem de nunca ter sido apoiado em nada!!! A culpa?! A culpa é deste governo que apenas faz negocios com seus parceiros e amigos em empresas privadas e públicas!! O governo hoje em dia é o espelho do povo!! O povo votou nele!! Mas o povo não merece isto!! O povo português é dos melhores a trabalhar na Europa seja na sua área ou não!! eu que fui obrigado a sair para fora do país em trabalhos que dão c.v. mas que não dão realização profissional por não ser um trabalho da minha área!! Imagine agora a "senhora" na minha posição?! Eu quero viver no meu país e não posso!! Tou num país de qual não falo a língua, não porque não queira ou que possa mas porque sinto que não é a minha cultura!! Tou pelos cabelos de gente como você!! Você não sabe o que é ter um trabalho do qual não se sente realizada e que não tem vocação para, mas que lhe é providenciado uma carreira do qual você já sabe á partida que não tem mais soluções!! O problema, minha "senhora", é do governo!! Em vez de apontar o dedo aos Deolinda por fazerem aquilo que lhes vai no coração e que provavelmente vão ser censurados como tudo o que é verdade que se diz no nosso país!! Façam é de maneira de termos um sistema judicial em que NINGUEM escape!! Do mais rico ao mais pobre!! É nisso que nós temos de nos concentrar!! E por amor a todos os compatriotas que me vão na alma!! Desliguem a televisão!! Eu já não tenho televisão há cinco anos em casa e só vejo online aquilo que quero!! Se não há liberdade de expressão a melhor maneira é desligar a televisão!! Desde então vejo os problemas como eles são!! com verdade e raciocinio!! Com a minha inteligencia paciente e não com a burrice das palavras não pensadas!! Aconselho aos meus irmãos e irmãs portugueses!! Sinto que senhoras como estas são daquelas que podem e devem mudar de opinião!! Eu não tenho contra si, só da sua opinião!! E se está revoltada, cante as musicas de intervenção que quiser e inspire-se nelas para começar a fazer coisas justas logo a partir de casa!! É para isso que estes desabafos musicais servem!! E se a senhora não perceber esta mensagem dê a vez a quem ainda tem educação no nosso país para lhe explicar e OIÇA!!! Algo que muito pouca faz no nosso país!! Disse.
    Luis Filipe Cardoso | 24.02.2011 | 20.39H
  • 24.02.2011 | 20.38Hcomentário reprovado
  • "apliquem o que aprenderam para encontrar uma saida" - isto é RIDICULO! Se não são dadas oportunidades como se pode aprender o que se aplicou? é num callcenter ou numa caixa de hipermercado? Esta mulher não tem nível nenhum ... nem sei como permitem uma pessoa destas publicar um artigo assim! Enfim ...
    Hugo Raminhos | 24.02.2011 | 20.36H
  • 24.02.2011 | 20.36Hcomentário reprovado
  • Olha, olha, no meio disto tudo há autênticas pérolas: como uma corajosa anónima que se queixa, anónimamente, de que a isabel lhes deu trabalho. E que por isso, lhe tramou a vida! Ainda por cima porque a empresa para que trabalhava (e a Isabel também, ao que entende) não aceitou fazer um contrato. De facto quando se pensa assim, não se vai a lado nenhum. E é só um dos comentários enraivecidos e que revelam uma inveja que não tem qualquer sentido: se querem que vos seja reconhecido mérito como é que não reconhecem mérito aos outros? mesmo que eles digam coisas com que não concordem, ou parvas?
    João Fonseca | 24.02.2011 | 20.35H
  • 24.02.2011 | 20.31Hcomentário reprovado
  • Sou economista e venho só aqui dizer que as estatísticas citadas são as correctas, como estes senhores licenciados poderiam ter oportunidade de saber se fossem consultar as fontes. Os licenciados empregados ganham duas vezes mais do que a média e 80% mais do que aqueles que só possuem o ensino secundário ou profissional como habilitação. Têm ainda mais probabilidade de encontrar emprego num espaço de tempo mais curto, embora obviamente a crise financeira que vivemos vá alterar esta expectativa. Se em lugar de insultarem, quiserem consultar as fontes, como compete a quem se orgulha de ter uma licenciatura, às vezes duas ou três, também poderão confirmar que o desemprego cresceu menos entre os licenciados, e que em muitos cursos (dados do Ministério da Educação) a taxa de empregabilidade é de quase 90 por cento, embora em muitos outros não passe dos 40% (foi publicado há uma semana um dossier no jornal Público com todos estes dados e de forma acessível à leitura de cada um). Culpar alguém por dizer a verdade, e nos moldes em que esta gente o faz, é de facto degradante. Mas a ignorância e a maldade fica do lado de quem profere os insultos.
    Francisco Cabral | 24.02.2011 | 20.30H
  • Cátia Morgado, parabéns.... são pessoas como tu que ainda me fazem acreditar em Portugal. Eu não tenho a mais pequena dúvida que muita da gente que aqui escreve é miserável de espirito e infeliz. Só podiam ser. É impossivel criar aquilo que quer que seja com esta mentalidade de inveja. Faz pena que existam tantos revoltados que não saibam contestar de forma civilizado e que construam em cima desse protesto.
    João Freitas | 24.02.2011 | 20.30H
  • 24.02.2011 | 20.24Hcomentário reprovado
  • Sou licenciada, desempregada e à procura de emprego, mas não sou malcriada, idiota e alarve como muitos dos que assinam estes comentários, onde em lugar de argumentos usam insultos. E insultos pessoais, das cunhas, e dos tachos, e dos maridos, e de mil tretas iguais, numa baixeza que me envergonha - dá para perceber como é que algumas destas pessoas não têm, nem nunca terão um emprego decente, porque não sabem que é uma vergonha insultar sem dar a cara, porque não sabem que alguém que tenha aprendido a pensar, e tenha de facto uma educação superior, não recorre a esta forma de escrever. Vou para a rua gritar que basta desta situação, não me identifico com o editorial, mas mete-me nojo, nojo é a palavra certa, o nível destes comentários.
    Cátia Morgado | 24.02.2011 | 20.22H
  • Se pudesse colocaria o seu editorial naquela pequena peça que passa todos os dias na 'Euronews' "No Comment"....
    Tiago Rosa | 24.02.2011 | 20.21H
  • 24.02.2011 | 20.21Hcomentário reprovado
  • A Isabel tem a certeza que um licenciado ganha duas vezes mais do que a média e 80% do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional? Engraçado, na empresa onde estou isso não acontece... A Isabel deixa um estagiário ou um novo membro na sua equipa aplicar os seus conhecimentos inovadores no Destak? A Isabel sabe o que é trabalhar a recibos verdes? Não, não sabe, porque os trabalhos que faz por fora recebe por fora, portanto nunca saberá a alarvidade que faz ao mencionar simplesmente os recibos verdes. Mas pronto, os seus filhos estão todos empregadíssimos e, claro, os restantes são PARVOS...
    Joana Moreira | 24.02.2011 | 20.20H
  • 24.02.2011 | 20.19Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 20.18Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 20.18Hcomentário reprovado
  • É só hipocrisia, cinismo e falta de bom senso... Há muito boa gente jovem que realmente não faz nenhum, tenho amigos assim, uns tentam mais que outros arranjar emprego, mas nem vou falar deles. A verdade é que eu tive a sorte de arranjar emprego numa das maiores firmas do mundo em serviços de gestão, e ainda nem tinha acabado a faculdade. Ganho 1600€ e tenho montes de beneficios, um emprego estável com contracto sem termo. Mas sou parvo. Sou parvo se acho que isso tudo é mais importante do que ter perdido a minha namorada da qual estava noivo, de não ver o meu irmão e os meus pais durante semanas, de ter buracos em vez de olhos porque durmo 4 horas por dia. Sou parvo porque um dia pensei que tinha sorte, até me dizerem que esta sorte tinha um preço, e esse preço neste momento é caro de mais porque esse preço é a minha vida. Portanto não me digam que não sou escravo porque sou. E não me digam que não sou parvo porque sou!
    João | 24.02.2011 | 20.15H
  • esta senhora conseguiu o seu objectivo, que são entradas no site do destak! e agora percebo uma coisa... os bois tambem falam! não dizem é nade de jeito
    tiago | 24.02.2011 | 20.14H
  • O meu comentário foi reprovado, ora essa?!
    Insultam-me e eu não posso insultar de volta? Até porque não foi nada de especial tendo em conta o chorrilho de parvoíces que esta tipa escreveu...
    Pensava que viviamos numa democracia, pelos vistos enganei-me.
    foreverfun | 24.02.2011 | 20.14H
  • LOL - parece que não é a primeira vez...
    Nicole Santos | 24.02.2011 | 20.12H
  • minha senhora, porque é que não experimenta trabalhar a recibos verdes a ganhar uma miséria e a descontar cerca de 30% para a segurança social??? nunca teve a experiência pois não? pois a senhora viveu agarrada a tachos, que só provam que são tachos pois nem originalidade para escrever tem! e a senhora pergunta, então porque não muda de emprego? pq nao há! e vai outro para o meu lugar a receber a msm miseria e a descontar o mesmo!
    a senhora teve sorte de viver no tempo das vacas gordas, agora quem se lixa somos nós! só está a dar mais voz às pessoas que dia 12 vão manifestar-se contra as pessoas como você que estão-se a lixar para os jovens de hoje em dia!
    tiago | 24.02.2011 | 20.10H
  • 24.02.2011 | 20.09Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 20.05Hcomentário reprovado
  • A sra provavelmente nasceu na era de ouro em que bastava querer ou nem isso para encontrar trabalho ou abrir um negocio, infelizmente nao vivemos essa realidade. Nao insulto o seu artigo, pois em qualquer assunto tem que existir alguem no contra e acredito que a senhora nao acredite nas barbaridades que escreveu
    Nuno Lacerda | 24.02.2011 | 20.03H
  • Esta Sra não deve ter noção da quantidade de licenciados a trabalhar em lojas e caixas de super mercado e a ganhar 485 euros por mês! Tomara a eles que aproveitassem o Know how que aprenderam no ensino superior. Em vez disso criam as "novas oportunidade" o "programa ocupacional" e uns tantos estagios e o trabalho vai ficando garantido!
    Ana Faria | 24.02.2011 | 20.02H
  • 24.02.2011 | 20.02Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 19.59Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 19.58Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 19.58Hcomentário reprovado
  • E desde quando é que um "jornalista" chama parvos a uma geração inteira?.. temos mais uma Moura Guedes aqui?
    apague mas é este editorial só lhe ficava bem
    outro egocentrico | 24.02.2011 | 19.56H
  • 24.02.2011 | 19.55Hcomentário reprovado
  • Oh Isabel, coitada de ti, que vives noutra realidade ou és simplesmente ignorante de todo. Não deves ter filhos licenciados nos últimos 5 anos, ou se os tens, tens também umas boas cunhas para eles. Pobre de ti Isabel... que além de só dizeres disparates, és também mal educada. Parvo é este jornal, por deixar gente desta publicar estas coisas. Como deves saber, dia 12 haverá uma manifestação, e aí veremos se, como tu dizes: " (...) os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média (...)".
    Recém Licenciada | 24.02.2011 | 19.54H
  • Estes nossos comentadores de serviço"sempre os mesmos!"opinam sobre tudo e todos e do alto da sua ignorância, mas com ares doutorais dizem só enormidades de gente que quer manter os privilégios que elas e a família tem ,vá lá saber-se porquê?...Vá para a Rua minha senhora e veja em que Pais vive e para que população trabalha!!!
    Rogério mata | 24.02.2011 | 19.53H
  • Ó sra Isabel ao principio até estava meio irritado, mas pela quantidade e tipo de comentários que aqui o seu textozinho maravilhoso levou, acho que já pode meter na cabeça que está errada e não tem a real noção da situação que está a falar.
    So nao sabe quem nao passa por ela realmente... tenha dó
    Mais um Egocentrico | 24.02.2011 | 19.53H
  • Nem 8 nem 80. Não consigo criticar totalmente estas palavras, porque sei de muitos e muitos casos de malta que não quer é fazer nenhum, quer é arranjar um bom emprego onde não tenha de fazer nada e que no fim do mês, só porque tirou um curso superior, receba uma boa pipa de massa. Tudo o que seja arregaçar mangas e provar o que é que afinal sabe fazer, tá quieto ó mau. Por outro lado, também conheço muita gente trabalhadora e lutadora que se vê actualmente em condições muito precárias e muito instáveis. Que não sabem como é o dia de amanha e que não tem direito absolutamente nenhum em planear seja o que for, porque o futuro é uma grande incógnita e o que se ganha serve apenas para se sobreviver num dia-a-dia humilde sem lugar a "viver a vida".
    Mas o que me surpreende é que, nós, que trabalhamos no duro horas e horas a fio, noites e sábados, não reclamamos. Não temos sequer tempo para isso.
    São exactamente os que não querem fazer nenhum, que passam a vida a lamentar-se e a culpar tudo e todos pela sua total falta de capacidade em dar a volta por cima, em ir à luta e em frente. E sim, é preciso que nos sujeitemos a trabalhos mal pagos e sem garantias, porque de outra forma estaremos de braços cruzados a ganhar a "experiência do sofá", sustentados pelos pais que tb acham que o filhinho é mal empregue para certos trabalhos! Esta é que é a verdade! Quem trabalha e se esforça todos os dias e vive com o coração nas mãos, pouco ou nada se queixa. Porque sabemos que se não formos nós a fazer, ninguém o fará por nós. Recuso-me a ficar à espera de subsídios e bolsas e pão para malucos. Recuso-me a ficar à espera que a crise acabe e que voltem os tempos das vacas gordas. Mãos à obra! Isto está mau para todos! Há que lutar para que quando isto estiver melhor, nós já tenhamos bagagem suficiente para poder assumir empregos decentes, com regalias e direitos! Até lá, faremos o que fizeram os nossos pais e avós: sacrifícios para um futuro melhor!
    Paula Cunha | 24.02.2011 | 19.49H
  • Minha Sra, passou por completo à margem do problema e nem sequer me vou dar ao trabalho
    de a elucidar...
    Alfredo Correia | 24.02.2011 | 19.45H
  • Lamentavelmente percebe-se que há ainda muito boa gente que no seu "poleiro" se acha capaz de julgar e opinar sobre males que não são os seus... Não terá concerteza filhos ou se os ten, como muitos, conseguiu emprega-los, não pelo seu mérito curricular mas sim pelo factor "cunha" que aí sim há muitos licenciados por esse factor bem empregados no nosso país. Parece-me que poderá ter sentido o ultramar na pele mas não será até leviano falar como uma ex-combatente quando a´única trincheira que conhecerá será a sua secretária, aproveitando a mesma para se refugiar e emitir este tipo de opiniões concerteza pensando que o seu jornalismo é fantástico? Queria sensacionalismo? Conseguiu-o! Mas (sim porque há sempre o mas), da pior maneira impressionando pelo desconhecimento tão pouco tipico da classe jornalistica habitualmente tão bem informada e formada. Mas como em tudo há bons e maus profissionais...
    Pense apenas queem tempo de crise não se limpam armas e que muitos jovens mesmos licenciados terão que trabalhar fora da sua àrea e mal pagos para honrar os seus compromissos, nem todos vivem por trás de um grande nome dos papás e alguns pretendem vingar por mérito próprio! Muitos actualizam a sua formação à custa de empregos precários num país que só oferece precaridade a um jovem que no arranque de vida não se poderá dar ao luxo de pensar e portar-se como alguém como a sra. com a sua vida concerteza já estabelecida.
    Ganhar + 80% do que quem tem menos escolaridade só mostra quantas pessoas vivem no limiar do salário minimo!
    O novo hino para muitos jovens é ao fim ao cabo reclamar as "regalias" que a Sra. (presumo Dra.) teve no inicio da sua carreira, não se pede mais, apenas um país justo que enquadre profissionalmente os jovens de acordo com a sua formação e com remuneração compativel.
    Luis de Almeida Campos | 24.02.2011 | 19.45H
  • Achas mesmo que ter um curso superior nos dá um emprego onde se ganha duas vezes mais?? Só podes estar a gozar!! Hoje em dias os licenciados até tem que se sujeitar a estágio atrás de estágios sem serem remunerados só pra conseguirem aprender mais um pouco sobre a profissão que escolheram!! Precisamos é dizer basta a pessoas como tu que acham que os jovens de hoje em dia andam a estudar pra gastar o dinheiro dos nossos pais e do governo..
    Mary | 24.02.2011 | 19.44H
  • 24.02.2011 | 19.40Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 19.39Hcomentário reprovado
  • Há coisas que se atiram para ar de ânimo leve e esta, minha senhora, não é uma delas. Sim que há jovens que não fazem nada, sim que há gente que estuda e não aprende mas garanto-lhe que essa não é a maioria. Estudamos porque o mercado de trabalho o exige. Estudamos, principalmente, porque assim o exigimos a nós mesmos. A sra deveria tomar o exemplo e exigir a si mesma a virtude de descer do seu pedestal e olhar para o que realmente se passa com gerações posteriores à sua. Sabemos que a sua geração é maravilhosa e trabalhadora e que nós, como não passámos por infelicidades bélicas, somos apenas crianças mimadas. Sabemos que nós é que temos de mudar tudo porque pessoas como a sra não conseguem, realmente, mudar nada. Os meus sinceros parabéns por ter conseguido ultrapassar-nos na parvoíce! Parvo é também o Destak por conceder espaço editorial a alguém que tem uma noção da realidade tão irreal, ou seja, parva.
    Filipa Motta | 24.02.2011 | 19.39H
  • Estes são os filhos da nação, os herdeiros de Abril! ... querem ver que estamos a mais? Já é tarde para nos abortarem! Dia 12 de Março não faltem! Estes senhores é que precisam de ser abortados antes que destruam Portugal.
    Filho de Abril | 24.02.2011 | 19.39H
  • O artigo mais pseudo-intelectual que li! Só mostra que você não conhece Portugal. Olhe, para conhecer bem o nosso país, nada como viajar pela Europa, aprender outras culturas. Aí verá a realidade. Não lhe vou julgar porque não lhe conheço, mas detesto falsos moralismos como a sr demonstrou.
    oscarlex | 24.02.2011 | 19.37H
  • gostaria de saber qual é a denuncia ao meu comentário anterior... a Sr.ª dona Isabel pode escrever o que bem entende, e eu nao posso... enato está bem...
    RICARDO LIMA | 24.02.2011 | 19.34H
  • Senhora Dona Isabel, Leia, por favor, o meu comentário.
    Os mesmos que foram para a Guerra do Ultramar e que tiveram a sorte de voltar, conseguiram ter um trabalho logo no dia seguinte. E os pais desta minha geração saíam das faculdades com emprego garantido. A minha mãe, professora, foi colocada logo a seguir ao curso. Já o meu irmão, que tirou um dos cursos mais caros deste país, tem 33 anos, está farto de fazer estágios, mas - pasme-se - trabalha num call center porque não consegue trabalho. Ganha 300 euros por mês. Será preciso abandonar este país, para podermos sonhar com filhos, casa e estabilidade? Chama a isto de vitimização? Proponho-lhe um périplo pelo país. Saia à rua, converse com os jovens parvos que ainda sonham...
    Eu | 24.02.2011 | 19.26H
  • Se a Sr.ª dona Isabel stillBAD não se importar, permita-me a correcção, é que os parvos da geração parva, são no fundo fruto do que os parvalhões da geração rasca, introduziram. Se isto é um problema que pode ser resumido a geraçoes, estamos mal. eu acho que os cromos da geração rasca estão à rasca... Srª Isabel, diga-me, vive em que mundo? a crise não foi criada pelos parvos (da minha geração) mas sim, pelos rascas da sua... portanto não me venha com demagogias nem com percentagens, devia era ter vergonha em escrever tamanha barbaridade. em vez de escrever editoriais que tal fazer alguma coisa? use da sua posição para fazer algo, não para criticar os outros, shame on you stillBAD
    RICARDO LIMA | 24.02.2011 | 19.23H
  • 24.02.2011 | 19.16Hcomentário reprovado
  • agradecia caro joao fonseca que não viesse aqui insultar os portugueses pq acredite há gente que trabalha muito e tenta sair da situção em que está e não conesegue
    ... | 24.02.2011 | 19.15H
  • E o Parvo sou eu?! Minha Senhora, pelos visto você não teve as mesmas dificuldades que os desta geração. Dou graças a Deus meus Pais me terem pago a Universidade pois prova que tiveram fé e confiança em mim para fazer algo da minha vida... da mesma forma respondi e procurei trabalho. Mais uma vez foi graças ao estatuto do "Canudo" que estou onde estou: Fora de Portugal. Pois em Portugal... só mesmo com Nome e Cunha se consegue entrar na sua realidade ( que está presa aos anos 50, pelos vistos...) e mais lhe digo: Pessoal com Curso Profissional safasse muito melhor do que 75 % daqueles que andaram nas universidades... Pois mecânicos fazem falta... e de certo que aqueles onde leva o seu carro para arranjar, nem o 12º o fizeram. O pão que come ou o bolo com que se delicia, são feitos pela mesma classe trabalhadora. E sim, o País só anda por dessa mesma classe e disso eu não tenho dúvidas... Agradeça aqueles que não têm "canudos", pois senão não teria carro arranjado, nem pão para comer...
    E pelo que tenho visto nas noticias, de certo que o seu texto é o resultado de passar mais de uma hora com o telemóvel: mexeu com o seu cérebro...
    Castelo | 24.02.2011 | 19.13H
  • 24.02.2011 | 19.11Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 19.08Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 19.07Hcomentário reprovado
  • Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Muito bem dito
    ComeNabo | 24.02.2011 | 19.04H
  • TIREI O MEU CURSO, NUMA BOA UNIVERSIDADE, por mérito. Trabalhei uns anos em portugal e depois agarrei uma oportunidade no estrangeiro. Custa sair de casa do papá. é mais fácil ficar a invejar quem ganha e pode passar férias nesse rico pais e constatar, com alguma tristeza, que nunca vai passar da cepa torta. que gentinha tão idiota e triste. viagem mais um bocadinho e tenham coragem de fazer alguma coisa. mais uma caminhada de idiotas que não vai resolver nada. continuam todos satisfeitos a votar nos mesmos, miseráveis a insultarem-se uns ao outros... esquecidos na periferia...... paciência
    João Fonseca | 24.02.2011 | 19.02H
  • 24.02.2011 | 18.56Hcomentário reprovado
  • Finalmente, alguém com os olhos abertos
    Taty | 24.02.2011 | 18.55H
  • 24.02.2011 | 18.55Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.55Hcomentário reprovado
  • Para fazer o comentário Nº800: Responda a estes comentários todos.
    res | 24.02.2011 | 18.47H
  • 24.02.2011 | 18.46Hcomentário reprovado
  • Tanta malta, nos call-centers onde eu trabalhei, que tinham DOIS empregos, o "normal" e aquele, onde trabalhavam mais 4 ou 5h.
    (Agora, assim, de repente, lembro-me de uma colega que trabalhava - em call-center - 7h num local e mais 6h noutro...) Malta com cursos ou sem cursos. Era igual - ter ou não ter é igual. O trabalho que arranjas é sempre o mesmo. O pagamento é sempre o mesmo. A única maneira de aprender a não julgar é passar por idêntica situação.
    d. | 24.02.2011 | 18.44H
  • É triste verificar que só através de notícias polémicas e sem qualquer fundamento é que esta senhora procura promover o seu jornaleco. Não deve com TODA certeza viver no mesmo Portugal que eu, no qual investi numa formação superior (PARA A QUAL TIVE DE FAZER UM EMPRÉSTIMO, AO CONTRÁRIO DO QUE ESTA SENHORA DIZ, E O QUAL ESTOU A PAGAR NESTE MOMENTO COM BASTANTE ESFORÇO) e verifico que uma senhora que (dignamente) efectua limpezas domésticas ou mesmo uma lojista, recebe um salário igual e por vezes maior que eu (sendo que eu trabalho num HOSPITAL). E que tal sair do seu poleiro confortável e ver com olhos de gente o que se passa na realidade, em vez de julgar aqueles que se encontram numa situação na qual claramente nunca se viu?!
    Ana Rita Picado | 24.02.2011 | 18.43H
  • 24.02.2011 | 18.40Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.39Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.38Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.34Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.33Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.32Hcomentário reprovado
  • Bem, acho que a senhora "Stilwell" terá a oportunidade de "aprender alguma coisa" com a leitura destes 770 comentários.
    André Adónis | 24.02.2011 | 18.31H
  • 24.02.2011 | 18.30Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.26Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.23Hcomentário reprovado
  • Sou de outra geração e também não concordo a 100 € com a letra dos Deolinda. Agora quando esta Sra. vem falar de números sem falar da fonte (e olhe ó faz favor, eu aprendi isto na Faculdade) importa perguntar se os nºs foram retirados de alguma máquina de calcular ou de algum horóscopo. Falo da minha área: o estágio em advocacia não é remunerado, nunca o foi, facto com o qual discordo in totum, aliás, só contrato um estagiário se tiver condições para lhe pagar. As pessoas têm de ser preparadas mas também têm de ser motivadas e ter condições para iniciarem as suas vidas. De um inquérito efectuado em 2005, chegou-se à conclusão que mais de 60% dos advogados, com 3 anos de profissão, ganhavam em média, por mês, 500 €, e daí surgiu, na altura, a geração dos 500. Não confundam advogados com sócios de sociedades de advogados, por favor.
    Devido, também, à crise, todas as profissões estão a ser afectadas, mas éa latura de acabar com a exploração das pessoas. Vou estar em Lx no dia 12 com a geração abaixo da minha, porque sempre pensei assim
    HS | 24.02.2011 | 18.23H
  • 24.02.2011 | 18.21Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.21Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.18Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.18Hcomentário reprovado
  • Que opinião tão parva. Explique melhor o que quer dizer com "passando activamente a ser parte da solução". O que sugere que façamos? Que artigo infeliz e que não contribui em nada para a resolução deste problema. A situação é tão grave que só um parvo é que não vê..
    Um parvo | 24.02.2011 | 18.16H
  • Sempre me ensinaram que quando não sei do que falo, o melhor é estar calada. E no seu caso, ao escrever o que escreveu, só mostra o quanto é ignorante relativamente à situação que, se Deus quiser, vai levar os portugueses à rua, no dia 12 de Março. Se há coisa que abomino são as generalizações! Sim senhora, há jovens que a única coisa que sabem fazer é reclamar, sem contudo saberem do quê. Mas também há muitas pessoas, não assim tão jovens, fartas de trabalhar, que continuam a ser sugadas por impostos, atrás de impostos, atrás de impostos, sem terem quaisquer direitos assegurados! O trabalhador independente dos dias de hoje é tudo, menos independente! Está dependente do trabalho que há (ou do trabalho que lhe dão), por conseguinte dos patrões... É escravizado, porque o seu trabalho é precário! E como sabe que se for para o desemprego não tem direito a NADA (mesmo pagando muito mais do que um trabalhador por conta de outrém), tem de aceitar tudo e mais alguma coisa! Isto é ou não é escravidão? Já percebi que está habituada a olhar para trás, para o tempo da guerra no Ultramar... Mas se queremos que este país ande para a frente, temos é de olhar em frente! Por isso, faça-nos a todos um favor: olhe em frente, veja o que nos espera e depois, sim, dê a sua opinião de forma mais fundamentada...
    Marta Serra | 24.02.2011 | 18.15H
  • Tiago, minha besta, o 25 de abril não serviu para nada. construimos muito pouco. os portugueses são demasiado invejosos. povo tacanho. Claro que sobra para os ladrões (que roubam em vez de invejar) e para os verdadeiramente esforçados e maiores de espirito. amo portugal pela sua terra não pelas caracteristicas que definem alguns que aqui escrevem. sejam mais amigos.
    david moura | 24.02.2011 | 18.15H
  • 24.02.2011 | 18.13Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.11Hcomentário reprovado
  • alcides costumo ler os dois. dependendo das edições um é melhor que o outro. Neste caso, preferi o Destak. Este editorial, bom ou mau lançou um alvorço como não via há muito. E os cobardolas precisam é disto
    Jorge Pereira | 24.02.2011 | 18.11H
  • "Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles?" Isabel Stilwell. Os nossos pais cantaram "25 de Abril SEMPRE!! Agora a história é outra e os jovens, como já o tinham feito outros antes, voltam a emigrar para terem uma vida melhor.
    Tiago | 24.02.2011 | 18.11H
  • Eu sempre gostei mais do Destak mas agora vou passar a ler o Metro. Esse sim é um bom produto que contribui para que milhares de pessoas possam andar informadas diariamente sem ter que ler que são parvas. A partir de agora só quero o metro
    joão alcides | 24.02.2011 | 18.08H
  • Talvez a senhora Isabel Stilwell não tenha percebido o basico da questão da música. Aquilo é uma metáfora e está a ironizar a sitação que vivemos hoje em dia, logo parva no verdadeiro sentido da palavra só vejo uma....
    Mário M. | 24.02.2011 | 18.07H
  • 24.02.2011 | 18.04Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 18.03Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.57Hcomentário reprovado
  • como é publicitado no topo do site, este editorial deve ter sido ditado por telemóvel e mexeu com o cérebro da srª....
    já para não falar no termo 'mexem'.... enfim, basileirices...
    Luis Pedro | 24.02.2011 | 17.56H
  • 24.02.2011 | 17.55Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.52Hcomentário reprovado
  • Eu sou licenciada, não por Bolonha. Tirei dois mestrados fora do país. Como sou teimosa, decidi que queria trabalhar só na minha área. Fiz três estágios, dois dos quais grátis, porque precisam de seis meses para perceber se querem contratar a pessoa ou não (normalmente não, arranjam um novo estagiário a quem não têm de pagar nem comprometer), o outro com ordenado mínimo, que ia quase todo em deslocações e alimentação obrigatória, visto que era longe de casa.... Tive sorte quando finalmente encontrei alguém que me quis pagar. 250€/ mês. Felizmente os meus pais, apesar de terem a mesma idade, são pessoas bem mais inteligentes, e percebem que este país está mesmo só é para os "parvos"....
    TRP | 24.02.2011 | 17.51H
  • Coitadinha da Isabelinha que anda a ficar com a vista turba!
    Carlos | 24.02.2011 | 17.48H
  • 24.02.2011 | 17.48Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.44Hcomentário reprovado
  • Senhora Isabel StilWel quase que ultrapassou o socrates nos meus alvos a abater! Mais uma coluna destas e penso seriamente nisso!
    Oh meu Deus... O jornal Destak e as suas pérolas! Que gozo!
    Leonardo Serras | 24.02.2011 | 17.43H
  • Embora sinta que quem o diz neste editorial fale um pouco sem conhecimento da verdadeira questão, não posso de deixar de perceber o apelo à "não vitmização" estudantil. Um reparo apenas: Não somos apenas nós, estudantes, que temos de aplicar o que aprendemos, mas todos, sem excepção, devemos reconhecer que sim, somos parte activa da solução. Em certa medida, creio que necessário será, mais do que nos afirmarmos como "desempregados, precários e escravos" como massa cinzenta de uma sociedade que precisa de crescer e de acreditar em todo o potencial que possui. Mais do que o "queixume" que nos é cultural, a verdadeira questão estará em agir, confiando nas nossas potencialidades. Somos jovens e isso deve corresponder a força, coragem e determinação e não apenas a queixarmo-nos num ciclo interminável e sem soluções. Nós ditamos as soluções.
    Arnold | 24.02.2011 | 17.43H
  • 24.02.2011 | 17.42Hcomentário reprovado
  • Acho extraordinário o facto de ainda ninguém ter percebido que o artigo "parvo" da Isabel Stilwell (bonito nome por sinal), sobre esta geração "parva" é apenas uma provocação, também ela "parva", é verdade, e que o único objectivo foi provocar reacções. E conseguiu-o. Parabéns por isso. No entanto, arrisca-se a que o resultado esperado não seja bem aquilo que estava à espera...porque já está a tornar-se viral nas redes sociais. No fundo é apenas uma opinião de uma editora de um jornal, nada mais que isso. Acho que estão todos a dar demasiada importância a isto. Mas tenho de salientar e louvar o poder de argumentação de algumas pessoas desta geração "parva". Bravo
    Pedro Pereira | 24.02.2011 | 17.41H
  • É esta a actual Directora do Destake?
    "Destake - Dá que falar", acrescento, "por tão parvo que é". Jornal Gratuito? Com artigos destes eu até contribuio para o jornal parar de circular!
    Não abrirei outro Destake enquanto me lembrar do que escreveu aqui; Felicito os autores de alguns maravilhosos comentários que se encontram aqui!
    João Rodrigues | 24.02.2011 | 17.41H
  • 24.02.2011 | 17.40Hcomentário reprovado
  • Devia ter vergonha de escrever um editorial destes! Fique sabendo que tenho uma irmã com 29 anos, curso superior, experiência no estrangeiro, esteve 9 anos na mesma empresa e anda há 1 ano à procura de emprego e nada. Vai a N reuniões por mês, dizem sempre maravilhas e nunca consegue nada, porque ela é orgulhosa, lutou pela sua educação e não pede cunhas para conseguir colocação.
    Se você soubesse o que a vida realmente custa não escreveria uma pouca vergonha de um editorial desses.
    Até me admira como é que os jornalistas do Destak não mandaram os lápis ao chão em protesto de a verem chegar no dia a seguir. Vergonha!!! É um insulto para todo os jovens licenciados que estão no desemprego!
    E se tiver alguma coisa a dizer faça favor pois o nome e o email não são falsos sim sra.
    Pedro Henriques | 24.02.2011 | 17.39H
  • "os números indicam..." minha pobre amiga, você claramente deve ter chumbado a matemática quando andava a fazer a sua formação.
    mats | 24.02.2011 | 17.39H
  • 24.02.2011 | 17.38Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.36Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.35Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.34Hcomentário reprovado
  • "A parva da Geração Parva" ... belíssimo título narcisista. Só pode, com um artigo destes.
    ngia | 24.02.2011 | 17.34H
  • Generalizações perigosas... Vais ver quem é a geração que te vai pagar a reforma e meter num lar... HAHAHHA quem ri por último ri melhor!!!
    anónimo | 24.02.2011 | 17.32H
  • 24.02.2011 | 17.29Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.29Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.28Hcomentário reprovado
  • Agora o que devia fazer era agarrar neste feedback todo que teve aqui e construir agora sim um artigo de verdade!
    Faça isso!
    Rita | 24.02.2011 | 17.25H
  • 24.02.2011 | 17.23Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.22Hcomentário reprovado
  • Pedia-lhe por favor que revelasse as fontes de onde retirou esta informação ("Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional") pois não se referem ao meus país que é Portugal. 80%? maioria? estou confusa. Tem razao. Nao aprendi nada no meu curso
    Patrícia | 24.02.2011 | 17.21H
  • 24.02.2011 | 17.19Hcomentário reprovado
  • PÉSSIMO!!! ainda por cima... um Editorial! Que falta de profissionalismo e simultaneamente uma visão tão errada... Cito o que atirou a primeira pedra: "uma boa oportunidade de teres ficado calada"
    KYNOS | 24.02.2011 | 17.18H
  • Parva fui eu por ter pedido segundos do meu tempo a ler um artigo parvo de uma autora mais do que parva. Sinceramente... mais valia estar calada. E ainda ganha dinheiro a escrever artigos destes! Assim se vê onde se gasta o dinheiro mal gasto!
    Sandra Brás | 24.02.2011 | 17.18H
  • Gostaria de colocar uma questão muito simples à Sr.ª Dr.ª Isabel Stilwell e que no fundo poderá ser a resposta ao porquê da opinião que expressa no jornal que dirige: Quais foram ou têm sido as suas grandes dificuldades profissionais?! Obviamente que esta opinião não foi dada com conhecimento de causa, porque se tivesse sido e tivesse passado pelo que a maioria dos recém-licenciados passa, provavelmente escreveria algo no mínimo, diferente!!!!!
    MGSRT | 24.02.2011 | 17.17H
  • 24.02.2011 | 17.15Hcomentário reprovado
  • "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída" - faço-o todos os dias da minha vida minha querida, mas se os parvos dos meus pais não me pusessem a comida na mesa.. olhe que o parvo do curo também não punha e sim, escravos? tem razao... nao andamos ao sol a levar com chicotes.. trabalhamos ao frio e a chicotada é psicológica.. quiça bem pior. obrigada pela sua estupidez, e como diz o outro "por um país mais POBRE" A SENHORA ESTÁ A CONTRIBUIR, OS MEUS PARABENS
    Patrícia | 24.02.2011 | 17.15H
  • Antes de mais, boas tardes.
    O que penso sobre este artigo é o seguinte.
    Dra Isabel Stilwell, a sua opinião não a quero desrespeitar, mas vamos fazer a seguinte prova.
    Desista do trabalho que tem no momento, apenas por 6 meses vá, tire um curso superior de uma outra área o que lhe vai custar cerca de 15000€ ( só assim por alto, para não se assustar ), e quando o acabar, procure então um emprego na área.
    Trabalhe lá outros 6 meses, e mantenha a sua casa, e os seus filhos na posição onde se encontram de momento.
    Parecia-me um excelente exercício para comprovar o que aqui está escrito.
    já agora, quando procurar trabalho, não o faça através de alguém que conhece, mas sim, através do método "normal".
    Após isso, gostaria de saber se não concorda com a letra da musica.
    Quanto ao resto.. os pais para o ultramar, e já agora os avós a cultivar, pois era disso que viviam.
    Hoje se eu quiser viver do que cultivo, tenho que ter um curso superior em agronomia (15000€ em publicas óbvio), e após isso tenho que ter cuidado, pois como diz um amigo "e mesmo assim não podes cultivar porque a UE não deixa pois na altura o nosso actual Presidente da República vendeu as nossas quotas aos outros membros da União".
    Obrigado então por partilhar a sua opinião, é sempre bom saber que nem todos pensamos da mesma maneira.. nem comento o resto, que já perdi tempo demais a ver isto, e devia estar a ESTUDAR, já que gasto mais do que algum dia vou ganhar,é melhor aproveitar o tempo..
    Fábio Félix | 24.02.2011 | 17.14H
  • 24.02.2011 | 17.14Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.09Hcomentário reprovado
  • Se a nossa geração foi denominada de "rasca" e afinal o que está é "à rasca", com a fotografia de braços cruzados e o seu sobrenome acabei de perceber qual a denominação para a vossa... GERAÇÃO "STILL WELL”! Se ainda lhe juntarmos o texto magnífico, só uma coisa me ocorre, job for the girls.
    JM | 24.02.2011 | 17.07H
  • 24.02.2011 | 17.07Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.07Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 17.04Hcomentário reprovado
  • Apreciei muito todos os comentários que li atentamente, apesar de continuar a ser muito difícil compreender as ideias que aqui se expressam, muito devido aos erros ortográficos e de dactilografia (pois eu sei, é linguagem sms). Tenho a dizer que sempre achei que todo o bom português não o é se não tiver uma boa capacidade de se vitimizar e atirar a culpa para cima de um "ente" desconhecido e imaginário. De qualquer maneira concordo com quem diz, que pessoas como a que escreve este artigo, estão completamente fora da realidade.
    Manuel Forjaz | 24.02.2011 | 17.02H
  • 24.02.2011 | 17.01Hcomentário reprovado
  • Mais interessante do que artigo da Drª Isabel Stiwell é a catadupa de reacções e de comentários que provocou. Tudo parece estar maduro para esta malta finalmente lutar para mudar alguma coisa: "aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida".
    Renato Roque | 24.02.2011 | 17.00H
  • 24.02.2011 | 16.59Hcomentário reprovado
  • Essa senhora não me parece que tenha estado no Ultramar, logo nem devia chamar "à baila" quem lá esteve. Não me parece que tenha nascido numa classe baixa, logo também acho que nunca passou qualquer dificuldade. O que me parece realmente é que devia estar sob o efeito de qualquer bebida bem forte para escrever como escreveu. Devias trabalhar a recibos verdes, como eu trabalho à anos (não por opção) sem nenhum dos direitos pelos quais o povo lutou para adquirir para ver realmente o que te doía sustentar a família. Sem qualquer ofensa para quem escreveu o texto, apesar de me estar a ofender a mim e a todos aqueles que trabalham nas condições em que trabalho, e não só, , acho que o título do texto foi também muito mal escolhido; por mim acho que "A PARVA DO TEXTO PARVO" seria muito mais lógico.
    Luís Neves | 24.02.2011 | 16.59H
  • 24.02.2011 | 16.56Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.55Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.55Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.53Hcomentário reprovado
  • Eu acho graça a quem está sempre a referir que a culpa é de todos, que os jovens não querem é trabalhar, que as gerações anteriores passaram por isto e por aquilo.
    Em primeiro lugar a culpa é de todos? Só se for vossa e desta senhora. Quem é honesto e trabalhador e sempre cumpriu com todas as obrigações não sei que culpa tem no cartório. Trabalho desde os 18 anos de idade sempre a descontar, nunca estive sequer no fundo de desemprego, portanto não percebo que culpa tenho eu em alguma coisa. Desde que tirei o curso sempre trabalhei como técnico superior, e passados estes anos, estou na tabela como técnico superior e recebo 743 euros limpos... Se a senhora acha que é ordenado de 1º mundo então deve estar muito enganada. Isto quase que não é o ordenado mínimo da maioria dos países de primeiro mundo.
    Em segundo - os jovens não querem trabalhar. A maioria quer, agora não sei se a senhora sabe, mas a maioria dos cargos minimamente decentes estão ocupados por cunhas... sim, CUNHAS. Em todo o lado a toda a hora. Quanto à questão dos jovens acabarem os cursos e terem que se fazer à vida... pois.. em alguns países do primeiro mundo, como países do norte da europa, as vagas para os cursos são definidas em função do número de pessoas que o mercado precisa nessa área, e as universidades têm acordos com empresas e quem se esforçar tem emprego garantido... Portanto, a triagem é feita antes, Quando se vai entrar para a universidade. Isso sim deveria ser muito mais selectivo. Quem tem unhas é que toca guitarra. Talvez se essa triagem fosse feita antes, as coisas fossem diferentes.
    Mentalizem-se de uma coisa. O nosso pais podia ser o paraíso. É tão simples como ir COPIAR.. bastava copiar.. os modelos que têm dado bons resultados. Por exemplo, se a suécia tiver um bom sistema de saúde basearmo.-nos nele.. se outro país tem um bom sistema de educação basearmo.nos nele.. Nem é difícil.. hoje em dia saber essas coisas está à distância de um clique. Agora, será que quando tudo estiver certo e organizado, a classe política e amigos vão conseguir manter a vida luxuosa que têm mantido até aqui? Pois... não vão. Aí está o único problema. Pois bem, se estes senhores todos que (atenção que não sou eu nem você Dona Isabel Stilwell, que somos pagos para gerir o país) não são capazes de nos governar então terão todos que ser responsabilizados, porque eu não sou pago para isso nem é da minha competência. Já agora explica isto:
    Nenhum governante fala em: 1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados; 2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode; 3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego; 4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. 5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados? 6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...; 7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia. 8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades; 9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País; 10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes... 11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado; 12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc; 13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes 14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....; 15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder... 16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar; 17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. 18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP; 19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora. 20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos. 21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público. 22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD). 23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ; 24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...; 25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam; 26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise"; 27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida; 28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos. 29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois. 30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
    Francis | 24.02.2011 | 16.53H
  • 24.02.2011 | 16.50Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.49Hcomentário reprovado
  • Parvo é o patrão que prefere barato a bom. Parvo é o BMW que dá trabalho ao puto com o 12º porque é mais barato em vez de comprar qualidade "certificada" por uma universidade. Parvo é o senhor que dá emprego a esta "pseudo-jornalista". Parva é a senhora que trabalha num jornal que vive de publicidade e se acha no topo do Mundo. E parvos somos nós que damos visibilidade a esta senhora jornalista, que tem licenciatura ou coisa que o valha, mas não o parece. É o típico sindrome de \"só-há-6-pessoas-no-mundo-e-os-outros-5-são-ma is-estúpidos-que eu".
    Carlos Eduardo Viana | 24.02.2011 | 16.48H
  • acho que fiquei mais PARVO por ler isto.
    :(
    A_BESTA | 24.02.2011 | 16.47H
  • 24.02.2011 | 16.47Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.46Hcomentário reprovado
  • MMM: Parabéns pelo seu texto.
    Está cheio de razão. Tenho noção das injustiças que existem, mas também há muita falta de preparação e competência.
    Quer um exemplo?
    Foi necessário estar aqui bastante tempo para encontrar um texto coerente e fundamentado como o seu.
    E isso deixa-me muito triste.
    Esta é a minha geração. Obrigado por ter partilhado a sua opinião comigo.
    Joaquim | 24.02.2011 | 16.44H
  • 24.02.2011 | 16.41Hcomentário reprovado
  • SINDICATOAOSRECIBOSVERDES™
    ruioparvo | 24.02.2011 | 16.38H
  • 24.02.2011 | 16.35Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.33Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.31Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.31Hcomentário reprovado
  • Caro Joaquim (e desculpe dirigir-me a si quando decerto existirão mais comentários abaixo no mesmo tom), o que diz faria todo o sentido se vivêssemos numa meritocracia. E esclarecido como me parece (sem ironia), terá de concordar que não é o caso, mesmo que tenha sido o seu. Dou-lhe o exemplo do melhor aluno da minha universidade, num curso de comunicação: média acima de 18, elogiado por todos os professores independentemente da área do curso em questão. Ah, não bebia. E se gostava de droga é um sacana porque nunca partilhou. Findo o mesmo, quase três anos de desemprego apesar da busca incessante, e aqui incessante não é de forma alguma uma hipérbole. O Joaquim pode argumentar que é um curso de comunicação e que deveríamos ter escolhido outro com maior saída. Pode até argumentar que a universidade não é das melhores e tem razão (só não refiro o nome da instituição porque me parece um ataque público desnecessário). Mas acha mesmo que ele - ou eu, para o que valha - estava naquele curso porque era o mais fácil? Ou que este aluno não teria competências para o mercado de trabalho? Como este, conheço mais casos e não consigo deixar de sentir uma ponta de inveja quando diz que todos os ex-alunos que conhece com esta média estão empregados. Acredite que teria de aturar muito menos depressões. O Joaquim pode estar muito bem na vida, mas eles não, apesar de um esforço não muito diferente do seu (salvaguardadas as devidas diferenças relativas a aspectos da sua vida que desconheço). E estão aborrecidos. A Drª Stilwell diz-nos para deixarmos de ser mariquinhas porque se nós cantamos isto, o que cantariam os nossos pais que foram para o Ultramar. Nem vou aprofundar muito a comparação, que é tão válida como dizer: "Dêem graças a Deus por não viverem durante a revolução industrial e terem de começar a snifar carvão aos 8 anos". Mas vou às músicas. Os nossos pais cantavam. E tanto cantaram que aconteceu o 25 de Abril, que a Drª Stillwell parece ter esquecido, apesar de pelo aspecto se poder afirmar com certeza que andava por cá na altura - tanto em 74, como na revolução industrial (fácil, fácil, eu sei, mas não resisti). É lógico que agora não vai acontecer o mesmo. Mas há contestação e razão para existir. Só vivendo numa torre de componentes de silício é que não se percebe isso.
    MMM | 24.02.2011 | 16.30H
  • 24.02.2011 | 16.26Hcomentário reprovado
  • CALENDÁRIO INGRICULA:
    Janeiro
    Prosseguir a preparação de canteiros, talhões e leiras, cuja terra deverá ficar muito limpa, fofa e sem torrões. Como neste mês são frequentes as geadas, as plantas devem ser cobertas de noite. com esteiras, giestas, urzes, etc.
    Semeia-se fava, ervilha, alface, rabanetes, couve-flor, bróculo, repolho, cebola, cenoura, etc.
    Criar em viveiros todas as hortaliças. Fevereiro
    Cavar, ou lavrar a fundo, os terrenos que estejam livres e em bom estado de enterrar estrumes e adubos fosfatados. Para a sementeira de melões, pimentos e tomateiros, preparar camas quentes.
    Semear: abóboras, acelgas, alface, alho-francês, beterraba, cebolas, cenouras, coentros, couve-flor serôdia, couve-de-grelos, espargos, ervilhas, espinafres, favas, feijão, malaguetas, melancia, nabiças, nabos serôdios, pimentos, repolho, salsa, tomate, tronchudas.
    Plantar batata.
    Março
    Continuar os trabalhos iniciados em Fevereiro, nomeadamente os respeitantes a adubações, correcções, lavras e cavas, preparando-se os terrenos para as sementeiras e plantações para o presente mês e seguinte.
    De preferência regar pela manhã, caso se verifique falta de água por escassez de chuvas, os talhões onde se efectuaram as sementeiras.
    Proceder, se o tempo o permitir, às primeiras sachas das alfaces, alhos e outras culturas em desenvolvimento.
    Semear: milho, trigo de primavera, cevada, luzerna e outras forragens, linho, abóboras, alfaces, beterraba, cenouras, ervilhas, espinafres, feijões, melancias, melões, nabiças, rabanetes, salsa, tomates e pepinos.
    Plantar ou transplantar: batatas, cebolas, couves e espargos.
    Abril
    Sachar, mondar e, se necessário, regar, de preferência nas primeiras horas da manhã. Defender a horta dos ataques dos insectos e das lesmas com pesticidas apropriados. Semear: abóbora, alface, chicória, couve-galega, espinafre, ervilha, feijão, melancia, melão, nabiças, pepino e rabanete. Plantar ou transplantar: alface, batata, cebola, chicória, couves, pimentos e tomates. Maio
    Prosseguem as sementeiras periódicas (quinzenais) de feijão (para colher em vagem) e de ervilhas. Assim se consegue ter feijão verde e ervilhas durante alguns meses. Continua a sementeira de plantas e monda-se, sacha-se e rega-se os alfobres. Rega-se as hortas de preferência à tardinha, para que a terra conserve por mais tempo a água absorvida e ser mais facilmente aproveitada pelas plantas.
    Junho
    Prosseguir com a preparação dos canteiros - regas, sachas, mondas, incorporação de estrumes, etc. Semear: alface, chicória, feijão, nabiças e rabanete. Plantar ou transplantar: alface, chicória, couve galega. Colheita de: alface, batata, chicória, couves, espinafres, nabiças e rabanetes.
    Julho
    As regas são de grande importância neste período, e devem ser efectuadas à tarde e de acordo com as necessidades das plantas.
    Semear: acelgas, agriões, alface de Outono e Inverno, beldroegas, bróculos tardios, cenouras, chicória, couve de Bruxelas, couve-nabo, couve-flor tardia, ervilhas, feijão (de trepar e anão), nabo, rabanetes, repolho de Inverno, salsa.
    Agosto
    Preparar o terreno para as sementeiras e plantações do próximo Outono. Regar pela fresca e sachar. Limpar os morangueiros, cortando-lhes os estolhos ou deixando só os necessários para a multiplicação. Fazer a sulfatação e enxofra dos tomateiros.
    Semear: acelgas, agriões, alface, beldroegas, cebolas, cenouras, couve-nabo, espinafres, favas, feijão, nabo, rabanetes, ervilhas, repolho de Inverno, salsa.
    Setembro
    Continuar a preparação dos talhões para as próximas sementeiras e plantações de Outono-Inverno, efectuando cavas fundas e procedendo ao enterramento do estrume e dos adubos.
    Cuidas das hortaliças (bróculo, couve-flor, penca e repolho), que deverão ser estrumadas ou tapadas a meio do mês, se o não tiverem sido antes.
    Semear: agriões, alfaces, azedas, beldroegas, cebolas, cenouras, chicórias, coentros, couves-flor, repolho, ervilhas, espinafres, favas, nabos, rabanetes, salsa, segurelha, etc.
    Outubro
    Prosseguir a preparação dos terrenos, cavando-os ou arando-os e estrumando-os abundantemente.
    Defender as hortaliças contra a possível aparição de geadas, por meio de folhas secas, caruma, palha, feno, etc.
    Semear: ervilhas, favas, lentilhas, nabos, rabanetes, cenouras, espinafres (que se colhem pelo Natal), coentros e agriões.
    Plantar: espargos, couves, beterrabas, morangueiros e alhos.
    Os alhos devem plantar-se cedo e agradecem uma boa adubação potássica.
    Novembro
    Preparar os talhões e os canteiros destinados às sementeiras e plantações de Primavera. As estrumações são indispensáveis.
    Desbastam-se os nabais, aproveitando o produto do desbaste para dar ao gado.
    Semear: alface, beterraba, cebola, chicória, tomates, couve galega, nabiças de grelo, nabo redondo, rabanetes, ervilhas, favas e salsa.
    Proteger contra as geadas as plantas mais susceptíveis, com abrigos plásticos, esteiras, etc.
    Dezembro
    Preparam-se talhões e canteiros para as culturas próprias da época e, também, para as da próxima Primavera.
    A terra tem de ficar bem afogada e sem torrões, incorporando-se nessa altura o estrume, que convém não estar completamente curtido, no caso de se tratar de canteiros destinados às culturas de Primavera.
    Semear: cebola, couves, nabiças, rabanetes, espinafres, agriões, alfaces, favas, ervilhas e cenouras.
    Plantam-se: chicórias, couves diversas (nomeadamente repolho e couve-flor), estolhos de morangueiros, alhos e cebolas.
    INGRICULTOR | 24.02.2011 | 16.26H
  • PEDRO OLIVEIRA: Não gostas de pontos finais?
    bichinho_da_gramática | 24.02.2011 | 16.23H
  • Bom, não ha muito a dizer, aliás, é até bastante simples. Por isso é que o Destak é o que é..."um jornal de referência". (não quero com isto desrespeitar a restante classe trabalhadora desta "publicação"
    Marta Gregório | 24.02.2011 | 16.22H
  • D.Isabel o que eu acho mais parvo nesta geração é haver pessoas que recebem dinheiro para fazer artigos ignóbeis. Ou melhor haver pessoas que em vez de participar activamente na sociedade e fazerem alguma coisa de útil pela mesma põem-se somente a dar opiniões. Mas provavelmente são pessoas que nunca receberam a recibos verdes, ou tiveram contratos a termo e muito menos tem moral para falar da guerra do Ultramar, visto que hoje nem colónias temos.O papel de vitimas de que fala, na verdade, é uma sociedade que não se resigna perante as atrocidades que cometidas todos os dias contra as pessoas que lutam por uma vida melhor.Oxalá tenha uma vida desafogada e não tenha que batalhar por vida melhor, pois assim pode sempre desabafar o que bem lhe apetece...
    Gonçalo Bastos | 24.02.2011 | 16.22H
  • COMO PLANTAR ERVILHAS?
    Apesar de ser pouco divulgado em Portugal, é possível cultivar ervilhas não só pelas suas vagens, mas também para consumo das folhas tenras e rebentos, têm um sabor semelhante às “mangetous”(ervilhas que se colhem e consomem antes da vagem estar completamente formada) e que são deliciosas, as folhas e rebentos podem ser utilizadas salteadas ou em sopas ou saladas, tal como utiliza os espinafres.
    Caso possua uma estufa poderá cultivar ervilhas todo o ano, poderá mesmo cultivá-las em vaso numa varanda ou terraço desde que mantenha sempre o solo húmido e as plântulas borrifadas, convém plantá-las em local e fresco e com luz, quando as plantas atingirem cerca de 5cm de altura poderá colhê-las, deixando duas folhas em cada caule para que voltem a crescer e dar-lhe possibilidade de uma nova colheita.
    As ervilheiras dão-se bem com as cenouras, nabos, rabanetes, pepinos, milho, feijoeiro e batateira, assim como muitas ervas aromáticas, não se desenvolvem bem com a cebola, o alho ou os gladíliolos.
    Enterrar a planta depois da colheita ou introduzi-las na pilha de composto pois como todas as leguminosas são benéficas para o solo ajudando a fixar o azoto.
    Para combater os pulgões das ervilhas, junte cinzas de madeira na base da planta ou borrife com um preparado biológico de piretro
    INGRICULTOR | 24.02.2011 | 16.21H
  • Entretanto o que esta senhora quer dizer é que a juventude de hoje em dia faça o que se pretende dela, "comer e calar" , como era habito no tempo do Salazar e que nós jovens, continuemos a viver e a alimentar o sistema vigente, onde os gordos ficam cada vez mais gordos e os magros cada vez mais magros, sem se perceber que os problemas de emprego e economia foram criados por múltiplos erros dos dirigentes políticos e empresariais deste país que à custa da ganancia e luxuria hipotecaram o país e o futuro dos jovens, e é por isso que esta primeira década do séc XXI tem tão elevado numero de imigração ao nível da década de 60, agora com um nivel de estudos mais elevados e por força do capital e em 60 graças a essa bela guerra que acima mencionou como exemplo... e deve estar à espera que os jovens deste pais aceitem as condições precárias de trabalho que lhes apresentam, em 3 anos, já passei recibos, já tive contratos a prazo, estudo, estou a tirar mestrado, já trabalhei sem contratos, não consigo estagio, nem empregos na área, e depois o reverso que até para lojas de roupa ou supermercados tenho habilitações a mais e simplesmente não existe espaço para nós, em lado nenhum... esse é o problema..! etc. PS: Já agora.. arranja lá ai um tacho para mim no Destak!
    Pedro Oliveira | 24.02.2011 | 16.20H
  • COMO PLANTAR CEBOLAS?
    - Devem ser plantadas em Março como alternativa á sementeira
    - Quando comprados os bolbos devem ser guardados em plena luz e em local seco e fresco para evitar que germinem prematuramente.
    - Devem ser plantadas em local bastante soalheiro
    - Fazer sulcos a intervalos de 30cm apenas com a profundidade suficiente para cobrir os bolbos de modo a que as pontas mal se vejam acima da superfície. Colocar os bolbos a intervalos de 15cm.
    - Sache e arranque os infestantes á mão entre as filas de plantas com regularidade.
    - Quando as folhas exteriores começarem a amaralecer dobre a folhagem e coloque-a sobre o chão, estimulando assim a maturação precoce podendo dar origem a um grande aumento do peso. Quinze dias mais tarde solte os bolbos e corte as raízes com uma forquilha por debaixo da cebola. Assim aumenta o grau de maturação. Passados mais quinze dias desenterre finalmente e espalhe os bolbos para secarem. Passado dias corte a rama e retire a casca solta
    INGRICULTOR | 24.02.2011 | 16.18H
  • 24.02.2011 | 16.17Hcomentário reprovado
  • COMO PLANTAR COUVES?
    Quem pela primeira vez quiser plantar couves, começando do inicio deverá dirigir-se a uma casa de sementes e comprar um pacote, depois é só ter uns vasos, terra e água, o resto é o milagre da natureza e os cuidados e os carinhos necessários, isto é, regar, mondar retirando as ervas que sempre aparecem e deixar que os dias passem.
    iNGRICULTOR | 24.02.2011 | 16.15H
  • 24.02.2011 | 16.14Hcomentário reprovado
  • Isabel Stilwell get real ! Para jornalista esta muito mal informada, não admira que tenha sido despromovida ao Destak. Achas que os milhões de percários (bolseiros de investigação, recibos verdes etc.) não querem trabalhar além da formação? Da próxima vez que for ao supermercado pergunte ao caixa que curso tem, vai ficar admirada!
    youwish | 24.02.2011 | 16.13H
  • até que enfim que alguém neste pais escreve um editorial de jeito, capaz de criar um dialogo e pôr o pais a reflectir. Posso não concordar com algumas das suas afirmações Drª Stilwell mas agradeço a coragem. Esta a levar muita bala mas ninguém disse que ser editora era tarefa facil. Aposto que 98% dos cobardes que aqui escrevem não assinam o verdadeiro nome e não teriam coragem de lhe falar directamente. E voce até deve conhecer alguns...eheheheheh força portugal
    Rui Silva | 24.02.2011 | 16.12H
  • COMO SEMEAR FEIJÃO?
    É importante que o solo fique arado e gradeado convenientemente para garantir melhor germinação das sementes, sem falhas, e também melhor desenvolvimento do sistema radicular. A qualquer custo, deve-se evitar as ervas daninhas, principalmente na fase inicial do ciclo, pois o feijoeiro é uma cultura muito sensível à concorrência do mato.
    Uma das causas dos constantes insucessos, em nosso meio, na cultura do feijão, é a ocorrência de moléstias transmitidas pelas sementes. As mais graves e frequentes são o mosaico comum (moléstia cansada por vírus), a podridão bacteriana e a antracnose. Lavradores acostumados a usar sementes da própria lavoura (quase sempre infectada com moléstias), inconscientemente, estão espalhando os patógenos de uma geração a outra e de uma localidade a outra.
    É preciso que esses lavradores se convençam da vantagem do uso de sementes certificadas, isentas de agentes causadores de moléstias. Esse o melhor meio de se evitar a sua propagação e de se reduzir o prejuízo. Sementes certificadas são obtidas no campo sob inspecção, de especialistas no assunto, durante a fase de vegetação e inteiramente isentas de patógenos. A despesa maior que teriam com a aquisição de sementes certificadas é compensada com a garantia de plantas sadias, vigorosas e sem falhas.
    Por ser muito sensível ao meio ambiente e às condições climáticas, na cultura do feijão deve considerar muito a época do plantio, principalmente quando é feita sem irrigação.
    As pragas que normalmente atacam o feijoeiro são: cigarrinhas, mosca branca, ácaros, pulgões, tripses, percevejos, lagartas Elasmo, vaquinhas, etc. As moléstias mais comuns são: ferrugem, míldio, mosaico comum, mosaico anão, mancha de levedura, antracnose, mancha angular, macrophomina, crestamento, podridão bacteriana, etc.
    O meio ambiente, isto é, o vento, a temperatura, a humidade, etc., tem muita influência na ocorrência de moléstias e de pragas. Assim, na lavoura de feijão da seca, é comum aparecerem míldio, ferrugem e cigarrinhas; nas culturas de feijão das águas aparecem crestamento bacteriano, macrophomina, etc. O lavrador deve estar prevenido para o surgimento dessas pragas e doenças e para as alterações do meio ambiente. A presença de insectos transmissores é outro factor multo importante na propagação de vírus e de outras moléstias acima citadas. Nas áreas vizinhas às culturas feijoeiros podem-se plantar milho para fazer barreira ou servir de quebra-vento, contanto que esteja livre de ervas daninhas hospedeiras para não constituírem focos de microrganismos patógenos. Devem-se também eliminar as sementes manchadas ou suspeitas de presença de qualquer elemento produtor de doenças.
    Ingricultor | 24.02.2011 | 16.11H
  • 24.02.2011 | 16.10Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.09Hcomentário reprovado
  • COMO SE SEMEIAM AS BATATAS? Para semear as batatas é preciso lavrar a terra para que ela fique mole e deixe entrar a água mais facilmente. De seguida, é tempo de semear: abrimos uns buracos, colocamos as batatas, com um bom grelo, em carreirinha, um bocadinho afastadas umas das outras, e deitamos um punhado de adubo junto de cada batata. Tapamos o rego com terra e esperamos que a batateira venha à luz do sol. Temos que continuar a tratar da batateira: sachar, tirar as ervas daninhas, regar, manter a terra húmida e sulfatar e, ainda, matar as pragas.
    Chegou a altura de colher a batata, isto é: arrancar as batatas e, cozidas, fritas ou assadas, chegam à mesa das pessoas.
    Ingricultor | 24.02.2011 | 16.08H
  • 24.02.2011 | 16.07Hcomentário reprovado
  • meu caro JOAQUIM, ao menos concordamos numa coisa: estamos ambos desocupados. a grande diferença é que a mim ninguém me paga para não fazer nada. e você é o melhor exemplo daquilo que corre mal neste país : gente com capacidade e boa média, articulada e inteligente que, chegando a um posto de trabalho, não trabalha.
    Jose Francisco Abreu | 24.02.2011 | 16.07H
  • Cara Isabel Stilwell, Padece do mesmo problema que, confesso, os meus pais. São de uma geração diferente e, consequentemente, lidam com problemas e receios, mais que não seja a nível laboral, também eles diferentes. Sim, a sua voz não é a única quando acha que nós, jovens, especialmente os licenciados, mais não somos do que uma cambada de putos, porventura alienados pela falsa ideia de riqueza fácil e cujas reivindicações não são de luta por trabalho mas, tão somente, dinheiro. Engana-se. É triste ver que, ao contrário de mim, tenho amigos que não têm quaisquer possibilidades de trabalharem na área que desejam, é difícil perceber que não podem, sequer, tentar trabalhar fora da sua cidade-natal porque 140€ não pagam muito mais do que 22 sandes por mês. A lógica é relativamente simples. Enquanto alguns, como eu já fiz, aceder a determinadas condições de trabalho e, mais importante que isso, de remuneração, outros tantos não terão essa possibilidade muito simplesmente porque eu, patrão, prefiro pagar 140€ durante 3 ou 6 meses do que 500€ que seja. É legítimo? Sim, se as pessoas se sujeitam a trabalhar sob essas condições. É justo? Não, não é. E mais injusto ainda é ouvir comentários como o seu. Porque de certeza, nos jornais para onde escreve, leia-se, dá a sua opinião, independentemente da sua validade, trabalham jovens, como eu, que nada recebem ou pouco mais que nada. Seria, de facto, de admirar que os hipotéticos 2000€ que recebe para dizer o que disse, fizessem mossa na sua indiferença por uma luta que não é partidária e, muito menos, geracional. É a luta de quem, por direito, considera justo trabalhar e receber. Receber, pelo menos, apoio. Não é o seu caso. Dia 12 lá estarei. A Isabel não. Eu recebo 140€ por um trabalho a full time durante seis meses. A Isabel não. E esta é, também ela, a grande diferença.
    José Miguel Almeida | 24.02.2011 | 16.06H
  • 24.02.2011 | 16.04Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 16.03Hcomentário reprovado
  • JOSE FRANCISCO ABREU: Também não deve estar muito ocupado.
    A sua vidinha não lhe chega?
    joaquim | 24.02.2011 | 16.02H
  • antigamente era bom ter canudo, agora são como as linguas da sogra (palletes) e não valem nada. O importante é estar filiado num partido e ter bons padrinhos. A sorte é que somos tão bimbos que nem uma revolução sabemos fazer, a ultima foi a dos cravos, a proxima será a dos esfomeados.
    dpp1 | 24.02.2011 | 16.01H
  • André Marques: julgo que as médias não são tudo, mas são uma parte importante... A verdade estará algures entre nós! (talvez...)
    joaquim | 24.02.2011 | 16.00H
  • Joaquim teriamos uma discussão sem fim... Terminei com 14... e de todos os licenciados que conheço não distingo nenhum pelas medias... é muito dificil perceber... e tenho tido muitas surpresas...
    André Marques | 24.02.2011 | 15.55H
  • Eu acho, e lendo bem as palavras da Isabelinha, que, na sua perspectiva, lutar pela vida é:
    - Ser relações publicas de uma discoteca no algarve durante 3 meses (ainda estou para perceber o que faz um RP);
    - Tirar workshops de acting porque no conservatório é preciso ter inteligência e isso não abona nesta família.
    - Andar a cavalo porque é um enorme desafio para o intelecto;
    - Falar dos nossos divórcios e mostrar uma cara bonita nas revistas cor-de-rosa.
    Oh Isabelinha... você deve ter tanto orgulho na sua filha!
    Sara | 24.02.2011 | 15.54H
  • meu caro JOAQUIM. são 16h da tarde e você aqui a postar no destak desde as 14h. se não quer fazer o seu trabalho, demita-se que aposto que há gente aqui que precisa dele. atenciosamente, jose francisco abreu.
    Jose Francisco Abreu | 24.02.2011 | 15.54H
  • ANDRÉ MARQUES: Trabalho num laboratório com mais 8 pessoas. Ninguém sabe que terminei o curso com 18. E não me sinto superior a ninguém. Concordo que, por si só, a média não significa que serás um bom profissional. Uma pessoa com 12 pode ser muito competente. No entanto, não vale a pena confundir a regra com a excepção.
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.52H
  • 24.02.2011 | 15.52Hcomentário reprovado
  • ò bruno, tu nasceste idiota, és parvo ou simplesmente burro. o teu irmão, já que não sabes falar de ti, teve uma atitude inteligente. MEXEU-SE. não ficou aqui parado a dizer que a culpa é do ricos, ou dos patrões ou.... o objectivo do curso é esse.
    Fabio Silva | 24.02.2011 | 15.49H
  • Quem tem tachos é que se safa... Minha cara colega jornalista, sou licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra, tal como 48 colegas meus do meu ano, posso dizer-lhe que nem um terço está a exercer na área. Diga-me só quantos estagiários o Destak tem e quantos jornalistas anda a contratar por ano. Até lhe digo mais, se fossem despedir quem não fosse licenciado em Comunicação Social / Jornalismo no Destak, grande percentagem dos directores desse seu jornal seria estaria sem emprego! Uma coisa é o que escrevemos quando estamos no quadro de uma empresa, outra é quando estamos a superar as dificuldades criadas pela geração da Isabel Stillwell.
    Paulo | 24.02.2011 | 15.49H
  • Lá porque em casa da Isabel não se ouvia música de intervenção, isso não significa que não existisse. E os pais da parva da geração parva, cansados de cantar, e lutar no ultramar, só fizeram cair uma ditadura com 48 anos. Coisa pouca o 25 de Abril para a Isabel. Talvez porque estivesse do outro lado da barricada.
    Daniel Nicola | 24.02.2011 | 15.48H
  • 24.02.2011 | 15.48Hcomentário reprovado
  • Joaquim: Estás enganado numa coisa, O facto de se terminar a faculdade com média de 18, 17 e por aí, não nos torna num bom trabalhador, num bom profissional, etc... Comprova sim que foste um bom estudante. E saber estudar é muito diferente do saber trabalhar (em grande parte das áreas, outras há em que trabalhar é estudar...)... o que os 18 fazem, é que no momento da escolha tenham alguma vantagem (Felizmente já não são muitos os empregadores a olhar para as médias apenas, porque perceberam que um bom estudante não é necessariamente bom trabalhador...). No mercado de trabalho muitos são os 18 que se transformam em 12 e muitos 12 se transformam em 18... e isso só a escola do dia a dia e da vontade pode ensinar...
    André Marques | 24.02.2011 | 15.47H
  • 24.02.2011 | 15.44Hcomentário reprovado
  • O meu irmão licenciou-se num curso com saídas profissionais. Durante 2 anos teve 4 empregos, mal pagos, apesar de ser muito mais qualificado e competente do que os velhos acomodados que por lá estavam. Agora está no estrangeiro a ganhar 4 vezes mais do que ganhava cá. E como ele conheço muitos outros. Será a geração assim tão parva? Ou será que este país está a desperdiçar a sua melhor geração em prol dos parasitas que se vão arrastando nos mais diversos cargos e arrastando com eles o país para a miséria. Os pseudo-sabichões que vêm para aqui falar de barriga cheia que deixem de falar do que não sabem.
    Bruno | 24.02.2011 | 15.44H
  • Caríssima Isabel Stilwell, Folgo em saber que fala com tanto conhecimento de causa e que é detentora de tão sábia razão. Mas lamento, o país no qual vive aparentemente, não é o mesmo que o meu. Acha parvo o refrão dos Deolinda?! Então sim, eu sou parva… Eu que, após enviar inúmeros CV’s, fui chamada a uma entrevista, onde me propuseram um aliciante estágio de 4 meses, no qual não me pagavam nada, NADA! Fui parva em ter aceite, sim, fui… Cheguei a um momento em que achei absurdo ter que pagar para poder trabalhar, porque não tinha subsídio de alimentação nem quaisquer ajudas de custo para poder deslocar-me para o local de trabalho… Mas achava que estava sítio que poderia abrir portas para “outras oportunidades”. Lutei por algo melhor, recorrendo a outro estágio. Hoje, tenho um emprego cuja remuneração é substancialmente inferior àquela que recebia num estágio de 9 meses subsidiado pelo IEFP, a isso talvez possa chamar “aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.” Com 600€ por mês, com casa e contas para pagar, acha que se consegue ultrapassar esse tal “desafio” com toda essa leviandade que demonstra neste belo editorial? Não creio.
    Concordo quando diz que “a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música”, pois não, não tenho, mas revejo-me nesse espelho, identifico-me com todas as palavras da letra desta música.
    É verdade também que tive o “azar” de ter nascido em Portugal, tive azar em ter tido a sorte de estudar, tiver azar em ter sorte por ter uns pais que me pagaram a universidade, tive azar em ter escolhido ficar em Portugal para tentar a minha sorte... O “papel de vítimas” não nos leva a lado nenhum efectivamente, por isso a tal proposta de manifestação, por isso há pelo menos 26.000 portugueses que tencionam fazer algo para, aí sim, dizer basta.
    O nosso problema não é a falta de trabalho, mas sim a falta de reconhecimento e de uma remuneração justa pelas nossas competências. Acredite, cara Isabel, que nós, aqueles que não temos “tachos”, estamos a tentar encontrar a solução, pelos únicos meios dos quais dispomos. Para perceber que tantos anos de estudos e o dinheiro gasto na educação, não foram em vão.
    Não tenho pais ricos, nem um nome sonante, nem um ordenado chorudo, só tenho este triste fado.
    Joana Castilho | 24.02.2011 | 15.43H
  • Eu estudei 5 anos e não havia crise e fui trabalhar para fora durante cerca de 3 anos nas melhores condições, entretanto senti que queria construir raízes no meu país e voltei, há cerca de um ano concorri a um anúncio e fui chamada para uma entrevista, a qual me disseram para me sentir feliz porque tinha sido chamada entre 300 pessoas que enviaram candidaturas em apenas 3 dias. Isto era para um salário cerca de 500 euros por mês a recibos verdes. Isto é o nosso país. 300 pessoas desesperadas por uma opurtinade de trabalho em 3 dias
    ... | 24.02.2011 | 15.42H
  • JOÃO REIS: e quem não consegue perceber o que escreveu... não vai consegui vingar. Estou certo.
    joaquim | 24.02.2011 | 15.41H
  • Infelizmente há de tudo! Mas acho q está no tempo de acordar... pq eu conheço mts jovens licenciados (mt competentes e activos) q pouco + ganham q o ordenado mínimo!!! Para mudar de situação só se fizerem como os nossos políticos ;)))
    Ana Almeida | 24.02.2011 | 15.39H
  • @JOÃO SOUSA
    SÓ PARA FICAR REGISTADO:
    FUI DESPEDIDO E UNS MESES DEPOIS A EMPRESA FALIU. O PROBLEMA ESTÁ NA MÁ GESTÃO. LEVANTEI A CABEÇA E CONTINUEI O MEU CAMINHO. O MEU ANTIGO PATRÃO TEM AS FINANÇAS, SEG. SOCIAL E OS BANCOS À PERNA. PS: OBRIGADO PELOS SEU CONSELHOS MAS CÁ ME DESENRASCO!!! NÃO PRECISO DE BITAITES DE PESSOAS COMO VOCÊ!
    S. ÉVORA | 24.02.2011 | 15.38H
  • ANDRÉ MARQUES: E não achas justo que quem queimou as pestanas para sair com mais competência e preparação do que tu possa um destes dias ocupar o teu lugar? Eu acho!
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.38H
  • Ó Joaquim, aqui quem parece que deve um pouco ou muito mesmo, à inteligência deves ser mesmo tu! Queres marcar a diferença e ser muito corrosivo, mas só fazes figura de parvo, se é que me faço entender. Tens emprego? Eh pa...que fixe, boa sorte para ti. Se és assim tão bom e tal...não me arranjas um empregozito aí onde trabalhas? Isso é que era, em vez de te vires para aqui vangloriar e fazer figura de otário.
    Estás bem? Então desampara a loja e deixa manifestar quem quer!
    Sílvia Brites | 24.02.2011 | 15.38H
  • A vida é feita de incertezas. Um curso não dá direito a nada. Não há uma autoridade suprema q distribui empregos de 2 mil euros só porque existe um licenciado à espera. É esta ilusão que faz os jovens sentirem-se com direito à revolta. Mas a indignação não leva a lado nenhum pq esses empregos não vão aparecer nunca por "decreto"... As oportunidades e as melhores condições de vida surgem numa economia que estimula a criação de riqueza. Não surgem numa economia cujo Estado absorve grande parte da riqueza. A vida é feita de incertezas. E os jovens que melhor souberem adaptar-se a essa incerteza são aqueles q vão vingar... (é tb elucidativo registar a pouca educação e elevação q a grande parte destes jovens revela nos comentários em baixo...com honrosas excepções...)
    João Reis | 24.02.2011 | 15.37H
  • Com o respeito que opiniões parvas como a desta senhora merecem, vale mais perguntar se frequentou a universidade? É q sinceramente parece que se por lá passou não aprendeu nem sequer a pensar! Não fomos nós q inventámos a crise, nem tão-pouco nos vitimizamos, somos sim vítimas! De facto, mal fora que jovens licenciados não ganhassem mais do que pessoas que tivessem concluído o ensino secundário, mal seria!!! Mas tb, quando for tomar a "bica" de manhã e ler essas revistas do mundo cor-de-rosa onde vive, perca una minutos a olhar à sua volta e talvez perguntar à "moça" do café se é portadora de um canudo por ter uma licenciatura... Muito provavelmente dirá que sim! Tal como o caixa do supermercado bem onde vai (ou mandar alguém ir) fazer as suas compras... Fora tantos outros que não conseguiram nem isso pois são SOBRE qualificados... Aproveite tb para trabalhar a recibos verdes, não receber nm 12 ordenaods, quanto mais 14, depois fique doente, s.f.f. e lembre-se que não tem direito a baixa, de seguida, faça às contas ao que pagamos de IVA+IRS... E já agora, faço um estágio de advocacia com a duração de 3 anos, NÃO REMUNERADO! "O Sr. é parvo..." "PARVA, PARVA É A SENHORA", repito. com o devido respeito que um comentário como o seu merece!
    Catarina Batista | 24.02.2011 | 15.36H
  • 24.02.2011 | 15.33Hcomentário reprovado
  • A hipocrisia dos cotas que se comovem com a música dos Deolinda
    Escrito por Editor Opinião, Rui Pelejão, Últimas Notícias 07 - 02 - 2011 begin_of_the_skype_highlighting 07 - 02 - 2011 end_of_the_skype_highlighting Gente lixada pela vida há em todas as gerações. Mas, verdadeiramente lixado é a hipocrisia, a desonestidade e a trafulhice intelectual. E disso, todas as gerações estão bem servidas. Texto Rui Pelejão Marques
    Por este dias não há colunista, comentador, analista, calista, ou industrial da panificação que não cite copiosamente a música dos Deolinda, que faz o retrato amargo da geração Nem Nem, dos 500 euros ou, se quisermos, a geração lixada.
    Em geral, todos estes cronistas pop-de-sociedade são da geração açambarcadora, a que alegadamente espoliou as oportunidades dos jovens e os remeteu ao beco sem esperança, mas todos moralizam e escrevem como se não tivessem o bedelho no calduço.
    Estes novos e improváveis ouvintes do Deolinda comovem-se até ao carpido de crocodilo com esta singela letra “Sou da geração sem remuneração/e não me incomoda esta condição./ Que parva que eu sou/Porque isto está mal e vai continuar,/já é uma sorte eu poder estagiar./Que parva que eu sou!/E fico a pensar,/que mundo tão parvo/onde para ser escravo é preciso estudar”. Ora, se esta é a música de intervenção desta geração, acho que se calhar esta geração tem o que merece (felizmente não é).
    Esta é a música que tempera o sentimento de culpa das gerações bem instaladas na gamela dos direitos adquiridos. Os mesmos que, quando eram novos, escutaram e conspiraram por um mundo melhor ao som do José Mário Branco e do Zeca Afonso, e que passaram o resto da vida a trair as canções da sua juventude.
    A pueril letra dos Deolinda é o pouco que eles conhecem da geração sobre quem escrevem com aquela sabichice insuportável da senilidade precoce. Eles não sabem nada, mas mesmo nada sobre a geração que agora lamentam nos seus editoriais lamechas. Quando muito conhecem os filhos e os amigos dos filhos, e como falamos de uma casta relativamente privilegiada e bem relacionada, o mais provável é os seus filhos até se estarem a safar, graças a um empurrãozinho, uma palavrinha ao amigo, um favorzinho inocente.
    Se há uma geração lixada, a maior parte destes articulistas chorosos contribuiu para a lixar. Perguntem lá ao José Manuel Fernandes, se quando era director do “Público” alguma vez se preocupou com a distribuição equitativa da massa salarial? Se alguma vez se opôs a estágios não remunerados, ou a inacreditáveis fossos salariais na redacção? E, quando falo do José Manuel Fernandes, falo de todos os outros directores, directores-adjuntos, editores ou políticos de lágrima fácil que por este dias andam a lamentar o destino trágico da geração lixada. Alguma vez algum deles abdicou dos seus direitos adquiridos? Dos seus salários principescos (quando comparados com a base da pirâmide salarial)? E mais. Quantas vezes vêm anúncios e processos de recrutamento para meios de comunicação social?
    É que os “lugares” que vai havendo, vão sendo traficados, negociados entre amigos, “afilhados” ou mesmo filhos. Se fizerem a árvore genealógica do jornalismo português vão perceber o que nepotismo e a consanguinidade não são fenómenos só imputáveis ao PS e ao caciquismo das empresas públicas e das autarquias. A maior parte do que se escreve nos jornais sobre ética, mérito e justiça no mercado de trabalho é apenas simples e crua hipocrisia.
    É natural que este tipo de hipocrisia (ainda que cega, acredito) se identifique com a letra dos Deolinda, porque nunca na vida vão entender que esta letra também está a falar deles. Por isso espero que a geração lixada saiba escolher os seus arautos e fazer o seu caminho e a sua luta sem se deixar enganar pelas lágrimas de crocodilo.
    A voz da geração lixada não é a dos Josés Manuéis Fernandes, dos inacreditáveis Cavacos (o coveiro a falar aos mortos) e nem sequer dos Deolindas do mundo. É a sua própria. O melhor e mais cru retrato que li da geração lixada é o livro “Operador de Call Center” de um jovem autor chamado Hugo Pereira uma viagem bukowskiana ao quotidiano de um operador de call center que mantém a ácida lucidez do sonho com a realização de curtas metragens.
    Ironicamente, o mais poderoso retrato que eu vi desta geração enjaulada não encontrou editora capaz e minimamente atenta. Teve de imprimir o livro em Espanha e vendeu algumas dezenas a amigos e familiares. É o trágico destino do génio. Talvez se fosse jornalista ou médium tivesse melhor sorte…
    É que reduzir esta geração à dialéctica meterialista que nos move ou à cultura programada, oficial e comercial é desconhecer o imenso mundo de criatividade e energia que pulsa na geração lixada. É simplesmente não os conhecer.
    Eu que pertenço à geração rasca do Vicente Jorge Silva, e que cá nos vamos desenrascando com um quinhão dos “direitos adquiridos” também não dou para o peditório do coitadismo da geração lixada.
    Compreendo que a crise económica, o desemprego, os recibos verdes, a falta de proteção social e a eternização na casa dos pais são a dura realidade. Mas essa realidade não admite o conformismo ou a histeria, por exemplo, dessa eminência parava de serviço ao liberalismo betucho chamado Henrique Raposo e os seus queixumes dondocas de bem instalado na coluna normalmente bem remunerada do “Expresso”.
    Esse rapaz está longe de ser um bom arauto para vocês, caros camaradas da geração lixada. É mais um intrujão. Porque se entramos na lógica do confronto de gerações, de espoliados e espoliadores, estamos bem mal. Esses jovens liberais de pacotilha acreditam que o problema está nos “direitos adquiridos” pelos trabalhadores, que se alapam aos postos de trabalho que deviam estar destinados por direito divino aos jovens que saem da faculdade. Portanto, a solução seria desalojar os “velhos” dos seus trabalhos e ragalias, para os poder passar a uma geração mais preparada e bem formada, e disponível para ser remunerada de forma mais competitiva… para as empresas.
    Ora, a formação universitária pode conferir legítimas expectativas, mas não dá um direito divino ao emprego, pelo menos aos bons empregos, sobretudo quando não os há, ou há poucos. Alguém se parece esquecer que o mercado de trabalho português não é propriamente o alemão, e que os empregos que a geração lixada pretende ter acesso por decreto não são propriamente de cantoneiro, padeiro ou portageiro.
    O que a histeria dos Raposões do mundo defende é uma permanente competição pelos “bons empregos”, como se fosse líquido que um qualquer recém-licenciado fizesse melhor o meu trabalho. Uma fotógrafa amiga um dia disse-me que um cliente ficou espantado com a rapidez com que ela fez uma sessão. – Só demorou uma hora?, perguntou ele – Não, demorei vinte anos e uma hora – respondeu ela.
    Se entrarmos numa lógica de confronto geracional no mercado de trabalho vamos todos sair a perder a curto prazo e as empresas também (a médio prazo). Desproteger o trabalho não é um bom negócio para ninguém, porque daqui a algum tempo não estaríamos a discutir os problemas dos recém-licenciados, mas sim a falência e miséria dos velhos licenciados. Se encararmos este grave problema social com preconceitos de classe, casta, ideológicos ou mesmo de geração, estaremos a atear o rastilho de um barril de pólvora.
    Temos todos de encontrar a melhor forma de sermos uma sociedade solidária e mobilizada para o bem comum, uma sociedade de valores, de mérito, de cooperação (melhor que competição), e se para isso for preciso abdicar de alguns “direitos adquiridos”, que aliás pago ao Estado (e não é pouco) seja. Eu estou disposto a fazê-lo.
    Mas só cedo esses “direitos adquiridos” (um ordenado, seguro de saúde e direito de indemnização caso seja despedido), a troco da inovação, da iniciativa e da solidariedade social. Não os dou de barato a um jovem recém-licenciado que acomoda a peidola ao sofá dos pais, ao carro em segunda mão, aos copos no Bairro Alto, às tertúlias da lamentação, ao conformismo e à espera eterna de um emprego compatível com a sua condição. Querem uma vida melhor? Lutar por ela também ajuda.
    Pelo menos, ajuda mais do que aplaudir os artigos de José Manuel Fernandes ou as músicas da Deolinda.
    É que uma parte da geração lixada também é uma geração acomodada que vai azedando. E azedar é acabar com o sonho, o deles, e o nosso, num país mais justo e mais feliz.
    Anabela Almeida | 24.02.2011 | 15.33H
  • O que me preocupa é o 3º parágrafo onde "a maioria dos licenciados ganha duas vezes mais do que a média, e mais 80% daqueles que tem ensino secundário ou curso profissional". Explica-me lá isto: a maioria é quanto? Mais de 50% dos licenciad...os? E se mais de 50% dos licenciados ganham o dobro do que a média, quem faz parte da média?
    Os tais 50% dos licenciados que ganham o dobro e os outros que ganham metade? Qual é a média?...
    Parva!See More
    Pedro Torres | 24.02.2011 | 15.32H
  • BRUNO: É isso mesmo, despedir toda a gente para que o Sr possa ter trabalho. Boa solução. É muito inteligente. Gabarolas??? Mas, afinal, que ganho eu por ter ficado a saber que acabei o meu curso com 18??? Santa paciência!
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.32H
  • JOAQUIM: Fui um dos demorou 7 anos a trerminar o curso e apanhei muiiiiiiiiiiiiiiiiiita bebedeira... mas não me toldaram o raciocinio... considero sim, que o curso que tirei sem a escola da vida e da asneira não teria o mesmo valor nem seria o que sou hoje!!!
    André Marques | 24.02.2011 | 15.31H
  • 24.02.2011 | 15.30Hcomentário reprovado
  • Joaquim: Concordo contigo, mas há que pensar numa coisa: Na faculdade temos em média 18-20 anos e muitos "erros" se cometem, e é melhor serem cometidos nessa idade. O maior problema do emprego em Portugal é o factor cunha, não nos enganemos. E estes senhores que agora estão em bons cargos e opinião sobre tudo, pergunta quantos não tiveram o curso feito administrativamente no pós-25 de Abril. se calhar vais ver que muito dos teus professores da faculdade nem o curso completaram totalmente...
    Nuno Costa | 24.02.2011 | 15.29Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Ó Zé Freitas eu vou ter contigo, a que horas me queres e que serviço preferes? (passo recibos verdes)
    Miquelina Matagal | 24.02.2011 | 15.29H
  • 24.02.2011 | 15.26Hcomentário reprovado
  • ANDRÉ MARQUES: concordo com cada uma das suas letras
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.26H
  • 24.02.2011 | 15.25Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 15.24Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 15.22Hcomentário reprovado
  • Esclareça-se então: trata-se apenas do Sr. Joaquim a endereçar um comentário seu directamente à minha pessoa. Realmente acabou por ficar com um ar um pouco esquizofrénico. De qualquer forma, fico feliz por ter conseguido fazer com que ele fosse transitar para longe.
    NÃOTENHOPRETENSÕESDESERPERFEITA | 24.02.2011 | 15.22H
  • O Francisco Louça é o meu pai e vou poder ficar em casa até aos 30 porque vamos nacionalizar tudo e o "Parvos" já terão todos emprego.
    Ze Manel | 24.02.2011 | 15.22H
  • Cara Sra., Obrigada pelo seu evidente esforço intelectual de explicar aos parvos (que na sua opinião também devem ser estúpidos), que trabalhar anos a fio sem se ser pago depois de se investir centenas de euros num percurso académico é maravilhoso. Com todo o respeito, espero que o seu trabalho para o destak não seja remunerado e que o seu estágio seja vitalício porque não quero acreditar que alguém paga este tipo de tentativa jornalística quando há tantos licenciados no país que fariam um trabalho substâncialmente melhor gratuitamente. Se achar isso injusto, talvez deva pensar no ultramar e já agora nas restantes guerras até ao tempo dos afonsinhos porque isso vai reconfortá-la concerteza.
    anónimo | 24.02.2011 | 15.19H
  • S. ÉVORA: És um dos alvos da minha crítica. Nem sabes a diferença entre destinatário e autor da mensagem. Já não vais para escritor. É garantido!
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.19H
  • eu, licenciado, mestre e doutor, ganho bem menos que o sr primeiro, que tem o ensino secundário. quem ganha mais que o sr primeiro, oficialmente, são os filhos dos que não foram morrer para o ultramar, netos de ricos com nomes estrangeiros, tipo v.exa. tachos, todos queremos, poucos merecem, mas só os há para quem como a sra. vestem a camisola cor-de-rosa
    nuno monte | 24.02.2011 | 15.19H
  • Bom gosto muito deste debate, mas vou trabalhar que é para isso que me pagam.
    Carlos Marques | 24.02.2011 | 15.16H
  • NUNO COSTA: Só pretendi deixar aqui um alerta: para que cada um olhe para o seu passado e pense se também não tem alguma culpa pela situação actual. É óbvio que há milhares de situações de injustiça. Claro que há, mas também muita falta de preparação e competência. Desejo que todos encontrem TRABALHO o mais rápido possível. Necessitamos todos de uma Segurança Social forte, de um Serviço Nacional de Saúde eficaz e de uma escola pública de qualidade. Isso só será possível com os impostos de todos
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.16H
  • 24.02.2011 | 15.13Hcomentário reprovado
  • @JOAQUIM
    A final quem és tu? escreves isto: "NÃOTENHOPRETENSÕESDESERPERFEITA" e assinas JOAQUIM. E a concordância? Se calhar tb não tens 24 anos???? Estarás a fazer passar por outra pessoa????
    S. ÉVORA | 24.02.2011 | 15.13H
  • 24.02.2011 | 15.13Hcomentário reprovado
  • E eu? Não tenho direito a emprego? Sou licenciado em artes comparadas e filosofia teatral, tenho 32 anos e após 3 mestrados decidi procurar emprego porque o meu papá já não me paga as idas ao bairro nem o acampamento do bloco, que faço agora?Estou desesperado!
    Artista Existencial | 24.02.2011 | 15.13H
  • Não posso concordar quando dizem que os jovens acabam o seu curso e se encostam à espera que o emprego lhes bata à porta. Discordo ainda mais quando dizem que o licenciado ganha mais do que a média, pois a realidade que conheço demonstra que não têm razão.
    Sou enfermeira, acabei o curso há quase três anos. Na altura já era difícil encontrar emprego na minha área. Depois de me licenciar passei semanas a entregar currículos em todas as instituições privadas e públicas da região de Lisboa. Tive a sorte de três meses depois conseguir um emprego numa instituição pública. Mas não tive direito a salário de licenciada. Tenho colegas que após dez anos de profissão continuam a ter um salário de 1000 euros. É esta a vantagem de ser licenciado? E a quantidade de gente que teve que se deslocar do norte para Lisboa ou mesmo para fora do país para conseguir um emprego na área? Disso nem se fala.
    Neste momento há licenciados em enfermagem a trabalhar nas diversas lojas de roupa espalhados por centros comerciais. Acham que também esses estão à espera que o dinheiro caia do céu? Há também aqueles que continuam a tentar voltar para as suas terras, famílias, filhos e não conseguem porque não têm emprego. Têm a vida suspensa porque são obrigados a trabalhar a quilómetros de distancia. Onde é que está a gente "parva" aqui? Também posso referir aqueles que infelizmente só conseguiram emprego a recibos verdes, a receber cerca de 5 euros por hora, deixando 50 por cento para a segurança social e IRS. Ou os outros que têm contrato em instituições públicas por cerca de 6 meses e que depois são dispensados, ou que dias antes da data de término de contrato não sabem se lá continuam ou não...
    Posso ainda referir que em há falta de enfermeiros em quase todas, senão todas mesmo, instituições de saúde. Há tantos enfermeiros que trabalham 200 ou mais horas em vez das 160 que correspondem ao seu salário. Ou que fazem turnos extra mesmo sabendo que estes podem vir a não ser pagos.
    Tal como isto acontece na enfermagem, acontece em muitas outras profissões.
    Portanto, não me parece que seja correcto pôr tudo no mesmo saco e catalogar as pessoas de "parvos".
    Acho que antes de comentar um assunto seria de bom tom conhecer toda a realidade.
    Eu mostro-lhe esta para que conheça um pouco mais dos parvos a que se refere. Aconselho-a a conhecer o resto.
    anónimo | 24.02.2011 | 15.12H
  • 24.02.2011 | 15.12Hcomentário reprovado
  • Caro Joaquim do texto enorme (mas que pouco diz):
    Eu estou a estudar Engenharia Informática na FEUP. Efectivamente tens razão, um gajo com média de 18 a sair com o canudo, tem que ser mesmo crânio. Mas não deixas de ser um triste, porque pouco aprendeste, senão estavas caladinho. Repara que tens a sorte de estar num curso que, felizmente, tem uma saída fenomenal. O mesmo não podem dizer os que querem ser professores, por exemplo. E mais, espero que te tenha sabido bem a gabarolice do "média de 18 e sou muito bom naquilo que faço". No dia em que aparecer um gajo com média de 12 e uma cunha fenomenal, agarra-te ao canudo!
    Cara Dona/Doutora/Senhora/O-que-quer-que-você-seja Isabel Stilwell:
    Quanto pagava de propinas no seu tempo? Qual a sua média de fim de curso? Quem lhe pagou as propinas? Antes de chamar parvos aos outros, pense bem na sua geração parva. Afinal de contas, você deve ser da altura em que o primeiro-ministro "engenheiro" comprou o canudo dele (pelo que se diz por aí)..
    Zé | 24.02.2011 | 15.11H
  • vão trabalhar seus mandriões
    gualter | 24.02.2011 | 15.11H
  • Sra Isabel... ou Dona Isabel, assenta-lhe melhor. Viaje um pouco para ver como os jovens são tratados nos países da Europa mais avançados. Mas viaje muito, e veja muita coisa. Então depois volte, com olhos de quem viu, e voz de quem sabe, para poder falar de nós, jovens portugueses, e das condições que nos são oferecidas para aplicar na vida prática aquilo que aprendemos nos bancos da escola. Até lá, dona Isabel, não se esforce em escrever mais nada. Enterrou-se até aos olhos para dizer algo polémico e ter, quiçá, alguém a falar de si. Conseguiu, mas agora vá... viaje.. ouça... veja... e porque não.. deixe-se ficar.
    Rita Rueff Lopes | 24.02.2011 | 15.11H
  • Caro Joaquim
    é um grande erro tomar o todo pelas partes. Também tenho média de 18 no curso que gostava e não foi fácil arranjar emprego. Também estou precário. Também apanhei bebedeiras e faltei a algumas aulas... e agora?
    Tu tens sorte em estarmos numa sociedade em que só se valoriza as "novas tecnologias" que cria um monte de pessoas acríticas, sem o mínimo de competências para o pensamento e reflexão. As modas são assim.
    Boa sorte
    Nuno Costa | 24.02.2011 | 15.10H
  • Ana: Com a Escola da vida, pague as contas do supermercado
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.10H
  • Joaquim, Eu faco parte das pessoas que mesmo tendo uma media de curso alta, tiveram que emigrar. Vivo em Londres e infelizmente o meu teclado nao e portugues...
    Joana Andrade | 24.02.2011 | 15.09H
  • boa tarde S Evora, foste despedido porque não eras suficientemente bom naquilo que fazias. é muito simples. Pena faltar-te a inteligência para entender esse facto. E vais, certamente, ser despedido novamente com essa mentalidade. Se não tens feitio para ser empregado, cria ou lança um negócio teu. O problema do pais é que os estudantes não empreendem. Passam demasaido tempo na noite em vez de pensar em criar alguma coisa. A taxa de empreendedorismo nacional é ridicula. todos acham que basta acaba um cursinho e são grandes senhores com direito a emprego e beneficios vitalicios. acordem
    João Sousa | 24.02.2011 | 15.09H
  • Bem, arrogante é o comentário do sr. Joaquim. Parabéns pela sua "média de 18", apanhe umas bebedeiras de vez em quando, a Escola da vida sabe ensinar muito bem.
    Ana | 24.02.2011 | 15.07H
  • NÃOTENHOPRETENSÕESDESERPERFEITA: Pois bem, então vou transitar para outro lado. Fiquem por aqui a espancar a senhora e não vão procurar trabalho que não vale a pena. Tontos. Se não querem morrer e olhar para trás arrependidos por terem levado uma vida demasiado profissional, poupem a malta e parem com as queixinhas.
    Joaquim | 24.02.2011 | 15.03H
  • É este o retrato da geração NÃO PARVA. Imbecis que nunca trabalharam na vida, FALSOS MORALISTAS QUE NÃO SABEM O QUE É NÃO TER DINHEIRO PARA COMER.
    Isabel abre mas é a pestana e vai mas é trabalhar pode ser que um dia te calhe a ti.
    AC | 24.02.2011 | 15.02H
  • Que delicia de debate. viva o destak. A minha conclusão é simples: fico com pena dos invejosos. Também sei que os que se queixam são sempre parte do problema. Durante o meu curso 90% da turma eram uns bandalhos. os mesmos bandalhos que hoje afirmam não ter oportunidades, os mesmos bandalhos que querem um contrato para depois ir pescar com subsidio do estado. Entendo perfeitamente o estado do país. Sejam felizes, sejam activos, mais postivos, mais esforçados......
    Ruben Saraiva | 24.02.2011 | 15.02H
  • Leio muitas vezes os comentários da senhora Isabel Stlwell, sempre muito coerente e, quando escreve, diz coisas certas, devidamente estudadas e não atiradas ao vento. Efectivamente, que quem estuda tem de saber, mas,coisa rara, alguns dos "canudados" só pensam nas pielas apanhadas, nos namoros sexuais e nas noitadas da música alienante...Honra aos que bem estudaram, que têm boas notas e que têm lugar para trabalhar.Os outros com médias "à rasca" trabalhem o intelecto,esforcem-se para ser bons e nãos lhes faltará oportunidade de ganhar massa. Uma homenagem a D.Isabel(muitos já se esquecem de assim tratar as senhoras), ouvimos as rádios e as tvs. fazerem o mesmo.A educação,também pela escola,começando lá por casa...(há, e só tenho a 4a.classe antiga.
    Jose Sobral Ribeiro | 24.02.2011 | 15.01H
  • Srª Isabel, escrevo apesar de não saber se merece sequer todos os comentários que aqui estão. Quando se tem um emprego é fácil criticar os jovens "parvos" como diz que não exercem activamente a sua cidadania de modo a mudar o panorama nacional. Gostaria, que tal como eu, a srª fosse sujeita a percorrer centenas de Km a procurar uma pequena janela aberta e que tal como eu ouvisse "Não tem experiência", pois não porque não tenho a oportunidade de colocar em prática os tais conhecimentos que adquiri com o dinheiro que os meus pais pagaram na tal licenciatura. Julgo também, que não terá filhos na situação em que se encontral 75 mil jovens em Portugal, porque se os tivesse teria a "praga" e não falaria dessa maneira. Ninguém mais que nós sente a frustração do nado, depois de anos de trabalho, ideologias, projectos sem nada conseguir fazer para os colocar em prática. O lugar que ocupa no Destak e que lhe deu a triste oportunidade para escrever estas palavras deveria serdado a um jovem desempregado da área da comunicação social pois de certeza acertaria muito mais que a srª.
    Devo ainda acrescentar, que como licenciada desempregada, a depender dos pais (pois não recebo qualquer tipo de subsidio) me senti profundamente ofendida com as suas palavras.
    Marisa Fouto Rita | 24.02.2011 | 15.00H
  • @JOAQUIM
    Não lhe fica nada bem vir cá se vangloriar-se e mandar os outros para baixo armado e salvador da pátria. Muitos de nós que aqui deixou um comentário, indignados com a senhora, não anda a mendigar um trabalho. Eu também, como você, licenciei-me e tenho um trabalho. Estamos indignados com a falta de consciência, de pessoas como o senhor e da sua amiga Isabel S., que acha que os jovens estão a pagar por aquilo que fizeram. A culpa vem de trás e há que dizer basta. Para que saiba eu também sou bom naquilo que faço. Simplesmente exijo respeito daqueles para os quais já dei muito a ganhar. TRABALHEI, RECONHECIDAMENTE, DURANTE 4 ANOS A RECIBOS VERDES NUMA EMPRESA E FUI DESPEDIDO COM AVISO DE UMA SEMANA. NÃO BAIXEI OS BRAÇO, FUI A LUTA E ESTOU DE NOVO A TRABALHAR A RECIBOS VERDES PORQUE NÃO TENHO OUTRA ALTERNATIVA. NÓS QUEREMOS É MUDAR O ESTADO DAS COISAS, PARA QUE OS MEUS E SEUS FILHOS NÃO TENHAM DE PASSAR POR ISTO NO FUTURO. PS: JÁ AGORA SE CALHAR SE TIVESSE DIVERTIDO UM POUCO MAIS DURANTE A FASE ACADÉMICA NÃO ESTARIA AQUI A GORA COM DISCURSOS QUE MAIS FAZ LEMBRAR UM VELHO DE 24 ANOS.
    S. ÉVORA | 24.02.2011 | 15.00H
  • 24.02.2011 | 15.00Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.59Hcomentário reprovado
  • Joaquim, "comentar" é um verbo transitivo...
    Nãotenhopretensõesdeserperfeita | 24.02.2011 | 14.58H
  • 24.02.2011 | 14.57Hcomentário reprovado
  • Nota-se aqui realmente uma falta de argumentos espelhados na maneira como alguns de voz comentam este artigo.
    As asneiras e a violência verbal são o ultimo recurso para quem já nada tem para argumentar e a razão foge-lhes da boca tão facilmente como os empregos que só são dados a quem se esforça.
    Esta geração da qual faço parte ás vezes faz justiça á expressão geração rasca.
    Carlos Marques | 24.02.2011 | 14.57H
  • As infindáveis comparações "no meu tempo é que nós lutávamos", etc. Pois, os tempos são outros. Ainda bem que os seus filhos e amigos não têm problemas em encontrar um trabalho que lhes ofereça um salário digno, mas acredite minha senhora, há quem não tenha essa bestial sorte. Como muitos disseram, não é esta geração, a "parva" que está contra a vossa - é o contrário, pelos vistos.
    Ana | 24.02.2011 | 14.56H
  • @Joaquim
    Acho de muito mau tom estares a gozar com uma situação como esta, nem toda gente tem jeito ou quer mesmo seguir uma vida frustrada a fazer aquilo que não se que, eu saí da faculdade com uma média alta, 17, tirei o curso que queria, estou neste momento num estágio que quero, mas só me pagam os custos de transporte e alimentação, e segundo muitos colegas meus, já tenho muita sorte!
    Não podes estar a mandar vir com os outros como a senhora Isabel, porque se isto realmente fosse um país decente 1º não saias da faculdade sem pelo menos um estágio curricular...e 2º Os estágios não remunerados não existiriam, ou pelo menos não eram tão prolongados...já conheci casos que estão assim á 2 anos...
    Por isso tem respeito...
    Ana | 24.02.2011 | 14.56H
  • 24.02.2011 | 14.54Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.53Hcomentário reprovado
  • Joaquimmiserias: olha para o teu texto e vê se consegues perceber o motivo pelo qual não tens trabalho...
    Joaquim | 24.02.2011 | 14.53H
  • Joana Andrade: agora tenta escrever em português!
    Joaquim | 24.02.2011 | 14.52H
  • 24.02.2011 | 14.52Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.51Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.51Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.49Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.49Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.48Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.48Hcomentário reprovado
  • claro, como em africa lutam por una refeiçao nos de certeza que estamos melhor que comemos 3 vezes ao dia ou mais! por favor intera-te rapariga! porque se calhar os bisavos dos nossos bisavos tambem trabalhavam 12 horas por dia sem descanso semanal, e nos estamos melhor por isso vamos deixar de nos queixar. ah e essa crise que falas, que nao foi feita para nos tramar.... explica me la sff
    conadatuatia | 24.02.2011 | 14.48H
  • concerteza uma STILWELL da vida nunca passou por o que os jovens deste país passam... TRISTEZA senhora... TRISTEZA!!!
    pedro bandarra | 24.02.2011 | 14.47H
  • A larga maioria destes comentários deixa bem claro o motivo pelo qual muitos de vós estão desempregados. São arrogantes e devem muito pouco à inteligência. Pensaram toda a vida que era canudo na mão e emprego garantido. Nada mais errado. Tenho 24 anos e sou engenheiro informático. Ao longo de seis anos queimei muita pestana para acabar o meu curso com média de 18. Durante esse período, consigo contar pelos dedos das mãos o número de bebedeiras que apanhei, as saídas nocturnas, as baldas às aulas e tudo o resto que vocês conhecem tão bem (ou melhor...) como eu. Quando optei por esta área, já sabia que teria maior probabilidade de encontrar emprego no final do curso, ao contrário da maioria de vós que foi para a primeira coisa que apareceu (de preferência a mais fácil), para ter tempo para torrar o dinheiro dos pais em noitadas. Ainda antes de acabar o curso já tinha vários convites para trabalhar em empresas em Portugal e no Estrangeiro. E sabem porquê? Porque não só tenho um canudo, como sou muito bom naquilo que faço. Não conheço ninguém com médias semelhantes à minha que esteja no desemprego. O canudo é só parte do processo, meus amigos. Depois é preciso competência. Primeiro durante o curso, depois na vida profissional. Uma última nota para pedir a alguns dos licenciados que comentaram aqui para que tenham mais cuidado com os erros ortográficos. É triste ver pessoas com canudo que mal sabem escrever....
    Joaquim | 24.02.2011 | 14.47H
  • Diz a Senhora Isabel: "(...) Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída.(...)" ... Digo eu: Minha Senhora, adorava aplicar o que aprendi, dá me trabalho? Como muitas pessoas deste país, procuro-o e a maior parte das vezes não possuo a experiência requerida. Pergunto-me como querem que tenha experiência se não me dão trabalho?
    Maria | 24.02.2011 | 14.47H
  • larga maioria destes comentários deixa bem claro o motivo pelo qual muitos de vós estão desempregados. São arrogantes e devem muito pouco à inteligência. Pensaram toda a vida que era canudo na mão e emprego garantido. Nada mais errado. Tenho 24 anos e sou engenheiro informático. Ao longo de seis anos queimei muita pestana para acabar o meu curso com média de 18. Durante esse período, consigo contar pelos dedos das mãos o número de bebedeiras que apanhei, as saídas nocturnas, as baldas às aulas e tudo o resto que vocês conhecem tão bem (ou melhor...) como eu. Quando optei por esta área, já sabia que teria maior probabilidade de encontrar emprego no final do curso, ao contrário da maioria de vós que foi para a primeira coisa que apareceu (de preferência a mais fácil), para ter tempo para torrar o dinheiro dos pais em noitadas. Ainda antes de acabar o curso já tinha vários convites para trabalhar em empresas em Portugal e no Estrangeiro. E sabem porquê? Porque não só tenho um canudo, como sou muito bom naquilo que faço. Não conheço ninguém com médias semelhantes à minha que esteja no desemprego. O canudo é só parte do processo, meus amigos. Depois é preciso competência. Primeiro durante o curso, depois na vida profissional. Uma última nota para pedir a alguns dos licenciados que comentaram aqui para que tenham mais cuidado com os erros ortográficos. É triste ver muitas pessoas com canudo que mal sabem escrever.
    Joaquim | 24.02.2011 | 14.44H
  • Para carlos marques: Meu caro, basta ver os erros ortográficos nesta lista de comentários. Não sabem ler, não sabem escrever, terminaram o curso com médias de 11 e 12 e depois querem trabalho. Pelos textos que aqui fui lendo só tenho uma recomendação: para alguns de vós, ainda vale a pena uma inscrição nas Novas Oportunidades!
    Joaquim | 24.02.2011 | 14.43H
  • Sra Stilwell, os nossos pais foram apra o ultramar, nós vamos para Angola, para o Brasil, para a Polónia ou para os EUA pois aqui sras como a sra acham o q a sra acha. pois, porque se perder o seu emprego, acredite que se nao tiver o Stilwell na assinatura ninguém lhe dá um novo pois já tem idade e experiencia a mais e há dois estagiários que de borla fazem mt mais q a sra. Acordar é preciso, Portugal!
    Ana | 24.02.2011 | 14.41H
  • 24.02.2011 | 14.41Hcomentário reprovado
  • A verdade é que dos 950 mil desempregados licenciados duma forma geral 70% deles pensava que acabava a licenciatura e tinham imediatamente emprego, grande parte deles saiu do ensino superior sem capacidade suficiente para entrar no mercado de trabalho, e pior sem humildade suficiente. Nestes tempos de crise deveriamos ser empreendedores e em Portugal temos o defeito de pensar que alguém tem que fazer a papinha por nós, se não existem postos de trabalho temos que tentar ajudar a cria-los. É possivel e aqueles que acharem o contrário fazem parte do grupo da papinha feita.
    Carlos Marques | 24.02.2011 | 14.38H
  • A larga maioria destes comentários deixa bem claro o motivo pelo qual muitos de vós estão desempregados. São arrogantes e devem muito pouco à inteligência. Pensaram toda a vida que era canudo na mão e emprego garantido. Nada mais errado. Tenho 24 anos e sou engenheiro informático. Ao longo de seis anos queimei muita pestana para acabar o meu curso com média de 18. Durante esse período, consigo contar pelos dedos das mãos o número de bebedeiras que apanhei, as saídas nocturnas, as baldas às aulas e tudo o resto que vocês conhecem tão bem (ou melhor...) como eu. Quando optei por esta área, já sabia que teria maior probabilidade de encontrar emprego no final do curso, ao contrário da maioria de vós que foi para a primeira coisa que apareceu (de preferência a mais fácil), para ter tempo para torrar o dinheiro dos pais em noitadas. Ainda antes de acabar o curso já tinha vários convites para trabalhar em empresas em Portugal e no Estrangeiro. E sabem porquê? Porque não só tenho um canudo, como sou muito bom naquilo que faço. Não conheço ninguém com médias semelhantes à minha que esteja no desemprego. O canudo é só parte do processo, meus amigos. Depois é preciso competência. Primeiro durante o curso, depois na vida profissional. Uma última nota para pedir a alguns dos licenciados que comentaram aqui para que tenham mais cuidado com os erros ortográficos. É triste ver pessoas com canudo que mal sabem escrever.
    Joaquim | 24.02.2011 | 14.38H
  • não acho normal o comentário dessa senhora ai...nao deve ter filhos, ou ter filhos no ensino superior...ou com certeza conseguem lugar em grandes empresas por cunhas...esquece.se essa senhora q as pessoas licenciadas muitas das vezes nao pedem para ganhar o dobro e o triplo das outras pessoas..simplesmente estudaram para isso...nao temos a culpa que pessoas que deve ser o caso desta senhora tenham algum trauma d adolescencia...
    anónimo | 24.02.2011 | 14.29H
  • sinceramente.... que palhaçada!!Isto parece para os apanhados...
    J. Mendes | 24.02.2011 | 14.29H
  • A larga maioria destes comentários deixa bem claro o motivo pelo qual muitos de vós estão desempregados. São arrogantes e devem muito pouco à inteligência. Pensaram toda a vida que era canudo na mão e emprego garantido. Nada mais errado. Tenho 24 anos e sou engenheiro informático. Ao longo de seis anos queimei muita pestana para acabar o meu curso com média de 18. Durante esse período, consigo contar pelos dedos das mãos o número de bebedeiras que apanhei, as saídas nocturnas, as baldas às aulas e tudo o resto que vocês conhecem tão bem (ou melhor...) como eu. Quando optei por esta área, já sabia que teria maior probabilidade de encontrar emprego no final do curso, ao contrário da maioria de vós que foi para a primeira coisa que apareceu (de preferência a mais fácil), para ter tempo para torrar o dinheiro dos pais em noitadas. Ainda antes de acabar o curso já tinha vários convites para trabalhar em empresas em Portugal e no Estrangeiro. E sabem porquê? Porque não só tenho um canudo, como sou muito bom naquilo que faço. Não conheço ninguém com médias semelhantes à minha que esteja no desemprego. O canudo é só parte do processo, meus amigos. Depois é preciso competência. Primeiro durante o curso, depois na vida profissional. Uma última nota para pedir a alguns dos licenciados que comentaram aqui para que tenham mais cuidado com os erros ortográficos. É muito triste ver pessoas com canudo que mal sabem escrever...
    Joaquim | 24.02.2011 | 14.27H
  • só tem um palavra para a descrever...
    Otária... está longe de ver a realidade e a dificuldade que é arranjar trabalho... E se calhar nunca pensou que nem todos querem ser doutores... Se assim fossem quem sabe se não eramos todos jornalistas do Destak, certo??? e quem fazia os outros trabalhos??? Há quem não frequente ensino superior por apção propria, e outros por falta de possibilidade. Veja se entra na realidade!
    Eduardo | 24.02.2011 | 14.25H
  • Incrivel como por aí tantos licenciados que sabem reclamar... mas ler o que está escrito no texto e entender o que a senhora quer dizer não há nenhum!
    Realmente tenho muita pena dos licenciados... o que não falta por aí é trabalho... o que mais falta nesta merda de país é falta de vontade de trabalhar!
    anónimo | 24.02.2011 | 14.24H
  • Obrigada Sra. Dr. (?) Isabel Stilwell, pelas suas generosas palavras. Agora, vou matar-me a estudar, para um dia também poder dizer ordinarices para um dos jornais mais brejeiros do país, que nem sequer é pago (do qual, vá-se lá saber porquê, é directora). Até gosto do seu jornal confesso, para ler o horóscopo que nem esse me diz a verdade. No entanto é bem mais interessante que os artigos que lá vêm publicados. Deixe-me só acrescentar que o facto de você ter direito a uma opinião, é apenas mais uma prova da desgraça deste país. A senhora que todos os dias de manhã está no Campo Grande a distribuir os seus jornais, deveria ganhar o dobro do seu salário. Não só trabalha horas ali de pé, como tem de dar a cara por este jornal.
    PA | 24.02.2011 | 14.24H
  • N sei nada da vida ou história da autora. Por isso não comento. Mto embora pense que os comentários abaixo tecidos quanto as facilidades encontradas no percurso profissional não estejam longe da verdade. Gostava apenas de deixar a questão de quantos jovens estagiários licenciados capazes e competentes já entraram na redação do seu jornal e quantos deles mesmo sendo capazes e competentes ficaram. Essa é q deveria ser a verdadeira estatística de que deviamos falar. Nem todos tem que inventar a roda mas todos podem contribuir, sendo que a verdadeira contribuição só pode vir da motivação e da estabilidade para crescermos dentro de uma equipa de trabalho. Felizmente pretenço aos felizardos q podem aplicar e bem o q estudei. Mas só sendo obtusa e verdadeiramente egoista é q posso fechar os olhos a todos os que da minha geração se veêm com dificuldades de crescer profissionalmente ou veêm o futuro dos seus filhos hipotecado pela geração dos meus pais que abusa de um sistema em rotura e ao mínimo aperto (como se viu c o aumento da idade da reforma) optam por sair de cena deixando o país a saque!
    25 000 pedidos a mais de reforma este ano em áreas como a saúde ou educação! Precisavamos que nos ensinassem o sabem e nos ajudassem a pagar as suas reformas contribuindo socialmente, contudo a bendita geração dos nossos pais, q esgotou os nossos recursos usando por exemplo abusivamente os recursos da UE sem com eles gerar mais valias para portugal ou deixando-se alongar na carreira de funcionário público enquanto mantinha trabalhos paralelos, bateu em retirada quando nós todos, novos, velhos, crianças, gerações vindoras,... lhes pedimos para (Deus nos proiba) trabalhar a encontrar rumos e soluções para o futuro. Sim a geração q nos deu a possibilidade de formaçao mas que hipotecou o nosso futuro com o oportunismo, o deixa andar e a politica do chico espertismo. Parvos somos todos qd as gerações se agridem para atirar responsabilidades e não olham para si responsabilizando-se pelos seus próprios erros, deveres e direitos. Por isso em vez de cair na facilidade de atirar pedras a uma geração que se vê perdida no seu presente e com o seu futuro incerto mesmo como um pais, a cara autora e sua geração deviam pensar nos erros q cometeram e como nos podem ajudar a reconstruir, não o meu jovem nem o seu geraçao dos nossos pais, mas o nosso País pelos portugueses que agora estão a crescer e não têm de facto culpa na matéria.
    Maria João Fonseca | 24.02.2011 | 14.23H
  • 24.02.2011 | 14.22Hcomentário reprovado
  • Só concordo consigo numa coisa, ser vitima não leva a lado nenhum. Mas porque é que acha que nos vamos manifestar na rua como vitimas? Talvez seja o primeiro sinal de que estamos dispostos a lutar. Sabe qual era a solução? Irmos todos para fora em vez de aceitar as condições de trabalho que aqui nos oferecem. Talvez alguns do que falam de rabo confortavelmente sentado no pedestal, tivessem que vir cá abaixo lavar o chão.
    Telma | 24.02.2011 | 14.22H
  • 24.02.2011 | 14.20Hcomentário reprovado
  • O Zeca Afonso também nunca deveria ter escrito aquelas músicas. Afinal, os jovens daquele tempo apenas tiveram azar no momento em que nasceram portugueses. Este foi o editorial mais parvo que já li, mas tirei dele uma lição de vida: "mais vale dois destak's no chão do que um na minha mão"
    Ana | 24.02.2011 | 14.18H
  • 24.02.2011 | 14.16Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.16Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 14.16Hcomentário reprovado
  • E onde é que a senhora Isabel foi buscar "os números"? São fontes suas?
    Sugerir é fácil. Se acha que devemos (nós, os licenciados) passar a ser parte da solução, sugira alternativas! Não me parece que estejam assim tão ansiosos que ponhamos em prática o que aprendemos. Se acha que a saída é assim tão fácil, proponho ir trabalhar para o jornal do qual vossa excelência é directora. Contratam-me a tempo indeterminado e pagam-me de acordo com os valores reais para licenciados (em ciências da comunicação, no meu caso). E já agora... Nem todos os que são licenciados gastaram o dinheiro dos pais. Muitos trabalharam para pagar a merda das propinas que de ano para ano aumentam! E muitos são obrigados a desistir porque não têm como pagá-las e porque os serviços de acção social das universidades cortam cada vez mais nos subsídios. E, mais uma vez, senhora (pseudo)jornalista, de onde foi tirar a ideia de que os alunos gastaram o dinheiro e não aprenderam nada?
    Por tudo isto e muito mais, cara Isabel, pare para olhar para a bela porcaria que aqui escreveu. E já agora, a guerra do Ultramar custou a muita gente e nestes incluo familiares meus. Mas já passou! Águas passadas não movem moinhos. Qualquer que seja o tema, a guerra vem sempre à conversa! Acorde para a vida! Deixe de estar parada no tempo!
    Daniel | 24.02.2011 | 14.11H
  • À gente que escreve que devia era ir lavar os TACHOS com que ALGUNS governam a sua vida!
    RM | 24.02.2011 | 14.09H
  • 24.02.2011 | 14.07Hcomentário reprovado
  • SIMPLESMENTE RIDÍCULO..E OFENSIVO PARA TODOS OS QUE SE ESFORÇAM CONTINUAMENTE TODOS OS DIAS PARA ALCANÇAR ALGO MELHOR
    JOANA LEITE | 24.02.2011 | 14.06H
  • Gostava que se coloca-se no papel dos licenciados, que pagaram p estudar, e ao fim desse tempo, nao tenham emprego nem podem projectar um futuro. Pense que nem todos tem a sorte de ter o seu salario.Penso de se deve ter atençao ao que se diz. Tanto disparate junto....
    anónimo | 24.02.2011 | 14.04H
  • 24.02.2011 | 14.01Hcomentário reprovado
  • Carissimos leitores, em jeito de resposta à Exma. Sra. Isabel Stilwell, que já por si só o apelido a remete para um nivel superior, tenho a dizer é facil demais falarmos dos assuntos...pena é que por vezes falemos deles com o natural e indiscutivel desconhecimento de causa. Pois é bastante fácil darmos a nossa opinião (por mais ridicula e descabida que ela seja) quando, quando ainda nem sequer nascemos e já temos o nosso futuro pré definido. É triste quando comenta que quem estuda apenas está a gastar o dinheiro dos pais e dos nosso impostos, quando não é necessário ser-se muito inteligente, basta ouvir noticias, para saber que temos muito mais licenciados do que aquilo que o mercado de trabalho consegue comportar. Mas para quem não tem nem nunca teve de se preocupar com o mercado de trabalho talvez seja compreensivel pensar dessa forma. Quanto às remonerações referidas pela Sra. Isabel Stilwell, mostram realmente que além do seu mundo ser um tanto quanto cor-de-rosa, parece também ser uma pessoa pouco informada para quem exerce o cargo que tem! Ainda tenta comparar a nossa geração com a dos nossos pais, quando todos sabemos que à 40 anos atras viviamos uma situação bastante diferente da actual a todos os niveis, mas com o que diz e critica no ultimo paragrafo da sua pérola de escrita talvez ainda pense como quem mandava em portugal na altura do estado novo...sinceramente acho que se aqui alguém é egocentrico não é esta geração, mas sim a Sra. Isabel Stilwell.
    Mais uma vez, e para terminar, deixo um conselho...já que a Sra. pertence a um nivel que só uma pequena elite pode pertencer no nosso pais, e uma vez que provavelmente nao necessita deste cargo para viver, talvez fosse melhor ir cuidar da sua nobre familia e deixar uma posto de trabalho vago para alguém que precise e com competencias para o fazer, ja que pelos vistos a sra. não as tem...
    Hugo Santos | 24.02.2011 | 14.00H
  • e que cantariam os pais dos nossos pais quando eram enviados para a I guerra mundial? isabel, francamente, que belo argumento. e consegue garantir que estando o mundo como está, ainda não vamos todos para a guerra? o que dirá nessa altura?
    Jose Francisco Abreu | 24.02.2011 | 13.53H
  • Desafio a divulgarem os ordenados de todos os colaboradores da DESTAK e o seu grau academico. Aproveitem ainda para mostrar as grandes regalias sociais dos mesmos... Trabalham à chuva com um sinal na cabeça... Enfim, é lametavel não conseguir fazer destinçao do sentido metafórico da letra de uma música...
    ANDRE | 24.02.2011 | 13.52H
  • 24.02.2011 | 13.52Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.52Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.51Hcomentário reprovado
  • depreendo pelo comentários que % significativa dos comentadores é mais que parva é mesmo idiota. Chama-se humor, ironia. Porque é obvio que ter estudado é positivo e mais cedo ou mais tarde vai abrir portas. Em teoria a cabeça já devia estar mais aberta. Abra-se portugal. Abolimos demasiado tarde a inquisição e a escravatura. Ficamos todos uns coitadinhos, uns ofendidinhos. o pais precisa é disto, debate mas acima de tudo acção. Votem noutro partido, mudem de vida. A culpa é de todos nós.
    Viviane Santos | 24.02.2011 | 13.50H
  • 24.02.2011 | 13.50Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.48Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.45Hcomentário reprovado
  • Agradeço ao Destak mais este debate ilucidativo. Só lamento os pobres de espirito que não aceitam opiniões diferentes e que têm inveja enraizados do mindinho. Portugal tem que pensar maior e ser muito menos invejoso. como dizia o outro: está um português e um inglês na paragem de autocarro. Passa um jovem de carro. O ingles pensa, um dia vou ter um. O portuga pensa, um dia vais-te lixar e acabar aqui como eu ps. sou frequentador diário da cp, que adoro e leitor assiduo do meu destak que tanta companhia me faz ha vários anos
    Júlio Pereira | 24.02.2011 | 13.44H
  • 24.02.2011 | 13.43Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.41Hcomentário reprovado
  • Biografia da Senhora Doutora que nos chama parvos ...
    Isabel Stilwell é jornalista e escritora. Actualmente é directora do jornal Destak. Foi directora da revista Notícias Magazine, e tem um longo percurso na imprensa escrita. Sempre se confessou apaixonada por romances históricos. A autora obteve um enorme sucesso nos seus três romances históricos, Filipa de Lencastre, Catarina de Bragança e D. Amélia. Minha conclusão: Ficou "presa na história"
    Cila | 24.02.2011 | 13.39H
  • 24.02.2011 | 13.39Hcomentário reprovado
  • Quando toda a gente começar a dizer basta passando activamente a ser parte da solução como tem feito a maioria dos jovens nos dias que correm, Portugal vai ver-se às moscas. Se não precisassemos de protestos, não teriamos grande parte dos nossos promissores profissionais a emigrar!
    Ana | 24.02.2011 | 13.36H
  • Hello, não quero ser do contra, mas acho que a Stillwell está a usar o cinismo para nos picar, nos instigar à acção, para evitar que caiamos no fado, destino e papel dos coitadinhos. Leiam com outros olhos e tenta perceber o outro lado da mensagem! Humor negro. O desemprego continua a bater à nossa porta, mas há muitas empresas que não tem empregados... muitos preferem o Subsidio de desemprego. Afinal, gera discussão, mas acima de tudo, dá que pensar! Parar o país não ajuda, ou ajudará?. " Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução." Todos temos direito a ter opiniões distintas!!! Mas não se esqueçam que os nossos pais, avós, mas também os nossos filhos, depositam enormes esperanças na nossa geração. Nós vamos conseguir fazer a diferença, se acreditarmos nisso. Força! JM
    Mrs. MF | 24.02.2011 | 13.36H
  • 24.02.2011 | 13.34Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.34Hcomentário reprovado
  • Será que estamos perante nova PIDE? Onde estão os comentários de todas as pessoas?
    Lamento que pessoas destas tenham o titulo de jornalista, onde dão mais destaque ao preso que foi atingido com "TASER" porque tinha a cela cheia de dejectos e não falem da exploração a que os jovens licenciados estão sujeitos. Tenho 2 filhos nesta situação, um fisioterapeuta que uma clinica lhe ofereceu 2€ por doente quando esta clinica recebe por doente 60€, outro arquitecto que lhe dão o horario das 09 até ás 20(se houver trabalho fica a trabalhar até ser preciso) e aos fins de semana se for necessário. Ordenado 425€ limpos.
    Pergunto como mãe, qual a vontade que estão a querer dar aos nossos filhos na entrada do mercado de trabalho?
    Esta Sra e outros deviam pensar que são poucos os que têm cunhas e nomes pomposos e que não vão a festas de revista que nada trazem de lucro ao pais
    Teresa | 24.02.2011 | 13.33H
  • 24.02.2011 | 13.29Hcomentário reprovado
  • Querida Isabel, eu tenho 25 anos, curso superior e se não arranjar emprego dentro de 2 meses vou sair de portugal. Mas tb lhe digo: eu não sou parvo porque vou a media markt e faço grandes compras nos sites de oportunidades. ps tem que entender que esta geração leva tudo a letra. Não tiveram a sua educção e a falta de chá provoca estes ataques de inveja que tanto danificam o nosso país. Como tanto invejoso parvo é quem fica em portugal
    Susana Freitas | 24.02.2011 | 13.28H
  • 24.02.2011 | 13.26Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.25Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.23Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.23Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.20Hcomentário reprovado
  • Olá a todos, estive a ler os comentários infra e conclusão. Desgraçados dos jovens. já não podem acordar, respirar, ir até à praia, correr, estudar.... estão a ser tramadas. São todos exemplares e uns coitadinhos..... tenho 27 anos, tb não tenho pais ricos e já entendi uma coisa - este estado pesa muito e produz pouco. Trabalhei em nova iorque,fui de barco, contratado e despedido por 2 vezes. com a mesma rapidez com que era despedido, era contratado. Sabem porque. porque os patroes não tinham medo de contratar. Deixemos de chorar e ataquemos os problemas. acredito em nós
    José Santos | 24.02.2011 | 13.20H
  • Francamente fiquei chocada com o que acabei de ler. “porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.”
    Deve se estar a referir ás pessoas da sua classe social só pode...
    Infelizmente o meu pai( era orfã de mãe) não tinha condições para me pagar os estudos, e quando digo estudos refiro-me ao secundário. Eu fui obrigada a trabalhar de dia enquanto estudava de dia também, para ter dinheiro para me alimentar, e com o que me sobrava do ordenado, com muito esforço, consegui acabar o secundário com a idade que um da sua classe social acabava a faculdade. Derivado aos horários parvos que as empresas fazem os seus trabalhadores terem, e os precários ordenados que pagam, nunca tive possibilidade de continuar o meu sonho de tirar 1 curso superior. Existe muitas pessoas como eu. “os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí”
    Como diz a Sara, devia parar de contar saiotes para escrever os seus romances, e antes de escrever editoriais que generalizam uma inteira geração, falar com os mesmos...
    Para sua informação existe pessoas com cursos superiores a lutar pela vida, a tentarem ter trabalho (ssim trabalho, não 1 emprego) na sua área, e as empresas só fazem porcaria... dou-lhe 2 exemplos: precisam de um estagiário de marketing, mas afinal é para distribuir publicidade, querem uma pessoa com curso de merchadising... afinal é para serem comerciais a bater porta á porta....
    Anda uma pessoa a estudar 7 anos para isso? E se aceitam..os que têm menos escolaridade que trabalhos lhes restam? Já pensou nisso??
    Já pensou que uma pessoa desempregada com 34 anos tem muita dificuldade em arranjar trabalho por que as empresas a consideram velha? Que as empresas preferem pessoas novas , por que assim podem fazer o que querem( impor horários e trabalhos que não têm nada a haver com aquilo que foram contratados). Já se deu conta que este país se anda a mexer é com cunhas?
    Antes de generalizar uma inteira geração, e as misturar, sim por que existe várias gerações, devia fazer o seu trabalho de fazer pesquisa antes de dizer barbaridades.
    carla | 24.02.2011 | 13.12H
  • É sempre giro ler estas pérolas escritas por pessoas que nunca sairam do seu próprio umbigo e vivem o dia-a-dia no "mundinho" cor-de-rosa, vazio e pouco interessante. Alheios ao que se passa lá fora e aos problemas reais das "criaturas" e do "povinho" que TRABALHA e só se sabe queixar, ainda conseguem trabalhinhos (à conta das cunhas bem boas) a escrever umas balelas para alguns jornais e revistas e pasmem-se... são pagos. E entretanto também me estou a lembrar de uns nomes que podia escrever aqui, mas felizmente os meus paizinhos deram-me educação que é coisa que falta a muita gente...até aos de apelido pomposo.
    João | 24.02.2011 | 13.11H
  • O que esta senhora não compreende é o facto da própria economia global não tender para melhorias, porque com ou sem curso superior as massas estão a ser conduzidas para o mercado da prestação de serviços que para além de ser mal pago, protege única e exclusivamente os interesses de quem emprega e obrigatoriamente cria precariedade. Não é coincidência mais de 90% da população mundial activa de hoje em dia é empurrada a trabalhar em serviços, não é pouca vontade para trabalhar mas sim falta de alternativa que empurram os jovens para o sistema caótico, injusto e de escravidão...fazer uma comparação com a guerra do ultramar é levar a ignorância ao extremo, tentar desviar aquilo que é o problema fulcral e compactuar com a guerra, já para não falar do sarcasmo usado com as palavras "manifestação" que quase impõe no texto uma conotação de presunção dos jovens perante a sociedade. A solução não passa por remendar a sociedade mas repensa-la de forma dinâmica e sustentável, coisa que esta senhora não o faz pois está segura das suas posses monetárias...
    Resource based economy | 24.02.2011 | 13.10H
  • Pessoas que não percebem, que não reconhecem o desespero dos jovens e que falam connosco de cima dos seus ordenados com vários zeros e o descanso próprio de quem sabe que os seus mais próximos estão protegidos pelo seu círculo de influências dão-me vontade de vomitar.
    A cretinice do conformismo e opiniões displicentes dos que sabem da crise porque têm menos um ferrari na garagem ou menos um anel nos dedos faz-me acreditar que não interessa a cabeça, os estudos nem mesmo o coração no sítio certo. As gerações que nos antecederam criaram a confusão, a crise e a solução de hipotecar o futuro, hipotecando os jovens. E agora pedem-nos a nós a solução do problema, agitam as bandeiras do salazarismo latente e do comunismo teórico nunca vivido, enquanto nos chama de bebés chorões.
    Coitados dos pais que tentam ajudar, dos que desistiram pelo caminho porque virão a esperança morrer-lhes dentro e dos que tiveram de mudar de rumo porque não tinham mais como continuar. Faço parte da geração que luta. Faço parte da porção dessa geração que teve sorte. Mas o meu coração está com o futuro, com todos nós. E é por isso que dia 12 de Março, os meus pés e a minha voz estarão na rua!
    Sara Soares | 24.02.2011 | 13.09H
  • Sinceramente fala muito bem, mas troque o seu lugarzinho ao sol por recibos verdes. Bem se nota que está empregada.... e bem. E fique sabendo que nem todos têm possibilidade de pôr a sua família a estudar em universidades conceituadíssimas no estrangeiro, porque a senhora sim é uma parva em vir aqui gozar com o desespero dos outros. E mais não digo para não descer ao seu nível.
    Ana | 24.02.2011 | 13.08H
  • "Falem de mim, ainda que mal". Malta não partilhem, ignorem. É isto mesmo que eles querem, divulgar, estar no centro das atenções. Já viram a quantidade de gente que partilhou isto? Está a tornar-se viral. Não acham o momento super oportuno para escrever isto e desta maneira? É uma opinião, vale o que vale.
    Marta Sousa - Licenciada | 24.02.2011 | 13.08H
  • 24.02.2011 | 13.06Hcomentário reprovado
  • Estas pessoas nascem em de ouro e depois ainda criticam os outros... As coisas não estão fáceis para muitos e sim, acabamos anos a estudar para muitas vezes dar-mos em escravos... Criticar é fácil, resolver os problemas já é outra história...
    Aléxis | 24.02.2011 | 13.06H
  • 24.02.2011 | 13.05Hcomentário reprovado
  • Caros, Não consigo deixar de tecer aqui algumas linhas a este artigo que em boa verdade muito me surpreendeu.
    Primeiramente por ver que há pessoas que consideram parvos aqueles que estudaram porque, e passo a transcrever "gastaram o dinheiro dos pais e dos nossos impostos a estudar para não aprender nada". Ora, salvo melhor opinião, só quem não tem filhos é que pode considerar parvo investir dinheiro neles para que os mesmos tenham um futuro melhor! Depois, não me recordo de ir ao bolso de ninguém, excepto, quanto muito, dos meus pais, quando tirei o curso de Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, pagando as propinas e todos os encargos de um curso daqueles durante anos, no meu tempo 5 anos só com licenciatura, e, se mais me recordo ainda, também, ninguém me pagou para tal, excepto, mais uma vez, os meus pais, que o fizeram com muito orgulho. Estarei eu com amnésia? Depois, permitam-me discordar, que, se não andamos para aí a cantarolar esta música, não é porque ganhamos duas vezes mais do que a média, mas antes por ser a mais pura verdade e nos identificarmos com a letra dela que expressa tão somente o que nos vai na alma a cada dia da semana em que nos levantamos e trabalhamos arduamente para no final do mês recebermos míseros "tostões" que estão muito aquém do trabalho realizado. Se um pesadelo é algo mau que pretendemos não lembrar para quê cantarolar aquilo que parece um pesadelo mas é a realidade? Ademais, se fosse verdade que recebemos tanto assim não sei porque é que os jovens portugueses licenciados estão a emigrar e a ser reconhecidos lá fora e não no seu próprio país! Acrescento ainda que, coisa que não fazemos é o papel de vítimas e tanto assim é que não andamos a cantarolar a música, nem nos vêem para aí em programas de TV a carpir os nossos desgostos mas isso não impede de nos revoltarmos e dar um grito de alerta para o que está mal, pois não? Aliás, não será o que este País precisa? De um grito de alerta e um rumo de mudança? Não cabe aos jovens lutar por um País melhor, mais justo e equitativo? Se calhar não, tais medidas são, pelos vistos, demasiado egocêntricas da nossa parte, e não nos levam a lado nenhum! Se formos a ver bem, nem sei porque é que houve a Revolução do 25 de Abril!? São artigos como este que nos fazem de facto ver que devemos fazer manifestações, "abrir a boca" denunciando o que está mal, propor medidas contra um Estado que se revela cada vez menos democrático e onde nos pretendem silenciar. Fico feliz por verificar que há pessoas que não se debatem ao final do mês com a ginástica orçamental que os jovens portugueses, que estudaram e trabalham muitas vezes mais de 8h/dia, têm que fazer para que o resultado do seu trabalho dê para pagar renda de casa, passe social, água, luz, gás, alimentação... Fico feliz, também, por ver que há pessoas que acham que estamos bem e no bom caminho se nos calarmos, acatarmos tudo silenciosamente e para não sermos egocêntricos e vítimas emigremos e deixemos o nosso país que, estando tão bom realmente devemos ser mesmo parvos para o querer deixar! Para essas pessoas, apenas digo que fico feliz por elas mas existe outra realidade que, infelizmente, não é nada "porreira...pá" e é essa realidade que queremos fazer ver de uma forma que não sejamos rotulados de egocênctricos e vítimas. Melhores Cumprimentos, Filipa Franco
    Filipa A.G. Franco | 24.02.2011 | 13.05H
  • 24.02.2011 | 13.05Hcomentário reprovado
  • Cara Drª isabel, concordo integralmente com o seu artigo. Obviamente falta criatividade a esta geração que ao intrepretar o seu artigo à letra é de facto parva....Entendo a sua comparação com a letra da musica e todos sabemos que o país atravessa um momento complicadissimo. Mas é mais fácil ficar sentado a chorar ou a fingir que se está a fazer um grande esforço para mudar. Se uma pessoa ganha mal, mude, invente, cire, emigre mas parem de se lamentar o tempo todo. Já não há paciencia para tanto coitadinho. Tenham pena de quem tem problemas de saude e paises em estado de guerra. Crises sempre houveram e muitas mais acontecerão
    Joana Simões | 24.02.2011 | 13.04H
  • 24.02.2011 | 13.04Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.03Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.02Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.02Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 13.01Hcomentário reprovado
  • Quando surge um tema que se destaca sem esforço na sociedade e causa o seu efeito de reacção todas as vozes, com e sem razão vêem logo aproveitar a luz que incide sobre ele.
    Criticas contraproducentes e mal esclarecidas como esta deviam ficar na gaveta. Jornalismo não é isto. Critica não é isto. E artigos de autor precisam de um autor sério, informado e que não escrevar por escrever, de forma leve e despreocupada.
    Li comentários aqui que merecem muito mais ser publicados do que o que realmente foi.
    Mas este pais é sustentado a tachos e pequenos subornos. Se tivesse algum bom senso, sra Isabel, não voltava a fazer-se ouvir.
    hugo | 24.02.2011 | 12.59H
  • Cara Isabel, ao ler o seu artigo não consigo deixar de me perguntar em que mundo vive.
    Não deve ser no nosso. Aliás, neste jornal deve trabalhar muita gente a recibo verde e com ordenados que devem estar longe de 2 vezes mais média de quem tem o ensino secundário. Sei disso porque sou licenciada em Jornalismo e vivi muitos anos a debater-me entre pagar as contas e desistir do que gostava de fazer. Acabou por ganhar a segunda hipótese porque me cansei de trabalhar longas horas por 400 euros a recibo verde. Os meus amigos emigraram, o meu namorado também, e não por serem parvos, mas por serem corajosos e quererem uma vida melhor. Porque este país, estas empresas que vivem de estágio em estágio a "ajudas de custo", fazem-no porque pode, porque a lei o permite, mesmo tendo possibilidades económicas para pagar condignamente um trabalhador.
    Como sugere a Isabel que se
    passe a ser parte da solução? Essa ideia eu gostava de saber. Falo por mim e pela minha geração: Fui sempre excelente aluna, acabei o curso com boa média, tive estágios cheios de elogios ao meu profissionalismo mas sempre a impossibilidade de pagar.Mandei centenas de currículos, esperei muito, tabalhei em lojas de roupa, em call centers enquanto esperava. Qual a soluçãi Isabel?! Continuar a receber 400 euros, a minha vida em espera, a dos meus amigos, a do meu amor?! Este país e este estado de coisas hipoteca a vida de muita gente. Por isso da próxima vez que puxar do teclado tenha o cuidado de olhar em volta para o que a rodeia, por favor saia dessa redoma de preconceito de quem não quer ver.
    maria | 24.02.2011 | 12.56H
  • Parvo é o facto de grande parte da classe patronal estar a aproveitar a crise para baixar ordenados e cortar nos recursos dos trabalhadores, enquanto eles continuam a ganhar o mesmo ou até a conseguirem ganhar mais.
    Parvo é os mesmos trabalhadores pagarem propinas absurdas às universidades publicas para os filhos poderem lá estudarem e saírem licenciados, mas além de pagar as propinas falta ainda falar de todo o material escolar que não sai nada barato dos livros às sebentas e fotocópias. E os parvos dos trabalhadores classe média e média-baixa a pagar para os filhos poderem ser melhor e terem melhor que eles.
    Parvo é esses estudantes que após (se tudo correr bem)18 a 20 anos de estudo saem para o mercado de trabalho e vêm que ninguém os quer contratar pq tem qualificação a mais e tem de lhes pagar como tal e isso os patrões não querem porque sai-lhes caro, e acabam por ter de ir para trabalhos, NÃO EMPREGOS, TRABALHOS, que pagam pouco mais que o ordenado mínimo. Porquê? Porque o pai ou a mãe não têm cunhas para eles.
    Por isso já não são parvos, porque têm estudos, mas são parvos porque pensavam sair com um canudo para arranjar emprego e agora vêm o emprego por um canudo ao longe difícil de chegar. Desça por favor até à classe que mais abunda em Portugal e como tal mais dificuldades tem para tudo e veja os esforços que fazem para não baixar os abraços e dar luta. E depois então venha falar dos jovens de hoje. Porque lamento mas não tem os factos nem passou pelas experiências que hoje em dia se passa para poder falar como fala da Geração Parva.
    Jorge | 24.02.2011 | 12.56H
  • 24.02.2011 | 12.55Hcomentário reprovado
  • Palmas para ela! eheheheh Antes diziam que a geração rasca era esta que estava para vir, a dos jovens de hoje em dia. Hoje já se pode ver quem deixou o país na miséria. O refrão da música não é parvo, parva é a senhora que lhe deram uma oportunidade para escrever e pelos vistos os seus estudos não lhe serviram para nada. Mais valia ter ficado calada :)
    Francisco | 24.02.2011 | 12.52H
  • 24.02.2011 | 12.51Hcomentário reprovado
  • E o parvo sou eu?!
    Licenciada | 24.02.2011 | 12.51H
  • 24.02.2011 | 12.50Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel, caso não se lembre, eu já trabalhei para si como paginadora de uma das revistas em que já foi directora. E caso também não se lembre, eu trabalhei para si a recibo-verdes, porque a senhora não me quis fazer um contracto. Na altura, dizia-me que era por não ter dinheiro, porque as altas entidades não lhe permitiram contratar mais pessoal, bla bla bla. Estive nessa situação durante um ano, até que fui dispensada porque claro, tinham que fazer cortes, e quem é que foi a primeira a ser mandada embora? Adivinhe-se! E sim, sou licenciada, e não é por falta de procura de emprego ou por falta de vontade de trabalhar que não estou estável. Já trabalhei em callcenters, já trabalhei em reciclagem, já dei aulas, já fiz bolos para fora, já consegui quase por milagre um emprego na minha área, e no entanto só tive uma única vez um contracto de trabalho. Tudo o resto eram coisas temporárias ou claro, a recibos-verdes. Os meus pais perderam tudo na guerra do Ultramar e vieram com a roupa que tinham no corpo para um país que não era o deles, e mesmo assim fizeram das tripas coração para me conseguirem dar uma educação que me permitisse ter um futuro. Sabe o que custa ouvir uma mãe perguntar "ó filha, porque é que não arranjas um emprego das 9h ás 5h? É porque não gostas?" e ter que lhe responder que é porque simplesmente não consegue arranjar.
    Por isso é com grande tristeza que leio o seu texto sobre a geração parva. Porque no fundo, estou nesta situação porque é a sua geração que não dá as oportunidades a minha geração. E da próxima que "contratar" alguém para trabalhar consigo, pense bem em que moldes é que a está a "contratar", porque pode perfeitamente estar a lixar-lhe a vida.
    anónimo | 24.02.2011 | 12.50H
  • "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela." Afinal geração espectacular cheia de experiencia que subiram a pulso, que levam o nosso País pa frente como estamos vendo e não contracta jovens por falta de experiencia, precisa da nossa ajuda? Bem decidam-se, sff. ps: acho q já percebi, precisam de ajuda, desde q seja bem baratinha!
    Bruno | 24.02.2011 | 12.47H
  • Bem, parece que os recibos verdes só foram inventados quando rebentou a crise económica... e realmente nós vitimizamo-nos muito... eu, particularmente, pois após anos a trabalhar a recibos verdes para o Estado, agora encontro-me no desemprego (sem subsídio). Eu devia era agradecer a excelente vida que tenho e não me queixar. Ah, e arranjar meios mágicos para "encontrar a saída" porque a Isabel está à espera. Se nós somos parvos, a Isabel é uma parvalhona.
    Lídia | 24.02.2011 | 12.46H
  • Cara Isabel, felizmente a ignorância e a preguiça em procurar boa informação é, tal como o Destak, gratuita! Esta é a geração mais preparada da historia do País, e mesmo assim, o que a sociedade e as empresas lhe oferece como futuro são caixas de supermercado, vendas porta a porta e call centers.
    Veja os numeros reais do desemprego, nas quase 700.000 pessoas desempregadas, 30% tem licenciaturas.
    Falamos de dezenas de milhares de professores, economistas, licenciados em direito, engenheiros, psicologos, assistentes sociais, etc. etc. Enquanto esta geração estudava, escolhas politicas e estrategias empresariais foram definidas, em nada disso foram consultadas as vitimas dessas escolhas. Veja também o facto de muitos licenciados, 11% estarem a emigrar para procurar emprego (onde me incluo). Sociedade Parva esta em que se investe na educação e não se oferecem oportunidades, deixando escapar uma parte consideravel de jovens com formação, e vontade de vencer. Como ultimo argumento, gostaria de reduzir o seu argumento ao absurdo: Se esta geração não tivesse aprendido nada(facto em si que é falso e ridiculo) a culpa estaria na geração que desenhou o sistema de ensino e que os formou directamente... ou seja seriam as pessoas da sua geração, responsaveis educativos e professores que seria responsavel por isso. Quem seria então a geração parva? Boa sorte para as suas proximas crónicas
    Miguel franco | 24.02.2011 | 12.46H
  • Desculpe, mas parva é a senhora! Sou licenciada, nunca baixei os braços ou vivi à custa do dinheiro dos papás. O facto é que trabalho num escritório onde ganho €700,00 mensais. Foi o melhor que consegui com o meu curso superior de Linguas e Literaturas Modernas, mas continuarei a procurar sempre algo melhor. Ser licenciado não é garantia de nada, de ter uma função bem remunerada, pelo menos neste país!
    Rita G. | 24.02.2011 | 12.46H
  • Mas isto é para os Apanhados não é?
    Sara | 24.02.2011 | 12.45H
  • parece impossivel de alguém que se acha tão senhora de si, dizer que os recibos verdes e contratos a termo não foram criados para escravizar. pois vê-se mesmo que nunca trabalhou sob essas condições. ah e tal e os licenciados ganham mais que a média? e o custo absurdo das propinas? e o sacrificio que muitos pais fazem para chegar ao fim e ver os filhos no desemprego? adorava que fosse assim realmente, 80% dos licenciados ganham mais que a media. secalhar os enfermeiros e os professores não pensam da mesma maneira, mas só secalhar. ridiculo, é o que isto é.
    sara | 24.02.2011 | 12.41H
  • 24.02.2011 | 12.34Hcomentário reprovado
  • Outra questão que não vejo por aqui ser discutida é o do real valor dos cursos superiores que se deram e dão neste país.
    Mas como não podemos dizer mal das vacas sagradas dos srs prof universitários (coitadinhos, eles até nem se acham responsáveis - ninguém é responsável neste país por nada do que acontece), é melhor estar calado.
    Reforma das universidades Já! | 24.02.2011 | 12.33H
  • 24.02.2011 | 12.31Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 12.30Hcomentário reprovado
  • Acho que a Ana Bacalhau não quis dizer com a sua música - a que alguns gostam de chamar "hino", mas seja lá o que for - que a minha geração tirou o curso e ficou sentada à espera de um bom emprego, de um bom salário, que não sabemos aproveitar os desafios e "dar a volta à vida". Acho é que dá um jeito do caraças à Isabel Stilwell e a muita gente da geração dela ouvir a música dessa forma. São os mesmos que quando vêem que os filhos não conseguem "dar a volta à vida" em Portugal, ajudam-nos a dar as voltas que quiserem num país mais justo com os "deolindos". Tenho pena, que eu até costumo gostar dos editoriais da Isabelinha.
    Carolina Enes | 24.02.2011 | 12.29H
  • 24.02.2011 | 12.29Hcomentário reprovado
  • "Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada. "
    Há-de explicar-me como um aluno se licencia sem aprender nada. E se isso acontece, de explicar-me de quem é a culpa na verdade!
    Ana Baptista | 24.02.2011 | 12.27H
  • Primeiro que tudo, é triste ver tantos comentários censurados quando são meras opiniões críticas, um pouco como quem escreveu o artigo as teve. Mas as opiniões contrárias a um artigo tendencioso, insultuoso e que me faz rir, não fosse a autora reconhecida por tanto choramingar pelos direitos das mulheres.
    A vida real não a conhece de certeza, senão não teria dito as barbaridades que disse. É que a classe dos jovens, do qual ainda acho que me insiro, começou a trabalhar aos 16, tipo eu, e durante a sua vida universitária trabalhou em part-times porque não nasceu com pais ricos. Portanto o argumento de que começaram tarde no mercado de trabalho esbate-se com a realidade do país. Como segundo argumento temos dizer que aqueles que têm curso superior ganham mais que os que não têm. Esquece-se claramente daqueles que mesmo com curso superior estão a trabalhar e a receber extremamente mal, esquece-se dos que estão em estágios eternos e subsequentes porque nenhuma empresa lhes quer pagar um salário digno da sua experiência, esquece-se daqueles que são sub-aproveitados porque alguém lhes cortou as pernas para não progredirem. O curioso disso tudo é que os mesmos jovens que nesse país das bananas chamado Portugal aí não tinham capacidade, fora do país já a possuem, são óptimos profissionais, etc. É um pouco como a velha história de Portugal ter pouca produção e culparem-se os trabalhadores pelo mesmo, quando fora do país são conhecidos por serem dos que mais produzem. Fala dos recibos verdes com um desdém e desconhecimento irresponsável, ignorante e chocante. Talvez não se lembre que já existem há mais de 10 anos, ainda a geração de que fala andava a jogar à bola. Portanto são fruto do caos económico desde quando?? Provavelmente desde o dia em que se criaram...
    Também desconhece claramente que muitas empresas usam esse meio para não dar os devidos direitos ao trabalhador, já que lhes sai mais barato esta forma. Quando o próprio Estado o faz, porque não haveriam as empresas de seguir este caminho??
    Relembro esta senhora já velhinha, que no tempo do 25 de Abril também haviam uns jovens a quererem manifestar-se e dizer basta e haviam uns monstrinhos que lutavam de várias formas contra isso. Felizmente já temos liberdade de expressão e os monstrinhos apenas se transformaram em colunistas de jornais gratuitos.
    Realmente teremos de ser nós, os jovens, a ser a solução, porque vocês, os velhinhos, não conseguiram ser. Talvez quando sair da casca de ovo em que se encontra, bem fechada, e conseguir abrir os olhos para o mundo real, consiga ver que afinal tudo não são como os romances escritos e que o capitalismo tem apenas um único fito, lucro, e que com base nisso, aliado à fraca formação do empresário português, se cometem atrocidades contra a geração que se encontra à rasca mas que felizmente se desenrasca. E com isto tudo só me resta dizer, que este artigo e a sua autora são... parvos.
    Tiago | 24.02.2011 | 12.21H
  • Gostava que a senhora tivesse um pouco mais noção das coisas.
    É óbvio, e minimamente conveniente, que QUEM FAÇA UM INVESTIMENTO NA SUA FORMAÇÃO veja a sua remuneração inflaccionada em relação a quem começa a trabalhar sem curso, straight out of high-school. Podemos passar activamente a ser parte da soulção? Certo. Como? Começamos a trabalhar de graça para as empresas, para que elas, saiam do "caos económico com que se debatem" ? Incentivando desta forma o seu crescimento e possibilitanto a oferta de condições de trabalho melhores...quando decidirem empregar-nos, leia-se?
    E entretanto, morrem não sei quantos jovens á fome. Como é que se vai fazer seja o que for havendo formação mas não havendo onde a aplicar? Muitos recorrem ao estrangeiro. Porquê? Porque lá oferecem onde aplicar essa formação. Deixe-se mas é de dizer disparates. mais valia estar calada ou ir falar mal de políticos, esses sim merecem aturar o sarcasmo e revolta seja de quem for. Ou então fale dos bancários, gestores de empresas, etc., que ganham milhares e milhões - e se não ganhassem seriam AINDA MAIS corruptos! - e depois fogem com o dinheiro.
    Esses sim, merecem ser denunciados. Agora, os estudantes? Que culpa temos em estarmos formados? Quisémos estudar, apostar no futuro... e somos alvo de gozo por sua parte. Caramba, daqui a bocado são os estudantes que colocam o país na miséria, quer ver? Santa paciência. Pode haver aí quem vá estudar e se forme e continue na mesma, burro que dói, mas somos muitos os que de facto temos aqui o potencial e não vemos quem nos queira pegar. Se por "aprender a dar a volta à vida" significa estudar 20 anos (ou quase) e depois ir trabalhar para a caixa de supermercado, bem, toca a bater palmas à (in)justiça social.
    Teresa Semedo | 24.02.2011 | 12.18H
  • 24.02.2011 | 12.15Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 12.12Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel, Penso que deveria ter um pouco mais de bom senso, mas com um artigo destes, penso que, efectivamente, não o tem. Sinceramente não entendo como poderá alguém como a Srª fazer um editorial. Mas como este país é uma vergonha, não me espanta que existam editoriais tais como este. Atenciosamente,
    CM
    Carolina Martins | 24.02.2011 | 12.09H
  • "Só falta imaginarem que os recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar, (...)" podem não ter sido criados para esse propósito mas é esse o efeito final. Como quer então que se descreva a situação, quando se pagam todos os impostos a tempo e horas durante anos se for necessário e depois não se tem subsidio de desemprego (recibos verdes)? Ou quando se está a contratos a prazo um ou dois anos e depois...puff...com casa e filhos para sustentar? Eu lamento muito que não perceba que é uma pseudo-escolha que cada ex-estudante faz. sim...porque escolher entre precariedade e ficar desempregado em casa dos papás sem fazer coisa nenhuma não é uma verdadeira escolha... longe longe vão os tempos em que talento por si chegava. E o que é necessário agora, além da fugaz sorte, não se ensina nas faculdades.
    Inês | 24.02.2011 | 12.07H
  • Tendo em conta que trabalho a recibo verde descontando para uma segurança social da qual não posso beneficiar em caso de desemprego ou doença, que metade do meu rendimento mensal vai para pagar os direitos adquiridos pela "geração do Ultramar" e as seguintes que nada tiveram a ver com o Ultramar, tendo em conta quantos fulanos cada um de nós conhece que recebe às MINHAS custas salários que eu não sonharei receber apenas por cunha, sim, realmente sou eu que sou parvo. Parvo em ainda não ter começado a espancar uns quantos que vivem à minha custa e dos outros como eu.
    Quando os seus (da sua geração) direitos adquiridos e reformas milionárias e múltiplas, são equiparados aos meus... Há um desnivelzito... ou então sou eu que sou parvo e não sei fazer contas...
    Quem acabava o meu curso há 10 anos auferia em média entre 2000 e 2500 euros por mês, o ano passado o meu colega com melhor média (entre 90) aufere 1700 euros. No entanto os seus encargos fiscais são ridiculamente superiores. (E nem estou a entrar com a inflacção).
    Se a sua geração deixasse de ser parvinha e atafulhar o poder com múmias que de tão trabalhadoras e geniais nos trouxeram à porcaria que trouxeram então eu admitia-lhe o insulto.
    Sendo assim é mais uma a adicionar à lista dos direitos adquiridos... Tenha uma muito boa vida, lembre-se que é às minhas custas.
    João Fardilha | 24.02.2011 | 12.06H
  • O meu pai que sofreu os horrores da Guerra Colonial (nem sequer ponho isso em questão) quando regressou, conseguiu um contrato de trabalho que lhe permitiu aceder a um crédito e com ele comprar casa. Para mim, com 34 anos, a minha luta é arranjar um emprego sem a "liberdade" dos recibos verdes. "Liberdade" essa que, a juntar a pouco mais do que o salário mínimo, faz com que qualquer entidade bancária neste país me recuse qualquer tipo de ajuda. Mas gostaria eu de lhe pedir esse auxilio... ensine-me por favor, a mim e a todos os que tão bem se vitimizam, a gerir uma casa com 600€!!!!
    Bruno | 24.02.2011 | 12.04H
  • 12 de Março a Revolução dos esCRAVOS!
    Ze povinho | 24.02.2011 | 12.02H
  • 24.02.2011 | 12.02Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 12.00Hcomentário reprovado
  • Brilhante, Sra. Dra., Brilhante.
    Nem posso crer que escreveu tamanha barbaridade.
    Cristina | 24.02.2011 | 11.58H
  • Auto intitular-mo-nos de parvos com a ironia na conta certa para chamar a atenção para uma realidade que é gritante, não é vitimação mas sim intervenção, e as reacções em cadeia à canção dos Deolinda, assim o demonstram. Censurar toda uma geração pelo seu inconformismo e desejo de mais e melhor qualidade de vida (que se traduz obviamente em mais liberdade, maior criatividade e produtividade) é outra coisa. chama-se conservadorismo, anacronismo e, talvez correndo o risco do meu comentário ser igualmente censurado como tantos outros, acrescentaria que o seu artigo raia o reaccionário. Menorizar uma voz colectiva que se exprime em crescendo é ingénuo mas é sobretudo arrogante. A história prova que não resulta.
    Joana Peres | 24.02.2011 | 11.56H
  • Felizmente penso ter muitos amigos e conheço muitas outras pessoas, a grande maioria do circuito artístico, mas muitos também de outros quadrantes e vejo que desde pintores, músicos, fotógrafos, designers, arquitectos, engenheiros, médicos, enfermeiros, policias, bombeiros e tantos outros, na sua maioria encontram obstáculos e barreiras desnecessários à sua tentativa de dar o seu melhor à actividade que escolheram dedicar as suas vidas, muitas vezes com resultados, infelizmente, negativos. O que tristemente vejo suceder com muita frequência é o abandonar dessa tentativa ou talvez pior, o ceder à mediocridade e acabando por correr o risco de se tornarem a longo prazo nas mesmas barreiras que antes lutavam.
    Isto acontece todos os dias a olhos vistos em Portugal, na minha área nem quero desenvolver muito, basta estarem atentos e repararem no sem numero de publicações de nível mediano ou baixo, nas produções milionárias com resultados duvidosos que vos atingem todos os dias na TV, web e nos media em geral, nos "concursos" que promovem o proxenetismo de talento nacional, nos eventos que sugam subsídios e produzem nódoas que se mascaram de cultura e nos produtos que vos são vendidos com o estilo "gato-por-lebre". Mas não só nesta , como em todas as áreas em geral podemos constatar isto, nos policias com o nível de educação semelhante a um vegetal, nos atendimentos dos serviços dos quais usufruímos geralmente sem necessidade, na maneira como somos tratados e roubados pelas empresas as quais pagamos para nos servir, nos políticos que financiamos e depositamos a nossa confiança para nos gerir, bem a lista, tristemente, é infindável... E o pior disto tudo, é que nós merecemos tudo isto, estas pessoas somos nós. Todos os dias me interrogo, mas afinal que espécie de doença é esta que a nossa sociedade portuguesa parece padecer? Porque não parecemos reagir quando vemos estar numa situação descendente?
    A verdade é que todos os dias se ouve nas ruas o descontentamento, e o que não falta são greves e manifestações de trabalhadores e estudantes.. A falta de tempo, dinheiro, recursos, apoios e mais tantas outras coisas, não passam de desculpas que damos a nós próprios para cultivarmos a nossa ignorância e inercia. Como é possível que pessoas e sociedades com tudo isto em falta em muito maior quantidade façam aquilo que nós não fazemos? Não nos faltam recursos, qualificações, oportunidades, talento.
    A resposta que eu encontro reside nas premissas que penso sejam as mesmas pelas quais a grande maioria do país se rege, a ignorância e a inercia. Claramente o talento, a inovação e capacidade existe e felizmente não nos faltam casos de sucesso de indivíduos e conjuntos de pessoas, empresas e iniciativas, mas infelizmente a grande maioria encontra esse sucesso e concretização fora de portas, noutros países, gerando cultura e dinheiro a outras sociedades e não à nossa que tanto precisa.
    É sinceramente com estranheza que verifico o orgulho que se nutre por esses casos, não por não valorizar o seu sucesso, obviamente, mas porque honestamente não percebo o porquê de pensarmos "esta pessoa faz algo de bom lá fora, devemos reconhece-la!" em vez de pensarmos " esta pessoa merece ter reconhecimento lá fora por aquilo que faz aqui!" isso sim é motivo de orgulho! O que não é motivo de orgulho é a nossa exaltação da mediocridade, a ignorância e a inercia não são motivos de orgulho! Contrariamente ao que diariamente oiço desde que me lembro, o não saber, o não conhecer, seja desde a cultura, musica, cinema, literatura, economia, politica, ecologia, etc, não é algo de que nos devemos vangloriar, antes pelo contrário é algo que devemos ter vergonha, e este é um ponto essencial. Vejamos o exemplo de uma criança na escola ( quase todos nós passamos por isto), se praticamos uma acção ou atitude pela qual somos compensados e exaltados, o mais provável é repetirmos essa acção e que os outros também a sigam, mais que não seja na esperança de obter a mesma recompensa, se pelo contrario tivermos uma má atitude, pela qual somos ridicularizados, o que acontece é que nunca mais a iremos repetir e os outros, por aprendizagem em 2º grau, também dificilmente a irão reproduzir. Isto acontece todos os dias no nosso quotidiano, fará certamente parte da condição e do comportamento humano, o problema é que por aquilo que eu constato, geralmente em Portugal passa-se ao contrario, ou seja pune-se o conhecimento e a iniciativa, de muitas, e às vezes inimagináveis, formas. Por isso devemos virar esta atitude e temos que punir e ridicularizar a ignorância e a inercia! Acreditem que resulta, não é nenhuma utopia, existe à frente dos nossos olhos na maioria das nossas sociedades vizinhas. Parece-me afinal que aqui reside o problema. Afinal não são os estudantes das manifestações os mesmos com as maiores taxas de alcoolização e cabulas nas universidades a nível internacional? Não são os trabalhadores que se queixam diariamente os mesmos com alta taxa de ineficácia e falta de qualificação, que sugam valores e subsídios às empresas e ao estado, tirando muitas vezes a quem realmente precisa?
    Parece-me a mim que estas posturas revelam uma grande dose de, mais uma vez, ignorância e inercia. Ignorância por não terem o conhecimento para serem melhores e poderem, aí sim, exigir alguma coisa, e a inercia para o alcançar, ou tentar mudar esta postura em si e nos que os rodeiam.
    Acho essencial o espírito contestatário, mas não estaremos nós muitas vezes a contestar erradicamente? Pois a verdade é que oiço muitas pessoas a reclamar, mas raramente vejo alguma acção e dificilmente vejo e sinto apoio no combater das coisas, muitas vezes simples, do dia a dia que claramente são mal feitas. E o espírito critico e o apontar de falhas nada tem de errado, antes pelo contrario!
    Uma sociedade que promove e apoia a estupidificação dos seus claramente não vai longe, e se não acreditam, basta olharem para o estado do nossa. Isto não parte de nenhum governo, instituição ou partido, parte de cada um de nós enquanto cidadãos, pais, profissionais, amigos, pessoas.
    Temos que apoiar e galvanizar os nosso filhos, alunos ,colegas, amigos, pelo saber, pelo conhecimento, de qualquer área, e principalmente motivar e proporcionar a iniciativa! De que serve ter meio país a puxar para cima quando a outra metade puxa para baixo, até uma criança aprende na Rua Sesamo que o resultado deste esforço será nulo. Só o conhecimento e a iniciativa fazem mover o mundo, em qualquer área da vida, desde a construção civil às artes , desde a escola às relações profissionais e até amorosas, é uma questão de postura e atitude que está em causa.
    Precisamos de enriquecer culturalmente, economicamente, espiritualmente e emocionalmente.
    Precisamos não só crescer em riqueza monetária, porque claramente que o necessitamos com alguma urgência , mas também de crescer mentalmente, porque uma sociedade culta, qualificada, esclarecida, e realizada mais facilmente consegue alcançar o sucesso económico e social. Podia citar muitos dos escritores, poetas, intelectuais ou figuras de mérito nacionais que já vezes sem contam lançaram o mesmo alerta e muitos dos quais já nos deixaram e levaram certamente esta mesma angustia que eu sinto, mas acho que apenas uma palavra basta:
    ACORDA! Mr. Phomer
    2011
    André Almeida | 24.02.2011 | 11.50H
  • É com alguma pena que vejo o odio nutrido por uma pessoa que já escreveu muita coisa q provavelmente as mesmas pessoas que aqui repudiam já teriam usado no seu profile do facebook.
    deixo aki a minha opinião que penso ir muito de encontro ao que aqui é escrito e, curiosamente, teve muito apoio junto de muitas das mesmas pessoas que repudiam este artigo, sendo que na sua base dizem o mesmo
    André Almeida | 24.02.2011 | 11.50H
  • Como é que uma pessoa que se diz defensora da igualdade de oportunidades escreve tais coisas? E quanto ao papel de vítimas não percebo. Não é isso que a Isabel faz quando fala nos direitos das mulheres? Vitimizar-se? Como disse, para de se queixar e vá à luta pelos mesmo direitos. Com este artigo, fiquei com a sensação que há pessoas que têm medo que as gerações mais novas lhes fiquem com o emprego, só pode. Será isso?
    Anónimo | 24.02.2011 | 11.42H
  • Sugestão:
    Que tal o jornal Destak lançar nas sua páginas uma ideia para testar a capacidade da geração parva...?
    maria louraço | 24.02.2011 | 11.41H
  • A coisa mais palerma é haver tantos comentários por estudantes do ensino superior (como eu)... Eu por acaso nunca tive grandes problemas em arranjar trabalho mas consigo entender que é frustrante uma pessoa tentar seguir uma paixão e investir em formação nessa area para depois não conseguir emprego em lado nenhum a não ser no mcdonalds.. Quem escreve o que foi escrito neste artigo claramente não sabe como funciona o mundo real... E quem (como eu) comenta devia aprender rapidamente a ignorar pessoas mentalmente limitadas... As pessoas não têm culpa de serem burras, sabem? Acho que o que a Sr.ª Isabel precisa é um forte abraço... Já agora... porque há tantos comentários denunciados?
    João Oliveira | 24.02.2011 | 11.41H
  • A palavra "parva" vem do latim e é um adjectivo que significa "pequeno", que foi integrando a noção de insignificante,sem valor,estúpido,com falta de massa cinzenta,...etc, etc,...em oposição ao chamado "chico-espertismo" , flexibilidade no jogo de cintura, inteligência prática,aptidão para os jogos sociais, hipocrisia, oportunismo,corrupção ...enfim
    Quem tem estas qualidades, por oposição á parvoíce, consegue singrar na vida.Ah e sobretudo se a família tiver uma empresa, se tiver acesso à velhinha cunha por intermédio do nome de família ou do partido. Para isso, é bom inscrever-se nas juventudes partidárias.Pode chegar a primeiro ministro...
    maria louraço | 24.02.2011 | 11.39H
  • "É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego..." Eu que tive o meu primeiro emprego aos 15 anos, que tirei um curso superior, que trabalho muiiiiiiito todos os dias...ver a palavra "azar" metida ao barulho...só pode ser parvoísse mesmo...Cara Isabel, que azar ter escrito um artigo tão pouco "licenciado"...Saudações e as melhoras da parvoísse.
    Pedro Leitão | 24.02.2011 | 11.35H
  • Seremos ativos na nossa solução e não na sua...
    Ana Vicente | 24.02.2011 | 11.34H
  • Pois, pois... É bom ter opinião própria na sociedade que corre...
    No entanto, continuo a julgar que de barriga cheia é muito fácil falar de comida... Gostava de ver se teria a mesma opinião se tivesse a recibos verdes... Felcidades ;) E que sejamos todos parte da solução ;)
    João | 24.02.2011 | 11.32H
  • 24.02.2011 | 11.29Hcomentário reprovado
  • Por esta altura já terá percebido que "a parva da geração parva" passou a ser a própria Isabel. Se hoje ao almoço ouvir qq coisa como " sai uma Bica p'ra PARVA" não se admire. É que o Destak é lido por muita gente e, depois deste genial texto viral, que estão a usar para promover o Jornal e o conflito entre gerações, muita gente ainda ficará parva a ler isto e reconhecerá e saberá de cor o nome da jornalista Isabel Stillstupid
    Paulo Prazeres | 24.02.2011 | 11.23H
  • Parvo é quem nunca aprendeu a escrever nem a pensar mas se deixou convencer disso..
    Que triste é quem nunca teve dificuldades na vida mas gosta de criticar.
    Fred | 24.02.2011 | 11.19H
  • Que tristeza. Estes editoriais são por norma fraquinhos, entediantes, consensuais. Mas este é perigoso e desresponsabilizador. Porque não são as pessoas dispostas a trabalhar que se desresponsabilizam quando se queixam por não serem remuneradas. Desresponsabilizacão é isto. E o jornal Destak fica muito mal visto. Irremediavelmente mal visto. Pelo menos 30.000 pessoas aguardam um pedido de desculpas e o afastamento desta senhora da opinião pública.
    Matilde | 24.02.2011 | 11.16H
  • "Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução." Ridículo... Nem sei o que é isso de ser activo na solução. Trabalho e estudo. Que quer mais??
    Revoltada é o que me sinto com este artigo... tretas e tretas de alguém que não sabe o que diz deste mundo dos novos licenciados...
    Ana | 24.02.2011 | 11.14H
  • 24.02.2011 | 11.13Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel S. Fico contente por achar que a actual situação dos jovens Licenciados é muito aprazivel. Quando diz "ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional" parece-me que talvez está a falar de um assunto sem conhecimento de causa. Vamos fazer contas entao: ora se a média de vencimento em Portugal é de 600 €, faz com que os Jovens Licenciados ganhem 1200 euros , certo? Está-me a acompanhar? Pois infelizmente lhe digo que muitos jovens licenciados aceitam ordenados muito abaixo deste valor, com contratos precários ou a falsos recibos-verdes só para poderem trabalhar e não ficarem em casa a serem parasitas da sociedade. Aliás nem parasitas podemos ser porque não temos anos de trabalho suficientes para ter um subsidio de desemprego razoavel. Somos a geração "casinha dos pais" porque a SUA geração assim nos deixou. Sem alternativas e sem esperanças. Não ha falta de vontade, nem falta de educação (somos a geração com mais qualificações), há falta de oportunidades para os jovens e o reconhecimento das suas qualificações. E a canção dos Deolinda não pretende ser Hino de nenhuma geração mas serviu para por todas as pesoas a falarem destes assuntos. Porque hoje os escravos dos recibos verdes e dos contractos de trabalhos de 3 meses renovaveis até sabe deus quando, são os jovens que andaram a estudar e que procuravam no ensino superior formação e uma vida melhor que a dos pais.
    Elisabete | 24.02.2011 | 11.12H
  • Assim que li este artigo só pensei com os meus botões: "Que disparate!" Eu licenciei-me num curso de 5 anos em 2008 (o último da minha Faculdade) e como andei à procura de trabalho sem sucesso, acabei por ir para a porta dos cinemas cortar bilhetes, e sim, era um part-time onde se ganhava bem. No entanto, um mês e meio depois consegui um estágio numa pequena empresa e fazer o que gosto e para o qual estudei, aí a ganhar metade do que ganhava, com o acréscimo de ser a full-time. Ora, eu fui uma das que teve sorte! O que me pagavam cobria os gastos diários, já que ainda vivia com os meus pais, mas 90% dos meus colegas que conseguiram trabalho na área trabalhavam gratuitamente durante dias consecutivos e num mínimo de 10 horas por dia, em empresas multinacionais que exploram os recém-licenciados em troca de um nome conhecido no seu currículo... Onde é que isto não é escravatura? E mais, como é que isto é parvo se não há escolha? Antes de se comentar seja o que for deve conhecer-se a realidade de todos os pontos de vista, e o que me parece é que a Sr.ª Isabel Stilwell arranjou maneira de se lançar para as luzes da ribalta apenas para desempenhar o papel de ignorante. Esteja atenta ao 12 de Março. E se possível saia à rua e fale com quem se manifesta para tentar compreender o conteúdo da música dos Deolinda, que já se viu ter-lhe passado ao lado.
    Ana Baptista | 24.02.2011 | 11.07H
  • Penso que a Sra. Isabel não se lembrou dos Trabalhadores-Estudantes quando redigiu o artigo. Sim, pois eu estou a estudar com muito esforço e dedicação da minha parte. Os meus pais não podem ajudar-me a pagar os estudos e dada a situação económica do país vive, não me foi atribuída bolsa, o que me obrigou a trabalhar.
    Tomás Pires | 24.02.2011 | 11.07H
  • 24.02.2011 | 11.01Hcomentário reprovado
  • Acima de tudo jamais se comparem com ex-combatentes do ultramar!!! O não reconhecimento das dificuldades que foram apresentadas a essa geração, é por si só revelador de uma extrema ignorância! As criticas do editorial e não só, partem precisamente de comentários lamentáveis como esses. É absolutamente ridículo que se comparem a tal realidade e como deveria ser óbvio nem todos os combatentes estiveram em Angola. É tão incrivelmente mau que dói ler e ouvir tanta barbaridade proferida de uma geração com a minha idade, e imperando a licenciatura têm obrigação de saber onde estiveram esses combatentes e quais os palcos de guerra mais complicados. Mas talvez certas pessoas estejam habituadas a pontuar-se pela mediocridade. Contudo e assim sendo, não se auto-proclamem socialmente injustiçados! Aprendam. O conhecimento não se mede apenas em diplomas. A inteligência emocional é preponderante na sociedade actual.
    Sofia Rodrigues | 24.02.2011 | 10.59H
  • 24.02.2011 | 10.57Hcomentário reprovado
  • Minha Senhora, quando a Senhora tiver que passar semanas da sua vida a comer pão com queijo de manhã, à tarde e à noite porque aquilo que ganha com a acumulação dos seus part-time mal pagos mal chega para pagar as propinas e o alojamento que os seus pais não tiveram hipótese de pagar, tudo para ser uma pessoa formada e com mais hipóteses de vir a auferir um salário que lhe permita fazer o upgrade para sandes mistas, voltamos a discutir este assunto. Isto, se não estiver muito ocupada a fazer spreads para a Caras, onde demonstra tudo menos a sua real capacidade profissional e preparação para ultrapassar desafios. Ou talvez a babar a sua netinha, da sua afortunada filha, que conseguiu ser mãe no momento em que desejou porque não terá tido que se preocupar com coisas tão triviais como assegurar o mínimo indispensável para uma "sobrevivência" digna.
    Todos comportamos responsabilidades relativamente ao mundo que nos rodeia. Mas, neste momento, o poder de decisão ainda pertence à sua geração e não à nossa. E, se não estiver muito ocupada, recomendo vivamente que faça uma visita ao centro de emprego mais próximo e que lhes pergunte, exactamente, qual é a factura para se ser empreendedor e parte activa de uma possível solução.
    Sara Coutinho | 24.02.2011 | 10.50H
  • Com todo o respeito, Isabel, vê-se muito bem que ou nunca teve falta de emprego, ou que não teve grande trabalho a procurá-lo. Não somos coitadinhos, somos pessoas que se esforçam e que estudam em busca de um futuro que, na maior parte dos casos, não existem.
    Acha que gostamos de chegar aos 30 anos e de morar em casa dos pais?
    Acha que gostamos de ser constantemente recusados, porque não temos experiência profissional - porque na verdade, não nos dão hipóteses de a ter?
    Acha que nos dá prazer acumular estágios não remunerados? Vamos ser racionais: a verdade é inconveniente; o hino, dos mais acertados e incendiários dos últimos tempos, move uma geração que parecia adormecida. Digo-lhe: ainda bem que acordou. E digo-lhe ainda mais: parece-me vergonhoso, uma mulher com filhos ter esta opinião tão arrogante. Um dia chegará a vez deles. E aí? Serão também eles parvos?
    Ana | 24.02.2011 | 10.49H
  • 24.02.2011 | 10.49Hcomentário reprovado
  • Tenho 30 anos e espanta-me toda esta interacção. Considero no mínimo invulgar que se tenha a capacidade de escrever um editorial com estas características, em que se confronta toda uma geração. Eu faço parte da dita geração, mas, não sou licenciada apesar de ter tido a oportunidade de frequentar mais do que um curso superior, com o devido aproveitamento ano após ano, nunca tive a real necessidade de terminar as licenciaturas. O ensino já estava em decadência e já nessa altura era perceptível a saturação dos mercados de trabalho. Entenda-se que é uma decisão própria e que o único objectivo desta exposição é para que se perceba que compreendo ambas as perspectivas em certa medida. Espanta-me que neste editorial se julgue o todo pela parte em todos os aspectos e espanta-me ainda mais que os jovens licenciados que aqui expõem os seus comentários inflamados não tenham a capacidade de reconhecer que: em determinadas profissões não são mais do que os não licenciados e em muitos casos são efectivamente recursos de menor qualidade quando comparados com os demais, que por acaso e de entre muitos outros factores têm a capacidade de escrever em português correcto; quais são as suas reais capacidades; existem pessoas desempregadas em todas gerações; não existe nenhum mercado que consiga comportar tantos licenciados mesmo que as vagas dos cursos fossem reduzidas e aumentadas anualmente em acompanhamento com o mercado; nas oportunidades que vos são dadas para realmente manifestar a vossa consciência da realidade do país (sim leva um acento para não se confundir com pais) e exercer o direito de voto muitos de vós preferem ir para a praia; o problema que vivemos não é geracional e não vos fica bem apontar o dedo a outras gerações pela realidade actual quando muitos nada fazem para que seja diferente e não sabemos o que será o futuro das novas gerações; etc...
    Não obstante existirem todos estes casos, estarei presente no dia 12 de Março para demonstrar o meu apoio à causa da mobilização por um futuro melhor e apresentar um problema e respectiva solução.
    Sofia Rodrigues | 24.02.2011 | 10.43H
  • Cara Isabel Stilwell, Antes de mais espero que este comentário a encontre bem, se é que algum dia chegará aos seus olhos. Espero que sim! Custa-me acreditar que alguém com o seu nível possa sequer pensar em fazer um artigo com este título e teor. É ridícula a forma como pensa e a falta de informação que pelos vistos tem, porque a demonstra, nos assuntos por si abordados no mesmo. Primeiro de tudo, vou-me identificar e situá-la um pouco, para que possa ter uma noção do porquê desta minha reacção ao seu artigo. O meu nome é Gonçalo Morgado Marques, tenho 25 anos e sou formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Lusíada (sim, uma universidade privada! Que parvo que sou por gastar tanto dinheiro em estudos!). Trabalho desde os meus 15 anos, logo já conto com 10 anos de trabalho e respectivos descontos. Habituado a fazer a vida sem depender de ninguém, cedo me apercebi que era realmente importante ingressar numa formação superior, tentando assim, com o tempo, melhorar a minha condição de vida. Com grande sacrifício pessoal e também dos meus pais, consegui fazer o curso de direito e terminá-lo nos 5 anos (duração do curso). Digo sacrifício porque ao longo de todo o meu curso não fui só um estudante, fui também um trabalhador por conta de outrem! Se não tem noção, digo-lhe já que não é tarefa nada fácil e pouco ou nada compensadora para quem aufere 750€/mês (o que já é muito bom!). Tal não é o meu espanto que quando acabo o curso e sou obrigado a fazer um estágio profissional de 2 anos (inerente à profissão de advogado em que pretendia ingressar) e me dizem que não existe nenhuma obrigatoriedade de pagamento de tal estágio, ou seja, seria um escravo (é essa a definição que tenho). Tentei vários escritórios de advogados e havia sim os que realmente pagavam aos seus estagiários (cerca de 5%), mas as funções eram sempre as mesmas e pouco ou mesmo nada se aprendia (o estágio serve para isso mesmo, aprender!). Optei por um escritório de advogados mais pequeno em que pudesse realmente aprender qualquer coisa, mas tal como 95% dos escritórios em que fiz entrevistas, este não pagava aos estagiários. TORNEI-ME UM ESCRAVO! Ou melhor, PIOR QUE UM ESCRAVO pois pagava para trabalhar (despesas de transporte, alimentação, telemóvel, entre outras). E no meio disto tudo, como pagava essas despesas!? Com outro trabalho, que me pagava e em que tinha funções que V. Excia certamente considera “inferiores”. Ou seja, para me sustentar e sustentar o meu estágio fui forçado a ter dois Trabalhos (muita gente diria empregos, mas eu digo TRABALHO!). Certo e sabido que a energia e o ânimo para manter esta situação foi-se desvanecendo, tornando-se a mesma, com o tempo, impraticável! Tomei uma decisão, abdiquei dos meus sonhos e EMIGREI! Hoje, estou a viver em Maputo, Moçambique, trabalho num escritório de Advogados conceituado, em que sou Consultor Senior (imagine-se em Portugal ser senior com 25 anos, IMPENSÁVEL!). Tenho a minha vida de novo nos carris e não tenciono sair daqui. Mas eu não estou a responder a este seu artigo para falar de mim, agora que já a situei, posso passar à minha crítica às barbaridades (peço desculpa, mas não encontro outro nome para definir) que escreveu neste artigo. Sempre me disseram que para criticarmos alguém devemos primeiro colocar-nos nos sapatos dessa pessoa. Experimentou colocar-se nos sapatos de um comum jovem português? Digo comum, referindo-me aqueles, que tal como eu, não têm pais influentes que conseguem “cunhas” e “tachos” para os filhos! Não encare isto como uma crítica a esses jovens, porque não é.. nessa posição faria talvez o mesmo... Agora coloque-se nos sapatos de um jovem comum, recém licenciado, que procura desesperadamente o primeiro emprego e tudo o que lhe oferecem são estágios de curta duração que nem remunerados são. Não pensaria na mesma linha que a Ana Bacalhau (vocalista dos Deolinda)? Eu acho que sim! E mesmo aceitando essa proposta, na esperança de: “eu vou provar as minhas capacidades e irei ficar nesta empresa”, essa esperança irá, na GRANDE maioria dos casos, sair frustada. Pois qualquer empresa prefere contratar mais um “parvo” (como refere) que irá preencher aquele lugar e a quem não terá de dar boas condições, nem mesmo pagar o que quer que seja. Já se colocou nestes sapatos? Como directora de um meio de comunicação era inteligente da sua parte informar-se sobre os assuntos sobre os quais escreve. Sabia que em termos proporcionais, são mais os desempregados com Formação superior do que aqueles que não a têm!? Ainda acha “parvo” o refrão da música dos Deolinda? Explique-me por favor o que se aprende num curso superior que nos possa fazer dar a volta a esta situação! Como, com o que aprendemos, podemos dar a volta à precariedade laboral, à ganância de gestores e empresas, à ganância política, ao aproveitamento de quem precisa e ao “desumanismo”. Ainda digo mais, vá para uma faculdade de hoje e, SEJA ELA QUAL FOR, veja se ainda mantém esta definição de ensino superior, face à realidade que hoje se vive.. Parva é esta sua frase: “aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida”. Acho que não está totalmente ciente da realidade social dos dias de hoje nem àquilo que se passa à sua volta... Talvez tenha ficado perdida num dos seus romances históricos sobre raínhas e princesas.... OLHE À SUA VOLTA!!!
    No seu “parvo” artigo, refere que 80% dos licenciados ganham duas vezes mais do que a média (comparando com aqueles que não têm licenciatura ou formação superior). Não duvido! Mas isso aplica-se aos licenciados que realmente têm um trabalho!!! Quando se faz um comentário destes deve-se ver “a coisa” por várias perspectivas e não só por aquela que mais nos convém! É “parvo” pensar e actuar assim! É ÓBVIO que a crise afecta-nos a todos e nós não somos as vítimas exclusivas! Mas tal como todos, temos o direito a demonstrar a nossa insatisfação! Não somos vítimas! Não somos os “Coitadinhos”... Mas como sabe, e certamente melhor que eu, é difícil um jovem ser ouvido, respeitado e entendido, porque pessoas como V. Excia têm ideias pré-concebidas e pouca ou nenhuma atenção dão. PARA SE APRESENTAREM SOLUÇÕES É PRECISO QUE QUEM AS TENHA SEJA OUVIDO! Não quer soluções? Não acha que deviam partir de nós (jovens)!? então oiçam-nos!! Estão à espera que apliquemos o que aprendemos!? Como? Para isso é preciso dar oportunidade aos jovens!! Onde está essa oportunidade? No trabalho precário? No trabalho escravo!? No trabalho a recibos verdes!? Essas coisas não foram criadas para nos escravizar, mas somos nós enquanto jovens que estamos a pagar por anos e anos de má gestão das gerações anteriores. Detesto generalizações e normalmente não as faço, mas como as fez, vou seguir a sua linha de raciocínio! Se estamos nesta situação a culpa é de quem!? Nossa!? Não me vai dizer que é da economia mundial!? Também é, é um facto, mas então e os anos de má gestão por parte dos políticos que pessoas da sua idade ajudaram a eleger? Então e se não estão contentes com a situação porque não se fazem ouvir? O nosso problema enquanto jovens é a vossa herança, são os problemas que vocês e mais ninguém ajudaram a criar! Ponha-se no “nosso” lugar de “parvos” e verá a sua atitude a mudar um pouco!
    Esta resposta não tenta proteger aqueles jovens que pouca ambição e vontade têm, que os há! Mas sim defender aqueles, que como eu se sentiram ofendidos com aquilo que escreve. Por isso, e em modo de conclusão, a única “parva” aqui, já ficou definida e dá pelo nome de Isabel Stilwell. Espanta-me que ainda esteja como directora do Destak e não como Directora de um Jornal Expresso, ou diria mesmo de algum conhecido jornal internacional! Ahhh, caso não tenha percebido, estou a ser irónico! Ponha um “parvo” (leia-se jovem) no seu lugar e verá que ele fará certamente um melhor trabalho ou, no mínimo, irá abster-se de escrever artigos de opinião “parvos”! Lanço aqui um desafio. Vá para a rua nessa dia e falae com os “parvos”... verá que não são todos tão parvos como a Sra. Os melhores cumprimentos Gonçalo Morgado Marques
    Gonçalo Morgado Marques | 24.02.2011 | 10.43H
  • A opinião da autora do artigo, é imperdoável e descabida. Não me admira que se tenham atirado a ela, nos comentários.
    Sou da mesma geração da autora do editorial, e vejo com enorme preocupação o que se passa no país em relação aos jovens. E ao contrário da autora, acho que os jovens deveriam- DEVEM - protestar e cada vez mais alto. A música dos Deolinda, é a meu ver, um protesto demasiado ténue, face à gravidade do que se passa no país, e até comparado com os protesto do meu tempo em canções como "Eles comem tudo e não deixam nada...", que estariam muito mais a propósito nos dias de hoje e sobretudo desde que teve início o maldito "cavaquismo".
    Devo esclarecer aqui, que não sou de esquerda e não o sendo, a minha opinião contra a opinião de quem também não o será é completamente livre e isenta.
    E tendo considerado, uma enormidade, a comparação das dificuldades dos jovens actuais, com as dos pais ou até avós, que foram à guerra de Àfrica, tenho de lhe relembrar o seguinte:
    Tendo eu própria uma licenciatura, terminada em meados dos anos 70 do século XX, tive enorme dificuldade em encontrar emprego. Exactamente, porque acontecera o fim da guerra de Àfrica, a "brilhante" descolonização saída da cabeça de verdadeiros facínoras, e a consequente chegada, em massa, dos então chamados "retornados". Por melhor que fosse o curriculum dum jovem licenciado, existiam na época, "ordens do topo", para que todos os lugares disponíveis fossem ocupados pelas pessoas que vieram de Àfrica. Dado que a maioria das empresas estavam nacionalizadas, as ordens eram para cumprir. Assim, o país encheu o mercado de trabalho com gente que, na maioria dos casos, não tinha qualquer licenciatura, em detrimento dos jovens da "metrópole" acabados de sair das faculdades. Desta forma os governos portugueses, andaram durante anos a gabar-se lá fora, que tinham conseguido absorver os "retornados" em 2 ou 3 anos, coisa que nem os franceses nem os belgas, haviam conseguido em décadas. Pois não, é que os franceses e os belgas, não se deixam maltratar de braços cruzados, como é hábito dos portugueses.
    Procurei por todo o lado, mandei CVs, fui a centenas de entrevistas, não tive uma única "cunha" de ninguém, porque ainda por cima possuia um apelido que era proscrito pós-revolução (a própria empresa da minha família, havia sido nacionalizada, e até hoje nunca devolvida), ninguém me ajudou, e quem o poderia fazer, ou tinha ido embora ou, estava demasiado aterrorizado com os democratas das " amplas liberdades".
    Como jornalista considerada que é, a autora deste artigo, deveria conhecer os factos do passado, que foi o meu e o de tantos jovens da minha geração, ao invés de vir fazer comparações, incomparáveis, com o que aconteceu antes do 25 de Abril e o que acontece hoje.
    E digo-lhe mais, é fácil falar do frio dos outros, quando se está quentinho. E já agora que falou, aponte uma solução aos jovens de hoje, que não passe pela cunha, ou pela filiação nos partidos, donde sairão, certamente, com melhores hipóteses de bons empregos, à custa do povo, e até sem necessidade de serem licenciados. Quando finalmente, por mim e apenas por mim , fui capaz de "dar a volta à vida", trabalhei mais de dez anos, numa àrea diferente da minha formação. Nem sequer gostava, e tive de engolir muitos sapos.
    Portanto, minha senhora, as suas opiniões não passam duma abstracção e dum alheamento confortável, do que se passa no país. Certamente, com os contactos à sua disposição, estará a tratar do futuro dos seus filhos, pelo que poderá mandar os filhos dos outros "mexerem-se".
    Por mim, o meu conselho aos jovens de hoje: Reclamem, revoltem-se e não permitam que o vosso futuro e o vosso tempo de vida, cai neste lodaçal em que se tornou Portugal.
    Teresa Botelho Moniz | 24.02.2011 | 10.41H
  • alguém me explica como é que esta senhora arranjou emprego, terá sido por cunha ou é parva?
    ah e tal | 24.02.2011 | 10.34H
  • o que mais me escandalizou foi a tentativa de "abafar" os comentários mas felizmente não consegui vencer os "parvos". Até costumava ler este jornal quando ia no comboio a partir de hoje não o voltarei a fazer!!!!
    Anabela Lima | 24.02.2011 | 10.30H
  • Sim, é verdade! Os joves gostam de receber misérias, isso quando recebem alguma coisa... Gostam de não conseguir a sua intependência... "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída." – Sim, enquanto estamos na casa dos pais por não termos possibilidade de sonhar com uma vida nossa, vamos colocar-nos da posição do "Pensador" e desenterrar soluções que pela leveza da escrita, até devem ser fáceis... Ah estes preguiçosos destes jovens que não se aplicam a arranjar saídas... Gostava que a senhora tivesse um filho com um canudo e que tivesse na mesma situação de milhares de outros jovens... Se calhar ai não levava o assunto com tanta candura...
    Ana Ferreira | 24.02.2011 | 10.30H
  • 24.02.2011 | 10.26Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 10.09Hcomentário reprovado
  • Comentário denunciado por apenas dizer para esta senhora se ir tratar. Já repararam que o Facebook da Isabel Stilwell foi criado há pouco tempo? Não tem lá nada a não ser comentários de repúdio a este artigo de opinião parvo... Parece-me que está em busca de protagonismo... pois bem, está a consegui-lo pelas piores razões. Medite. Devia ter vergonha de ter dito o que disse.
    Miguel Correia | 24.02.2011 | 10.06H
  • Uma senhora que está longe de conhecer a realidade dos jovens portugueses... uma opinião parva de quem não quer constatar os factos, pior cego é o que não quer ver... Caso não se recorde, os pais que passaram pela guerra também se revoltaram, pondo fim a um regime ditatorial... agora também nós temos razões para nos revoltarmos, razões diferentes é certo, mas igualmente válidas!
    Outro ponto que eu gostaria de destacar prende-se com o facto de haver pessoas incompetentes a ocupar lugares que poderiam pertencer à geração que além de se encontrar à rasca, é também a melhor preparada de sempre a nível académico... talvez assim as coisas se tornassem menos parvas!
    márcia | 24.02.2011 | 10.05H
  • É o que dá ser um jornal à pala! Tem que ir poupar na cabeça dos colaboradores!
    Poo Poo | 24.02.2011 | 09.58H
  • 24.02.2011 | 09.30Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 09.17Hcomentário reprovado
  • Eu gostava de saber qto e que lhe pagam. E ainda você se queixa da nova geração é preciso ser parvo e de uma geração obsoleta para a querer contratar e lhe pagar ordenado.
    Seria muito mais util que esse dinheiro fosse canalizado para a cerci. Assim ia ajudar verdadeiros deficientes mentais e nao apenas aqueles que parecem.
    Anonymous | 24.02.2011 | 08.34H
  • "Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada."
    Eu axo que devia mudar esta sua frase. devia substituír "estudarem" por "estudei", "escravo" por "escrava" "são" por "sou", "parvos" por "parva"; "gastaram" por "gastei" e assim ja faz sentido:
    Porque se estudei e sou escrava, sou parva de facto. Parva porque gastei o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
    Sim pq com comentários destes é pq nao aprendeu mesmo nada e nao passa mesmo de uma escrava neste mundo que teve de estudar para o ser. ahahahah.
    Anonymous | 24.02.2011 | 08.26H
  • as pessoas estudam e são escravas não por terem mau aproveitamento. elas sao escravas se obterem bom aproveitamento também. infelizmente esta geração ja levou com muitas gerações anteriores que moldaram o mundo na merda em que vivemos. é uma ingenuidade pensar que quem vai para a faculdade vai aprender a sério pq eu ja tive na faculdade e nao aprendi assim grande coisa pois a vossa geração não se preocupa em ensinar. preocupa-se em fazer carreira no ensino simplesmente para nao ter de trabalhar 40h por dias. a maior parte dos professores são da sua geração e são tao ignobeis como vc. Eles nao querem saber se esta geração aprende. so querem é que esta geração erre para poderem dizer que eles é que tinham razao e continuarem a sua vida que é chular os contribuintes e pagadores de propinas providenciando um ensino que até dá vontade de rir. E ainda por cima se não somos licenciados não somos ninguém. Como que se a maior parte das licenciaturas em portugal ensina algo a alguém. Só ensina a discriminar quem não é licensiado e promover a injustiça social. Sim porque com as licenciatures aí disponiveis mais vale a pena nao ser licenciado do que ser.
    Anonymous | 24.02.2011 | 08.20H
  • 24.02.2011 | 08.19Hcomentário reprovado
  • Que não goste da determinada letra,é aceitavél,mas criticar,o que na verdade tantos estudantes andam a passar,é sinal que a srª passa muito pouco tempo no nosso pais,já trabalhei a recibo verde,é a melhor forma dos patrões fugirem ás suas obrigações.Muitos foram para o ultramar obrigados sem duvida e morreram,dai o meu aberto no coração,mas muitos morreram por falta de preparação ao meio,mais fácilmente tiro para canhão melhor dizendo.Que é o que está a acontecer neste momento,e com opiniões como a sua vamos morrer,ignorantes, que é o que interessa aos nossos Politicos,Banqueiros etc e tal.
    Dorabela Ferreira | 24.02.2011 | 08.07H
  • 24.02.2011 | 06.54Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 05.07Hcomentário reprovado
  • ONDE ESTÃO ESSAS ESTATÍSTICAS. SABE QUE DEVEMOS SEMPRE CITAR AS FONTES PARA NÃO CAIR NO DIZ QUE DISSE. QUAL O SOCIÓLOGO DO TRABALHO?
    Paulo Pereira | 24.02.2011 | 04.25H
  • 24.02.2011 | 04.21Hcomentário reprovado
  • "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela." - Se há coisa que aprendemos com os nossos pais, foi a utilizar da mesma liberdade expressão que lhe permite insultar toda uma geração num jornal, para poder-mos dizer basta! Ser parte da solução, é isso mesmo, debater ideias e lutar por uma vida melhor! Se a Senhora tem o direito e básicamente insultar toda uma geração num artigo de opinião, toda esta geração tem o direito de se manifestar como achar melhor, incluíndo dizer-lhe a si, que devia pensar duas vezes antes de insultar publicamente uma geração inteira que é de facto a massa produtiva actual e futura deste país!
    Rute castro | 24.02.2011 | 04.18H
  • 24.02.2011 | 03.41Hcomentário reprovado
  • Tens razão Isabel, trabalhei 4 anos a recibos verdes e acumulei uma dívida à segurança social que não consigo pagar. Sabes porquê? Porque existem pessoas como tu, que dizem: "Anda, mexe-te!" É o que venho fazendo desde há 3 anos trabalhando sempre e recusando ofertas de trabalho de merda. Mas eu já não sou parvo, daqui a pouco vou ter a minha oportunidade e vou conseguir pagar 1 terço da minha dívida, que no fundo não é minha, foi o meu empregador que nunca a pagou.
    Rui | 24.02.2011 | 03.13H
  • 24.02.2011 | 02.32Hcomentário reprovado
  • Mas quem é esta parva?! "Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média(...)"? Eu sou licenciado e não consegui trabalho na minha área. Portanto decidi tirar um mestrado. Mas para isso, estou a trabalhar numa loja de roupa, em regime part-time, porque se fosse a full-time, não teria tempo para ir às aulas. Então, por mês ganho €500, gasto €100 em propinas, mais renda, contas, etc. e sem direito a bolsas! E já na licenciatura era assim. Será que a senhora se referia aos meninos cujos papás lhes pagam tudo? Claro que não sou uma boa aposta para trabalhar na área. A minha média é só de 14 porque passei metade do tempo a trabalhar para pagar os estudos e me sustentar. E acredito que se passará o mesmo no final do mestrado.
    E é suposto eu não me queixar e ficar calado? Mas quem é esta parva? Ah, escreveu o editorial do jornal destak... Uau.
    Podia arrumar as suas coisinhas e dar lugar a um jovem licenciado. Assim, seria menos um a queixar-se e a incomodar sua excelência. E podia ser que passasse a preocupar-se com coisas realmente importantes como por exemplo, racionar todos os cêntimos para não passar fome na última semana do mês. Se têm o direito de apagar os comentários abusivos e ofensivos, podiam começar por apagar o editorial dessa personagem.
    Luís | 24.02.2011 | 02.28H
  • Cara Isabel, a si corre-lhe bem a vida não é?! Aposto que também é contra a vinda do FMI, correcto?!
    Falta cumprir Abril! Foram-se os fachistas, ficaram os tachistas!
    SamyOli | 24.02.2011 | 02.23H
  • Pimba, já está criado um grupo no facebook anti-destak para demonstrar a indignação, intitulado "Eu NÃO Leio o Jornal Destak"
    Eu Nunca mais leio o destak | 24.02.2011 | 02.11H
  • 24.02.2011 | 02.09Hcomentário reprovado
  • e para terminar, porque amanha trabalho, (felizmente!) para que serve todo o sistema educacional se não tem aplicação pratica?? para que servem os testes que os psicologos da escola fazem, para determinar em conjunto com os alunos as àreas que mais se adequam a cada um?? para que servem os diferentes cursos gerais?? para que servem as provas de acessos, os M23 os incentivos à formação, se em Portugal, pelos vistos, de nada vale aprender uma profissão, pois não é essa a que se vai exercer??? e atenção, eu acho que os licenciados não podem baixar as mãos so porque são licenciados, mas o caso aqui é bem mais grave, não falamos de meia duzia que não tem colocaçao na área.. falamos de muitas meias duzias que não têm colocação nem na àrea, nem em outra área qualquer!!! acorda PORTUGAL, antes que seja tarde demais....
    Ema | 24.02.2011 | 01.53H
  • @Ema, essa teoria é sua. Não minha. O saber não implica acção futura. O que é pena é que isso não se ensine. Se todos estudassem o que de facto gostam e fizessem, dentro ou fora da área em causa, o que permite alcançar bem-estar haveria muito menos gente descontente. Quando se ingressa num curso para ser alguma coisa a motivação está no sítio errado. Ingressa-se num curso para aprender alguma coisa. O que, na prática, é muito diferente. E, como a noite vai longa, felicidades e boa sorte.
    Maria | 24.02.2011 | 01.52H
  • Não concordo com a opinião da escritora.
    Sei que há muitos jovens que não se esforçam e terminam o curso querem logo um lugar de topo numa empresa. Mas não quer dizer que seja a totalidade.
    A musica não é parva e o refrão faz muito sentido tendo em conta a conjuntura actual do pais.
    termindo apenas referindo uma musica intitulada "Canção ao Lado" dos Deolinda
    uma parte diz: "
    Desculpem todos os homens estudantes,
    espíritos poetas, almas delicadas.
    A falsidade do meu génio e das minhas palavras(....) Bem sei que há trolhas escritores,
    de trato estucadores e serventes poetas;
    e poetas que são verdadeiros pedreiros das letras.
    E canta em arte genuína o pescador humilde,
    a varina modesta;
    e tanta vedeta devia dedicar-se à pesca."
    Andreia Emidio | 24.02.2011 | 01.51H
  • 24.02.2011 | 01.42Hcomentário reprovado
  • Cara Maria, Claro que pode!!! mas nao estamos SO a falar de alguem que ja esta no mercado de trabalho e que decide aprofundar conhecimentos, ou aprender outras coisas.. estamos a falar de mihares de pessoas que acreditam num futuro, que simplesmente não existe.... o melhor entao, para não iludir os ditos parvos, é deixar de haver licenciaturas,(e bolonhas e mestrados integrados) quem sabe mesmo deixar de haver escolaridade obrigatória até ao 12º... aos 17 vao trabalhar (ou antes.. pode ser na agricultura que há por ai muito terreno) e depois quando tiverem a vida orientada(seja lá o que isso for) decidem então que querem aprender mais qualquer coisa.. e puff vao para a universidade!!!
    cá esta.. A Maria encontrou a solução para o problema do emprego em portugal!!!! bolas.. deixemo-nos de ilusões. que pais é este?? que futuro temos?? com ou sem formação superior que oportunidades há neste pais??
    Ema | 24.02.2011 | 01.42H
  • @helder, em democracia também existe o direito ao anonimato, embora não seja esse o caso nem o problema - o helder diz ser correia e pode muito bem ser outra coisa qq. Achava que se estavam a debater ideias e não pessoas. 2.º, se assim o achou lamento. 3.º apagar comentário? Ó Helder o que me causa maior repulsa aqui é precisamente a denuncia de comentários sempre que estes vão contra a linha de pensamento geral.
    maria | 24.02.2011 | 01.40H
  • Sra Stilweell:
    Será que não entendeu que a grande obra dos Deolinda (à semelhança de Zeca Afonso e outros músicos de intervenção antes do 25 de Abril) é das mais puras ironias? Sim, não somos nós que somos os verdadeiros parvos!..nós, os que estudaram, tirámos uma licenciatura para meia dúzia de anos depois ainda nos dizerem que agora mestrado pós bolonha é que é - e os antigos licenciados que se lixem!... entre mtas outras coisas que os iluminados como os nossos governantes só olham para a nossa sociedade apenas de cima (tal como a senhora)... dizer coisas como "temos de ser parte da solução" é muito bonito, mesmo mto lindo.. mas ninguém reconhece que é preciso haver condições para fazer gerar soluções... além da existencia de motivação, neste momento os portugueses sentem-se asfixiados... como quer que hajam soluções? Eu sou professor há alguns anos na área da informática e todos os anos, todos os meses, todos os dias, sinto na pele cada vez mais o quanto se trata mal a sociedade... por outro lado, continuamos a ter a nossa gentinha no "bem bom" à custa dos taxos e oportunismos a mandar bitaites de cima e nem se tem noção do inferno que vai cá em baixo... sãos os chamados, teóricos! tenha vergonha nos artigos que escreve ou pelos menos procure conhecer melhor as realidades antes de mandar teorias para a rua (eu bem sei que tinha de escrever alguma coisa, mas nao pode escrever simplesmente por escrever).... E de facto as soluções, as mentes, os interessados em reflectir existem, infelizmente cada vez mais vao pra fora (e hoje essiste-se a alunos do secundário ja a dizer que em portugal n ficam, e cada vez sao mais... é uma realidade nunca vista antes)... porque será?...porque nunca sociedade reflexiva n ha lugar para os verdadeiros parvos... Parvo é viver à custa da opinião sem fundamento, até poque isso mtas vezes geram polémica, audiência... E isso é que interessa!... A verdade? é coisa do passado!... Ai os nossos botões!!! SIM, Agora pode denunciar este comentário!...Já estamos habituados a este tipo de comportamentos!!!
    Hélder Oliveira | 24.02.2011 | 01.36H
  • @tarcisio. Tem razão, expressei-me mal, o browser corrige erros de ortografia. Sim de facto não devo ter lido todos os seus comentários e acho no mínimo de mau gosto que tenham denunciado os seus comentários que, quanto a mim, não têm palavras insultuosas. Se é essa a sua ideia diria que toda a gente terá de concordar consigo, mas não me parece que se possam imputar responsabilidades a minha geração por escolher esses caminhos (pois se eles estão la e foram promovidos!). Algo que não me parece de todo correcto é fazer transparecer a ideia de que a minha geração pura simplesmente não quer trabalhar ou sujeitar-se a um emprego (e algum trabalho)... Ideia gira que fica a pairar: não haverá empregos a mais e trabalho a menos?
    P.S- desculpe-me algumas palavras mais inflamadas. Abraço
    André Santos | 24.02.2011 | 01.31H
  • 24.02.2011 | 01.28Hcomentário reprovado
  • @Ema. Portanto, uma cabeleireira não pode tirar um curso de História porque gosta do tema. E um médico não pode estudar Filosofia apenas por paixão? É isso? Sandra, apenas respondi-lhe às perguntas que me fez. Não a chamei de amiga - perguntei "amiga?" dos senhores que apoiei como a Sandra referiu. E, infelizmente, o nome é mesmo Maria. É comum mas foi o que se arranjou. Embora se não fosse também não seria insultuoso para ninguém. Tem razão. Tenho sorte. Mas o que eu considero sorte não é o mesmo que a Sandra considera.
    Maria | 24.02.2011 | 01.26H
  • 24.02.2011 | 01.24Hcomentário reprovado
  • @MARIA... e ainda, para que serve uma colher de sopa senão para comer sopa??? para que uma formação se o objectivo não é usar o que se aprendeu???
    Ema | 24.02.2011 | 01.19H
  • 24.02.2011 | 01.18Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 01.18Hcomentário reprovado
  • Só uma perguntinha rápida....nós somos obrigados a ler o ''editorial'' desta senhora e os comentários são todos denunciados?? Não há problema, há mais sitios na net onde podemos dar a resposta devida. Facebook por exemplo! Viva a liberdade de expressão!
    anónimo | 24.02.2011 | 01.17H
  • cara Maria, um curso não é nenhum bilhete, alias.. há milhares de pessoas no nosso pais a omitir o facto de serem licenciadas para conseguirem um emprego!! falo com conhecimento de vários casos. volto a dizer, pk sei que não minto. ao estado, ao NOSSO estado o que interessam são numeros. o que interessa é que haja x pessoas com formação superior, para não ficar atras de outros paises supostamente piores que portugal.... as coisas não podem ser feitas em cima do joelho! se voce tiver uma empresa e decidir fabricar 20mil panelas, convem vende-las, porque em stock so vao dar prejuizo... ao inves de 20mil panelas, se fizesse 5mil panelas, 5 mil tachos e 1omil tampas, mais facilmente progredia no negócio. SIM, a culpa é do estado e de nós, que continuamos a tolerar estas politicas de fotografia que nos querem impor!
    Ema | 24.02.2011 | 01.16H
  • Maria, primeiro mostra todo seu amor à "sua democracia" com o facto de não assinar o seu comentário, escreveu apenas "Maria"... Há que assumir responsabilidades pelo que se diz, ao menos a Exma. Sra. Jornalista fez isso...
    Segundo o seu comentário é do mais insultuoso que está por aqui... Parabéns! Terceiro, tentou apagar o meu comentário! Como dizem os advogados nas séries "americanas": I rest my case!
    Helder Correia | 24.02.2011 | 01.13H
  • @Sandra, está cheia de sorte. Nem todos a tiveram. Talvez por isso tenham aprendido a dar valor ao trabalho. Amiga? Não os conheço. Mas conheço o que é pagar um curso e o que é trabalhar a recibo verde. Com dignidade - que podem tirar-me os qs 30% de Seg. Social mas não me ficam com a dignidade - e se tanta gente gosta de ser chamada de parva eu não (oiço a canção dos Deolinda e acho-a simplesmente insultuosa). Prefiro, mm com licenciatura e mestrado, ir trabalhar para uma caixa de supermercado (e não é em teoria) a ter quem me chule o conhecimento e perícia - esses, faço-os pagar. Mesmo que seja a recibo verde, amarelo ou às bolinhas. E muito menos me levam a proferir insultos quando não concordo com alguém. Quando se discorda, contra-argumenta-se. Não se criam páginas por aí a denegrir a imagem de alguém. Porque se isto não é rasca já não sei o que possa ser.
    maria | 24.02.2011 | 01.10H
  • 24.02.2011 | 01.09Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 01.07Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 01.06Hcomentário reprovado
  • Nitidamente existem pessoas que precisam de ser elucidadas da realidade do mercado de trabalho para os jovens, o problema não passa tanto pela falta de emprego, mas sim pelo EMPREGO INJUSTO, onde as empresas se aproveitam ao máximo da recente disponibilidade de maior número de licenciados, o grande problema é ver uma empresa de outsorcing cobrar 4000€ mês pelos serviços de um colaborador e pagar-lhe 700€, uma empresa ter 9 milhões de € de lucros anuais e no entanto apenas ter colaboradores estagiários que apenas recebem ajudas de custo para transportes, e por ai fora... Compreendem agora seus cabeças duras de 40 ou mais anos qual o real problema desta geração escravizada, Para vocês poderem viver à grande, anda esta malta nova a viver um inferno.
    Miguel | 24.02.2011 | 01.06H
  • Enfim... a vida é dos ESPERTOS e não dos INTELIGENTES...
    É o "Portugal dos Pequeninos"...
    Realmente emigrar é o melhor remédio, ou pelo menos é o Remédio que parece ser o melhor a receitar...
    Concordo, Sr. Anónimo... que PARVA que fui em ler este texto iluminado..
    Há vida para lá de tudo isto, e coisas que valem mais a pena nos preocuparmos...
    Sandra Adonis | 24.02.2011 | 01.05H
  • Maria, primeiro mostra todo seu amor à "sua democracia" com o facto de não assinar o seu comentário, escreveu apenas "Maria"... Há que assumir responsabilidades pelo que se diz, ao menos a Exma. Sra. Jornalista fez isso...
    Segundo o seu comentário é do mais insultuoso que está por aqui... Parabéns!
    Helder Correia | 24.02.2011 | 01.05H
  • MARIA
    Infelizmente tem razão quando diz que o curso não é um bilhete. Se calhar fala por experiência própria não? Conseguiu emprego sem curso. Qualquer dia vai dizer assim: mandei os jovens emigrar e agora não tenho quem cuide de mim. É só velhos à minha volta que pensam que o benuron pode ser tomado para fazer de comprimido para dormir. P.s.: Parabens pelo esforço que fez em poder estudar. Não é parva. Antes basntante esperta em poder e querer aprender mais.
    PAULO | 24.02.2011 | 01.04H
  • Que parvo que fui em ter lido este texto.
    anónimo | 24.02.2011 | 01.00H
  • Cara Ema, um curso não é um bilhete para ingressar num emprego - lamento que muitos tenham tido essa ilusão. Ora agora o acesso à formação obriga a aplicá-la? Não se pode estudar e querer fazer outra coisa? É proibido? A culpa é do Estado por haver ensino? Como não há lugares para todos, deveríamos permanecer analfabetos?
    maria | 24.02.2011 | 00.59H
  • @MARIA: Tem a noção do que acabou de dizer?
    Eu considero-me uma PARVA com sorte de ter tido pais que me ajudaram, ou pelo menos tentaram me ajudar a tirar um curso...
    Se defende estes dois senhores... que poderei dizer... ou é amiga deles, ou tem uma forma de pensar muito limitada... peço desculpa se se sentir ofendida com o meu cometário ao seu post...
    Tenha uma boa vida... sem preocupações... de preferência...
    Sandra Adonis | 24.02.2011 | 00.59H
  • 24.02.2011 | 00.58Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 00.55Hcomentário reprovado
  • sou licenciada e trabalhei para pagar o meu curso (portanto fui trabalhadora-estudante) nunca deu para deixar de trabalhar porque os meus pais não me podiam pagar os estudos! excepto quando a empresa faliu e fiquei no desemprego. estranho como niguem me deu emprego enquanto disse que era trabalhadora-estudante.. terminei o curso no desemprego.. arranjei trabalho, não na area do curso, mas noutra onde tinha experiencia. não ganho mal.. claro, se comparar com a reforma de 320 euros do meu pai ou com a de 300 da minha mae.. agora se me perguntarem se eu acho que há justiça no mundo laboral? NAO! ´de quem é a culpa do excesso de engenheiros, jornalistas, etc?? DO ESTADO!! que quer parecer um pais menos analfabeto, mais qualificado e que por isso abre cursos a toa, sem mercado. e os patrões, aproveitam-se ou não disto? infelizmente, grande parte SIM. porque é que esta senhora devia tar calada? porque vê o mundo de cima, mas acredite, visto aqui de baixo é bem mais feio e cinzento...
    Ema | 24.02.2011 | 00.52H
  • Lendo comentários como os do JOSE CARLOS BOAVIDA ou do JTARCISIO fico contente por o mundo não estar povoado de gente que para defender um ponto de vista a única coisa que sabe fazer é insultar... ou apagar. Belo exemplo de democracia que paira por aqui. Não só gostam de ser chamados de parvos como ainda, ao recorrerem ao insulto, revelam o comportamento rasca de que foram acusados há tantos anos. E dá medo. Muito medo do futuro. Façam o favor de emigrarem. E sejam felizes.
    maria | 24.02.2011 | 00.52H
  • depois de ler isto, fico indignada como tanta estupidez, insensatez pode ser encontrada no mesmo texto. ainda não entrei para a universidade, ainda estou a completar o 12 ano mas uma coisa lhe digo este texto é a prova de que pessoas como você só porque são mas velhos e pensam que por terem estado na guerra do ultra mar, ditadura etc são a geração que atravessou imensas dificuldades. esta geração que anda agora na universidade também passa imensas dificuldades, muitos não tem pais a pagar os estudos, muitos trabalham noite e dia para terem dinheiro para completar a licenciatura e ainda tem de estudar ao mesmo tempo, para no fim de 3 ou cinco anos de ensino superior onde gastaram imenso dinheiro verem-se sem um trabalho digno dos anos que estudaram, para se verem no desemprego onde as únicas opções que tem são trabalhos precários a qual muitas vezes acabam por se render! e são estes textos como a senhora escreveu onde nos chamam geração de mimados que nos incentivam a evoluir a ultrapassar as dificuldades? a mim parece me que não! pessoas como você rebaixam a nossa geração sem ainda não ter conhecido por completo ou por 50 % simplesmente senta-se em frente ao seu computador escreve o que acha e publica em vez de sair ir as universidades recolher os verdadeiros dados do quais não fala... por que sim é mais fácil deitar a abaixo do que elogiar a geração que a sucede que é o futuro deste país e que vê a sua geração a destruir o nosso futuro um futuro de todos nós! a minha geração não é de mimados mas sim de incompreendidos pelas outras gerações
    Liliana Branco | 24.02.2011 | 00.51H
  • @André Santos.
    Não, o browser não corrige erros de português. E esse é o maior erro de muito boa gente nos tempos actuais.
    Quanto à "retórica oca e sem ideias, demagogia, e da pura...", bem, acabou de me chamar político. O que é, diria, um insulto. Se procurar nos comentários que foram denunciados encontrará, por outras palavras, o que diz. Assim: "O que tentei dizer foi algo completamente diferente e que tem a ver com estratégias erradas. Milhares de estudantes optaram por cursos que, veio a provar-se, não têm aplicação prática no Portugal de hoje."
    Cump.
    JTarcisio | 24.02.2011 | 00.50H
  • JOSE CARLOS BOAVIDA: pena que tenha evitado o meu comentário... passado ao lado portanto... mas enfim...
    Quanto às verdades... não tenho problemas em lê-las neste caso... só tenho é dificuldade em ler coisas escritas por pessoas que não têm noção nenhuma acerca da realidade onde vivem... Ainda bem que não tem um "Tacho"... vê assim subiu na minha consideração... Mas já agora, permita-me: "Estudar nao e fazer algo pelo pais mas sim um previlegio para o futuro"... qual futuro?, tem alguma ideia?... hum???
    E estudar é sim fazer algo pelo país... é aprender algo para depois aplicar numa profissão (a que se escolheu)..., mas claro que isto só acontece quando existe uma máquina que funciona... e por máquina entenda uma economia de um país... Peço desculpas, mas quem fala como o Sr. fala, não duvido que tenha de trabalhar para viver... mas não deverá viver mal, pois se assim não fosse teria ficado tão indignado como a maioria das pessoas que porque existe LIBERDADE DE EXPRESSÃO, aqui deixaram o seu testemunho...
    Sandra Adonis | 24.02.2011 | 00.46H
  • Caríssima Isabel Stilwell: Sabe o que é, verdadeiramente, triste? É ver uma senhora com a sua idade, e possivelmente com estudos académicos, escrever de uma forma tão ingrata, desonesta e tão pouco maternal. Fica-lhe mal, muito mal! Sabe o que nós fazemos com o dinheiro dos nossos pais? Lutamos, estudamos, para que um dia uma futura geração não tenha uma "senhora" como a Isabel a escrever num diário com erros de pontuação. Ao contrário do que pensa, aplicamo-nos diariamente, semanalmente, semestre a semestre, para ter notas que servivam os nossos valores e interesses. Se tomamos um copo com os amigos? Sim, tomammos! A senhora tb não passa as 24 horas do dia a trabalhar, não é? Presumindo que tem filhos, já pensou como estes se sentiram ao lerem o seu artigo? É triste que, a Isabel, pense que somos apenas uma geração de deixa andar. Generalizar fica-lhe mal. Crítico, igualmente, o Destak por consentir a publicação de um artigo deste género. A liberdade de expressão existe, sim, mas escrever sem pensar em consequências é, verdadeiramente, antentar essa mesma liberdade. Um conselho, pense mais, recolha mais informação, extruture melhor os seus pensamentos, antes de escrever e manchar o nome, não da sua mas, da minha geração! Deixo-lhe uma questão: Acha, sinceramente, que a sua geração se preocupou em assegurar e viabilizar condições que permitam o conforto das gerações futuras? A mim parece-me que não! Ah, é verdade, presumo que não receba o salário minimo pelo trabalho que fornece aos seus serviços ;) Cumprimentos, Carla Romeiro.
    Carla Romeiro | 24.02.2011 | 00.45H
  • @Sandra Adonis : faco nenhum dos trabalhos mencionados, nao sou licenciado. Fui educado a fazer tudo por mim e a nao pedir nada a ninguem.
    Quem me dera ter um "tachinho", era sinal que nao precisava de "trabalhar".
    Eu sei que as verdades custam.
    Estudar nao e fazer algo pelo pais mas sim um previlegio para o futuro, e eu expliquei que nao podemos ter todos a mesma profissao. Se ha uma vaga para Engenheiro e 500 candidatos, 499 vao andar a cantar "Que parvo que eu sou"!
    Jose Carlos Boavida | 24.02.2011 | 00.37H
  • Engraçado como se deixou de discutir o texto escrito pela Excelentíssima doutora para se passar a discutir os comentários aqui postados... o texto em si parece-me desconexo da realidade mas penso que não será por mal, ignorância ou ressabiamento de qualquer espécie, simplesmente porque uma senhora com 51 anos não pode nem consegue perceber que os desafios apontados aos jovens nos anos 70 ou 80 são completamente diferentes dos apresentados em 2011. Se antes o mercado de trabalho conseguia absorver todo o licenciado, hoje em dia é notório um excesso de licenciados em algumas áreas do conhecimento. Mas pensemos nós, quem criou um numero absurdo de cursos, quem incentivou a ida de alunos para a faculdade muitas vezes para cursos sem utilidade na real situação do país? sim exacto foi a minha geração, aqueles que agora têm 20 anos! Ah espere... humm.. não, afinal foi a sua (e anteriores) giro como quando apontamos um dedo a alguém temos 4 a apontar para nós não é? Dizer que um licenciado ganha o dobro da media (a palavra chave é esta) nacional não significa nada. Se a média portuguesa é de facto uma "mérdia" que se pode daí concluir? Bom como já disse o texto, quanto a mim, não passa de incompreensão da Sra doutora e licenciada que gastou o dinheiro de seus pais para nada aprender, mas convém referir que nos tornarmos parte da solução não passa por ficar calada por ver a SUA geração (ainda mais rasca) destruir os sonhos de jovens licenciados (ou não).
    Uma palavra ao Sr Tarcisio que grande celeuma causou por aqui: sou um jovem a licenciar-se e concordo com algumas coisas que diz, o problema é que o seu texto acaba por redundar numa retórica oca e sem ideias, demagogia, e da pura... Tudo o que é demais enjoa amigo. P-S: homem (sim h pequeno) deixe de corrigir erros que o próprio browser (nao sei se sabe o que é) faz isso.
    Abraços da geração à rasca, parva dos que não estudam nem trabalham, mas que até gostavam e não de subsidio-dependentes "cunhados", panelas tachos e tachinhos.
    Andre Santos | 24.02.2011 | 00.36H
  • Discordo desta opinião. Estou neste momento a terminar a minha licenciatura, e ainda não contactei pessoalmente com esta realidade. Acredito que, por actualmente toda a gente ter acesso ao ensino superior, não seja possível dar emprego a todos. Principalmente porque o mesmo ensino está mal organizado, tendo cursos e vagas em excesso, em relação ao mercado de trabalho existente. No entanto, alguns dos comentários que vi aqui deixam-me um pouco enfurecida... coisas como "geração mimada" ou "geração da playstation", entre muitos outros. Parece que algumas pessoas têm a ideia de que todos os jovens são a mesma coisa, que todos vão para a faculdade à custa dos pais e que não se afligem nada se tiverem de viver em casa deles e à custa deles a vida toda. A mim essa ideia parece-me inconcebível. E possivelmente, se muitos o fazem, é por não terem oportunidades de progredir financeiramente, devido ao caos em que este país se encontra. Confesso que todo o mediatismo em torno desta música dos Deolinda me irrita um pouco, porque esta apenas constata factos que todos já conheciamos, e parece que só agora se acordou para eles. Mas não concordo com a opinião desta senhora, ao dizer "deixem lá o papel de vítimas"...Toda a gente sofre com a crise que se instalou neste país. Os meus pais têm 40 e poucos anos e também estão a sofrer com a situação actual do país. Quem sabe se não andaram a trabalhar estes anos todos para depois não haver dinheiro para as reformas deles! Finalmente, o "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída" só me permite dizer que isso era possível se na actual situação do país se dessem oportunidades suficientes aos que têm capacidades. Talvez a saída seja mesmo isso: sair do país.
    Cátia | 24.02.2011 | 00.31H
  • Acho uma falta de respeito para com todos os licenciados o texto desta senhora. Isabel Stilwell, informe-se da situação actual dos recém-licenciados antes de escrever seja o que for contra ou a favor deles.
    Não fale em percentagens nem em dados sobre os quais aposto não ter o verdadeiro conhecimento.
    Venha ter connosco. Venha conhecer as nossas histórias. Venha saber o que aprendemos (OU NÃO!) com o curso superior. Venha ver os trabalhos a que nos propomos. Mais, venha ver os trabalhos que nos são propostos.
    É por causa de pessoas como você, que falam do alto dos seus cargos estáveis, que pessoas como nós não conseguem ver resultados na sua luta diária de trabalho ( ou ausência dele).
    anónimo | 24.02.2011 | 00.30H
  • AQ subscrevo o pedido de desculpa que seria o mínimo de exigir a quem polui publicamente um sítio da internet como se verificou hoje por esta senhora. Obrigado pelo comentário denunciado. Só demonstra que finalmente alguém deu importância aos licenciados. Eu ficava-me mais pela hipótese de não saber responder à letra. Mas isso é pensamento de licenciado maldoso que aprendeu umas coisas com aqueles professores universitários que muita gente não terá a distinção de os poder ver quanto mais compreender. Realmente cada vez dou mais valor ao Ensino Superior. Pais, obrigado pela oportunidade que me deram em poder ter aprendido um bocado mais que os outros.
    PAULO | 24.02.2011 | 00.28H
  • podem continuar a denunciar os meus comentários e respostas. Só aumenta o gozo e a sensação de haver por aqui gente que, de facto, pouco tem para oferecer ao país.
    JTarcisio | 24.02.2011 | 00.27H
  • 24.02.2011 | 00.27Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 00.26Hcomentário reprovado
  • @Paulo
    Ora vamos por partes.
    Parte 1 -- Se, como parece, domina a língua portuguesa, saberá que existe a expressão assentar numa referência a "sentar" o traseiro. Dúvidas? "Assentar: Fazer alguém tomar assento; assentar uma criança na cadeira." Foi uma imagem, uma alegoria, não sei se conhece. Quanto ao estilo do "Vão, vão protestar. e aprender a escrever. e vão, protestem também no bairro alto...! ", bom, aí é uma questão de estilo de escrita. Se quiser, ponho lá as maiúsculas. O "aprender a escrever", referia-se ao português de alguns comentários que por aqui andam. Parte 2
    Quanto às maiúsculas e tal, bom, tratou-se apenas de poupança. Sempre é menos um toque na tecla "shift".
    Parte 3 (aquela que verdadeiramente interessa):
    Ao contrário do que parece ter entendido, em nenhum momento do meu comentário há "mania da inferioridade" nem apelo, que nada resolveria, ao regresso do dr. Salazar. Os licenciados deste país, mais antigos ou mais recentes, são essenciais. O que tentei dizer foi algo completamente diferente e que tem a ver com estratégias erradas. Milhares de estudantes optaram por cursos que, veio a provar-se, não têm aplicação prática no Portugal de hoje.
    Não percebi as alusões aos cirurgiões, aos professores, mas depreendo que ficou convencido da minha aversão a quem tem um curso. Está enganado.
    O que motivou o meu comentário (que não é de defesa ao escrito da senhora Stilwell) foi a reacção (ainda com dois "cc" e, portanto, fora da lei face ao novo Acordo Ortográfico), foi a reacção, dizia, a uma pobre cantiga. E se esta geração acha que é "escrava" e "parva" só porque alguém o canta, então estamos mesmo mal. Quanto aos protestos, venham eles. Até para perceber se a coisa é a sério e temos gente, ou temos apenas malta para os comentários no site do Destak e para uns quantos "likes" no Facebook.
    Cumprimentos.
    JTarcisio | 24.02.2011 | 00.24H
  • Desculpe, mas a minha indignação acerca do seu artigo durou o resto do dia. Não entendo como é que uma pessoa como a senhora, que supostamente deverá ter uma boa formação, escreve uma atrocidade e uma afronta para quem se mata a trabalhar para ser muito mal pago, ou não conseguir arranjar emprego tendo todas as habilitações e mais algumas... Como é que pode a senhora comparar a geração do ultra-mar com esta? Essa geração, que supostamente também é a sua, trabalhava, e seu salário dava para ter uma vida em condições (pelo menos para quem lutava e trabalhava, como a senhora diz que temos que fazer)!! Minha senhora, desengane-se porque agora não é assim! Revolta-me que diga que nós andamos a desperdiçar o dinheiro que os nossos pais investiram na nossa educação. Não generalize, por favor! É certo que haverá quem não aproveite, há de tudo na vida, mas há MUITAS pessoas que empregaram bem esse dinheiro e que souberam aproveitar, E ESTÃO NO DESEMPREGO! São passadas à frente por outras pessoas com menos habilitações, e o que é mais grave, com cunha! Leva-me a crer, que apesar do prestígio que eu lhe concedia no passado, e depois das atrocidades que escreveu, que a própria Isabel disfrutou dessas cunhas, e dará aos seus filhos os mesmos benefícios, justa ou injustamente... A minha indignação dá lugar à profunda mágoa e tristeza, e pode crer e isto não é uma ironia, porque constato que neste país há pessoas a pensar como a senhora, e têm ainda a lata e o displante de o assumir e achincalhar publicamente nas pessoas que infelizmente têm uma vida que a senhora jamais saberá o que é. Ganhe de volta a dignidade e peça desculpas pelo que escreveu. Seria o mínimo perante os leitores do seu jornal.
    AQ | 24.02.2011 | 00.21H
  • Bruno apoio totalmente o seu comentário. O problema é que a Vaca gorda afinal ficou magra. Mas porquê? este problema deveria ser atribuido também aos licenciados terem esvaziado a vaca em bares e discotecas e bairro alto e tudo. Mas afinal a vaca ficou magra porque existe alguém que fez o favor de não gastar o dinheiro de uma forma decente quando ele existia. Parabéns aos herdeiros de grandes empresas que nem ler sabiam mas que meteram lá pessoas a trabalhar e quado finalmente chegaram os malditos licenciados conseguiram tornar-se grandes. Mas porque é que as grandes petrolíferas precisam da ciência para serem ricas?afinal não era só dar um pontapé numa árvore e passaria a jorrab petróleo? ACIMA o senso comum e a cultura geral. Poluem mais alguns comentários anti-licenciados que milhares e milhares de toneladas de crude.
    PAULO | 24.02.2011 | 00.17H
  • Sr Boavida, não leu bem o que se escreveu por aqui, correcto? É certo que todas as profissões são necessárias e essenciais, sim porque por ter um canudo não quer dizer que saiba mudar o óleo do seu carro ou arranjar um cano em casa... O que se disse passa também pelo facto de, mesmo que um licenciado queira trabalhar noutra profissão, recusam a sua candidatura, ora porque tem formação a mais ou porque não tem experiência! Alguém há pouco mencionou que os professores agora para leccionarem têm que ter um mestrado! Sabem porquê? Por aquilo que disse há pouco num comentário eliminado: um jovem que acabe agora o 12ºano sabe menos do que eu sabia no meu 9ºano! Daí o mestrado!
    Neuza Santos Desempregada e a Recibos Verdes | 24.02.2011 | 00.15H
  • 24.02.2011 | 00.12Hcomentário reprovado
  • 24.02.2011 | 00.10Hcomentário reprovado
  • Coitadinhos dos estudantes...So se lembraram agora porque lhes toca a eles. Aqueles que nao tem um curso superior sempre andaram a contratos temporarios, recibos verdes e sem falar que ao trabalhar na construcao civil nem sequer descontos fazem, porque o patrao nao quer e ninguem faz nada para mudar, operario fabril faz turnos rotativos por 480 euros por mes e nunca ninguem se preocupou, etc, etc, etc.
    Para aqueles que terminaram um curso nem todos podemos ser gestores, empresarios, etc.
    Todos nos temos um papel a cumprir nesta vida e temos que faze-lo com dignidade.
    Jose Carlos Boavida | 24.02.2011 | 00.06H
  • 24.02.2011 | 00.04Hcomentário reprovado
  • @Sr. Tarcísio... pronto Sr. Tarcísio, já percebemos que é letrado... mas olhe que voltou a ofender...
    Os "Deolinda" (já agora aprenda aqui com a PARVA), cuja vocalista se chama Ana Bacalhau e que por acaso é dona de uma bonita voz, não tem de ser comparada a nada...
    Tem de ser comparada a sí mesma... Zeca Afonso, Fausto e Sérgio Godinho, foram Homens que contribuíram para a nossa cultura indiscutivelmente... e 2 deles ainda o fazem...
    Não ofenda quem anda a tentar fazer algo pela vida... neste caso cantar... não ofende e só faz bem...
    Sandra Adonis | 24.02.2011 | 00.01H
  • 24.02.2011 | 00.01Hcomentário reprovado
  • Denunciaram o meu comentário, mas volto a perguntar: quem é que está a denunciar os comentários? Era uma pergunta simples e não ofendia ninguém!
    Neuza Santos Desempregada e a Recibos Verdes | 24.02.2011 | 00.00H
  • Acho que a Isabel devia descer à terra e ver que metade das pessoas licenciadas que trabalham à sua volta estão numa situação precária e não têm futuro. Mas fingem muito bem.
    André Soares | 23.02.2011 | 23.59H
  • @sandra adonis:
    calinadas? onde? no português seguramente não estão. Na definição do que foi o ensino em Portugal a partir dos anos 80 também não. E olhe que sei do que falo...Nas ideias? enfim, cada um sabe de si. quanto aos "toulinda", pois pronto, dou-lhe razão. eu até sei o nome da "banda". mas deu-me para aí. É porque andar a comparar esta rapaziada com o Zeca Afonso ou com o Fausto ou com o Sérgio Godinho é apenas um insulto.
    Jtarcisio | 23.02.2011 | 23.56H
  • Quando penso que já vi tudo, leio um texto destes e a minha boca volta a abrir-se. Era escusado usar uma linguagem tão ofensiva.
    anónimo | 23.02.2011 | 23.53H
  • @ Sr. José: "fiz mestrados.. e doutoramentos..
    Hoje tenho 30 anos, casado, pai duma filha, vencimento anual superior à maioria dos portugueses... e porquê??" Quer mesmo que lhe diga porque? ou prefere que lhe pergunte se tem a noção de quanto custa um mestrado ou um doutoramento?
    Tem noção de que nem todas as pessoas têm a possibilidade de PAGAR estes estudos?
    Tem a noção de que PESSOAS DESEMPREGADAS não o podem fazer? Parabéns pelos seus 30 anos, e pela sua família... ainda bem que tem a possibilidade de poder ter tido filhos e educá-los da melhor maneira...
    Sandra Adonis | 23.02.2011 | 23.53H
  • @quim:
    "as pessoas podem não saber ler nem escrever, mas isso não as torna inferiores, apenas mais susceptíveis a serem usadas por marialvas gananciosos como tu"
    quando os argumentos faltam e a inteligência desapareceu ou nunca existiu, usam-se patetices deste género.
    O insulto é fácil, é barato e, não dando milhões, dá sempre jeito. Pois fique sabendo que, se tivesse uma empresa, alguém com um curso que por ali entrasse a escrever "há" do verbo haver com "à"... não entrava. quanto ao "faxisóide" ou "fachisóide", não é nem uma nem outra. Se era para insultar, devia ter utilizado "fascistóide". Que vem de fascista, está ver?
    JTarcisio | 23.02.2011 | 23.48H
  • 23.02.2011 | 23.48Hcomentário reprovado
  • Estou sem palavras.....Activos? temos de ser...claro... para ter dinheiro para pagar os estudos para poder ser independente dos pais... Já para não falar que tembém a despesas mensais com casa, filhos e etc....e contar o dinheiro... esta senhora diz " ". Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução." ????!!! é caso para dizer em que mundo é que vive???? activo, estou a trabalhar em regime de contrato temporario..... e é se quero ter dinheiro para pagar as contas...... esta senhora esta completamente fora da realidade...
    O mundo dela e outro...
    Sofia Martins | 23.02.2011 | 23.48H
  • Concordo com essencial com a senhora.
    Tirei um curso superior. Só que algures no 2º ano comecei a trabalhar.... ao contrário dos meus colegas que viviam à custa dos pais... Este impulso, permitiu-me depois do curso atirar-me para um emprego melhor... entretanto.. com o melhor salário.. estudei mais.. e mais.. e fiz mestrados.. e doutoramentos..
    Hoje tenho 30 anos, casado, pai duma filha, vencimento anual superior à maioria dos portugueses... e porquê??
    Porque quis mais. Trabalhei para isso, quando todos os meus colegas passavam os dias a jogar matrecos no bar da faculdade.. e na boa vida durante as semanas académicas... Mas como é evidente, isso não politicamente correcto dizer. Porque custa...
    Jose | 23.02.2011 | 23.48H
  • O que eu acho mais incrível neste artigo é o desconhecimento e pior desrespeito pelo que os jovens licenciados desde país passam neste momento. Um artigo escrito por alguém que está bem na vida e não necessita de trabalhar de graça para que possa ter experiência profissional que tanto é requerida a quem procura o PRIMEIRO emprego. Pois a verdade é que nós PARVOS da geração PARVA estamos a pagar o que os INTELIGENTES da vossa geração fantástica fizeram e continuam a fazer. Tenha vergonha e acima de tudo respeito por quem quer trabalhar. Enfim... É só o desabafo de mais um parvo...
    mais um parvo | 23.02.2011 | 23.46H
  • Somos realmente todos parvos, damos importância aos medíocres como a senhora, que estão onde estão, e os bons estão em outro lado, não aqui. A crise realmente não afecta todos, o Destak da-se ao luxo de publicar babuseiras destas e perder leitores. Escreva sobre as rainhas e reis sim?
    RC | 23.02.2011 | 23.46H
  • Lá está ! O trunfo na manga, a velha cartada do \"os_pais_q_estiveram_na_guerra_e_passaram_dificul dades ". Como não fomos p a guerra, temos que ficar caladinhos ?? Se bem me lembro , algo semelhante tb consta na letra da musica dos Deolinda.
    K. Moreira | 23.02.2011 | 23.43H
  • Senhor J.Tarcísio, 23.02.2011 | 22.54H. algumas recomendações: ela bem podia assentar o traseiro mas infelizmente e segundo as normas da escola é onde ela senta o traseiro. Não sei se quando andou na escola era assim mas agora é. Quanto aos gestores e empresários serem licenciados ou doutores, se não existissem estes senhores para dirigirem as empresas, estas mesmas empresas não existiam de todo ( parece-me na minha ignorância de licenciado que o senhor sofre de um problema chamado"mania da inferioridade". Se calhar era melhor chamar também o Dr. António de Oliveira Salazar para vir agregado a um pacote onde devia voltar o ensino profissional em vez do Ensino Superior. Acho que sim. Um cirurgião quer operar? Para quê a faculdade quando pode comprar um ou outro animal qualquer e aprender a manusear o bisturi, tal senhor do talho? Para quê formarmos jornalistas quando podemos ensinar alguém a segurar num microfone sem ser preciso colocar os pés nalguma faculdade de comunicação social? De preferência que se desloque a Inglaterra para realizar uma entrevista em Português de preferência. Para quê formar professores? (e que agora até necessitam de ter o mestrado para poder leccionar nas escolas vejam lá esta coisa mesquinha que as pessoas inventaram). Afinal não era preciso saber ler e ter o 9º ano para se ser professor no tempo do Ultramar?Estes nossos professores agora ensinam pessoas a escrever comentários que no início começam frases por letra maíuscula mas que devido ao síndrome acima referido acabam por iniciar com minúsculas já para o fim dos mesmos comentários. Até já substituem vírgulas por pontos finais. Realmente eu lembro-me de começar a ler na primária como se nem existissem pontos na gramática mas daí até este extremo: Vão, vão protestar. e aprender a escrever. e vão, protestem também no bairro alto...! Pois é, o problema dos licenciados é gostarem de aprender (mas onde é que já se viu isto). Andamos nós a financiar o ensino daqueles malandros do bairro alto e depois vamos a um hospital público às urgências e deparamo-nos com pessoal de outros países. (atenção não tenho nada contra trabalhadores de outros países). Mas então onde é que foram os nossos?Aqueles senhores do Bairro Alto que tanta falta fazem nos nossos hospitais e centros de saúde de um país em que existem habitantes de aldeias que percorrem quilómetros e quilómetros por uma simples assinatura de um Senhor Doutor? Realmente nós não valemos mesmo nadinha. ACIMA o senso comum e a cultura geral pah, os ditados populares e as curas de curandeiros. Estou solidário com todos os manifestantes que se vão mobilizar! Força e demonstrem a indignação pela qual os licenciados que conseguem realizar o trabalho duas vezes melhor e até nem se importam de receber metade. P.S: Não queremos tirar o trabalho aos nossos pais. Nessa matéria, aos licenciados ainda lhes conserva uma réstia de dignidade. P.S.2: Já nem as cunhas nos salvam J.Tarcísio, jánão vivemos numa época em que quem era filho de tal senhor tinha emprego certo em qualquer fundição porque realmente era filho de senhor tal (raras eram as empresas que se podiam dar ao luxo de austentarem esse nome). Vivemos numa época em que estamos preparados para fazer de tudo, ao contrário do que a opinião pública pensa. Agora uma coisa é certa: Estamos a ser passados à frente por pessoas que não possuem formação superior por precisamente possuirmos formação superior. Deve ter-se acendido um grande (?) na sua cabeça mas eu explico: não são licenciados, ganham menos, fazem o mesmo trabalho (jamais com a mesma qualidade) por isso toca a colocar este pessoal. P.S.3: Peço desculpa por ser licenciado, realmente não deveria ter queimado tantas pestanas. Porque não fiquei eu na ignorância? teria conseguido realizar comentários iguais aos de pessoas que nestes espaços fazem o favor de poluir, ainda que poluir possa advir de um facto democrático: liberdade de expressão.
    Paulo | 23.02.2011 | 23.43H
  • Entao essas senhoras que sao mestradas estao a contribuir para aqueles que vivem de beneficios "like home, council, child e some more", para ficarem em casa sem trabalhar, ja nao se importam que o Vat tenha subido.
    Muito gosto eu de ouvir falar assim... e melhor dar aos outros que aos nossos....
    Estes sao os verdadeiros Tugas!
    Jose Carlos Boavida | 23.02.2011 | 23.42H
  • 23.02.2011 | 23.38Hcomentário reprovado
  • Ainda bem que não tem capacidade para escrever mais do que isto porque senão não íamos aguentar tanta parvoíce. Assinado: Duas licenciadas, mestradas e a contribuir para o PIB do Reino Unido porque ficando em Portugal andaríamos a contribuir para o pagamento da futura reforma de pessoas parvas como a senhora.
    Ana Bragança e Mariana Santos | 23.02.2011 | 23.33H
  • Não costumo comentar os artigos que vou lendo na internet, mesmo que me revoltem, mas este desconsiderou de tal forma a situação GRAVE em que a minha geração vive, que não me importo de fazer um comentário menos simpático. E o comentário é tão simples quanto isto: depois deste artigo, um pedido de desculpa público a todos os que insultou na sua generalização abusiva seria o mínimo que poderia fazer. PS: sou da geração parva, sim, tendo passado 3 ANOS após a minha licenciatura a trabalhar num call-center para poder tornar-me independente dos pais que pagaram o curso, casar e ter uma casa.
    MP | 23.02.2011 | 23.28H
  • Mais uma vez o Jose Carlos Boavida vai dizer algo: nao estou contra voces, mas o que tenho reparado, e que tudo o que seja escrito aqui que voces nao gostem e denunciado .E uma falta de respeito pela liberdade do outro voces denunciarem. E assim que querem mostrar a indignacao que sentem? Facam uso dos cursos que tem, mostrem o que valem, facam com que uma nacao inteira os sigam, e ai sim tudo sera diferente, porque o que estao a fazer nao passa de mesquinhice barata de novelas, pecam trabalhos e nao empregos, facam por mudar, facam com que o governo volte a apostar no mercado nacional, tambem podem tentar criar empresas que por sua vez podem dar emprego aos vossos amigos nao licenciados, porque alguem tem de fazer o que nao gostam, alguem tem de estar a trabalhar com contratos temporarios porque voces (Sr.Drs.) nao o podem fazer ....infelizmente esses sim, sao os escravos do seculo XXI, e nao voces que se fazem de coitados e continuam a ter uma vida de discotecas e borgas, mas estao a tirar um canudo.....isto nao e para quem realmente faz pela vida e procura algo melhor mas sim para aqueles que difamam muitos dos estudantes fazendo-se passar por um.
    E deviam aceitar as palavras do sr.J.Tarcisio porque ele tem razao no que diz!
    Jose Carlos Boavida | 23.02.2011 | 23.28H
  • Jtarcisio vai dizer essa do inglês de praia ao teu amigo engenheiro... e toma lá que já almoçaste
    tuga | 23.02.2011 | 23.23H
  • Acho o texto da Sra Isabel lamentavel mas o que ainda acho mais lamentavel é a quantidade de comentarios denunciados!!
    A Sra Isabel pôde escrever a maior barbaridade deste mundo e ser publicada mas as restantes pessoas não têm o mesmo direito!
    Parabéns ao Destak por abolir o direito à opinião e de resposta!
    Fabiana Lima | 23.02.2011 | 23.22H
  • Realmente, é uma vergonha que esta cara senhora pense assim...enfim, eu assim como muitos ficaram sem palavras. Parva é a geração que escangalhou esta porra toda com tachos, esbanjamento de dinheiro e pouca vergonha na cara! O Destak vai hoje deixar de ter muotos leitores. Passe bem.
    Rita | 23.02.2011 | 23.22H
  • 23.02.2011 | 23.21Hcomentário reprovado
  • @daniel rolo:
    a parte final do comentário é estilo radical e inflamado por terem denunciado por várias vezes o que escrevi. não é que isso me preocupe sobremaneira. deu-me hoje para gastar cera com alguns ruins defuntos.
    @quim:
    o problema é que não se trata de rever ou não os textos. o problema é que anda por aqui, supostamente, gente licenciada. E um licenciado, a menos que seja em inglês de praia, deve saber escrever em português. É, penso, o mínimo exigível.
    Jtarcisio | 23.02.2011 | 23.20H
  • Bolas, 1000 vezes um jornalista do jornal o Crime do que esta tia com a mania que é opinion maker.
    Eu queria era ver esta senhora a viver de trabalhos precários e a ganhar 450 €. Jornalistas destes são um mau exemplo. O mal desta senhora é o facilitismo que sempre teve.
    Pedro | 23.02.2011 | 23.17H
  • 23.02.2011 | 23.16Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 23.14Hcomentário reprovado
  • Senhor J.Tarcísio se estão a denunciar o seu comentário, é de facto lamentavel! No entanto estive a ler o seu comentário com atenção e tenho algumas opiniões se me permite. Concordo plenamente quando diz que não foram expostas ideias... pois claro que não, aqui não é sitio para as expôr, dai se ir fazer uma manifestação da qual a dita jornalista critica. Uma coisa é dizer-se que há muita gente que não aceita empregos quando os devia de aceitar, só pq não é o seu curso ou do seu gosto e por isso acham que ficar de braços cruzados que é a solução (da qual acho uma má postura). Outa coisa é escrever o que a dita jornalista escreveu, dizendo que "se estudaram e são escravos, sao parvos de facto". Isto ou é uma piada de mau gosto, ou quis notoriedade, ou então não tem noção nenhuma da realidade em portugal...e sinceramente acho que é um pouco dos 3. e para finalizar para quem se queixa que ninguém deu uma ideia de como alterar as coisas, a sua ultima frase é de facto hilariante! Que bela ideia que o senhor deu... tenho dito!
    Daniel Rolo | 23.02.2011 | 23.10H
  • ups... não revi bem o meu texto e encontrei frases muito mal formuladas... estou tão envergonhado! Sr. Tarcísio
    quim | 23.02.2011 | 23.10H
  • 23.02.2011 | 23.09Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 23.08Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 23.07Hcomentário reprovado
  • Licenciados, doutourados e outros "ados" afiaram as facas, aproveitando de caminho para falar em "cunhas" e até das "cadeirinhas confortáveis" onde a autora do texto supostamente assenta o traseiro. A música dos "toulinda" é o que é. A moça concede ser "parva" e portanto pouco ou nada haverá para dizer. Mas pronto. Está criado um "hype". Quanto aos poucos euros e aos recibos verdes, nada de substantivo a acrescentar. São as empresas, os empresários, os gestores (licenciados e até com mestrados) que determinam estas maningâncias. E, já agora, o próprio país, que vende sol, praia, alguns campos de golfe, vinho, cortiça, calçado e, menos, téxteis. Mas também é importante lembrar que há os "empregos" e o "trabalho". E não são necessariamente a mesma coisa. A liberdade de escolha do "curso" desta geração em dificuldadades não podia ser colocada em causa, mas a verdade é que toda a gente imaginou que o país teria espaço para milhares de licenciados em direito, gestão, filosofia, história, jornalismo, sociologia, etc, etc. Não tinha, não tem e nunca vai ter. O assassínio do ensino profissional, por alturas do final dos 70, princípio dos 80, determinou em muito a situação actual. Todos podiam e "podem" ser "doutores", quando esta designação em qualquer país desenvolvido é, de facto, reconhecida aos... médicos. Concluindo: a senhora Stilwell fala de cátedra e até esquece que na Cofina, empresa que lhe paga o ordenado, a prática é pagar principescamente a chefias e direcção, sobrando o trabalhinho para a malta do recibo verde. Mas esta geração, que agora fala em revoluções e parece reconhecer-se na música dos "toulinda", tem de reconhecer que tem as licenciaturas e os mestrados porque os pais e o Estado pagaram e investiram. E também tem um estilo de vida (que até inclui "concertos" dos "toulinda") que os pais nunca tiveram. Soluções?Não percebi nenhuma nestes comentários. Zero. Serviram para quê, então, os licenciamentos e os mestrados? Para insultar, qualquer 4.ª classe chega. (curiosamente, ou talvez não, o meu comentário foi denunciado. Por ter palavrões? Não. Por ter insultos? Não. Mas esta malta do "toulinda" não gosta (ou não consegue) ler textos estruturados. Continuem. Vão bem. E vão, vão protestar. Estão no vosso direito. Algo que os escravos nunca tiveram. podem continuar a denunciar este comentário (cá estarei para o repetir). quanto mais o fizerem, mais se prova que não valem nadinha. Vão, vão protestar. e aprender a escrever. e vão, protestem também no bairro alto, porque a vodka é pouca e o gelo muito. querem emprego ou querem trabalhar? querem ser chefes? jornalistas ou apresentar o telejornal? gestores? advogados? psicólogos? "sociólogos"? Despeçam os vossos pais e fiquem-lhes com o trabalho. é simples.
    jrrt | 23.02.2011 | 23.07H
  • O Sr. Tárcisio foi muito elucidativo... já percebi também não é dos PARVOS, a quem os paizinhos pagaram o curso... ou então aproveitou bem o pagamento...
    Tem um "Tachinho", certo?
    Olhe que a Soutora Isabel, saberá como o recompensar, pela defesa da sua honra...
    Se a Doutora tivesse, aquilo que os Homens têm no meio das pernas... só lhe ficaria bem vir aqui se defender...
    Mas já percebi que tem quem o faça por ela...
    Que beleza de Post... também só lhe fica bem a si...
    Ah e pode denunciar o meu Post se desejar... a PARVA aqui não se importa... (pode verificar a minha ortografia também)...
    Sandra Adonis | 23.02.2011 | 23.06H
  • 23.02.2011 | 23.06Hcomentário reprovado
  • J.Tarcísio és um Poçso de sabedoria, só que sem fundo. O que é um xico esperto com a mania que é mais que os outros. Já agora estou num país livre, as pessoas podem não saber ler nem escrever, mas isso não as torna inferiores, apenas mais susceptíveis a serem usadas por marialvas gananciosos como tu, que são pagas pelos seus impostos para fazeres algo por elas e não para as espezinhares. Ah e vai corrigir os erros da tua tia. Passar bem sr. faxisóide camuflado de democrático. ou será fachisóide com "ch"?
    Quim | 23.02.2011 | 23.05H
  • 23.02.2011 | 23.05Hcomentário reprovado
  • Tenho a dizer que a senhora Isabel Stilwell perdeu uma excelente oportunidade para ficar calada, pois só demonstrou uma ignorância imensa (ou será egoísmo?) face à situação que milhares de jovens enfrentam actualmente. Quem conseguir, leia o Jornal de Negócios do dia 18 de Fevereiro, um dia após a publicação da verborreia desta senhora. Nesse jornal veio um artigo que destrói completamente os argumentos desta senhora e põe em destak a sua ignorância (ou será egoísmo?)...! E será que a redacção do destak terá coragem de aprovar este comentário...?
    Ricardo Santos | 23.02.2011 | 23.04H
  • Quem está a denunciar os comentários? O Destak ou pessoas que não gostam de ver as verdades escarrapachadas num comentário? Cresçam!!!!!!
    Neuza Santos Desempregada e a Recibos Verdes | 23.02.2011 | 23.03H
  • Certamente ocorreu aqui um engano, uma vez que o seu apelido até não é português, vou assumir que não podemos estar a falar do mesmo país. E,se estiver a falar sobre este cantinho à beira-mar plantado, sugiro que faça o seguinte: saia à rua. Largue os numerozinhos em papelinhos e saia à rua. Vá a um centro de emprego. Porque os números são lindos, mas por detrás de cada um está uma pessoa. E essa pessoa pode ser a sua filha, e aí já não nos acha uma camada de revoltadinhos sem sentido. Dou os meus parabéns a quem ainda tem a esperança e energia para se manifestar, eu cá manifestar-me-ei noutro país como excelente profissional assim que possível. Obrigada Isabel, por me fazer ver mais uma vez que vivemos num país recheado de pessoas obtusas e que nos comparam com a Etiópia para tudo parecer bonito (como o nosso Exmº 1º Ministro). É tudo muito bonito nesses números. Espero que nunca lhe entrem em casa.
    Sara, a futura emigrante | 23.02.2011 | 22.57H
  • 23.02.2011 | 22.56Hcomentário reprovado
  • "chegas-te" em vez de chegaste; "voçê" em vez de você; "à" do verbo haver em vez de há; "creei" em vez de criei. Sem perder muito mais tempo, eis alguma qualidade do português escrito nestes comentários. Supostamente por licenciados, doutourados e outros "ados" que afiaram as facas, aproveitando de caminho para falar em "cunhas" e até das "cadeirinhas confortáveis" onde a autora do texto supostamente assenta o traseiro. A música dos "toulinda" é o que é. A moça concede ser "parva" e portanto pouco ou nada haverá para dizer. Mas pronto. Está criado um "hype". Quanto aos poucos euros e aos recibos verdes, nada de substantivo a acrescentar. São as empresas, os empresários, os gestores (licenciados e até com mestrados) que determinam estas maningâncias. E, já agora, o próprio país, que vende sol, praia, alguns campos de golfe, vinho, cortiça, calçado e, menos, téxteis. Mas também é importante lembrar que há os "empregos" e o "trabalho". E não são necessariamente a mesma coisa. A liberdade de escolha do "curso" desta geração em dificuldadades não podia ser colocada em causa, mas a verdade é que toda a gente imaginou que o país teria espaço para milhares de licenciados em direito, gestão, filosofia, história, jornalismo, sociologia, etc, etc. Não tinha, não tem e nunca vai ter. O assassínio do ensino profissional, por alturas do final dos 70, princípio dos 80, determinou em muito a situação actual. Todos podiam e "podem" ser "doutores", quando esta designação em qualquer país desenvolvido é, de facto, reconhecida aos... médicos. Concluindo: a senhora Stilwell fala de cátedra e até esquece que na Cofina, empresa que lhe paga o ordenado, a prática é pagar principescamente a chefias e direcção, sobrando o trabalhinho para a malta do recibo verde. Mas esta geração, que agora fala em revoluções e parece reconhecer-se na música dos "toulinda", tem de reconhecer que tem as licenciaturas e os mestrados porque os pais e o Estado pagaram e investiram. E também tem um estilo de vida (que até inclui "concertos" dos "toulinda") que os pais nunca tiveram. Soluções?Não percebi nenhuma nestes comentários. Zero. Serviram para quê, então, os licenciamentos e os mestrados? Para insultar, qualquer 4.ª classe chega. (curiosamente, ou talvez não, o meu comentário foi denunciado. Por ter palavrões? Não. Por ter insultos? Não. Mas esta malta do "toulinda" não gosta (ou não consegue) ler textos estruturados. Continuem. Vão bem. E vão, vão protestar. Estão no vosso direito. Algo que os escravos nunca tiveram. podem continuar a denunciar este comentário (cá estarei para o repetir). quanto mais o fizerem, mais se prova que não valem nadinha. Vão, vão protestar. e aprender a escrever. e vão, protestem também no bairro alto, porque a vodka é pouca e o gelo muito. querem emprego ou querem trabalhar? querem ser chefes? jornalistas ou apresentar o telejornal? gestores? advogados? psicólogos? "sociólogos"? Despeçam os vossos pais e fiquem-lhes com o trabalho. é simples.
    J.Tarcísio | 23.02.2011 | 22.54H
  • Estou 100% do seu lado. Amanhã passe pela sede para receber o seu cheque. Estamos sempre abertos a uma democracia pluralista portanto nada como colocar indivíduos a comentar notícias de uma forma pouco suspeita, já que o nosso País está orgulhosamente no bom caminho. Temos excelentes contactos bilaterais com a Líbia, com a Venezuela e outras democracias bem consolidadas.
    agostinho rodrigues | 23.02.2011 | 22.43H
  • Acho que devia re-escrever o seu texto de uma forma mais resumida: o carro do meu vizinho é melhor que o meu.
    José | 23.02.2011 | 22.42H
  • 23.02.2011 | 22.42Hcomentário reprovado
  • Acredito que a solução é a mesma pela qual eu optei. A geração rasca emigra toda do país, e depois quero ver a senhora a chorar pelo retorno, para que lhe possam pagar a pensãozinha!
    André Guimarães | 23.02.2011 | 22.42H
  • facebook isabel stilwell. ela vai ler os nossos comentários. Escrevam-nos!!
    s.b | 23.02.2011 | 22.40H
  • Não concordo de todo com a opinião de Isabel Stilwell. Felizmente a música ainda serve para as pessoas se expressarem, mesmo quando são só desabafos. Eu identifico-me com esta, não que seja escrava, mas apenas porque não acho que seja por falta de vontade dos jovens que a situação está como está. Deixe-me trabalhar que eu trabalho, deixei-me estudar que eu estudo, deixem-me investir que eu invisto.
    Não me venham dizer que estou parada à espera que a crise passe.
    E ainda diz: "Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles?" A Sra. "Dra." Isabel deve ter passado umas boas décadas a dormir. Não é "que cantariam"...CANTARAM, de facto. E muito bem...
    Haja mais Zecas, e mais Faustos...e mais Deolindas! O povo agradece.
    Ana Rita | 23.02.2011 | 22.39H
  • Pelos vistos, o sr José Carlos Boavida também não compreendeu a música ou nem sequer a ouviu. Ouça primeiro e fale depois. Para além disso, só vejo aqui comentários de pessoas que ou trabalham e tem que continuar a viver em casa dos pais ou estão desempregadas à procura de trabalho, e não encontram (porque até os reformados voltaram ao mercado de trabalho). Voto em todas as eleições desde os meus 18 anos, mas infelizmente o meu voto conta pouco para efectuar uma mudança. Ah! Também não tenho qualquer canudo, tenho o 12ºano, mas que em comparação aos dias de hoje, e aquilo que se lecciona nas salas de aula, quem cumpre agora o ensino obrigatório(12ºano), sabe menos que eu no meu 9ºano! Tem casa, carro, família? Eu não posso ter porque não sei o dia de amanhã!
    Neuza Santos Desempregada e a Recibos Verdes | 23.02.2011 | 22.38H
  • Por vezes parece que existe diferentes realidades, a mais incrível é a realidade dos números. Os números servem para provar qualquer coisa! Sra. Isabel Stilwell esta geração apenas está a exigir algo que parece razoável “UM CONTRACTO DE TRABALHO” queremos seguir com a nossa vida. Imagine uma pessoa que receba 1000 euros contudo... apenas a recibo verde! Quer dizer, Segurança Social 29,6%, mais os 21,5% de impostos pagos ao Estado por conta do IRS.
    Nuno | 23.02.2011 | 22.36H
  • 23.02.2011 | 22.35Hcomentário reprovado
  • Pela primeira vez não concordo com a opinião de Isabel Stilwell e muitos foram os textos dela que utilizei em aulas de Português. Parece que existe aqui algum mal-entendido. De facto, quando se refere à geração dos que foram para o Ultramar que não teve a vida facilitada, é certo, comparando-a com a geração de hoje, esquece que esta, ao voltar, encontrava emprego ou vinha ainda a tempo de retomar os estudos interrompidos. Foram tempos difíceis mas eu, que pertenço a essa geração, embora sendo mulher, que os vivi através de irmãos, amigos, família, não me atrevo a pô-las em confronto. Para a editorialista, e para mim também, “ aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida”. Mas é injusto e redutor dizer que os nossos jovens não são capazes de o fazer, e mais, discordo em absoluto do tom depreciativo com que se refere àqueles que se preparam para manifestar pacificamente o seu descontentamento na rua (“andam por aí a cantarolar esta música”). Estes jovens fazem-no na tentativa de mostrarem que estão aqui, que existem, que querem ficar no seu país, “arregaçar as mangas” para contribuir para a sua “reconstrução”, querem afirmar que acreditam que podem fazer melhor do que a minha/nossa geração fez/está a fazer, querem – e já o fizeram quando não foram votar, ou quando votaram em branco, ou quando fizeram uma cruz num qualquer outro candidato não elegível – protestar porque se sentem subaproveitados, desvalorizados, porque sentem frustrados, porque se sentem enganados, porque este não é o país que gostariam de ter e em que gostam de viver. Não, eles não desistiram e o “desafio” é esse, com um único detalhe: eles “querem dar a volta à vida” em Portugal, na sua cidade/região, não querem abdicar disso. Por outro lado, não é verdade que actualmente "a maioria dos licenciados ganhe duas vezes mais do que a média", ou então, não vivemos no mesmo país. Se for às escolas do nosso país, por exemplo, verá quantos licenciados dão aulas há não sei quantos anos, contratados, sem perspectiva de virem a iniciar uma carreira ou a progredirem. Falo de licenciados que estudaram não para dar aulas mas que acabaram por descobrir que até gostam de o fazer – é arquitectos, muitos, engenheiros, psicólogos, designers, blá, blá, blá. Falo de arquitectos, licenciados em direito, em história, línguas, jornalismo, matemática, ciências, química…, falo de desempregados. Falos de jovens sem perspectivas, indignados, que vivem à custa dos pais, ou que vêem os pais ficarem desempregados. Falo de jovens que, ao contrário do que diz Isabel Stilwell, tentam dar a volta por cima, que, sendo licenciados, trabalham em Call Centers, em supermercados, falo de jovens que, sem apoios, tiveram que abandonar os estudos. “É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego”. Está a referir-se aos que acabaram recentemente a sua licenciatura? É que não se trata só desses. São jovens que há vários anos trabalham a recibo verde em todo o lado (fartosdestesrecibosverdes.blogspot.com/), são jovens que trabalham em empresas que se aproveitam deles não fazendo descontos, não assinando contratos, dizendo que estão a tratar do seu estágio profissional. Conheço vários casos. Não sei em que mundo vive Isabel Stilwell: “A verdade é que a crise afecta-nos a todos e não foi inventada «para os tramar»…”. Sim, a crise afecta-nos a todos, mas a uns mais do que a outros e é certo que nem todos contribuímos para que ela exista, muito menos “a parva da geração parva”. Estes de quem falo não têm sequer o direito à indignação?
    O mal-entendido – e volto ao início deste texto – está bem evidente. Estes jovens decidiram dizer, tal como I.S. propõe, “Basta!”, decidiram fazer “parte da solução”, não estão “a armar-se em vítimas”. Afinal estamos todos de acordo: é preciso fazer qualquer coisa.
    Neste editorial Isabel Stilwell não foi feliz.
    Maria Teresa Flores Vasquez Alves da Cruz | 23.02.2011 | 22.35H
  • 23.02.2011 | 22.34Hcomentário reprovado
  • "chegas-te" em vez de chegaste; "voçê" em vez de você; "à" do verbo haver em vez de há; "creei" em vez de criei. Sem perder muito mais tempo, eis alguma qualidade do português escrito nestes comentários. Supostamente por licenciados, doutourados e outros "ados" que afiaram as facas, aproveitando de caminho para falar em "cunhas" e até das "cadeirinhas confortáveis" onde a autora do texto supostamente assenta o traseiro. A música dos "toulinda" é o que é. A moça concede ser "parva" e portanto pouco ou nada haverá para dizer. Mas pronto. Está criado um "hype". Quanto aos poucos euros e aos recibos verdes, nada de substantivo a acrescentar. São as empresas, os empresários, os gestores (licenciados e até com mestrados) que determinam estas maningâncias. E, já agora, o próprio país, que vende sol, praia, alguns campos de golfe, vinho, cortiça, calçado e, menos, téxteis. Mas também é importante lembrar que há os "empregos" e o "trabalho". E não são necessariamente a mesma coisa. A liberdade de escolha do "curso" desta geração em dificuldadades não podia ser colocada em causa, mas a verdade é que toda a gente imaginou que o país teria espaço para milhares de licenciados em direito, gestão, filosofia, história, jornalismo, sociologia, etc, etc. Não tinha, não tem e nunca vai ter. O assassínio do ensino profissional, por alturas do final dos 70, princípio dos 80, determinou em muito a situação actual. Todos podiam e "podem" ser "doutores", quando esta designação em qualquer país desenvolvido é, de facto, reconhecida aos... médicos. Concluindo: a senhora Stilwell fala de cátedra e até esquece que na Cofina, empresa que lhe paga o ordenado, a prática é pagar principescamente a chefias e direcção, sobrando o trabalhinho para a malta do recibo verde. Mas esta geração, que agora fala em revoluções e parece reconhecer-se na música dos "toulinda", tem de reconhecer que tem as licenciaturas e os mestrados porque os pais e o Estado pagaram e investiram. E também tem um estilo de vida (que até inclui "concertos" dos "toulinda") que os pais nunca tiveram. Soluções?Não percebi nenhuma nestes comentários. Zero. Serviram para quê, então, os licenciamentos e os mestrados? Para insultar, qualquer 4.ª classe chega. (curiosamente, ou talvez não, o meu comentário foi denunciado. Por ter palavrões? Não. Por ter insultos? Não. Mas esta malta do "toulinda" não gosta (ou não consegue) ler textos estruturados. Continuem. Vão bem. E vão, vão protestar. Estão no vosso direito. Algo que os escravos nunca tiveram.
    J.Tarcísio | 23.02.2011 | 22.33H
  • 23.02.2011 | 22.32Hcomentário reprovado
  • è mais uma tiazorra que nada sabe da vida.....uma coitadinha a quem fazia bem viver uns anoos com 400 euros por mes.......e ai minha linda queria ver a sua criatividade para dar a volta por cima........sabe o que lhe digo....acorde e por favor pare de disser disparates e de falar de uma realidade que nao conheceu nem conhece....eu envorganhava .me no seu lugar por ter dito tanta barbaridade junta.........mas ja sei tb consegue dar a volta a isso....deixe la é o normal em pessoas que pensam como a senhora...shame on...... :o((
    elsa marques | 23.02.2011 | 22.31H
  • Que dizer deste artigo...
    Ora vejamos...
    Caríssima Dra. Isabel Stillwell (deverá ser licenciada, certo?), e logo deve ter o epíteto e exigi-lo ... e com certeza que fez bom uso do dinheiro que os seus pais, lhe deram para pagar o curso, ou terá pago com o dinheiro do seu bolsinho? Vamos por partes: "Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80%..."
    Desculpe? Vê noticiários ou passa o dia com a cabeça enfiada no seu Jornalzinho?
    Não sabe que a maior percentagem de desempregados é precisamente a dos licenciados?
    Lá porque teve a sorte de alguém lhe dar um cargo de chefia num Jornal, não quer dizer que isso aconteça a muitas pessoas...
    Mais... a maioria envia CV´s todos os dias, para que pessoas como a Senhora Doutora se permita a ignorá-los, a deitá-los fora sem ler ou simplesmente a apagá-los do seu email. Acredite que sempre que podia até lia os seus editoriais, uns mais iluminados do que outros, mas acho que a Senhora nunca passou, o pão que o diabo amassou para poder ter comida na sua mesa, e pagar a renda da sua casa... Quem é a Senhora para vir falar de "Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada". Pois saiba que esses parvos a quem os pais pagaram COM DIFICULDADE os estudos, continuam a tentar há muitos anos arranjar trabalho, na ÁREA EM QUE ESTUDARAM... e muitos sem qualquer resultado, muitos com grande valor que provavelmente poderiam estar a ocupar o SEU CARGO DE TRABALHO com muito mais empenho e categoria que a Senhora Doutora. Sou Jornalista há 10 anos, e acredite que O MEU PAI que pagou o curso a esta PARVA, com dificuldade se fosse vivo, teria um grande desgosto de ver pessoas como a Senhora em cargos de Chefia.
    A MINHA MÃE que graças a Deus, ainda está neste mundo, e que também PAGOU OS ESTUDOS a esta PARVA todos os dias vê a luta desta mesma PARVA para fazer Jornalismo de qualidade... e a ganhar nem que seja o ordenado mínimo... Francamente depois de ler a sua crónica, sinto vergonha de ter pessoas como a Senhora na minha profissão. "Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’".
    Pois eu serei uma das pessoas que estarei EMPOLGADA, a lutar pelos meus direitos, já que as entidades empregadoras deste país, só empregam "tachos", em vez de empregarem gente com qualidade, e que quer trabalhar.
    Claro que a Senhora Doutora não estará lá para assistir in loco, uma vez que não precisa, porque a vida lhe corre bem.
    Fico feliz por si, só espero que os seus filhos (se os tem ou vier a ter), não passem as dificuldades que os PARVOS a quem os pais pagaram os cursos, passaram e alguns ainda passam... Acho que devia ter vergonha e como se diz em bom português "perdeu uma boa oportunidade de estar calada".
    E já agora porque não ajuda a ser parte da SOLUÇÃO? do alto do seu cargo? E já agora não ofenda quem canta e trás algo à cultura do nosso país.
    os "Deolinda" são um grupo que canta acerca da nossa realidade... vive cá? fora de Portugal? ou fora da nossa galáxia? Que tristeza ler um artigo deste calibre...
    Triste mesmo...
    Sandra Adonis | 23.02.2011 | 22.31H
  • esta senhora é daquelas senhoras meio tias, meio 'escrevinhadoras' que abundam no nosso país que é um país com muita cultura literária mas com pouco gosto pela leitura e pouco gosto para a escolha dos best-sellers, , o que faz que essas escrevinhadoras vendam tanto - sobretudo agora em que todas se dedicaram aos romances históricos que estão 'super-na-berra', paralelamente aos livros para os 'piquenos' escritos pelos próprios 'piquenos' das ditas- . O talento é nulo, mas certamente os contactos, os amigos e os vizinhos dos primos, da parentela directa e por afinidade, do PS, ou do PSD ou de quem convier devem ser muitos.
    Ana Leitão | 23.02.2011 | 22.30H
  • Maravilhoso. Além de parvos ainda têm uma costelita do tempo da outra senhora? Amigos: a burguesia acabou. Azarito. Povo? Vós? Que almoçam e jantam em casa dos pais, levam a roupinha para a mãe lavar e depositam vossos filhos para os avós cuidarem... Assim tb eu conseguiria viver com €500 sujeitos a descontos. Volto a aplaudir este texto. Embora o 1.º comentário, que transcrevo em baixo, tenha sido denunciado: Tenho mesmo de aplaudir o texto. Alguém tenha coragem de chamar de parva a esta gente burguesa que vive a vida à espera que algo venha ter com eles. No entanto, e para que este texto ganhe força, seria interessante conhecer os valores auferidos pelos colaboradores do Destak. PS: Não. Não sou ng do Destak ó gentinha com mania da perseguição que se julga dona da verdade.
    Fátima | 23.02.2011 | 22.30H
  • O senhor josé carlos boavida deve ser outro. Não confunda má educação com INDIGNAÇÃO!!
    Eu não tive emprego na minha àrea. Para além de estar a fazer o mestrado, estou a trabalhar em algo que em nada tem a ver com a minha àrea, em condições precárias e abusivas, contudo.. FIZ-ME à VIDA!! Luto por isso todos os dias, e como tal revolta-me estes comentários dementes que aparecem por aqui, que nada de construtivo possuem, apenas uma vontade enorme de aparecerem e auto-afirmarem-se como jornalistas! CHEGA!!!
    Sílvia Brites | 23.02.2011 | 22.28H
  • Cara Isabel Stilwell A senhora não faz a mínima ideia da qualidade do ensino superior leccionado em Portugal, caso tivesse oportunidade de estudar lá fora saberia do que estou a falar... Qualquer idiota com o 12º ano consegue entrar num curso qualquer, e eventualmente fazê-lo... Não sabe minimamente do que está a falar...
    Álvaro | 23.02.2011 | 22.28H
  • 23.02.2011 | 22.27Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 22.25Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 22.23Hcomentário reprovado
  • E ntao e assim, os estudantes de Portugal nada fazem e querem tudo...
    Estes comentarios todos so mostram o tao mau ensino que temos em Portugal, pessoas sem educacao alguma que vem para aqui falar mal de alguem que so esta a dar a sua opinao em relacao a uma musica completamente ridicula que virou moda em Portugal. Se querem mudar passem a votar e ai pode ser que o governo mude. Nao e so falar mal e na altura exacta seguem um clubismo partidario e nada fazem para mudar, acho que nao vale a pena continuar visto que com tantos canudos ate me sinto mal porque nao tenho diplomas...entao o que sou se nao posso ser escravo? Mas trabalho e tenho a minha vida como toda a gente normal....e nao ando a procura de emprego como muitos .....porque trabalhar nao querem, querem um emprego que nao facam nada e ganhem bem....
    Jose Carlos Boavida | 23.02.2011 | 22.23H
  • cada vez tenho mais vergonha em ser Portuguesa, é verdade não tenho problemas em o admitir! Cada vez tenho mais vontade de sair daqui para fora, e vou fazê-lo, assim que o meu ordenado na Zara chegue para pagar o meu ultimo ano de mestrado. Também não devo nada a niguém, nunca me deram bolsa, sempre trabalhei, e é por não ter medo de trabalhar que luto por encontrar trabalho, e lá fora dão muito valor a isso, e é para lá que vou. Esta senhora, que não conheço de lado nenhum, faz comentários que me ferem e ofendem, e é por ter opinião e por ainda vivermos em democarcia que EU VOU! Eu vou a manifestação para que a senhora percebo que para sermos "parte da solução" precisamos de uma oportunidade e mesmo que tenhamos iniciativas empreendedoras e economia não o permite desenvolver a iniciativa, é um ciclo vicioso. POR FAVOR NÃO FALE DO QUE NÃO SABE, NÃO PERCEBE.. NÃO OFENDA AS PESSOAS, FICA-LHE MAL!
    estudante-trabalhadora | 23.02.2011 | 22.21H
  • 23.02.2011 | 22.12Hcomentário reprovado
  • Minha cara senhora, apesar de estarmos num país onde, supostamente, a liberdade de expressão ainda vai existindo, convém não abusar da mesma. Quando eu me deparo com artigos de tão falta de qualidade como aquele que a senhora teve a oportunidade de produzir, começo a ficar preocupado com o país em que vivo; pois se estamos de algum modo na situação de conhecimento do que se passa é por termos "jornalistas" do calibre da senhora. Caríssima, faça um favor à sociedade Portuguesa, pare de escrever. Digo isto, porque a senhora ao produzir algo tão distante de uma realidade que cada vez mais actual só pode viver num mundo da fantasia, ou então, provavelmente, anda a tomar fármacos com efeitos estranhos. Pare. Informe-se e depois, quando escrever, faça com algo que esteja correcto e não apenas o seu nome, como foi o caso.
    Telmo | 23.02.2011 | 22.09H
  • ah...e parvos somos nós...que fazemos descontos para outros receberem dinheiro ao fim do mÊs para não fazerem nada!!!
    Beatriz Dinis | 23.02.2011 | 22.09H
  • Dos artigos mais cercis que já alguma vez li! Este pessoal da geração que encavou o país e tudo o que são gerações vindouras, se tivesse vergonha retirava-se da cena pública para nunca mais voltar.
    Luís | 23.02.2011 | 22.09H
  • Obviamente que a senhora não entende a música....enfim... tirei uma licenciatura e vou a meio de um mestrado....e trabalho? nada! porquê? porque não tenho experiência, ou porque tenho habilitações a mais, ou porque têm de pagar muito, ou porque há chicos espertos que se julgam capazes de fazer o meu trabalho ou ainda o bom da cunha!! sim somos parvos porque estudamos gastando-se dinheiro num curso que nos deveria abrir portas e não abre! porque não nos proporcionam as devidas oportunidades! tem mais piada oferecerem-nos misérias que nem nos permitem pensar em constituir família ou ser independentes dos país, tem sempre mais piada escravizar os estagiários curriculares porque trabalham de graça! e como posso ser parte activa da solução para colocar em prática o que aprendi e continuo a aprender se não me dão a a oportunidade? claro, há aqueles que nascem com o rabo virado para a lua por terem conhecimentos e nunca terem de batalhar por um trabalho, por mais humilde que seja! ah mais uma coisa...era bom que os licenciados ganhassem assim tanto era bom sinal! mas a realidade é outra!!! licenciados a trabalhar por 600e e menos..enquanto pessoas com cursos de 12º a ganhar o ordenado de licenciados!!!
    Beatriz Dinis | 23.02.2011 | 22.08H
  • 23.02.2011 | 22.08Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 22.07Hcomentário reprovado
  • Se a senhora fosse uma jornalista a sério, escrevia num jornal a sério! Eu, e todos nós queremos ser parte da solução, para isso é preciso deixarem!
    Estou a estagiar numa instituição em que metade das pessoas são precárias, acha que isto é solução? Daqui a uns meses, todos na rua... viva a solução! A instituição precisa e quer ficar connosco... mas a ordem é para cortar! Infelizmente fui parvo o suficiente para ser quase mestre, a finalizar a tese, média de 17 de pós-graduação... mas, como não tenho cunha, ao contrário de uns quantos, fico sem emprego. Ninguém está contra os verdadeiros recibos verdes, estamos é contra os falsos, sabe o que isso é? Fique anos e anos a viver sem ordenado fixo, sem "futuro" e depois falamos!
    Mário | 23.02.2011 | 22.04H
  • Olá "Doutora" Isabel, Oiço ás vezes com alguma atenção as suas conversas com o Dr. Sã na rádio e confesso que a mim não me aquecem nem pelo contrário.
    Quando li este seu artigo sobre a "Geração parva" confesso que à primeira leitura me apeteceu ignorá-la e até pense para com os meus botões: Esta endoideceu!
    Depois pensei, estamos num país livre e cada "tolinho" pode dizer o que lhe vai na alma. E isso é tão verdade que se aplica ao artigo que escreveu.
    Mas reflectindo mais a sério, V. Ex.ª Não é uma pessoa qualquer que se possa dar ao "luxo" de atirar uns "bitaites" por encomenda (digo eu), e ficar impune com o dinheirinho no bolso que ganhou pela escrita que fez e deitar-se a dormir sossegada.
    V. Exª Vive em que país ou em que parte deste país? Já sei que me pode dizer que eu não tenho nada a ver com isso e que escreve o que lhe dá na real gana. E pode! Mas não pode Insultar os Licenciados Jovens e não só mas também os seus Pais que gastaram alguns rios de dinheiro para que eles fossem licenciados. Não pode insultar os milhares de Licenciados que foram Estudantes Trabalhadores e que continuam apesar dessa licenciatura, na "bosta" com ofertas de emprego de 600, 900 ou mesmo 1000 euros de salário sem qualquer vínculo e sempre com o espectro da sua vida a prazo continuar a prazo eternamente.
    Mas V. Ex.ª é possível que não saiba a causa destas coisas porque nem está para aí virada mas, eu digo-lhe:
    Isto só acontece porque há muitas centenas de "Isabeis" que se arvoram de fazedores de opinião contando historietas e que recebem de vários sítios rios de euros. Aliás, isto infelizmente não acontece só consigo. Há outros por aí na mesma linha editorial que estão podres de ricos por usarem um "quinto " poder que é a comunicação.
    Eu sei que não mo permite mas mesmo assim dou-lhe um conselho...
    Se não sabe o que diz, Cale-se e não insulte quem faz das tripas coração para puxar a vida p'ra cima.
    PS: Não me venha dizer que a insultei porque vontade não me faltou mas, eu sinto-me profundamente insultado. O Director do Jornal teve uma boa (?) escolha.
    Egídio Fernandes | 23.02.2011 | 22.02H
  • Minha sra, que curso tirou? Tirou mesmo um curso ou é daquela Geração que, depois do 25 de Abril, através dos anos de carreira passaram a ser 'doutores' e 'doutoras', 'engenheiros' e 'engenheiras', 'professores' e 'professores'? São esses que continuam em altos cargos no nosso país, a ganhar salários milionários, a viver às custas do país (porque as despesas de deslocação paga o estado - NÓS)e ainda gastam os 'dinheiros' da U.E. para comprar aquele iate, ou a casa de férias no Brasil, ou mesmo aquela conta na Suíça, ou nas Ilhas Caimão! São esses senhores e senhoras que dão má imagem da nossa função pública, pois chegam depois da hora e meia hora antes já saíram. São também esses senhores que fazem com que tenhamos tantos centros comerciais, com horários ridículos(estes senhores não trabalham aos feriados e fins-de-semana, mas gostam de atazanar os outros que tem que vergar a mola e sujeitar-se a salários miseráveis). Sou uma mulher, a caminhar para os 30 anos, que não consegue arranjar trabalho porque, para além de serem mais de 100 cães a um osso, ainda temos toda uma comunidade de brasileiros que fizeram com que os patrões queiram muito trabalho (mais do que 8h) por menos de 500euros! Não tenho nenhum curso superior, pois não tive família rica para me pagar um curso. Aos 14 anos comecei a trabalhar, nas férias de Verão, para ajudar em casa, e a partir dos 18 comecei a fazer os meus descontos. Que por acaso serão para pagar as reformas dessa Geração que 'vingou' no pós-25 Abril. Quando chegar à minha altura, devemos trabalhar até aos 100 e mesmo assim, deixamos de ter reformas. Será que a senhora teve em consideração todos estes factores antes de escrever a desgraça que escreveu?! Mesmo assim, vou responder a uma das suas perguntas: 'O que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles?' - Iam com a confiança que iam salvar a Pátria - foi esse o motivo da Guerra Colonial - e com a esperança de reconhecimento e mérito por isso. Problema: foram os mesmos que retiraram os privilégios aos 'Heróis' e ainda entregaram tudo de bandeja depois de tantas mortes! Minha senhora, uma JORNALISTA à séria, não diz as baboseiras que a sra. disse. A TODOS os que pertencem a esta GERAÇÃO PARVA, dia 12 de Março, na Praça Luís de Camões, em Lisboa e na Praça Da Batalha, no Porto - protesto pacífico! Não seremos parvos por muito mais tempo! (Agradeço que não denunciem o comentário, só porque diz umas verdades!)
    Neuza Santos Desempregada e a Recibos Verdes | 23.02.2011 | 22.00H
  • 23.02.2011 | 21.51Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 21.46Hcomentário reprovado
  • minha cara senhora para não ser mal educada pois eu posso não ter mto mas educação acima de tudo, coisa que a srª provavelmente não sabe onde se aprende, não desvalorizamos estudantes, licenciados ou ate mesmo pessoas com um curso tecnico, fazemos todos parte desta geração a que a srª intitula de imprestaveis...Acredite se tivessemos emprego certamente não andavamos por ai feitas baratas todas a procura dele, se bem vejo a srª nc deve ter feito ponta dum corno para estar nesse lugarzinho cativo com cadeirinha almofadada e com todas as mordomias, na sua geração o factor C tinha mta influencia certo? Por ultimo uma perguntinha, a srª não é parente do nosso querido toca a rir do 1º ministro não? é porque por uns momentos com tanta piada ridicula que disse até parecia que era da sua familia. Não fazem nada para o pais ir para a frente e ainda se riem de que anda a batalhar para sobreviver, com um ordenado minimo nacional, casa filhos e outras contas a perna, enquanto vós senhores da pura verdade ganham balurdios e no fim ainda tem direito a reforma a conta daqueles que trabalham...por Deus feche essa boca antes de dizer ou escrever tanta asneira junta.
    sandra | 23.02.2011 | 21.45H
  • Costuma-se dizer que só sabe o que são as coisas quem passa por elas, mas esta senhora pelos vistos nunca passou por nada mau para falar assim.
    Atualmente quer se estude ou não é a mesma coisa, emprego nada, e ainda mais para se conseguir algo ou se tem uma boa cunha ou então mais vale não sair de casa.
    É o pais que temos.
    valoura | 23.02.2011 | 21.43H
  • 23.02.2011 | 21.42Hcomentário reprovado
  • Primeiro: não se põe palavras na boca dos outros. Não ouvi ninguém a dizer que a crise foi inventada para nos tramar.
    Segundo: claramente, a senhora fala do que não sabe. E aposto que o Destak também deve ter umas continhas a ajustar com a geração parva, que, mesmo quando estuda, trabalha, é criativa e se esforça para além do que devia, muitas vezes a única recompensa que tem é a porta da rua. Porque o tempo de estágio acabou e é melhor ter barato que bom.
    Eu até estou bem. Hoje. Mas amanhã...? A nossa geração não sabe o que é isso. E esse é o verdadeiro problema.
    Marta Pais Lopes | 23.02.2011 | 21.41H
  • 23.02.2011 | 21.35Hcomentário reprovado
  • Minha cara senhora... Sei que é difícil ter um emprego assegurado e ganhar mais que 1000 € por mês... se quer comparar épocas ao menos faça as coisas correctamentes... Neste momento, a situação do país poderia ser bem diferente do que é e, comparando devidamente, até quem estuda a população e a evolução da mesma ao longo dos tempos percebe isso. Pergunto-me se tem que ficar calada no trabalho para assegurar que amanhã não vem outra pessoa? Ou se tem que comer menos para dar aos seus filhos?
    Ou se por acaso o seu ordenado seja menor que 1000 €... Todos temos liberdade de expressão... eu tolero a sua... portanto, tolere a nossa... E agora, por favor... Vá estudar um pouco para que não seja uma escrava mental de si própria... Atentamente, Uma estudante universitária da geração que provavelmente poderá não ter emprego nem casa de futuro, mas que vai fazer por isso.
    Inês | 23.02.2011 | 21.27H
  • 23.02.2011 | 21.22Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 21.18Hcomentário reprovado
  • 23.02.2011 | 21.16Hcomentário reprovado
  • claramente fala com as costas muito quentes.Eu batalhei para tirar um curso e no fim ninguém me dá uma oportunidade.
    Não fico quieta sem enviar cv e concorrer a trabalhos na minha área.
    AHHHHHHHHHHHHHHH e já agora engana-se poruqe os licenciados não ganham mais 80% sobre quem tirou o secundário minha cara sra tenho colegas licenciados a trabalhar na área que ganham 600 euros.Devia ter vergonha de chamar geração rasca à minha geração!!!!!!!Porque ainda seremos nós a pagar a sua futura reforma que será maior que o meu ordenado.
    vanessa | 23.02.2011 | 21.16H
  • 23.02.2011 | 21.09Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel Até costumava ter algum respeito por si mas foi neste momento pelo buraco. Você sabe minimamente do que está a falar? Sabe que há quem tenha uma licenciatura e trabalhou para a pagar? Sabe que teve que pedichar por um estágio não remunerado? Sabe o que é enviar milhares de curriculos, bater a todas as portas e não passar da cepa torta dos contratos a 600 €?? Tenho uma licenciatura e 10 anos de experiência. Sabe que vou a entrevistas e oferecem-me 500 € de ordenado?? E sabe porquê? Porque o meu sobrenome não é Stilwell!! Porque se fosse podia ser directora de qualquer coisa e mandar umas barbaridades para o ar. Saiba que não lhe custei um tostão para tirar o meu curso mas vivo num país em que os filhos dos pobres nem deviam entrar para a faculdade, pois nunca sairemos da cepa-torta. Os bons tachos já estão ocupados pelos ''Stilwell's'' deste país e como sanguessugas que são, não estão para abdicar do bem bom! Eu no dia 12 estaria na rua a protestar, porque sou parva, porque me recuso a emigrar, porque acredito que este país pode levar uma volta, quando a competência for reconhecida, quando o compadrio se acabar e quando os ''Stilwell's'' deste país forem para o desemprego, dando lugar a quem realmente aprendeu, a quem realmente tem competência, a quem antes de escrever, PELO MENOS SE INFORMA NA RUA E NÃO NOS SALÕES DE CHÁ COM AS TIAS, sobre a realidade do país! Passe muitissimo bem carissima senhora e se um dia nos cruzarmos no c